quinta-feira, 17 de agosto de 2006

Agora decidi! Vou fazer o próximo layout do blog com calma, pouco a pouco durante todos (ou a grande maioria) dos dias, pra deixar tudo pronto e sem pressa. =)

O próximo layout terá Dir en Grey e caso tudo continue bem e em seus lugares, terá Die, um dos guitarristas da banda como tema do layout. ^^ Tenho que admitir, está sendo difícil. Afinal, em homenagem ao Die eu pretendo fazer um layout em vermelho, afinal o vermelho sempre foi uma cor que definiu o Die (fala-se Dai). Ainda tá no começo e eu não vou postar nenhuma previsão aqui, hehehe... Vão esperar! Isso porque logo em dezembro o blog fará um ano!

UAU! E agora? Heheh... Tenho ótimos planos para o que fazer com o blog, uhuhu. Mas ainda estão aqui na minha caxola (alguém nesse mundo em sã consciência fala CAXOLA?)... Portanto aguardem... O pior é que pro layout de dezembro tá me vindo muito mais idéias do que o próximo de outubro... Whatever!

Uh well... Este sábado terá evento de Visual Key... PQP! Só fiquei sabendo agora, agora quero ir. *-* Vou ver se eu chamo o Abreu pra ir comigo lá, afinal ele curte rock "ba garai" tb.. xP~~

Caramba... Me viciei no VULGAR, do Diru... Caramba, é bom demais. Por mais que eu ouço música de todos os estilos, sempre estaciono no rock... x_x Mas ainda curto SES, mas Diru estou ouvindo cada vez, e mais... É difícil, mas vai e o tempo passa e continuo ligado à ela de alguma forma...

Na realidade gosto muito do GAUZE também, afinal foi primeiro álbum, e primeira vez a gente nunca esquece. xP~~ O legal é que a banda nunca fique na mesmice, se bem que algumas bandas que eu adoro também como Nightwish começou num estilo e terminou em outro totalmente equivalent... Anyway... Amanhã vou na Liba apenas pq estou com saudade daquele local, vou cedinho pra ver algumas coisas que eu gostaria muito de comprar... Sei lá, antes de eu tomar banho hoje eu fiquei imaginando ter uma espada japonesa! Huhuhuhu!!! Sendo que o que eu queira era uma Sakabatou, mas...

Segue abaixo um conto by me.

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Talvez todos nós tenhamos questões de existência. Porque estamos aqui, qual nossa missão, porque certas coisas acontecem conosco, ou quem sabe com os outros, e nós nunca sabemos o porquê. Essa estória é de um garoto, que desde criança ele sempre fora alguém centrado.

Ele já desde a infância já se mostrava um projeto de Don Juan. Talvez por ser machista nunca viu o real valor das mulheres. Deu seu primeiro beijo na primeira série, isso com sete anos. Nem ele talvez lembre-se, afinal já se passou tanto tempo. Hoje esse garoto tem quarenta anos e - peço perdão ao leitor, mas revelarei apenas seu presente abaixo, portanto continue a leitura.

O tempo passou, o garoto cresceu. Estava em sua adolescência. Continuou o mesmo, talvez até menos, afinal havia envelhecido, portanto estava mais comportado. Um comportamento regular pela idade. Porém nas linhas do tear do destino não há pontas soltas, todas estão revestidas de algum significado. E ele conheceu uma menina nos seus anos de colegial.

Talvez ele nunca tenha sentido aquilo antes, naquela magnitude.

Viu-se impotente. Fraco. Ele que sempre desprezou o sexo feminino agora via-se derretendo por uma. As outras foram objeto, essa era adoração. E foi isso o que aconteceu, voltou pra casa e foi tomar seu banho diário. Enquanto tomava banho, olhou para o seu orgão sexual e estranhamente perguntou-se: "Porquê?". Afinal, porque as coisas tinham que ser assim?

Afinal poderia ser algo muito mais fácil, poderia ser uma espécie de anjo, um ser assexuado, mas qual diferença teria? O que o fato de ter aquilo mudava? Debruçou-se no azulejo e pensou em conversar um pouco com aquela garota, mesmo sem achar a resposta daquela pergunta. Os dois começaram a namorar, e ele a pediu em casamento.

E voltamos aos dias de hoje, ele está para se casar. Ao ver a porta da igreja abrir-se e entrar a mais bela mulher que ele jamais viu, vestida de branco, um lindíssimo bouquet, olhos brilhantes e um sorriso mágico, foi apenas nesse momento que ele entendeu porque homens, mulheres, todos os seres eram daquele jeito. Afinal, isso lhes dá a capacidade de amar...

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