quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Eu odeio ler filósofos gregos. Mas não é bem um ódio, existe uma admiração sem-fim por eles ao mesmo tempo. Ontem á noite, meu grande amigo Ivo me emprestou seus volumes de livros sobre Platão. Mesmo um pouquinho receoso, comecei a ler. Como todo livro baseado numa obra de um alguém, ela começa com sua biografia - já conhecida por mim - então resolvi ir avançando a leitura sem me ater a muitos detalhes. Comecei então pelo primeiro conto, Eutífron.

Pra quem não conhece, esse é um registro de um diálogo de Sócrates e Eutífron, bem na fase em que ele já estava condenado a beber cicuta e morrer. Lá, Eutífron quer matar seu pai, pois foi pela culpa dele que seu pai ao castigar um servo acabou matando-o. Logo, ele queria fazer justiça e acusar seu pai e levá-lo a um julgamento, e Sócrates o questiona, afinal o que seria piedade?

Ele bate numa tecla que eu achei interessante. Daí que vem o meu ódio por filósofos gregos, especialmente Sócrates e Platão. Eles falam coisas que é bem difícil de pensar algo contrário, e o pior, com sua habilidade incrível eles conseguem de uma forma me fazer pensar muito sobre aquilo, por isso eu acabo evitando. Não me considero um filósofo, afinal filósofo é bem aquela pose de sábio, e coisa que eu não sou é sábio, eu tenho sim são muitas dúvidas, alias desde criança, eu era a que queria entender por cima de tudo como que a gravidade de um buraco negro era tão forte que era capaz de atrair os próprios fótons da luz e por aí vai.

Mas afinal, o que diabos me chamou tanto a atenção no conto? Sócrates, como sempre muito questionador, começa a fazer ali mesmo um debate sobre o que é piedade, se é o que você julga ou o que os deuses, ou a sociedade, julga. Afinal cada deus teria uma apologia diferente, pra cada um seria algo relacionado e um outro algo, e fiquei pensando.

Como existem coisas que pessoas julgam como o certo e o errado. E as pessoas começam julgar isso pelo que a maioria da sociedade diz e não pelo seu próprio ego. Infelizmente meus caros, pensar não é uma arte. Arte dá trabalho, é tortuosa ás vezes, comunica, mas na minha opinião existe algo bem distinto com esses dois conceitos. Na arte, conhecimentos de proporção, geometria e composição é que vale. Existem regras? Existem. Até mesmo aos modernistas. Até o fato de "pinte o que você quiser", já diminui em muito o leque de coisas, pois é variável, quando termina não é mutável (exceto algumas extremamente atuais, mas mesmo assim o leque é apenas algumas opções) e existe ali um limite, nem que seja o do quadro, espaço físico, enfim.

Pra eu que estou começando a levar isso mais sério agora, estou vivendo e presenciando como você começa pensando em uma coisa, aí essa se transforma e você nunca consegue "terminar a obra". E não sei se existe uma resposta completa e isso ou não. Nesses dias a professora da faculdade, na matéria de filosofia, contou o velho conto da caverna de Platão, dos homens presos que só podiam ver as sombras de quem aparecesse num fundo de uma caverna. Um belo dia um deles tem a chance de sair e apreende o que é o verdadeiro mundo, e quando volta pra contar a eles, simplesmente é ignorado e jogado de lado.

E todos só vêem o aspecto supostamente feliz do homem que sai da caverna e encontra com o mundo. Mas eu digo que o mundo não passa das coisas que você pode ver, sentir e interagir. Se o mundo de sombras deles era aquele porque incriminá-los? Não acredito em uma verdade absoluta, mas aquela era a verdade dos homens presos na caverna, àquilo era suas vidas, seus pensamentos e tudo mais. O homem saiu e conheceu uma outra realidade, tão real quanto à primeira (afinal, existe tantas ilusões nesse mundo como naquele), mas somos levados a acreditar que o mundo de luz, cores e outras pessoas é melhor do que aqueles em que os homens estavam condenados.

Afinal porque cargas d'água? Pelo fato do homem ser esse bicho social fraco? O prisioneiro que saiu da caverna apenas conheceu uma realidade paralela com aquela que ele vivia, e julgou ser aquela a correta baseado em que? Porque a maioria vive nela? Porque existem pessoas ditas felizes nela? Porque existem cores - igual minha professora afirmou?

O homem vendo as sombras poderia muito bem baseado naquelas sombras e observação dos seres formularem suas próprias teorias desde comportamento humano (ou daqueles seres das sombras), psique, natureza, ambientação, tanto quanto um outro qualquer que vive na outra esfera e sequer observa isso. Somos levados a acreditar que é a nossa verdade que é a correta, mas baseado em quê? No que os "deuses" de Platão dizem? No que a "sociedade" impõe?

Só vemos a perspectiva de uma falsa limitação que ao meu ponto de vista não existe. O homem sempre ganhou mais ao observar o simples, o comum e o que pequeno do que o maior gigantesco. Desde a tecnologia que cada vez é mais centrada em diminuir as coisas (nanotecnologia) até o espaço, onde apenas é fundadas em teorias e nada mais. Poxa, a gente APENAS pisou na Lua e temos um telescópio gigante no espaço que diz que estamos do "Supercluster de virgem". E daí? Pergunto de consegue ver além disso? Consegue fazer um mapeamento do universo? Vendo por outro lado a vivência com as sombras, com os mínimos detalhes dos desenhos das paredes, as vozes que eles ouviam, eles prestariam muito mais atenção e teriam provavelmente conhecimento que nenhum outro ser que vivesse no mundo real teria. E esse conhecimento seria pior? Limitado? Com certeza, não! Afinal seria um conhecimento de primeira instância repetitivo e limitado, mas por outro seria bem denso e profundo. Mas mesmo assim seria considerado ruim? Claro que não meus caros.

Seres humanos têm a mania de pensar no quanto mais, melhor. O dilema de que quantidade é qualidade. Você pode ter a chance de ver mil coisas, mas do que adianta se não tens o conhecimento amplo de nenhuma delas? Muitos têm a chance de poder interagir com milhares de coisas, lugares, pessoas, mas não o fazem plenamente, porque talvez até se atenha a detalhes, mas apenas os que realmente virem os detalhes e as partes conjuntas deles é que entenderão o todo, e não pelo pensamento ao contrário.

Filosofia acima de tudo é pensar. E questionar. Mas achar a verdade, isso cada dia que eu vivo vejo que é cada vez mais difícil. É um caminho tortuoso, é meio que ver que você está indo contra tudo ao seu redor, mas pra quê? Pra quem entender as pessoas e como elas pensam? Pra que ser diferente e não agir como todos? São questionamentos complicados igualmente.

[Na foto, eu e o meu Beethoven fofo]

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Ontem fui tirar fotos com os animais de casa, ahahha... E vi o Trulli lá no teto, dei zoom, enquadrei e saiu essa foto. Bonitinha, heheh...

Ontem estive pensando em como será o próximo layout do blog, mas não cheguei a conclusão nenhuma, huaehuae... Pra ser sincero, ainda estou bastante atordoado ao ver Laranja Mecânica e Metropolis... Dois filmes que me chamaram bastante a atenção. O primeiro muitos se lembram como "aquele filme violento", mas a violência não foi um grande apelo pra mim não. Eu adorei a composição geral dele.

E não é que ele é parecido comigo mesmo? Principalmente quando eu fico um pouco mais cabisbaixo. Alex DeLarge, nome interessante, gostaria de saber se haveria algum motivo para que ele fosse assim. Quem não viu o filme, veja. Chega a ser poético ver ele estuprando mulheres e matando velhos ao som de Beethoven e Singin' in the rain. Kubrick é um excelente cineastra, mas acho que escrever não é com ele, e sim pegar uma história boa e pronta e transformar em filme.

Pegar um livro e manter não apenas a mesma linguagem, mas dar uma aperfeiçoada nela. Poucos diretores conseguem isso. Não li o livro, mas agora estou muito interessado, e Lolita também, é claro! Sempre pegam num ponto onde os filmes sempre pegam do mesmo jeito. Talvez seja a futilidade ou apenas cabecinha oca do Alex DeLarge, ou quem sabe o livro explique porque ele fazia aquilo...

Sei lá, eu me identifiquei com ele, hahaha!!! O professor Fábio ficava dizendo que eu era parecido com ele. ¬¬' Creio que seria na aparência.

Sem mais, estou tentando ler dois livros mas sem sucesso. Na verdade estou meio sem saco pra ler qualquer coisa ultimamente... Digo pq ainda tenho vontade, mas o corpo é mais forte e eu acabo dormindo. E dormir mais é uma coisa que não quero fazer, pq dormir pode ser bom, mas faz perder tempo! E time is money, já dizia o Super Sam do Chapolin Colorado.

Só pra concluir, achei interessante o Last.fm. O quê? Já conhecia?
Eu não.

sábado, 18 de agosto de 2007

Honra é uma palavrinha que foi deixada de lado nesses dias de hoje. Como sempre, irei também permanecer com as minhas afirmações com um passo pra trás, afinal não sou generalizando. Seres humanos não são totalmente iguais, e cada cabeça sempre acaba sendo um mundo.

Pois digo que existe muito mais por detrás do filme The Godfather além das cenas de ação que são simplesmente únicas. Já conhecia o filme há anos, e já havia visto já várias vezes, mas cada nova vez que eu o vejo acaba sendo tão emocionante quanto ás outras. Mas hoje vou me limitar aos elogios e vou falar de algo que o filme mostra que nos dias de hoje onde o dinheiro impera acabou sendo deixada de lado.

Afinal a idéia de honra e orgulho foi substituída por "quem paga mais". É engraçado ver como Michael Corleone fica triste por exemplo e sentido após matar seu irmão Freddo, e quando sua própria filha morre na sua frente a gente vê o grito desesperado de um pai que perde sua filha e ainda por cima infelizmente tinha culpa disso, por ter se envolvido com esse tipo de coisa, no caso, a Cosa Nostra.

Mas é essa honra, de manter-se unido á família, de unir-se aos amigos que nos dias de hoje falta. Lembro-me quando fui ano passado no alistamento obrigatório do exército, e na hora me perguntei: "Cara, se eu for chamado, porque diabos defenderei esse país? Não sou nem um pouco patriota, e tampouco quero o dinheiro. Eu luto pelo que eu acredito, não por uma obrigação". Nem sei o que aconteceria se eu fosse chamado, e nem quero sequer imaginar. Não duraria lá, e acabaria morto no meio da floresta abandonado e ferido enquanto meus parentes recebiam cartas sobre "morto em treinamento"...

Americanos entram no exército exatamente para ter aquelas vantagens clássicas em Universidades, e nem eles talvez sejam patriotas, e acabam tendo que servir o país e ser levados para guerras como a que nunca acaba no Iraque, caso contrário seriam considerados desertores, tendo uma pseudo-honra de patriotismo manchado que sequer existiu...

Enfim, faltam pessoas com conceitos, não mercenários. Na saudosa época do feudalismo - e digo saudosa, afinal querendo ou não existia uma hierarquia de honra entra senhores feudais e servos - havia quem comprasse o exército mercenário da Suíça por exemplo para dominar novos campos, mas quem pagasse mais ainda os teria mais ainda na disposição. A falta de honra infelizmente sempre teve como inimiga o dinheiro, pois para alguns honra é comprada por dinheiro...

Mas uma honra tão facilmente jogada fora não pode ser chamado de honra. ;D

(Boa sorte pra triste mocinha que prestará prova para entrar pro exército. =D Vai lá, realize seu sonho e morra na guerra que está por vir.)

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Kyo, do Dir en grey. Grande vocalista e poeta. Gosto das definições do que seria morte que ele escreve, vale a pena dar uma lida, postarei alguns aqui em breve.

Deixando o Kyo de lado, hoje vamos falar de crianças. Eu revi o programa Rá-tim.-bum, clássico da TV, e vi algumas coisas que não se vêem mais nos desenhos de hoje. Entre eles uma parte que me chamou muito a atenção foi um daqueles joguinhos em que apareciam três bolas com cores distintas na tela da TV, e a voz perguntava "Qual é a bola de cor amarela?", e depois de passados alguns segundos a bola indicada vibrava.

E eu vi aquilo e relembrei a infância, mas além disso lembrei "Putz... Eu não sabia o que era uma bola amarela?". Até aí, tudo bem, a vida continua. Peguei o ônibus pra ir no Hospital esses dias, tinha atacado a sinusite e eu estava detonado. Como minha mãe estava ocupada eu falei que eu ia sozinho, afinal dava pra agüentar bem o trajeto e fui. Quando desço no Terminal João Dias e pego o Terminal Bandeira pra descer ali no meio da Av Santo Amaro, eu vejo uma menina sentada na minha frente com uma mulher, provavelmente alguma tia, ou quem sabe uma irmã mais velha independente, e elas conversavam.

Não querendo ser intrometido, mas já sendo, desliguei meu MP3 e fiquei ouvindo ambas. A garota tinha um excelente vocabulário, falava impecavelmente e tinha pose de mulher já. Claro, não passava de seus dez anos, mas fiquei impressionado como a acompanhante dela ficava as vezes conversando com ela um tanto abismada com o jeito que a garota falava. Aí lembrei do Rá-tim-bum, e como uma lâmpada que se acende em cima da cabeça me veio o que as crianças são hoje.

Minha mãe por exemplo brincou de boneca até seus quatorze anos. Hoje com dez já tá até velhinha, quando tem a primeira menstruação então, a regra é abolir. E não adianta vir pra cima de mim dizendo que isso é culpa dos pais, que enchem de cursos, bons estudos e coisa e tal, porque se isso fosse síndrome de criança rica não teriam dito a mesma coisa com alguns alunos meus, mais humildes, inclusive uma delas estudava na minha antiga escola (diga-se de passagem, a vida inteira tenho estudado apenas em escolas públicas) e falava muito bem também.

Brincar, elas brincam. Querem se divertir como qualquer criança, mas ao mesmo tempo não são digamos, mais lerdinhas, como antigamente. Estão mais espertas, vivem num mundo de postes de luz e neon e escapamentos de carros. Se maquiam, mas persistem em brincar de casinha. São inteligentes, mas não resistem a um pega-pega! Eu tinha uma aluna que era exemplar ano passado no CNA. Menina inteligente mesmo, sabia matemática muito bem, o que já é ligeiramente difícil ver hoje em dia com garotas, no resto então tirava de letra. Mas um dia me viu no intervalo brincando com algumas crianças (Ok... Brincando no trabalho? Tá, eu brincava. U___U) e não resistiu e entrou nela também. E brincou da forma mais normal possível, e inteligente até (pegaram meu chapéu e esconderam muito bem... E eu nem fazia idéia de onde tava e como eles haviam conseguido por lá...).

Talvez até precisem de um Rá-tim-bum de vez em quando. Mas quando são pequeninos infantes. Depois pode iniciar a Teoria da Relatividade que é bem capaz que elas entendam. =P

E viva ás crianças-gênios de nossa era.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Muito bem, vamos lá. Quarta-feira, semana no meio, e...

Oro?
Esqueci.

Oh sim, a foto! A foto é de ontem depois do banho. Mas como sou um menino á moda antiga, do tipo que ainda manda flores, eu coloco a mão na frente pra não mostrar o meu peitoral deformado naturalmente. =P

Tirando o fato que não consegui dormir direito nos dois últimos dias, devo admitir que até que estou voltando á rotina. Ontem fiquei pensando nos meus dois professores e como eles têm pensamentos que são ligeiramente próximos do que eu penso. E eles não são loucos como eu, claro, heuaheua... E então vi que talvez não seja tão anormal ficar demonstrando o que eu penso e o que sai dessa cabecinha desmiolada.

Pra ser sincero, estou um pouquinho, sei lá, perdido. Mas também não sei o motivo, então realmente estou perdido.
Sem mais, vou postar uma música bonitinha do Dir en grey. =P~~

Ontem sonhei que tinha ido ao CNA e lá estavam meus alunos que eu tanto sentia falta. ^^
E eles estavam crescidos. o_o~~ E eu parecia o Michael Corleone no Godfather III... Só faltava cair duro no chão pedindo algum doce ou suco de laranja. =P (Nota: eles eram meros infantes de no máximo 11 anos e no mínimo 7. Então teoricamente deveriam estar mais ou menos na mesma fase da vida que eu... hehehe...)

Como diria o próprio Michael: "Just when I thought that I was out they pull me back in!"

Uma mocinha, amiga minha na jogatina, me disse que eu devo esquecer meu passado e ser como ela, só ver o futuro. E eu disse a ela não é algo tão simples quanto suas palavras. E ela virou pra mim e disse que é mais simples do que eu imagino deixar meu passado de lado.

Nem viu a ponta do Iceberg...


Namamekashiki Ansoku, Tamerai Hooemi
Dir en grey


te no todokanai sukitooru yami, yubi no sukima kara nozoki konda kono sekai ni chigireteyuku
aka hosoi ude ga kirei na kimi no uso ame ni nure, tatazunda kibou mo uso? kuchihateno yume de
mawaru haruka kanata nijimu sora wa tadatada kureru usureteyuku sonzai sae okureteyuku mama
muda ni naita koto ni ima mo ki ga tsukenai mama tada kowai fuurin, yami o saki nama
atatakai kaze to iki o koroshi kuchihate no yume de mawaru haru ka kanata nijimu sora wa tadatada... ki
nou made no yoru o furikaereba mou...mou ni do to...hikari wa kie...kanawanai...mou nido to...
mou daremo...subete kiero sakebi ikite taenuita itami to yami no mukou suzu no moto e

terça-feira, 14 de agosto de 2007

Um rascunho do meu futuro quadro. Que acho que demorará a sair, hahha... xD

Sim, tá bem complicado... Pensar igual aos antigos nos tempos modernos ficou complicado. Pouca gente sabe, mas haviam conhecimentos que até hoje a ciência nem explica direito, mas de alguma forma os antigos da renascença já tinha conhecimento, principalmente percepção humana, e até hoje ninguém sabe explicar direito como isso é válido, mas tão difícil ainda é dizer como eles sabiam, enfim.

Hoje quero falar de arte! xD Tou me sentindo inspirado hoje. Alias essa Moira ficou a cara da Amanda, puta-queo-pariu, hahaha... To brincando, mas que ficou parecida, ah, ficou, ela que mer perdoe. ^^

Ontem eu tava a mil á noite. E engana-se quem pensa que eu estava com uma mulher. =P Cada vez mais que eu começo a entender como seres humanos pensam, cada vez mais que eu descubro mais sobre a sofia, eu me vejo mais perdido. Acredito que apenas o fato de pensar é como se fóssemos Ícaro querendo voar. Podemos tentar chegar o mais longe possível, mas sabemos que sofreremos consequências maléficas quanto a isso.

E isso me fez lembrar de um antigasso amigo meu, que como muitos, não sei que fim que deu. Como é de praxe, não me fixarei por nomes, mas sim por comportamento. Era um gênio. O primeiro da sala, ao menos era o que os antigos colegas dele me diziam antes de eu conhecê-lo. Acabou virando uma espécie de Playboy, onde além de ter um ego bastante elevado, era bem narcisista e esnobe. Burro também. E sei que ele era burro porque ele queria. Era daqueles que só pelos amigos começarem a chama-lo de "CDF" ou algo do tipo fica sentido e resolve deixar tudo de lado e mostrar que não era.

E eu quase trilhei o caminho dele, haah... Mas mudando de assunto...

Hoje está fazendo Educação Física, mas sei que ele teria muito mais inteligência pra coisas maiores. Fique claro que não estou desmerecendo a matéria ou o ramo, acima de tudo sei que Educação Física não é apenas "jogar ball", mas sim conhecimentos exaustivos de anatomia, psicologia e quase transforma o cara num doutor. Mas talvez ele ainda esteja preso em sua futilidade padrão, bebendo com alguns amigos por aí.

E eu me vejo ás vezes que eu poderia ser como ele. Simples, teria que deixar de pensar. Meio que agir com mais instintos primários. Quanto mais conheço a psiqué humana mais aprecio os animais, haha... Talvez o fato de pensar faça com que vocês humanos se achem como não apenas os líderes da cadeia alimentar, mas também como as criaturais "animais, mais não animais do reino animal"... Negam sua "animalidade", sua selvageria, mas não vêem como muitos de vocês agem exatamente pelo mesmo instinto, da sociabilidade, da procura por alimento, da posse das melhores fêmeas ou machos, do desejo de procriação, do desleixo aos mais velhos, enfim.

E por aí vai. Pra muitos de vocês (vide: não estou fazendo aqui uma globalização do termo. estou falando de infelizes muitos, mas não todos) o fato de pensarem que pensam, já os fazem seres diferente dos animais. Por viverem em uma selva de pedra, pegarem seus ônibus e levarem suas vidinhas. Negam sua parte animal porque dizem que pensam, mas pensar é muito mais que isso. =\

"Penso, logo existo".

Mas quem diabos realmente pensa?

Eu tive uma mega discussão com um professor meu na faculdade sobre isso. Mas o pensar genérico é diferente do pensar raro. Eu exemplifiquei pra ele usando por exemplo uma das estruturas arquitetônicas que eu mais tiro o chapéu, que é popularmente conhecido como "duomo", que é a cúpula da Catedral de Santa Maria del Fiore, em Florença na Itália, onde um tio chamado Fillipo Bruneleschi ganhou um concurso e aplicou a forma de construção similar á Hagia Sophia (Catedral de Santa Sofria, em Constantinopla, atual Istanbul) e ao Panteão (em Roma, Itália), que ia contra todos os preceitos da arquitetura gótica, que previa com a construção dos arcos ogivais e isso além de levar grande custo, dinheiro e mão de obra, levaria anos pra preencher e tal cúpula. Muitos discordaram, alias foi um concurso um tanto penoso, mas ele construiu e tá lá. Até hoje!

Talvez os caras pensassem que pensavam. A solução deles não tinha de facto nada a ver com a que Brunelleschi havia proposto (alias, achei uma atitude deveras egocêntrica do Brunelleschi não ter deixado nenhum livro. Seria um tesouro, sem dúvida. Mas os aprendizes deles publicaram algumas coisas postumamente a sua morte), mas funcionou. Podemos pensar que qualquer um exista por pensar. Mas somente "existem mais ainda que os outros" aqueles que "pensam ainda mais". Algo proporcional... Existir no pejorativo não é o ideal. Mas sim existir pra um todo que é o que poucos são.
"Alain, nunca mude. Seja sempre assim. Você é perfeito assim do seu jeito".

Foram as últimas palavras dela. ^^

Nesses dias eu me vi no espelho. Não gosto muito de espelhos, sempre que eu me vejo neles me vejo mais jovem, mas aí é só questão de me ver nas fotos e me achar bem mais velho - mesmo sendo batida há apenas alguns momentos.

Ela me disse antes de partir pra que eu sempre fosse daquele jeito. Mas gostaria de ver como talvez ela me conhecesse. Quando me olhei no espelho me vi meio que naqueles insights de final de dia. Tudo parou em uma citação básica "Você é aparentemente o enforcado, mas na verdade, você é a morte". Quem entende de Tarot, entenderá que essas duas são duas cartas BEM distintas.

Mesmo uma sendo próximo da outra, ambas tem o significado bem ambíguo. Eu carrego no MSN o "sub-nick" the Hanged Man, o enforcado. Já usei a the Death mas desisti. Naquela época vi que tava mais pro enforcado do que para a morte.

Ao contrário do que muito nerd bonzinho que na sua singela impotência adota nicks de impacto negativo, a morte no tarot não é algo ruim. A morte significa a mudança, um novo começo. Além de significar coisas ditas ruins, como o sacrifício do outro, enquanto o enforcado é o auto-sacrifício. O eu no espelho disse que, mesmo eu tendo cara de o enforcado, eu sou na verdade a morte por dentro. E infelizmente tive que concordar com o meu reflexo.

Lembrei-me então do que havia acontecido no mesmo dia. Minha mãe, toda empolgada estava falando aos sete ventos que tava louca para contratar um arquiteto, e transformar nossa humilde casa - o qual nós chamamos de tapera, pq só tá de pé, pq o resto tá horrível. é piso desgrudando, parede caindo, goteiras a mil, enfim... Isso só de aquecimento, mas não saindo do foco, vamos voltar. Eu virei pra ela e disse "Puxa! Sonhar é bom né? Pena que você só vai ficar no sonho"...

E ela virou pra mim toda emburrada e me mandou calar a boca.

Eu nem liguei, digo. Que raio de filho diria isso á sua mãe? Mas lembrei do que eu pensei na hora. Não sou mais o otimista de antes, sou pessimista sim. Não é nem realista, é pessimismo mesmo. Eu vejo o meu casal de pais como dois seres que se dão bem, mas infelizmente são bem estressados, fumam pra caramba, e sei que provavelmente morrerão daqui a uns cinco anos de câncer no pulmão, e o meu pai de cirrose hepática talvez, e tentarão me fazer chorar no hospital. =\

Ela ficou com raiva? Ficou. Mas infelizmente ela não viu que meu pai a enrolou durante QUINZE longos anos pra comprar a casa. Condições não faltaram, mas ele preferiu continuar no aluguel sustendando o meu avô preguiçoso do interior. Hoje, ele comprou apenas por pressão das minhas tias e do meu avô em pessoa. Mas não enxergam que, por mais que ele compre, administração de dinheiro nunca foi e nunca será o seu forte. Seu ego masculino, aliado ao seu pênis desregulado e seu peito cabeludo provavelmente sempre subiram seu nível hormonal de superioridade (leia-se testosterona) e ele por achar-se o melhor, sempre quis se virar pra cuidar do dinheiro, trabalho, casa, tudo junto. Quando poder fica demais nas mãos de um, principamente quando este um não sabe administrar, acabou-se.

De fato, havia deixado minha mãe desapontada, pois não querendo acreditar na verdade que eu havia tacado na cara dela, preferiu manter-se em um cala-a-boca qualquer. Vi então como sou um mero infeliz maquiavélico, e lembrei de uma das vezes que eu sozinho consegui fazer meus pais brigarem FEIO, sim, tudo arquitetado por mim. O pior é que eu me vejo fazendo essas coisas sem ter o menor escrúpulo.

Vejam só, eu estou tacando meus pais contra eles mesmos! Foi um belo plano, mas foi um plano! Se eu contasse aqui o resto que eu já fiz para prejudica-los, provavelmente eu seria taxado como um lixo de pior espécie do que isso. Sim, o cara bonzinho escondendo uma face maligna, manipulativa que eu nem sei mais quando isso começou. Será que sou mesmo uma pessoa boa? Será que esse mal que eu tenho dentro de mim é algo... Útil?

Da onde veio essa minha total frieza?

São perguntas que eu ainda medito á procura de respostas. Não sei... Fui criado numa era em que meus amiguinhos sempre diziam que seus pais eram isso ou aquilo, e eu sempre inventava algo legal. Mas chegando em casa tinha sempre que encontrar com a dura realidade de um pai que não via exceto de noite, e quando o via ele me fazia chorar querendo esconder meus video-games, e uma mãe que tratava sempre bem meu irmão e sempre eu era "o filho que apenas entendia", que tinha que engolir tanta coisa. Eu quero saber o que é isso, se estou banhado em algum lago da mais pura vendetta, e quero agora usar tal veneno para fazê-los sofrer, porque é apenas agora que tenho como arquetipar mil coisas para enfim acabar com isso que chamam de família. E provar que isso não existe. Que é apenas uma ilusão, uma utopia do século XXI.

A foto é Seishirou Sakurazuka, o Sakurazukamori de Tokyo Babylon e X/1999, ambas publicadas pela CLAMP. Hoje a professora disse que o ser humano é um bicho sociável. Infelizmente não sou. Dizem que pessoas são insubstituíveis, mas sempre tive que substituí-las por outras. Sempre fui trocado de sala quando estava na escola, logo os amigos que eu fazia eu não conseguia sequer estudar com mais de dois anos com eles, e eu ia sempre conhecendo muitas pessoas, mas será que eu fiz algum amigo? Digo, nunca senti falta de ter uma namorada, sempre fui o gordinho peitudo desprezado pelas meninas. Sempre fui o complexado, o menino que, enquanto os moleques iam jogar bola, eu preferiria ficar na minha resolvendo contas da matemática (outra coisa que sempre me fascinou), e ficar em debates com professores mesmo com tenra idade. Eu era do tipo daquele que perguntava porque a Teoria de Bose-Einstein sobre os novos estados da matéria já haviam sido visto, enquanto os moleques da minha idade mal sabiam que a fusão é a passagem do estado sólido para o líquido...

Sempre fui aquele que teve quem ensinar aos meus pais. Ensinar ao meu pai que o que é necessário não é uma faculdade que dê grana, mas sim uma que você goste, afinal se você gostar você irá sempre querer crescer dentro da profissão. Pode começar como um gari, mas terminará como o secretário do meio-ambiente. Tive que ensinar pra minha mãe que o igual não é o literal. Que quando você tem 10, não tem que dividir cinco pra mim e pro meu próximo. Mas sim ver que eu por ser o mais velho eu tenho outras necessidades nutricionais, maiores que a do meu irmão quatro anos mais novo que eu, sobre os malditos pães de queijo que sempre me deixavam com fome e que o meu irmão nunca aguentava comer tudo. Tive que ensinar que por mais que ele seja meu pai, minha mãe, formalmente, é que acima de tudo são meros mortais. E meros mortais, cometem erros. Acho que meu pai sempre no seu ego imenso nunca quis ouvir o que eu dizia a ele, principalmente quando eu dizia do fundo do meu coração que ele merecia se tratar num psicólogo, e que não adianta ele vir com o ego dele de que "sou assim você que me aceite", pois quando se quer criar uma família você além de ser o exemplo, você tem que guiar seus filhos. Meu pai, o cara que sempre fora um fumante inveterado, um wokaholic, um cara que "bebe pra cacete" que eu aprendi só de ver ele a ficar longe de cigarros, a nunca beber e a não trabalhar igual a um condenado. Só de ver ele já sei como é.

Bah. =~~

E me pergunto o que eu fiz á minha mãe. Se eu fiz um favor a ela, explicando a realidade numa única oração, ou se feri os sentimentos dela, pelo simples prazer.

Seishirou Sakurazuka. Eu adoro ele. Mas sei que sou muito parecido com o Subaru, o cara no colo dele na foto, um garoto ingênuo, bobo e fraco. Pode ser até que eu seja alguém assim, mas o meu lado mal estou descobrindo agora. é algo como ver uma pessoa e chutá-la como uma pedra. Como se a pedra ou a pessoa fossem algo igual.

Vou ficar longe de espelhos.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Quem é absoluto? Lembro-me de uma vez ter lido num e-mail, daqueles bem de lição moral, que amigos enviam pra gente em forma de slides no Power Point, e lá tinha um questionamento, um tanto folclórico eu diria, difícil de se imaginar na vida real, em que um aluno e uma professora estavam discutindo.

E nessa discussão a professora perguntou para o pseudo-aluno infant-juvenil se as sombras existiam. Cá entre nós, é um daqueles e-mails religiosos pra nos trazer ao lado de Jesus, os quais eu não acredito. Ou melhor, até acredito em Jesus Cristo e mesmo que as pessoas não queiram acreditar nos milagres ou no que ele fez, ninguém pode negar que o que ele falava era extremamente útil, e bem-centrado, com crenças individuais á parte, até porque respeito todas as religiões. E ele respondeu que a escuridão não existe, o que existe é falta de luz.

Na hora eu até aceitei, mas eu tava nesses dias brincando com a câmera tirando fotos minhas, e lembrei de que eu tinha visto que cientistas haviam há pouco tempo conseguido ver um fóton. Cá entre nós, acho simplesmente idiota ver uma partícula de energia de produz luz, se bem que isso não mudaria minha vida e tampouco ver o fóton traria luz para a humanidade (piadinha horrível essa =\). Então peguei a câmera e mirei na lâmpada da sala e bati a foto, e saiu essa.

Interessante né? Não tem nenhum efeito do Photoshop, exceto a bordinha sexy-cinzenta e a escala de cinza. Dá pra perceber bem, não tanto na foto original, mas é a escuridão que engloba a luz. Porque a escuridão é primordial, e a luz foi criada depois. Ao menos nessa foto, a gente vê que a luz não passa de uma espécie de sombra das trevas, onde ela tem um caráter secundário de apenas iluminar, pois as trevas englobam a luz sim. O universo em si é um manto gigantesco de escuridão, algo criado pela Nyx, uma tapeçaria rara e escura, onde apenas quem está perto da luz que pode realmente enxergá-la, pois a luz pode ser forte e ir contra a escuridão, mas basta apenas algo fazer sombra pra que ela seja anulada. =\

Então só nisso já quebrei a teoria do tal jovenzinho. A questão é o ponto de vista meus caros. Talvez as pessoas que andam na rua e me vejam vestindo sempre preto, com o cabelo desgrenhado, e desse tamanho e magro provavelmente pensam milhares de coisas de mim, boas ou não, mas a questão é exatamente o ponto de vista. A luz pode ser forte, mas ela é facilmente barrada, por uma parede por exemplo, trazendo sombra pra você. A escuridão pode sim englobar a luz, afinal o que são as estrelas que vimos no céu no fundo preto do universo? São absolutamente nada!

Mesmo que o Supercluster de Virgem tenha milhões de galáxias, e estrelas que são SuperGigantes vermelhas podendo ser até milhões de vezes maior que o nosso sol, a escuridão ainda predomina. Pois as luzes são fracas, simplesmente isso, por maiores que sejam. Mas dependendo do ponto de vista você é levado a acreditar nisso e tornar isso a sua verdade.

Eu na verdade tenho algo do ego masculino que eu acho bastante válido, e acho que as mulheres tanto em ter isso, e a ausência disso muitas vezes, tanto acarreta coisas boas e ruins. É o fato de, ao menos eu, seguir em que eu acredito sem me debater com obstáculos na frente. É algo como, acreditar em algo verdadeiro e seguir isso. Conheço muitas pessoas que tiveram diversas religiões, inclusive uma amiga do colegial, que em um ano foi pra quatro seitas (não vou falar igreja, pq qualquer merdinha de pseudo-igreja de fundo de quintal agora quer se chamar igreja) e hoje ela é da Wicca. O_o~~ Outros porém escolhem o ateísmo, e outros do ateísmo mudam pra suas religiões, enfim...

Como eu disse, tenho verdades que carrego comigo. Eu tenho crença sim, e não importa se racionalismos ou ateístas vierem me fazer mudar de idéia, não irei perder esse conceito. Existem muitas coisas que ninguém vê, como eu por exemplo que tenho uma infeliz sensibilidade a espíritos, que me fez ler mais sobre pra eu saber me proteger deles. Claro, hoje eu sei lidar com isso, mas desde criança sou atormentado com algumas aparições e vozes que ninguém explica, e só fui saber o motivo disso tudo esse ano. Assim como existem coisas que ciência jamais explicará em outras crenças, como por exemplo o clássico ritual do Corpo Fechado (que tem raízes hindus, que pouquíssimos sabem), ou mediunidade, enfim. E exatamente não apenas por eu ver e sentir esse tipo de coisa eu acredito, mas sim porque eu tornei isso como uma das minhas verdades. E um homem que crê nas suas verdades é além de um homem honrado e fiel aos seus princípios, pra mim é um verdadeiro homem.

Enfim... Vou parar por aqui que tá parecendo reunião do clube do bolinha. =P

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Parecia uma noite comum. Ora, lá estava eu no terminal esperando meu ônibus chegar, que demora um bocado, e sempre que eu chego eu sempre dou o azar de pegar o ônibus acabando de sair. Eu então sempre sou um os primeiros na fila, depois de sempre a meia-hora básica, enfim a condução chega. Hoje resolvi pegar um lugar lá em cima, estava me achando mais antisocial que o normal. E por lá mesmo fiquei.

Comecei então a observar as pessoas, como de costume. Eu acho seres humanos bichos tão interessantes, hahaha... Mesmo eu não me encaixando no padrão "humano" comumente chamado. E lembrei das palavras um antigo filósofo (quem lembrar, ganha um doce!) que disse que seres humanos não passam de exatamente isso, maquinas. Lembrei então de um dos meus livros favoritos, Admirável mundo novo o qual eu irei re-re-re-re-ler em breve, mas como sempre eu acabo observando mais um detalhe que acaba passando despercebido. E não é por acaso, mesmo que muita gente odeie, continua sendo um dos meus livros favoritos. Lá, uma parte sempre me chamou muita a atenção desde que eu li a primeira vez. É uma cena em que as crianças, já condicionadas a base inclusive de choques, a fazer desde meros infantes a uma única função. Como máquinas.

E vejo exatamente isso acontecendo hoje em dia. Bons tempos aquele em que vivíamos em guerra! Invasões na europa com certeza acabavam com esse tédio. Pois hoje somos forçados a viver como máquinas, cumprindo horários, trabalhos, pegando os mesmos ônibus, enfim. Eu sempre pego ônibus pra voltar com uma loira que desce dois pontos antes do meu. Eu nunca falei com ela, mas ela chama a atenção principalmente pelo tamanho (é do meu tamanho. e isso porque ela usa tênis. Realmente, eu tenho uma queda por mulheres altas...) e vejo todo dia ela com a mesma porrada de livros e no mesmo horário. Parece um robôzinho, hahaha...

Concluindo que, o tal filósofo que quem acertar ganha um doce, é antiguíssimo. Já na era moderna ele já observava isso, e isso só foi mantido. E ai de quem quebrar essa corrente. Claro, perderá o emprego, o estudo, e até a namorada. As pessoas dizem que as máquinas dominam o mundo - algo como uns viciados em Matrix tenha dito, alguns inclusive diziam achar que tinham plugs atrás de suas nucas - mas as máquinas há muito somos nós. Seres humanos desempenham funções específicas, mas a questão não é bem isso, e sim a regularidade isso. Pois é simplesmente comum pessoas irem trabalhar no mesmo horário, almoçar no mesmo horário, deixar o serviço no mesmo horário e inclusive pegar os mesmos ônibus!

Quer dizer então que somos escravos disso, e claro que muitos têm as suas válvulas de escape, porque o ser humano em si é fraco. Conheço muita gente que escapa da rotina com namoros, drogas (das ilegais e as legais, claro), entretenimentos diversos, putas, enfim. Fazem isso porque se acham humanos, mas no dia seguinte voltam a ser as máquinas. Outros fortes porém conseguem viver sem isso, ou porque seus trabalhos são prazerosos, ou são workaholics. Será que é possível quebrar esse metodismo?

No mundo de hoje não. Exceto algum chacoalhão se a pessoa sofrer. Tava lendo um mangá interessante sobre isso, Death Note, muito interessante aliás, e nele um garoto vive nesse tédio infernal, e recebe um caderno especial onde o nome que ele colocar morrerá com as causas citadas também nele. Aí o tédio do rapaz acaba, mas ele mesmo se vê na obrigação diária de estudar, ser o melhor no cursinho, estudar de novo, e não ter sequer tempo pra ele mesmo, até aparecer o tal caderninho maldito.

Afinal são as válvulas de escape que fazem com que vocês se chamem de humanos. Queria entrar mais em causas fisiológicas disso, mas vou usar um exemplo que eu gosto muito: Roma antiga. Suponho que ao menos tenham ouvido falar da cidade perdida de Pompéia. Não, não é um bairro de baladas de São Paulo, mas sim uma cidade que sofreu um terremoto, e quando conseguiu se recuperar, uma densa nuvem de cinzas vulcânicas a cobriu pra sempre, vulcanizando até os transeuntes da rua. Acharam ela no século passado, e puderam então achar mais informações sobre a formação da cultura romana. E lá encontraram, claro, afrescos nas paredes. Muitos deles com temas de sexo.

Eu acho interessante procurarem sobre. Pra força-los a isso, não postarei nenhuma foto aqui. =X

Mas tava lá. As válvulas de escape! Sim, pois o tédio domina, e seres humanos descontam nos prazeres. Claro que muitos dirão que talvez aquilo tenha um fundo mítico-religioso, por talvez Vênus ou algo do tipo, enfim, acreditem no que quiserem. Eu acho engraçado pessoas que vivem digamos... Isoladas da civilização. E então tem todos muitos filhos, já vi passarem dos vinte fácil. O escape do tédio tá ali novamente, sexo, só que vem a consequência que são vinte bocas a alimentar, e por aí vai. Não estou dizendo que isso seja errado, primeiro que eu particularmente acho já errado ter filhos, planejados ou não, mas numa era de que "eu tenho dinheiro e eu faço o que eu quero", tratarei disso numa próxima ocasião.

Querem todos fugir do tédio. Mas acham nos prazeres o escape. E quando voltam ao tédio, só querem saber de encontrar de novo esse escape. Sabe, eu gosto do budismo e seu caminho do meio exatamente por isso. Se vocês humanos têm problemas na administração de seus prazeres ou rotina pensam que descontar um no outro os trarão o equilíbrio, se bem que não vêem que é a na verdade a eliminação de um que traz o equilíbrio que tanto almejam.

Hahahha... A carne é fraca meus caros. Mas o fato da suas carnes serem fracas é porque vocês em si são fracos, e não que são vulneráveis. =)

(Foto: Ruki do GazettE. A foto tava longa e então eu girei. Ouvi falar que tá na moda isso, heuaheuae...)

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Um grande estrondo vibrava em seus ouvidos. Aquele líquido vermelho voava em uma linha reta, enquanto o corpo caia no chão com um som abafado. Um pouco de terra havia voado, e o filete de sangue enfim atingia o chão, fazendo um desenho abstrato no solo, misturando-se com a terra surrada do nordeste.

Sentia-se como um verdadeiro mensageiro da morte. Sempre na hora de puxar o gatilho, via sua arma como uma chave, e a vida do indivíduo como uma eterna tranca. Tal tranca limitava sempre os seres, pois eram obrigados a viver, consumir, multiplicar-se e por fim morrer. Querendo ou não, Thanatos mandaria algum mensageiro para que sua morte ocorresse, portanto nada importava. Ou ele morreria ali naquele momento, ou morreria mais pra frente de velhice, provavelmente ao lado da mulher com cheiro de alho e suor do lado, um ou dois filhos ainda fazendo contato (entre eles um como se fosse um verdadeiro coelho encarnado, fazendo rebentos e mais rebentos na mulher, que cada vez mais tinha aqueles peitos caídos e aquela barriga flácida) e ele, o morto, sentindo-se horrível por ter visto o tempo passar, e os cabelos brancos acumulando-se - isso é, se ainda tinha cabelos.

A morte de um jovem. Morreria bonito, não como aqueles velhos enrrugados. Não assoprava a fumaça que saía do revolver, pois isso já não importava mais, já era corriqueiro. Ou talvez até importava. Pessoas têm o costume de acender velas aos mortos, embora poucos saibam disso, é a luz que guia os espíritos ao além, e ele sentia que era aquela fumaça e o último brilho do tiro que guiaria a alma do desencarnado para algum lugar, seja este bom ou ruim. Guarda o revolver e simplesmente vira as costas. Dá apenas dois passos seguindo para sua próxima vítima e sempre virava-se para trás, para ter certeza de que lá estava caído e morto.

Fitava com os olhos bem apertados e dava um singelo sorriso. Sentia-se que estava com o dever cumprido. A chave era o revolver. A vítima estava presa num cadeado, que era sua própria vida, aonde este era obrigado a viver, consumir, multiplicar e morrer como já dito. Não por acaso, isso era uma exigência de uma sociedade hipócrita que precisa não apenas de força humana sadia para desempenhar suas funções, mas por uma corrente ideológica que sempre acreditou que viver era o correto. O rapaz de olhos negros - o assassino - sentia-se bem em negar essa corrente dos tempos.

O dever de viver está escrito até em nossos genes. E ele sabia disso. Lembrava-se de quando via animais no abatedouro, e o quanto eles sofriam. Seus rugidos, logo depois silenciados pela perfuração do facão surtia quase sempre efeito imediato. Se não surtia, ouvia um rugido extremamente alto, que se propagava pelo ar e podia sentir a tristeza da morte vinda pelo pobre animal. Aquele último grito, como se fosse um último suspiro, fosse o mais alto que aquele animal teria dado em vida, e é exatamente quando está com as portas da morte que ele conseguia dar tal expressão. O rapaz achava isso um tanto irônico, e lembrara do que algum velho bêbado havia dito, que muitas pessoas somente encontram o que procuram a vida inteira na hora da morte.

Estava libertando as pessoas, que não conseguiam se matar também por um fator de suas psiqués, e enfim dando um descanso a elas. Simplesmente não via um motivo de porque não matar. Seres humanos são educados desde cedo a procurar um parceiro para então desempenhar suas funções e multiplicar a espécie. Mas o ser humano virou um vírus do planeta. Ideologias, crenças, relações pessoais, tudo isso o corrompeu a tal ponto de serem educados desde infantes a casarem e terem mais de sua espécie.

O ser humano acha-se melhor até que os animais, pois ele é o único que os mata sem necessidade, e isso causa mais devastação nesse planeta. Querendo ou não, o fato de um homem ter um pênis e produzir espermatozóides e a mulher ter uma vagina e produzir óvulos são exatamente para essa finalidade, pois o ser humano é um animal perdido que vê conforto no que chama de "família", pois já acostumou a ser social e isso já vem desde os tempos nômades onde todos viviam em grandes grupos dividindo experiências.

O rapaz chegou no que muitos talvez chamariam de lar. Lá tinha uma mulher, a qual ele talvez um dia havia chamado de esposa. "Você de novo. Por que mata as pessoas e fica assim? Por acaso está triste?". Até aquele dia ele sequer respondia, mas naquela ocasião, era a primeira vez que o sangue de uma vítima havia tocado ele mesmo. Uma mancha vermelha, discreta, estava em seus surrados sapatos. A mulher tentava botar algo na cabeça do homem, mas sabia que aquilo era apenas a tarefa dele, e já estava cansada de ficar discutindo em vão. Tirou o chapéu e o colocou na mesa. A radiação ainda estava forte, logo o chapéu fervia. Seus cabelos já naturalmente lisos e negros estavam bem escorridos, e algumas pontas secas devido á exposição deles no solo nordestino. Havia uma maçã na mesa. Tocou-a primeiro e então a agarrou, levando a boca e dando uma mordida. O líquido correu pela sua língua, mas mesmo assim não havia o engolido. Pegara a partição e começara a mastigar. Nunca havia se acostumado com a bendita casca da maçã, algo que pra ele era bem difícil de mastigar, depois de der destroçado ela bastante nos dentes enfim engoliu tudo de uma vez. Deixou a maçã de lado, como se já tivesse sugado demais ela, e foi até a mulher andando em passos largos.

"Não pense, que estou triste", disse o homem. "Sou feliz em por um fim neles, sei que o que estou fazendo é um favor para todos," sentia o cheiro da carne-seca na panela sendo refogava com muita pimenta "Seres humanos são educados a sempre viver, e é exatamente esse viver que pra mim eles se comparam a um lixo sem fim definidido. Muitos sequer querem viver, mas mesmo assim perpetuam suas miseraveis existências e continuam cada vez mais sonhando em terem filhos. Filhos é uma tristeza. Botar uma criança no mundo apenas pela felicidade de um casal não é, e nunca será o bastante".

Saiu de perto da panela e olhou com os olhos negros penetrantes na mulher. Não transmitiam nada, exceto talvez uma espécie de transe como se estivessem sido focados pela mais furiosa águia, mostrando não apenas sua majestade, mas também que havia ali um conflito entre caça e caçador. Fixou-se bastante e então continuou em um português errôneo:
"Diga-me se não sofreu alguma vez em vida. Diga-me se não desejou a morte uma única vez. Diga-me se tudo o que está a sua volta é um estímulo para que mesmo durante uma crise você tente se mostrar feliz. São paradigmas eternos". Foi caminhando para a mesa, enquanto a mulher permanecia estática, imóvel, e tremendo não por frio - fazia mais de 30 graus. "Todos vocês são forçados a viver, mas não vêem que é exatamente esse viver que os fazem sofrer. Seres humanos dão apenas valor aos que o fizeram sofrer, sequer dão atenção ás coisas boas que fizeram. Se forem pesar algo ruim e algo bom, não apenas darão mais ênfase ao que é maligno, como sequer ligarão para o benéfico, isso é, se ligarão. Me sinto na responsabilidade de por um final na vida deles, afinal todos julgam que é errado tirar vidas porque a sociedade diz e isso foi colocado como uma lei".

Pegou a maçã e deu outra mordida voraz. "Mas quem garante que leis são feitas para o 'bem'? Não querem que matem pessoas simplesmente porque isso está no instinto de vocês. 'Matar pessoas é errado', assim como roubar e sua erroneidade é a primeira coisa que nos é ensinado, assim como 'matar é ruim'. Acha que libertando pessoas de suas vidinhas miseráveis e poupando outros de nascerem, e piorarem, e continuarem pelo mesmo caminho errado cometendo mais e mais deslizes é algo errado? O que eu faço é um favor para eles, os libertando." Encontrou um verme na maçã ao dar a terceira mordida. jogou pela janela com fúria e levantou-se dirigindo a porta. A mulher olhava no canto dos olhos pra ele, ainda trêmula "Haverá sempre um motivo para não matar. Mas nenhum deles será satisfatório. Se você encontrar algum que seja, venha até mim e me fale".

A noite chegou fria como sempre no sertão. Estava em uma espécie de reunião com seus 'compatriotas', pessoas que carregavam o mesmo fardo que ele, mas sequer tinham metade de sua inteligência. Formavam uma espécie de grupo de extermínio, uma versão distorcida de um Robin Hood. Não havia floresta, mas sim a caatinga. Não havia um garoto, mas sim homens adultos. Porém acreditavam no "tirar dos ricos para dar aos pobres". Mas ao mesmo tempo desejavam ser temidos e respeitados pelos outros, para tanto faziam crimes bárbaros para outros, incluindo até a morte. Ele estava no grupo deles, era o mais jovem, embora não revelasse sua idade por julgarem-no inferior. Mas era um exímio estrategista e um exímio assassino. Poucas balas é o necessário. Porém não se sentia bem com aqueles homens fedendo a cachaça. Preferia permanecer com seu cigarro aceso, encostado em algum canto por aí, enquanto alguns tolos com seus pintos eretos iam pela vila procurar alguma donzela para estuprar e despejar sua porra em alguma mulher de família apenas pelo gozo do prazer momentâneo. Eles eram os cangaceiros.

"Vou sair." No momento que ele falava, todos ficavam calados com a voz grossa, herança de italianos. Ao fechar a porta, o último resquício de fumaça permanecia dentro do local, e um cheiro de sangue vindo dele que já era forte, parecia ser potencializado. O líder deles olhava feio para a porta, pois sabia que algo de ruim ele iria fazer. Sabia que ele era o mais frio de todos ali. Não queria vadias. Não queria dinheiro. Não queria reconhecimento, embora sempre tenha sido o melhor ali. Somente queria matar pessoas, sejam homens, mulheres, idosos e até crianças. Queria livrar a terra daqueles vermes imundos. Queria livrar o planeta de nascerem mais pessoas como ele. Queria dar a felicidade pras pessoas e sabia que apenas se desgrudarem dessa vida é que acharão algo. Pois acharão absolutamente nada após a morte.

Ainda faltaria muito, mas ele um dia descobriria o motivo daquela pergunta. Enfim conheceria a resposta do "Por que não se deve matar pessoas"...



Hahah.. Gostaram? xD~~
É um trecho-rascunho do meu livro. *o*~~ Pra ser sincero já tava com o texto todo na cabeça mas só fui digitar agora. Eu ia botar como ele achou a resposta da pergunta, mas vou adiar. =P Como não tive muita paciência pra abrir o Word, aqui vai. Tem erros de gramática e ortografia, mas é apenas um rascunho preliminar. Como eu digitei muito vou parar por aqui!

Só vou dizer que hoje enquanto eu acordava minha mãe ligou a TV aqui do quarto. Tava na Record e depois que eu voltei da minha ida no banheiro pra fazer xixi e lavar o rosto tava passando um vídeo antigasso da Record da época do saudoso Ronald Golias quando fez a primeira versão em comédia de Romeu e Julieta!

Provalmente eu iria morrer de dar risada. E até dei algumas risadas, breves.
Mas depois bateu uma tristeza, heheh... Não ligo se Bussundas morrerem. Por mim podem morrer mil que não farão diferença alguma. Mas esse humor do Ronald Golias eu sentirei falta pelo resto da vida. Não adianta, mesmo que hoje humor esteja ligado á piadinhas de sexo e coisas afins, o humor nasceu no circo! E o Golias era um dos únicos da nossa era que ainda usava esse humor infantil, bobo (embora quando ele ficou mais velho falava muitas sacanagens, mas.. Bah. Dercy Gonçalvez que o diga!) e o melhor, ainda divertia. Ronald Golias, não importa onde esteja, aqui vai um grande abraço pra você e digo ainda que fará muita falta ainda meu caro. ^^

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Hahaha... E o governo está começando a fazer a festa! xD

Ontem foi revelado (leia-se: vazou) o conteúdo da caixa-preta do Airbus da TAM. E devo dizer que só a narrativa valeu e muito a pena! E o governo agora tá enfim mostrando que não era de todo errado, e que a teoria de aquaplanagem da pista de Congonhas foi um tanto deixada de lado, e agora estão jogando a culpa nos mecânicos do ônibus aéreo.

Eu vou ser sincero que estou até com um tipo de orgulho, pq é a primeira vez que eu vejo o governo praticamente com a chance de mandar a população tomar naquele lugar pq não foi erro apenas deles, e era o que todos acusavam, que a pista de Congonhas era de porta-aviões, que faltavam groovings, enfim... E estou até feliz, a primeira vez que o governo tem essa chance tem que ser lembrada, é um acontecimento de centenário em centenário, pq o resto estamos aqui pra meter o pau. o/

No mais, vou ficar quieto, hehehe...

Olha só, aulas começando hoje. Na verdade foi ontem de facto... Mas não gosto de trotes, hehee.. Primeiro que eu não tenho roupas pra me dar ao luxo de tingi-las de guache. Segundo que sair pra beber com desconhecidos nunca foi o meu forte, heheh... Mas hoje vamos lá ver o que vai ter. Pior que eu disse que iria estudar e aproveitar o tempo acabei torrando as férias com Ragnarök, MSN (mais de seis meses depois de praticamente não entrar, me vi entrando quase todo dia), eventos e coisas do tipo. A grana que eu juntei foi quase toda embora mas deu pra aproveitar as férias.

Infelizmente não acendi um incenso no dia 13 de julho. Mas eu lamentei como eu sempre faço. ^^
Vamos lá, agosto começando! Sol em leão, e amor no coração [/rima idiota].

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Mais um layout de 2007! Já estamos no quarto!

E agora é... Tcharam! the GazettE!

Não é uma das minhas bandas favoritas, mas eu gosto bastante. Foram deles o tema musical do meu audiovisual, embora tenham várias músicas que eu simplesmente adoro. Lançaram álbum novo esse ano, diga-se de passagem. Gostei muito de algumas e outras eu não consigo ouvir, típico de mim que ouve GazettE... Eu gosto muito de umas, mas odeio totalmente outras.

O plano era fazer algo sobre o hide, ou também conhecido Hideto Matsumoto, guitarrista da banda X-Japan, e infelizmente morto. Suicídio quando tinha conseguido enfim decolar em carreira solo que ninguém sabe explicar até hoje como morreu e o motivo (síndrome Jim Morrison? o_o). Anyway... Tá aqui, espero que gostei. Foi meio feito na pressa, mas até que gostei de algumas coisas.

Sabe do que eu gostei?

Dessa "renda" aqui do lado esquerdo! huhu... Ficou tão bacana, hehehe... xD Se estiver na configuração 1024 X 768 tem mais aqui do lado direito da tela. Bom, vou aproveitar pra alongar o post e vou explicar donde saiu tal idéias.

Primeiro que eu me inspirei um bocado no estilo deles dos últimos álbuns. As fotos do topo são um tanto antigas, mas pergaminhos contrastando com elementos tanto de origem retrô quanto misteriosa (pra quem um relógio tão gigante no meio do layout?), e até alianças tem. Muito cigarro, afinal todos eles fumam (e fazem clipes fumando também, ehauehue.. Procurem ver REGRET), e alguns elementos que... Sim, estão aí pra poluir, pra incomodar ou literalmente desconstruir. =P

Deixei fluir o meu lado post-modernismé...

Mas acho que por hoje é só, heuahea... Esse aqui ficará, como se fosse grande novidade, dois meses no ar. Nos vemos daqui a dois meses então pra mais uma troca. Só não me perguntem o que vai ser, porque eu mesmo tenho dúvidas. xD

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