sexta-feira, 13 de junho de 2008

Violência, obscuriedade e corrupção.

Ontem estava indo pra faculdade e no caminho de lá fiquei pensando na vida. Vi um cara no bar falando sobre aqueles filmes de terror antigo, do estilo Jason, Freddy Krueger e similares. Acho que posso fazer uma comparação das manias da sociedade, de tempos em tempos, de acordo com uma série de jogos que eu adoro: Metroid Prime.

Primeiramente: isso não é propaganda ou algo do tipo. Fiquei procurando coinciências e achei ela. Segundo que o primeiro Metroid Prime foi lançado pro GameCube em 2002, e o último em 2007.

Há vinte anos atrás algo que temia e dava estofo à imaginação das pessoas era a violência. Podemos encaixar filmes de terror, como esses clássicos, que hoje qualquer pessoa que vê consegue dar muito mais risada que qualquer clássico do Mr. Bean. De alguma forma as pessoas se acostumaram com violência, a tal ponto de ficarem mais chocadas ao ver o cachorrinho sendo atropelado na rua e dividido no meio com os intestinos pra fora do que ver uma pessoa morrendo com um tiro na cabeça na esquina de casa. Digo isso por experiência própria, se se não gostou do texto a partir daqui pare de ler porque vou pegar pesado.

Nessa época haviam crimes muito bem pensados - em menor número, porém com uma certa poesia até dos que são encontrados hoje. Havia os ladrões que roubavam que pra viver, pois seus doze rebentos em casa estavam com fome e precisavam de comida. Iam pra prisão, mas, se bandido tem alguma poética em seus crimes, havia um certo romantismo. Dificilmente matavam pessoas, havia uma espécie de ética, pois as pessoas vinham a violência e a temiam. Claro que a censura sempre há para, de alguma forma proteger as pessoas, mas isso não vem tanto ao caso. Metroid Prime segue essa mesma linha: susto e defesa do mundo. Um mundo onde o Metroid Prime espalhou uma substância altamente radioativa, o Phazon, por todo o planeta aniquilando os Chozo, criaturas como pássaros que viviam lá, e esse mesmo Phazon foi descoberto pelos Space Pirates e com isso poderiam fazer os Metroid terem uma mutação maior e fazerem armas mais fortes a partir desse organismo. Pela paz da galáxia, Samus vai acabar com a festinha.

Vamos ver agora os tempos hoje.

Hoje eu sempre vejo uma obscuriedade nas pessoas. Pessoas querem ser dark, são fechadas, conversam de uma forma temperada de um mistério. O terror também mudou, não é mais aquela coisa da violência, e sim o oculto. Antigamente, todos eram cristãos, hoje vemos muitos metidos a wiquianos ou que aprendem rezas estranhas na web e acham que pode aplicar em suas vidinhas medíocres. São pessoas tímidas que pra se enturmar caem na bebida, drogas e fazem junto desses grupos seu estilo dark e assim fazerem contra-parte as pessoas light. É uma sociedade de extremos, que embora todos adorem dizer que são equilibrados, acabam sempre caindo de um lado ou pra outro.

Dá pra perceber hoje que bandido não rouba mais pra comer. Bandido rouba para ter. Bandido quer ter um celular bacana. Bandido quer ter o carro que aparece na TV. Bandido quer se vestir como o galã da novela das oito. Bandido não tem mais fome, afinal as condições econômicas hoje estão melhores que antigamente (e claro, NÃO ESTOU ELOGIANDO O GOVERNO LULA, OK?). Conhece algum bandido que roubou pra comer? Se um bandido rouba comida vai parar na Hebe, pois os bandidos de hoje mesmo viraram obscuros, querem exatamente o domínio, usando seus métodos, claro. Metroid Prime 2 - Echoes trata exatamente disso. São dois mundos: Light Aether banhado pela luz e seres pacíficos e fracos, os seres Luminoth (Josés e Marias que querem trabalhar em paz) e Dark Aether com seus temíveis e violentos Ings (bandidos) que querem tirar tudo que os Luminoth têm e tomar o planeta pra eles. Mas acima de tudo: o planeta tem uma atmosfera dark, extremamente sombria, ao menos em grande parte do jogo que você passa, em Dark Aether, funciona assim. Para ver nessa escuridão, tem que apelar pro Echoes Visor, um visor que captura o "eco" dos sons dos seres e assim você consegue a localização deles.

Na minha opinião, o futuro reserva uma coisa bem mais interessante.

Metroid Prime 3 - Corruption fala exatamente disso: corrupção. Dark Samus (que era o Metroid Prime no primeiro jogo e volta no segundo e no terceiro) tenta criar Phazon e acabar com todos os seres em três mundos diferentes. Não sei muito do jogo, exceto que os Space Pirates estão querendo isso também. O jogo porém não tem atmosfera dark, nem muito clara também.

Vejo um mundo sem essa distinção de pessoas mais obscuras ou mais abertas. Mas haverá um terceiro que influenciará ambos. Almas corrompidas, de fato. Fato é: mesmo que pessoas tenham um atmosfera mais sombria, não deixam de ser responsáveis e terem valores como honra e ética. Pessoas sendo mais abertas, também não deixam de ser responsáveis. A moral e ética morrerão, e o mundo ficará corrupto, e não é apenas nos políticos. Evidências hoje não faltam, porém imaginem daqui a vinte anos coisas como "mortes legais, onde pessoas que querem morrer, morrem", "aborto", "suicídios em massa", "pessoas matando pessoas mais que hoje" e coisas do tipo. Todos esses temas, há vinte anos atrás eram tabu, eram temas que nunca se discutiam. Hoje são temas que pessoas discutem, cada um tem opinião. Daqui a vinte anos, eles existirão e serão "direitos" da sociedade.

Desde o início do século passado o mundo viu a modernidade. A modernidade traz é claro benefícios com ela, mas esses benefícios vem gradativamente com a corrosão de coisas do passado. Se para pintar como ele queria, Van Gogh teve que passar por cima de milhões, esses milhões se tornaram não apenas aceitáveis à sua arte, mas tolerantes. O mundo aparentemente evoluiu, mas essa evolução veio banhada por "corruption" em pequena escala, e isso vem aumentando. Se há cinquenta anos a moda ditava que todos tinham que se vestir de uma maneira, hoje as pessoas tem a liberdade de se vestir da maneira que querem. Hoje vêem a liberdade crescendo e as tornando corruptas, porém meus claros, liberdade e corrosão são coisas que andam juntas, e mesmo que comecem separadas, em algum momento histórico elas se unem. Um a um coisas consideradas hoje "porque o mundo não era assim antes", antigamente eram coisas que eram perfeitamente normais. Casamentos arranjados, uma coisa que era normal, e muitos lutaram contra isso, dizendo que defendiam a causa do amor, e hoje vemos ninguém casado, e relacionamentos entre pessoas durando semanas. E aqui sim, estou generalizando.

Sim. Vinte anos aproximadamente as pessoas matarão as outras legalmente, derrubarão impérios, abortarão, se matarão "legalmente" (suicídio é crime? to fudido, hehe) e essas coisas do tipo. Um caminho feito não por nós, mas os nossos filhos. Inevitável? Bom... Eu gosto de exemplificar que inclusive os lugares mais conservadores que conheço - e não adianta dizer que não há nenhum mais forte que esse porque não há - igrejas evangélicas cada vez mais são liberais. Minha avó por exemplo, é de um tempo onde era proibido ter televisão, mulheres terem cabelo curto e vestirem calças então, nem pensar. Hoje praticamente não há nenhuma igreja que siga isso. Um bom exemplo é a apocalíptica [você sabe muito bem qual é!] ter a record comendo na sua mão (ou na mão de deus, quem sabe...) e várias "evangélicas" moderninhas usando calças tão coladas que dá até vontade de pecar com elas. =P

Se é inevitável?
Sim.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Um band-aid e uma lição.

Certa vez um garoto chegou ferido, meio triste, cabisbaixo. Seu irmão mais velho estava com sua esposa e estranhou a vinda de seu irmãozinho daquele jeito. Correu ao seu encontro e desesperado pôs a perguntar o que havia acontecido para ele ter se ferido daquele jeito. "O meu amiguinho estava defendendo um cachorrinho que eles queriam matar, se se ele não batesse no cachorrinho, iam bater nele. Eu fui lá e defendi ele, mas acabei apanhando..."

O irmão mais velho dispensou a esposa, pediu pra ela seguir em frente enquanto levava o mais novo à farmacia para fazer alguns curativos. Na volta, ambos resolveram passar pelo Tâmisa. Na verdade nunca me acostumei com aquele ar úmido que emana daquele rio que parece não ter fim nem começo. No caminho ambos ficaram calados, até que o mais novo começou a chorar. Também pudera, tinha apenas seus seis anos aproximadamente.

"Porque está chorando?", disse o mais velho. "É por você, mano. Sei que você deve estar pensando que eu fiz besteira e você deve estar triste comigo, e não quero que você fique triste comigo!", nesse momento o mais velho abraçou o mais novo, que mesmo sentindo algumas dores dos arranhões encostando-se, retribuiu o abraço e pôs se a chorar ainda mais. O mais velho pegou um lenço e limpou as lágrimas. Fomos até próximo de Westminster, mas no caminho ele parou e disse: "Estou é orgulhoso de você, meu irmãozinho. Hoje você viu que você deve lutar pelo que acredita. Se achar que uma coisa está certa, lute por ela. Use essa garra que você tem e defenda o que você achar certo".

"Sabe porque eu me tornei um detetive?", disse ele, e depois prosseguiu, "Acredito numa justiça. Não acredito que pessoas que fazem o mal as outras devam ficar livres por aí. Há criminosos, pessoas que matam as outras, pessoas que fazem as outras tristes. Acredito que no fundo, são pessoas que podem ter uma nova chance, mas antes de dar essa nova chance, elas devem parar de fazer o que fazem de errado. Eu acredito nessa justiça, e é exatamente por isso que eu luto por ela!"

Na época nem entendi muito bem, mas fiquei muito feliz por não estar completamente errado.

"Me diga uma coisa, você só sairia de lá se eles parassem de bater em você, correto? Não deixaria o local antes que tudo estivesse em paz, certo?", ele agachou na minha altura e olhou nos meus olhos "Admiro isso em você, mas ataque também de vez em quando. Se você não tem músculos, use o cérebro. Procure algo de fraco nele, pesquise, investigue. Vá em frente, você consegue. Se perder, tudo bem. Só não tenha medo de tentar."

No outro dia, na escolinha vi uma  menininha dando um chute nos testículos de um garoto. Aí foi fácil, fácil... Derrubei todos num golpe só, hehehe! Ok, não vale, isso não é briga de homem, mas eu tinha seis anos e eles tinham dozea quatorze na época. Mas investiguei e procurei certinho onde eram o ponto fraco deles em comum, hehe...

Valeu mano! =X Sei que daí de cima você ainda olha por mim. =)
E pqp... Eu to a cara dele cada dia mais...

sábado, 7 de junho de 2008

Incentivar a cidadania e seus direitos, mesmo que sejam crianças.


Estava hoje, esperando meus amigos entrar no MSN pra combinarmos um trabalho, só que eu fiquei na moita (leia-se Aparecer Offline), minimizei o Messenger, abri a Radio Banzai pra ouvir um pouco de J-Music quando uma propaganda do nada apareceu e eu fiquei branco, pensando que algo tinha acontecido. Era uma daquelas janelinhas do banner que fica no canto inferior esquerdo da janela do software de mensagens instantâneas.
Uma propaganda inglesa (eu não registrei meu e-mail como sendo brasileiro. Aliás, praticamente tudo eu registro como sendo britânico, não brasileiro) e apareceu uma propaganda onde mostra uma criança, com os desenhos no mesmo estilo que estes do lado, passando por situações ruins na família, principalmente relacionadas ao pai, onde na propaganda a criança fala que o pai, que nunca chega em casa, quando chega bate nela. A criança vai falar com a mãe, só que ela não faz nada, e diz apenas que seu pai está nervoso.

A propaganda termina com a criança falando que ela tem um serviço onde ela pode ligar e pedir assistência, pois há um serviço agora chamado ChildLine, na Inglaterra.

Não vou falar em estatísticas. Estatísticas não é uma coisa que acredito estar certa. Ficar vendo algo da perspectiva global da coisa não dá uma idéia de onde o problema de fato está: na relação de pessoa para pessoa, não de pessoa para o mundo. Ok, ok. Não é pra neguinho nenhum ficar com pena de mim. Acho que grande parte dos meus distúrbios e problemas de ordem psiquica vem exatamente dessa minha infância tumultuada que tive com meu pai me criando da forma rígida e raivosa que me criou.

Pra ser sincero, eu cresci com isso. Porém não tem nada pior do que você falar com os amiguinhos na escola e todos dizer que seus papais brincavam com elas tanto quanto suas mamães. Que participavam, que fazia isso ou aquilo. Não estou cuspindo no prato que comi, meu pai nunca me deixou faltar nada material. Tinha N64 que meus amigos não tinham. Não tinha permissão de sair de casa, logo fiquei em casa jogando videogame, comendo guloseimas e o que resultou em obesidade infantil.

Mas desde pequeno entendia que mesmo que viesse muitas coisas boas, jogos, coisas materiais, a cobrança vinha sempre maior. Não podia tirar uma nota abaixo de 8 na escola, senão era chibatada. Nenhum dos meus amiguinhos tinham isso, mesmo que tirassem notas ruins. Pra ser sincero, só fui despertando aos poucos que muitos tinham esse problema talvez. Porém, apenas uma vez uma história de fato me tocou.

Não vou citar nomes.

Já trabalhei no CNA dando aulas de inglês. Dava aula pra crianças. Admito: simplesmente adoro crianças. Sei que muitos odeiam, não tem paciência, mas sempre me identifiquei muito com elas. Ontem, quando estava indo pra faculdade, e caindo de sono por varar a noite fazendo trabalho, tinha uma mulher no microônibus que pego (MICRO? pra mim é MACRO! KASSAB FILHO DA PUTA INCOMPETENTE FAZ VANS MAIORES PRA QUEM TEM MAIS ALTURA QUE A TUA MÃE, FILHO DUMA PUTA DESGRANHADA!), err... Voltando, a mulher tinha um bilhete daqueles especiais, e acredito que tinha deficiência mental pois ficou um bom tempo falando nada com nada. Mas teve uma hora que o motorista, com talvez problemas mentais piores, freiou bruscamente e eu meio que voei pra frente, aí a mulher, já meio velha, olhou pra mim e disse "Olhos de criança... Corpo de adulto!!".

Não entendi. Ou fingi não entender. xD

Mas como disse, sempre me dei bem com crianças. Não é por eu ser paciente. Não sei porque diabos sempre consegui conversar com elas normalmente, falando igual falo com adultos, elas me compreendem e eu as compreendo. No CNA, convivia com muitas crianças, era o único homem talvez dava aula pra elas, e devo admitir que é um emprego tão gratificante que passaria a vida inteira fazendo isso. Uma vez, uma delas, uma menininha de uns 9 anos apareceu machucada no rosto.

Pensei eu que fosse apenas um machucado de brincadeira. Mas não era.

A tia dela havia batido nela.

Resumindo tudo, a tia dela que cuidava dela. Não tinha pai. A mãe dela trabalhava o dia inteiro, e a tia dela que supostamente deveria cuidar dela, passava o dia inteiro com o namorado. Quando aparecia era pra checar se tudo estava arrumado em casa: chão varrido, pó tirado, roupa lavada e louça feita. Se não fizesse, era pau. Se ficasse machucado, era pra dizer que caiu. Somente isso já me deixou muito abalado, mas segurei ao máximo as lágrimas. Querendo ou não, eu era o professor dela. Nada mais tava fazendo que prestando um serviço, era o protocolo da empresa.

Mas nada. Absolutamente nada me tocou tanto do que quando ela disse: "E agora? O que eu faço?"

Engraçado né... Quando eu era pequeno eu sempre me perguntava: "E agora? O que eu faço?". Minha mãe dizia que meu pai ficava nervoso e era pra eu não piorar a situação, pois se eu não tirasse boas notas e não fizesse encrenca as coisas iriam melhorar. Mentira. As coisas nunca melhorariam.  Notas? Agradeço pelo meu conhecimento que tenho hoje em dia graças aos estudos, sou uma pessoa de opinião própria, consigo escrever algo que preste aqui e não sou daqueles blogueiros ridículos que ficam falando de seus dias ou vidinhas fúteis. Porém faltou algo importante também.

E tá no coração, meus caros. =)
Acho que é por isso que sou um bocado frio..

Parabenizo à Inglaterra pela iniciativa. Espero que um dia isso chegue nesse país da Idade Média chamado Brasil. Coisas tão elementares e tão raras.
Mais informações acessem: http://www.childline.org.uk/

quinta-feira, 5 de junho de 2008

É errado gostar de shoujo? Talvez...


Já diziam os grandes psicólogos e psiquiatras que homens tem tantas diferenças com mulheres que seria dificil enumerá-las. Homens são mais aventurosos, gostam de violência, competições. Mulheres são mais comunicativas, pensam em amor e no futuro.

Tocante? Talvez.

Terminei de ler Paradise Kiss. Vi o anime também. E devo admitir: nunca fiquei tão frustrado ao ver um anime. Ele não tem 10% do bom humor que tem no mangá, e devo dizer que a Conrad enfim está acordando depois de tanto tempo. Quem viu a época do início da publicações de mangás do tipo sabe bem do que estou falando. Mercado cresceu, hoje temos uma quantidade absurda de mangás nas bancas ou já publicados. Se antes a coisa era boa porque podia comprar todos que viessem no mês (bons tempos quando só lançavam Saint Seiya e Rurouni Kenshin), hoje tem inclusive muitos shoujos.

Admito, gosto bastante. Não tanto quanto alguns shonens, mas gosto de histórias femininas. O primeiro é o shoujo mais shonen da face da Terra: Fushigi Yuugi, lançado pelo Conrad em trinta e seis volumes. Tenho completo. Foram lançados claro, alguns da clamp, mas sei lá... Não considero mangás da Clamp para garotas. Acredito que a Clamp faça é mangás pra menininhas. Tá, o otário aqui tem Card Captor Sakura, Magic Knight Rayearth e o próximo que pretendo ter é Chobits (Chiiii!), mas acho que estou é precisando de umas doses de anime pra macho.

Saindo do campo das pequenas críticas, gosto de Shoujo. Embora eu ache que eu leio mesmo é por puro maquiavelismo - entender um pouco do que se passa na cabeça delas - e eu acho interessante ver como mulheres conseguem ser tão baixas e vis, sendo falsas e fofoqueiras. De fato, se eu nascesse mulher, eu acabaria virando uma lésbica. Não digo por não ser mulher, mas por características tão cavernosas nelas, que embora nos mande sermos modernos e nós homens deixarmos de pensar em sexo e futebol, elas não deixam de ser baixas em vários aspectos também.

Acho que é um pouco do meu lado italiano - ser direto, duro e sensato. Quando não gosto, não gosto. Quando quero matar, eu mato. Viva a Mafia Italiana! (brincadeirinha...)

O mais engraçado é que eu conheço vários homens falsos. E tem negada aí que fica dizendo que eu sou falso. Blé. Minha psicóloga anda falando pra eu deixar de ser educadinho e começar a mandar o pessoal tomar no meio do cu. Mas manterei a classe, afinal sou um gentleman.

Mas se eu indico Parakissu? Indico. Mas não deixem de ler o mangá, certo?
É sério. o Anime é uma merda... Mas isso não é novidade.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Vícios que vieram antes do Ragnarok

Gostei muito desse layout. *-* Fazia tempo que um não provocava tantas reações em mim. 8D
Blé. To sem assunto hoje. =~~

Mas vou mostrar como tá sendo uma luta entre eu e meu primo, o Lucas. É um dos hábitos meus que eu faço desde 2003. Bater em primos? Não! O que eu faço chama-se interpretação. É um jogo de RPG que jogamos em fóruns da web, onde fazemos lutas baseadas em Saint Seiya (Cavaleiros do Zodíaco aos desavisados). Simulamos lutas que nunca aconteceram, lutas que ficariam interessantes e inclusive revanches, caso alguém tenha perdido pra alguém no anime pode ter sua revanche.

Esse ano tá sendo bastante proveituoso porque estou finalmente interpretando meu personagem favorito! É ninguém menos queSeiya de Pégaso! Sim, 95% das pessoas odeiam o Seiya. Não, diria que 98% das que assistem Saint Seiya. Porém, eu o adoro, de coração mesmo. E já tem uns dois meses que eu ganhei a entrevista pro Seiya e só tem sido felicidade.

Eu adoro o Seiya mesmo, e nunca tive vergonha de dizer isso. O segundo layout do blog, foi em homenagem à ele, isso em fevereiro de 2006, mais de dois anos atrás. E ainda digo mais, muito da minha personalidade eu acabei herdando um pouco dele, tenho que admitir. Ser teimoso e dificilmente desistir é uma característica já bem mais que válida, certo?

Infelizmente não tenho muitas lutas como ele ainda, exceto essa que eu estou fazendo com meu primo. Bom, tá bem legal, estou adorando. 8D E já está chegando no final, está ficando realmente muito interessante. Pra conferir, só acessar o link clicando aqui. ;D

Acho que não tem maneira melhor de entender o que é interpretação do que vendo e lendo com seus próprios olhos.

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