quarta-feira, 30 de julho de 2008

Tchauzinho pro Mello!

Mês de julho terminando. Bom, apenas algumas considerações sobre o Mello, o personagem do Death Note que eu me inspirei pra fazer o layout atual.

Eu gosto de fazer ou de personagens parecidos comigo ou que me cativam. Com o Mello, foram os dois. Tem muita coisa dele parecida comigo, e tem outras bem diferentes. Ele por exemplo adora chocolate, e eu odeio, não suporto aquela coisa com cor de cocô. E descobri aliás que é coisa de família, minha tia ganhou uma caixa de bombons da Copenhagen mas quem disse que ela comeu? Me ofereceu eu disse: "Não... É coisa de família mesmo tia não gostarmos de chocolate!".

Ninguém acredita. Eu gosto é de chocolate branco, mas como ele é pura e simples manteiga de cacau com leite e açúcar, bom... Então eu sou muito mais manteiga de cacau que chocolate, hehe. Já o Mello, em toda a série ele é sempre visto comendo uma barra de chocolate. Somos também muito inteligentes e bem emotivos e expressivos. Exatamente por não sermos totalmente centrado em estudos sempre acabamos chegando em segundo, blé.

Tinha um amigo que era mais ou menos igual a relação que o Mello tem com Near, seu rival na série. Mello, com aquele jeitão mais emotivo, mais sociável e com Near totalmente fechado, recluso, vivendo em joguinhos mentais e bem racional. Ele sempre conseguia tirar mais notas que eu, por mais que eu me esforçasse.

Somos também vingativos! Ok. Na verdade eu escondo as pessoas que são vítimas da minha ira vingativa. Ou as mato (brincadeirinha). Tava até contando pro Thiago Thargow, um amigo de longa data, as coisas que já fiz, principalmente com garotas pra me vingar por elas me deixarem ou fazerem coisas piores. Ele desde aquele dia me olha com medo... u_u~~

Portanto, não contarei nem metade do que eu já fiz. Nem um décimo, por precaução. Hoje eu to mais comportadinho, embora quando eu queira me vingar consiga ser ainda pior que antes...

Pode contar o fato de antigamente eu, vamos dizer, ter mais aspectos femininos que masculinos? Há uns dois anos eu tinha o cabelo maior e bem ruivo, e como eu usava roupas meio apertadas acentuavam minhas curvas (sim, é humilhante cara, mas eu tenho curvas! mas isso é porque meu corpo é deformado e estranho...). E o Mello é tem a aparencia meio feminina, embora isso seja mais um "charme" dele, acredito.

Mas adoro ele. Quando vai investigar ele não fica na surdina pensando. Manda sequestrar a irmã e pedir resgate! Hahaha... De fato, o que lhe falta paciência no outro falta atitude...

terça-feira, 29 de julho de 2008

Internet como veículo.

Brasil, China e Índia são os únicos três países de terceiro mundo que figuram na lista do maior número de usuários de Internet. Semana passada estava assistindo o Roda Viva, na Cultura, que diga-se de passagem está sendo muitíssimo bem apresentado pela Lilian Wite-fibe, embora eu ache Paulo Markun um excelente apresentador também.

Há uma crescente popularização de Lan Houses, acredito que no Brasil em geral. Tenho um amigo mesmo que cuida de uma, e conheço vários donos, embora eu quase nunca vá lá pra jogar ou usar a internet. Muitos abrem Lan houses com serviços inclusive de técnico de PCs. Há muitos usuários, e de longe muitos tem como regra básica criar uma conta no Orkut e uma conta no MSN Messenger. Claro, usam pra essas bobagens da vida (a gente adora dizer que é bobagem, mas todo mundo tem conta lá) mas acima de tudo usam. Antigamente tinha cursos de datilografia, hoje eles aprender a digitar via MSN. Há uns oito anos atrás, ter computador era coisa de rico, ao menos aqui perto de casa, hoje nem se for um celeron das antigas o pessoal quer ter, e ainda instalam a Skarvuska.

Hoje existem pessoas que não assistem mais TV. E cara, eu quando era moleque não imaginava a vida sem. Videogame então nem se fala, ou se baixa, ou se joga no PC mesmo (ragnarok da vida!). Devo dizer que a verdadeira revolução dessa era é essa coisa que só agora que ficou popular é que está causando esse rebuliço. Internet é onde todos se encontram, e não é mais aquela coisa de nerd ou rico. Ninguém mais usa disquetes, e se o seu computador não tem uma entrada USB, bom... Eu tinha um antigo que, acreditem, não tinha. E era horrível mesmo, hahaha...

Mas eu até gosto disso. Não pra acabarem com TV, que é uma coisa que eu acho que em cinquenta anos deve passar toda pra web, e cada vez mais o mundo quer interatividade. A TV Digital por exemplo, que de acordo com o Lulalá terá interatividade e "mimimi"... Programas como o "Você decide" já são coisas do passado. Cada vez pessoas se acostumam com a linguagem da internet, de interferir, de dar a sua cara a algo que já tem cara. Isso acontecia antes, mas agora a diferença é que qualquer um mesmo pode fazer isso.

Igual ao nosso senhor Duchamp (que aliás está com uma exposição no MAM, do Ibirapuera) com o seu quadro LOOHQ onde fazia uma releitura da Mona Lisa, agora não é preciso ser um crítico de arte pra meter o pau na novela das oito. E acreditem, isso é muito bom. O meu único medo é: com tantas pessoas falando ao mesmo tempo, duvido que aja alguém pra ler a todos.

São ossos do ofício. Por isso que na ditadura tinham duas dúzias de pessoas que todos ouviam, hoje é liberado, qualquer um fala as baboseiras que vier na cabeça. Exatamente por isso que estou aqui enchendo vocês de besteira, lol.

sábado, 26 de julho de 2008

Papai-do-céu, que piada!

Lembro de uma vez há muito tempo na escola terem colocado essa questão na pauta da aula. Eu tinha um professor que aulas substitutas, dizia que dava sociologia. Era um advogado, bem de vida, e até hoje não sei o que diabos ele estava fazendo em uma escola pública. As aulas dele foram importantes talvez tanto quanto as aulas de Física que nunca tive pois o professor nunca estava lá (quem estuda em escola pública sabe muito bem que a falta de compromisso dos professores faz com que eles faltem muito, prejudicando imensamente os estudos).

Foram importantes as aulas exatamente pois ensinaram-nos a começar a pensar. Eu ao menos a vida inteira eu fui assim, acho que é por isso que eu sempre me dei bem em matemática, pois era apenas a questão de repetir a fórmula - nada mais que isso. Não havia o questionamento, tanto que nos tempos de hoje eu acredito que a matemática atual é uma das coisas mais limitadas do mundo, mais restritivas e muito, muito pequena e fácil, e isso porque dizem os números são infinitos. Hoje em dia eu me pergunto se um com um é igual a dois mesmo.

A primeira pergunta dele foi: existe Deus? Tem como provar a existência dele?

Ao contrário de muitos mais, vamos dizer maleáveis, os clássicos exemplo de pessoas ateístas que na primeira dificuldade na vida descobrem a Igreja Universal® (marca registrada e puramente comercial!) pra acalmarem seus anseios, ele mesmo dizia que mesmo ele fazendo essa pergunta hoje nada impedia dele amanhã ingressar numa igreja dessas. Porém ele não acreditava, e acredito que até hoje não tem nenhuma crença. Foi engraçado ver os evangélicos sem saber como responder. Iam pra igreja todo santo dia, ficavam lá o dia inteiro, como o meu vício de Ragnarok, se deixassem passavam a noite lá. Diziam que vinham deus quando alcançavam uma espécie de transe, vinham coisas, mas não sabiam como colocar aquilo em cheque no momento, pra demonstrar.

Dei muita risada, heheh...

No final das contas, apenas eu e um amigo que vivia se drogando que explicamos a existência do divino, e conseguimos provar até. Exatamente nós, que não tínhamos nenhuma ligação tão forte com o cristianismo como eles conseguimos.

Eu ao menos sempre procuro o divino. A vida inteira. No começo, claro, sempre ajoelhava todo dia e fazia um pai-nosso, não gostava de igrejas. Minha mãe sempre me ensinou que se Deus está em todos os lugares porque devemos ir pra uma igreja e obedecer um padre ou pastor? Fiquemos em casa e veremos ele, acredito que uma nova religião não deve se basear em templos, afinal a igreja é um meio social acima de tudo. É na igreja que o pastor fala pros crentes não falarem com ninguém além dos que são membros da sacristia, e é lá que eles encontram pessoas que de acordo com que o pastor fala são as corretas pra um convívio, embora haja o clássico salmo da biblia que fala que quem crê em Deus mesmo que caminhe no vale escuro da morte nada temerá, enfim.

Foi no colegial que eu conheci um amigo meu ator, e juntos dizíamos que fundaríamos uma nova religião, onde eu seria o novo messias depois de dois mil anos do anterior e ele seria o meu "Pedro" (sobre esta pedra edificarei minha igreja, hehe), ou vice-versa, não tinha muito essa não. Claro, tínhamos coisas bem diferentes, visões sobre drogas, sobre bebidas, sobre amor totalmente distintas, mas sempre conseguíamos trocar figurinhas bacanas. Mas como provar a existência do divino?

Várias maneiras. Primeiramente o divino só existe porque cremos. Nas notas de dólares está escrito: "In God we trust", nas de real está "Deus seja louvado". Se em Deus nós cremos, sua existência se dá pois atribuímos a ele a nossa fé. A fé, a crença, a esperança são os verdadeiros motores do homem. A fé consegue mover montanhas, e não é Deus que as move. Se você acredita que consegue ter força pra arrebentar um prédio com as mãos nuas, e não é um cavaleiro do Zodíaco, somente essa sua crença se for forte o suficiente conseguirá te dar forças para destruí-lo.

É exatamente por isso que tantas pessoas se curam com orações. Acreditam que há alguém lá em cima, mas é o "ki" deles que se eleva tanto usando a fé como combustível que conseguem realizar milagres. Deus são os milagres em pessoa, são capazes de fazer o que quiserem. O homem por sua vez apenas quando acredita ao máximo consegue realizar milagres. Acho isso a coisa mais linda do mundo, e não estou querendo desmerecer principalmente os cristãos que acreditam tanto no ser lá de cima.

Jesus, o nazareno, é o clássico exemplo disso. Aquele homem tinha um grande talento, mas acima de tudo acreditava e pregava que a fé das pessoas as levariam pro paraíso. É pela fé que os umbandistas conseguem o famoso e invencível "Corpo fechado", capaz de resistir a tiros de bala à queima roupa. É pela fé que os budistas conseguem meditar e conseguir as respostas das perguntas do mundo. É pela fé que os cristãos conseguem curar-se das doenças mais mirabolantes e impossíveis de serem curadas.

O homem em si tem uma força imensa dentro de sí.
Só tem que explorá-la. =)

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Parte do corpo? Talvez.

Olha só o que eu achei. Dois relógios de pulso. Aliás, eu discuto comigo mesmo se ter um relógio de pulso é como uma parte do corpo, pois tenho verdadeira mania por deixar o relógio no pulso. Se me tiram - sinto-me quase nú - afinal, eu tenho que ficar olhando pra ele a cada quinze minutos pra ver que horas são, senão eu não sossego.

O do lado esquerdo é um relógio que eu ganhei na primeira série, com seis anos. E o carreguei até meus, nem lembro ao certo, mas o coitado tá desgastado hoje em dia. Todo arranhado, mordido (as vezes eu ficava mordendo a pulseira, que nunca troquei inclusive, durou dez anos) e também pudera. Meu pai me deu um Casio original (na época, uma bagatela, principalmente pq não tínhamos uma condição mais estável como temos hoje) e ele mesmo disse que não duraria nem uns tres meses pra eu perder. Durou dez anos.

E a bateria tá lá ainda. Troquei três vezes apenas. Do lado direito, meu atual relógio. Claro, hoje em dia temos luzinha daqueles verdes radioativas, mas na época meu pai tinha um com essa luz de escuro e era amarelada, como uma lampada incandescente. O meu hoje tem quatro alarmes, o meu antigo tinha apenas um. O atual eu posso até ver que horas são na Inglaterra pra Minha Majestade dormir. O meu só tinha cronômetro. Nem ponteiro tinha, e eu achava o máximo ter relógio de ponteiro e digital ao mesmo tempo (diga-se de passagem hoje eu com meus vinte anos sou praticamente incapaz de ler hora em ponteiro. fui aprender isso há uns tres anos atrás, mas desaprendo tão fácil como aprendo. Aliás, eita coisinha complicada isso de ver ponteiro, viu?).

Se bem que o atual já deu bastante prejuízo. Quebrou a pulseira várias vezes, e mesmo eu comprado ele não tem nem uns cinco anos e já é artigo raro, principalmente achar o componente pulseira. E isso porque eu tava doidinho pra ficar mais dez anos com ele, e claro, com uma marca branca no pulso de nunca conseguir tomar sol nessa área.

Mas a mancha agora é tatuagem. Não sai mais nem que eu fique anos sem relógio, heheh... Parte do corpo? Com certeza!

terça-feira, 22 de julho de 2008

Parabéns pra você...

Quantos aninhos mesmo? Hahaha! Olha só... Vinte e dois de julho. De longe essa data já está sendo um grande presente. O inferno astral nem foi tão ruim esse ano, pelo contrário, trouxe muitas bençãos, isso sim. Todo mundo fica falando por aí que presente é importante, mas isso eu deixo pra família me dar. Se eu não pedir roupas no aniversário eu passo o ano inteiro pelado (sem parecer nada pervertido, claro), mas já ganhei muitas coisas que me fizeram muitíssimo bem, obrigado. Pra que ficar pensando em presente, uma coisa que você vai receber. Nem quero. Meu avô quando vê a gente chegando lá no interiorzão de São Paulo uma vez pra comemorar o aniversário dele já veio gritando pra vizinhança inteira: "Gente! Já ganhei meu presente. Aqui estão eles, eles são o meu presente!", acho que dá pra apreender bastante.

Um presente que ganhei esses dias é voltar a falar com uma menina que eu não tinha contato há uns... Quatro ou cinco anos? Pra ser sincero até eu já tinha deixado meio de lado o nick de Meta Morphine, pois ela ficou conhecida como a minha onee-chan (a primeira de muitas, hahah!) que eu acho que a magoei, mas eu de idiota aqui preferi ficar esse tempo todo calado do que voltar a falar nisso. A minha amiga muito valoroza Annie Morphine, um dos Morphines, hahaha... Continua a mesma chata de sempre, e é dessa chata que eu mais senti falta!

Um grande presente é eu ter voltado a ter um relacionamento de pai e filho com meu pai. Quem me conhece nem sabe da metade, pra ser sincero eu ainda sofria muito, mas como não foi próximo do aniversário foi o presente do ano. Já tinha uns cinco anos que eu não falava com ele, mesmo morando embaixo do mesmo teto, mas esse ano enfim voltamos e reatamos. Nada de rivalidade, brigas e agressões físicas.

Outro presentão de amizade também é a da minha grande amiga Fátima, no Ragnarok. Fiquei uns dias aí meio sem vontade de jogar e ela fez questão de me mandar mensagens atrás de mim e eu vocês nem sabem como eu me senti. Sabe, é o fato de se sentir querido, sempre convivi com pessoas um bocado frias, e continuo as atraindo como um imã. Não sei se é porque sou exatamente o oposto - BEM sentimentalista - mas a Fá tem me ajudado a voltar a caminhar bem. De pouquinho em pouquinho.

Sabe, coisinhas assim não tem valor monetário. Ok, vivemos em dívidas, ás vezes passamos o mês devendo mais que tudo aqui em casa, e só Deus sabe o nosso futuro. Mas essas coisa as pessoas talvez perdem valor numa data de aniversário, pensando nos presentes, nas lembrancinhas e coisas do tipo. Hoje tenho grandes amigos na faculdade (inclusive o Ivo que vai ganhar MGS4! Olha lá heim! Vou repetir: vou ficar la na sua casa!! Hahaha) e grandes parceiros, que volta e meia dão as caras, somem mas sempre tão lá, nem que seja pra desejar um grande feliz aniversário.

E acreditem. Apenas as palavras deles já valem o presente mais caro do mundo. =)
Só não vale falar qual é a minha idade! Hahahah!!! Quem sabe, biquinho fechado!

sexta-feira, 18 de julho de 2008

Coisas que venho procurando. E achando!

Eita... Tem coisas que eu passo a vida inteira procurando e só acho depois de décadas, haha... Eu to baixando agora enfim uma das séries que eu mais gosto, e também o melhor da série Digimon, na minha opinião. O que ficou conhecido como Digimon 3, porém amplamente conhecido como Digimon Tamers, um anime que eu vi tem uns... Seis anos mais ou menos, e agora estou revendo!

Sim, eu vivo em busca de coisas que eu sinto falta mas de alguma forma ou minha mente apaga isso ou eu simplesmente esqueço mesmo. Outra coisa que eu pelei pra buscar foi a trilha sonora de Donkey Kong Country 2 - Diddy's Kong Quest, que é meu segundo DK favorito e com a melhor trilha sonora ever! Achei esse ano e desde então não saiu do MP3 (mesmo ele roubado) e agora não saiu do celular ainda!

Há uns dois anos eu achei todos os albuns de uma banda coreana que fez pouco sucesso, embora logo no primeiro álbum elas tenham decolado, que inclusive foi ouvindo elas que eu entrei nesse mundo de música oriental. Elas acredito que o máximo que fizeram foi a abertura de Fushigi Yuugi, um anime shoujo, aliás o primeiro shoujo lançado aqui nas terras tupiniquins, isso há oito anos. Foi em fevereiro de 2006 que eu achei toda a discografia da banda formada por três donzelas coreanas (e não preciso deixar de dizer que são lindíssimas, correto?) denominadas S.E.S, que é a sigla de Sea, Eugene e Shoo.

Digimon Tamers na minha opinião é o melhor. É o que tem a história mais obscura e em certas partes é pesada. Um plot que questiona valores da sociedade, questiona o que é ser forte, questiona até onde vai a amizade e coisas que são meio um paradigma, e que eu acho que não deixaria filho nenhum meu assistir. Ao menos até ele ser um pouco maior. Por muitos é o mais desconhecido, mas pra mim é sem dúvida o melhor! Outro que tenho procurado e demorei é um dos shoujos mais conhecidos também no mundo, Shoujo Kakumei Utena, ou pros que gostam de adaptações americanizadas, Revolutionary Girl Utena. Estou assistindo agora e adorando. A trilha sonora é uma das melhores que eu já ouvi, a voz da Utena ficou excelente, que mesmo ela sendo um tomboy bem mais feminina que a maioria por aí, a voz ficou bem marcante e as cenas de luta ficaram bem supimpa em comparação ao mangá. ;D

Take my revolution. ^_^

terça-feira, 15 de julho de 2008

Meio de mês.

Oba. Faltam quatro dias pro niver da Naiara. *_* Tenho que comprar um presente bacana pra minha mió amiga.

Olha, vou ser sincero, tratamento psicólogico agora tá é me atrapalhando. Pra ser sincero ela mesma disse que eu vou ser um caso difícil pela minha imensa teimosia que ultrapassa os limites do ser humano (hehe... Eu sabia que era fodão, mas nem tanto!).

Cara, eu to precisando muito de remédio. Desde que a fluoxetina acabou eu ando tendo umas conceiras infernais, minha urticária já atacou meio várias vezes nessas férias e quando estávamos terminando os trabalhos no fim do semestre, e com o remédio isso não me acontecia. Bom, mas se eu continuar provavelmente vou acabar me viciando em remédios psiquiátricos, enfim... Aí é fim de carreira.

Mas faz bem. Na verdade remédios e drogas são substâncias que estimulam o corpo ou partes do cérebro, dando-nos uma sensação de prazer ou conforto. Talvez por vivermos num mundo frio e sem sal, e mesmo nosso cérebro conseguindo produzir as tais substâncias de prazer e conforto mesmo assim precisamos de mais algumas - não pela crença de que sempre precisamos de mais e mais, uma coisa equivocada muitas vezes, mas o fato de precisarmos no necessário.

Haha... Sou um grande fã da civilização das cavernas. E acho que a humanidade não deveria ter evoluído atrás de computadores, prédios gigantescos e todas essas coisas. Ficar coçando o dia inteiro, levantar apenas pra buscar a comida, isso é, quando tem comida, ficar no tédio dormindo muito não é bom apenas pelo fato de não ter o que fazer, mas é bom pois as complicações que o "viver em sociedade moderna" não existem. Viver em um mundo moderno traz muitas dificuldades para o ser humano, muito além do que muitos imaginam.

Talvez seja algum lado hippie meu perdido nos saudosos anos sessenta.

E eu até curto essa minha visão melancólica das coisas. Eu mesmo acho muito melhor eu ficar me lamentando pelos lados pois infelizmente saber é uma coisa para pessoas tristes. Eu até gosto de ver muita gente falando que a vida é uma beleza, e talvez tenha até algum lado bom, mas não se compara à quantidade de coisas ruins que tem. A gente vai descobrindo, muitos fecham os olhos e não querem ver, muitos dizem que vêem mas não ligam, mas apenas os que fazem alguma diferença são os que vêem as coisas ruins do mundo e as absorvem. Felicidade não traz conhecimento. O homem conhece as coisas na melancolia e com elas faz o conhecimento. Felicidade é uma venda negra nos olhos que faz as pessoas andarem em linha reta pensando que nada de ruim há na sua volta, e isso é bem verdade. Muitos vivem assim. E esse que é o viver.

Agora ver as coisas ruins, bom...
Não tenho coragem de usar essa venda negra nos olhos. E sequer pretendo. Tive várias chances de ser feliz, mas... Temo perder, e sei que irei perder, o "conhecimento". =)

domingo, 13 de julho de 2008

Coisa totosa!

Diz aí se eu consigo viver sem essa coisa gostosa? Haha... É o primeiro cachorro que posa pra fotos que eu já vi. Eu falo: "Olha lá, Beto, a câmera!", e o bobão olha. E note a cara dele também, parece até que tá sorrindo. É muito bobão.

E olha só, aniversário chegando. Semana que vem já, ô jesuisis. Claro que não vou revelar minha idade, haha! Deduzam. Mas hoje vou falar de au au. Tava nesses dias vendo TV (nossa... eu nunca vejo. Mas eu gosto de ficar assistindo os comerciais, programas é bem raro de eu assistir) e passou um vídeo de umas pessoas fazendo a famosa rinha com cachorros. Aliás, é um mega azar, nunca assisto à tevê, e quando vejo, passa porcaria.

Enfim, infelizmente vivemos numa sociedade "livre", e tem pessoas sem noção que faz isso com cachorros, que acabam feridos ou sempre a beira da morte.

O Betão aqui tem uma história engraçada. Na verdade eu sempre o vejo carente, bem carente mesmo. De vez em quando eu estou no banheiro fazendo o número dois e ele aparece querendo carinho. Ele vivia na casa de uma inquilina da minha avó, mas ela nunca ficava em casa e ele vivia numa caixa de sapato, tomando chuva, era magrinho e era só pelo. Eu ia pra casa da minha avó e ficava com o peito apertado só de vê-lo daquele jeito. Minha avó nem tinha paciência, nunca teve pra cachorro e quando ele pulava pra casa dela querendo carinho ela batia no coitado. Foi aí que a dona dele pediu pra nós cuidarmos e até hoje ele tá aqui, hehe...

Eu acho que talvez seja alguma forma dele agradecer, não sei. Ou quem sabe ele tava carente mesmo, mas se for assim até hoje ele continua carente. Talvez essas pessoas que fazem essas rinhas com os cães não tenham jamais abraçado uma coisa gostosa que nem essa, que só de pegar ele dá vontade de morder! Morder com carinho, claro.

sábado, 12 de julho de 2008

Que dilicia!


Mas que beleza, heim? Eu que fiz! Hoje tava sem nada melhor pra fazer e fiz uma massa de pizza só que ao invés de fazer uma redonda, eu fiz uma enrolada. Enchi de calabreza moída no capricho e.. Tcharam! Meu irmão falou que foi uma das melhores coisas que eu já cozinhei (ele faz um bico como provador).

Nossa, tou exausto. Ajudei hoje um amigo a pegar 99 no Ragnarok, e o moleque conseguiu! Mais um pra listinha, agora só falta a Fátima. Bom, to meio sem assunto, exceto o que vou começar a jogar Final Fantasy XII. Vou conhecer a Ashe! \o/ Tou louco pra jogar, hehe... E não, não voltei do 1 ainda no Ragnarok ainda não, hehe... Quando eu voltar, mostro aqui.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

O que a sociedade tem a ver com a corrupção.

Dias atrás estava assistindo Invenção do contemporâneo, na TV Cultura, aliás um dos que eu sempre tento assistir, mas o que chamou a atenção foi um comercial. Esse comercial chama atenção de um problema da nossa infeliz sociedade brasileira: corrupção.

Tento evitar de falar de política, mas sempre acabo voltando nesse tema, enfim.

A sociedade da República das Bananas, e dos Bananas, é regida por um sentimento de impunidade. Quem faz alguma coisa ruim, dificilmente se ferra. Vivemos num país gozado, onde estudiosos na escola são os mais sofridos, onde os que não estudam sempre são os mais populares e chamam mais a atenção e consequentemente pregam seu meio de vida pra atrair mais seguidores. Uma sociedade, vou dizer engraçada pra não baixar muito o nível, onde acreditam que lugar de bandito é na prisão, onde apenas o fato de se isolar ele da sociedade irá trazer paz, e não recuperá-lo para o convívio com os outros.

A pergunta do comercial é: O que você tem a ver com a corrupção?

A impunidade faz com que as pessoas cometam crimes sem jamais pagarem por isso. Não digo apenas os ladrões, como o que roubou meu Motorola V8, mas também os ladrões lá de cima, como a figura carimbada na imagem desse post. Minha mãe, devo dizer, me educou em algumas coisas de uma maneira muito ruim. Me ensinou que, caso eu ache uma carteira na rua, pegue o dinheiro dela e devolva apenas os documentos. Caso alguém dê troco a mais pra você, finja que está correto, e só reclame caso esteja faltando, não sobrando. Caso alguém deixe dinheiro cair no chão e não tenha percebido, pegue e finja que nada aconteceu.

Mas desde moleque, eu percebia que isso estava errado. E caso vocês achem que eu sou um grande idiota, perguntem-se e ponham-se no lugar da pessoa que sofre a ação de perder dinheiro. Não gostariam, correto? Caso não fossem com vocês não ligaram, mas quando mexe conosco a coisa é diferente? Não.

Isso já está implantado na cultura. O brasileiro malandro, mas não tem nada a ver com fazer gluglu. Todo mundo adora falar da corrupção dos políticos, mas a pergunta é: "E você? Já foi corrupto hoje?". Um comercial, nem uma organização vai mudar essa consciência. Pessoas tem motivos para ser malandras e picaretas.

No nordeste, pessoas ainda morrem de fome. Morrem de fome em pleno século XXI, num dos países mais ricos entre os mais pobres. Num país que mata a fome do mundo, mas não consegue matar sua própria fome, e acreditem, esse é um assassinato que eu cometeria sem o menor arrependimento. No sertão as pessoas são espertas, são como urubus que lutam por carniças. Lá, o pobre só vive se é esperto, se é malandro, pois o governo bananal não consegue até hoje dar uma condição boa de vida pra eles. A família da minha mãe veio de lá, fugindo da seca, da fome e da solidão. Minha avó chegou aqui mas nem tem vontade de sequer pensar em voltar pra Bahia. Talvez seja as más lembranças de uma época que ela viveu na infância. Caso não fossem espertos, não viveriam, logo na primeira oportunidade de ir pra São Paulo, agarraram com os dois braços.

O habitante desse país tem que ser malandro pra viver, mas também é malandro porque quer. Expurgar, eliminar os vestígios ruins será uma tarefa praticamente impossível, como já disse, essas ações foram quase que implantadas pela minha mãe, e embora eu a ame mais que qualquer uma, não admito que tenha me educado bem. Mas acabar com a impunidade e dar uma melhor vida pras pessoas é o básico. O fim dessa malandragem vem depois do salci fufu.

Mais informações no site: http://www.oquevocetemavercomacorrupcao.com/

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O que o Ragnarok significa pra mim.

Peguei o nível 99 hoje. Sabe, é engraçado, como disse a Gabi onee-chan, uma grande amiga minha: "Ah, então você vai chegar no 99 e vai renascer e vai começar tudo de novo". Sim! Pior que essa é a verdade, ela está corretíssima!

Na verdade, sempre fiquei pensando num "porquê". Qual o motivo de eu jogar esse jogo? Porque eu quero virar 99 pra depois pegar e começar de novo? Qual a questão que fica pra mim, que tem amigos, leva uma vida social na medida do possível normal também e o que me move em direção desse objetivo.

Eu procurei a resposta. Mas acho que só a encontrei hoje. Não foi pela pergunta da minha amiga, mas gosto de pensar em um sentido para as coisas que eu faço, que embora isso seja uma visão na minha opinião um tanto conservadora, procurei algo que justificasse o esforço.

Qual o motivo de uma pessoa subir uma montanha? É um lugar difícil de se alcançar, algumas são cobertas de gelo, outras são extremamente rochosas. É alto, de difícil acesso, você pode inclusive morrer na travessia. É um local que quando você chega lá tem pouco ar, não tem ninguém e acima de tudo você vê absolutamente nada, apenas uma vista privilegiada, e depois tem que descer, e provavelmente você irá atrás de outras montanhas e continuará caçando muitas por aí, até que vire um recordista ou morra tentando.

Ragnarok Online não é um jogo fácil. Principalmente quando você joga sozinho.

Hoje eu ajudo três pessoas no jogo. Ajudo elas a chegar onde eu cheguei, e algumas que ajudei inclusive passaram de mim e alcançaram o 99 antes. Mas sempre joguei sozinho, um jogo onde você não fala com ninguém, fica direto naqueles atalhos decorados do teclado e nada mais. O jogo torna-se massante, ninguém pode negar. Pra quem joga em grupo, a coisa fica bem mais viável e fácil, e o trabalho em equipe sempre foi algo que o jogo sempre incentivou. Minha profissão no jogo é sábio. Não é muito útil dentro de grupos quando vão à caçada, somente são úteis depois que renascem e viram Professores com seu "Soul Burn" e "Soul Exhale". 97% dos professores de hoje uparam sozinhos quase todo o tempo, e definitivamente não é fácil.

Fiquei os últimos três dias dormindo de cinco horas a menos por dia. Não saí. Comia rápido pra voltar pro jogo. Dormia pouco, o que me fez muitas vezes jogar o jogo no meu "modo zumbi", onde eu trabalho repetindo tarefas mas não me dou muita conta. Hoje, ás 20h30 eu matei o último Alarme (monstro que eu lutava pra ganhava experiência) e na hora que eu alcancei o 99 eu dei um grito de "POR** FILHO DUMA PUT*", como se isso estivesse preso na minha garganta por muito tempo.

Sou persistente, mas não sou apressado. Eu chego lá, mesmo que demora décadas, mas não desisto. A Angela por exemplo, é o exemplo clássico. Mas eu lutei pelo que eu acreditei, e por ter lutado - mesmo nós não tendo mais nenhum relacionamento nos tempos de hoje - mas lutei. E não me arrependo de ter lutado. Conheço muitas pessoas que dizem que Ragnarok é uma perda de tempo, um jogo onde demora-se pra evoluir, e enche o saco. Em parte é verdade, não sou um viciado, tenho crises mas são exporádicas (já cheguei a ficar dezesseis horas no jogo num dia, mas foi só uma vez).

Tou com uma mega dor de cabeça, a bunda e a coluna arrebentados, uma dor de cabeça que não passou e tá me deixando preocupado, que espero que passe nessa noite de sono, mas só de abrir o jogo e ver o meu esforço lá, tá de bom tamanho. Sabe, pra você que tá lendo você vai dizer: "Que idiotisse! É só um brilho que fica embaixo do seu char!", e se for ver num aspecto mais frio, é isso mesmo. Mas pra mim, não é. Lá está uma dedicação de três longos anos, de tempos parados, de amizades que dou valor, de inimigos que conquistei, de pessoas que conheci que significaram uma verdadeira jornada. De um mago criado em meados de julho de 2005 e o sábio level 99 que chegou lá hoje. Tem dificuldades, tem coisas boas e ruins. Tem emoções.

O Ragnarok pra mim significou uma conquista. Uma luta. Mesmo que o servidor acabe amanhã e não dê pra continuar, eu me sinto um vencedor pelo que fiz hoje. É uma montanha que escalei, cheguei no topo, o lvl 99, agora vou descer e subir uma maior, rumo ao reborn e ao Transclasse 99. E mesmo que eu demore uns seis anos, eu chego lá. Sabe, é o valor de ver todas suas horas dedicadas, que não deu em nada, que embora isso seja nada pra ninguém, isso significa tudo pra mim.

Dedico essa vitória a algumas pessoas essencias. Muitos já se foram, saíram do jogo, mas vai pra vocês:

Manu primeiramente, minha onee-chan oficial número um que eu conheci no jogo e agradeço à Deus todos os dias por ter a sua amizade, que começou num belo dia que o Sakurazukamori encontrou a Cherryflower em Glast Heim. Agradeço segundo ao Dilson, que ele parou de jogar agora, mas é uma pessoa importantíssima pois sempre me apoiou enquanto jogou e sempre me ajudou a evoluir - mesmo sendo um saco evoluir um sábio. A todos dos clãs: Celestial Elysium que me acolheu há tres anos, mas eu caí fora, a alguns de um outro clã que entrei no meio do caminho e às pessoas do Titãs de Midgard (hoje, Titans da Noite) que acompanharam nessa jornada. E a minha amiga Fá claro, que foi a primeira a me ver com a aura.

O restou vou citar os nomes e nicks:

Fátima ("Kalia"), Danny-Charlie (moonchosen, Charlotte Elborne Link), Ruan (RuanRock), Angela (dra.angel), Manu (cherryflower), Fábio Muralha (muralha negra), "Zu" (zzuzzubem), Felipão (el noviço perfect), Michael (<>), Raquel (Miyabi Ningyo), Bruno (Din), Gabriel (Jeffrey Sands)

Oh meu deus, se eu esqueci alguém eu edito aqui.
E em especial pro meu irmão Danilo. Mesmo do jeito dele, ele me apoiou. Fez questão de ver o 98 pro 99 e estava lá do meu lado quando eu peguei a aura. Eu amo meu irmão, esse moleque mora no meu coração e foi o primeiro e me dar os abraços dando o parabéns.

Agora. Só tem um problema:
Tou duro! Sem dindin pra renascer, haha... Um milhão e uns quebrados? Vou tentar juntar.
Aceito contribuições pra santa casa aqui. =~~

Mas sem pressa. Eu escalo essa nova montanha de novo!

domingo, 6 de julho de 2008

Essencial para um verdadeiro homem.

Peguei a série de filmes de "O Poderoso Chefão" pra assistir nessas férias, e já os assisti, mas não consigo parar. Tirando o meu verdadeiro fascínio pela série de filmes do grande Francis Ford Coppola, o filme traz valores que são cabíveis e diretamente machistas. Há um consenso da sociedade contemporânea em erradicar tudo que vem citando "machismo", fazendo com que absolutamente tudo "feminista" seja o correto e nada mais que isso. Acredito que deveríamos pegar um ponto de equílibrio, afinal, tem muitos valores masculinos que um homem jamais deveria perder.

Proteger e amar sua família sendo o homem da casa
O filme mostra muito disso. Devemos ter noção que existem funções masculinas e femininas, cada um tem seu setor e sua área. Vejo muitos casais onde a mulher parece mandar no homem, e já diziam antigamente: "Homem que mulher governa, não dá certo", e de fato não dá. Desde os tempos mais remotos ao homem coube, com sua força física e sagacidade a função de proteger a família. No antigo testamento foi fixado que cabe ao homem trazer o pão-de-cada dia pra casa. Mulheres são passíveis, e tomam muitas decisões com base em sentimentos. Homens quando vilões querem poder, mulheres quando vilãs, querem acabar com o ex-namorado. Deixemos a mulher com a parte afetiva, afinal os homens são muito brucutús nesse aspecto mesmo, e aos homens o comando. Logo no final do filme 1, quando Michael Corleone manda assassinar o seu cunhado, ele é depois questionado pela sua mulher, Kay, sobre essa ação dele. Ele vira-se e fala pra ela: "Não se meta em meus assuntos, Kay.", e de fato, foi um final bem digno pro cunhado morto, afinal ele batia em sua própria irmã, mesmo casados.

Ética e honra acima de tudo
Muitos jogam coisas como "honra" hoje no lixo como se o valor fosse igual a nada. Quem não assiste o filme, acredita que eles não passam de mafiosos no estilo GTA que fazem dinheiro com strippers e drogas. Logo no primeiro filme, quando Vito Corleone recebe uma proposta pra financiar um negócio de drogas, ele nega plenamente. Nas próprias palavras dele: "Nós temos cassinos, que são vícios que não trazem um mal às pessoas. As drogas matam nossos jovens". É um outro aspecto masculino, pois o ditado "No amor tudo vale", é uma cruz que toda mulher carrega, e um homem deve trabalhar pra trazer o bem ao seu próximo. No segundo filme, que mostra o passado de Vito Corleone, mostra um italiano que chega na América com sede de mudança, querendo viver bem, cuidar dos filhos. Porém, existe um vilão nessa história, e nada mais cabível do que matá-lo e com os poderes dele trazer uma vida melhor a todos, afinal ele usava os mais fracos e os repreendia duramente.

Seja sincero e tenha ao seu redor pessoas de confiança
Tom Hagen é um personagem-chave dos filmes. É o advogado e irmão adotivo de Michael. Temos que ter ao nosso lado pessoas que não estejam atrás da gente, como numa hierarquia - ou ao menos fazer isso parecer o menos possível - mas trazer essas pessoas pra que fiquem junto de você e de alguma forma te proteja. O filme também não carrega mentiras nem falsidade - isso é coisa de mulheres, e de mulheres infantis - se não goste de uma pessoa não faça a social. Ignore-a, afinal é mais baixa que você. Se você tem pessoas que confie e vice-versa, elas farão tudo o que você necessitar. Conheça as pessoas ao seu redor, e pode parecer tolice, mas pareça ser a pessoa mais previsível da Terra. Um exemplo básico é: Caso você mate alguém, e todos sabiam que isso aconteceria, todos temerão, pois sabem que essa é uma ação que você tomará caso não façam o que é mandado. Ou então o básico: Mostre ser uma pessoa ingênua e ganhe a confiança das pessoas, para assim manipulá-las melhor quando precisar de algo delas.

Mudando totalmente de assunto: voltei a jogar Ragnarok! \o/ Mas não contem pro pessoal do meu clã caso contrário perderei a cabeça, haha! Vamos lá, gogo 99! Quando eu virar, se eu virar, eu posto aqui. =X

sábado, 5 de julho de 2008

A História está no Youtube!

Todos conhecem o Youtube, correto? Tirando os vídeos de comédia ou de bêbados, que não vou negar que já vi os mais famosos e sempre dou risada (Jeremias e o Bêbado do Truco são essenciais!) nesso site tem também uma carga impressionante de vídeos históricos, que contam a história da humanidade. Devemos agradecer é claro, aos que têm essas relíquias, e ainda mais por eles mesmos por disponibilizarem para nós assistirmos. Como estou jogando Metal Gear Solid 3, vou mostrar vídeos da Corrida Espacial, uma das temáticas que eu mais me interesso em torno da Guerra Fria, que pra quem não sabe, é a época histórica que o jogo se desenrola.

Yuri Gagarin indo pro espaço
O primeiro homem a ir ao espaço foi o cosmonauta soviético Yuri Gagarin (1934 – 1968) em 1961. Esse vídeo, com o hino da Armênia Soviética mostra muitas coisas interessantes. Desde a ida dele ao foguete, a decolagem e no final ninguém menos que o próprio Nikita Khrushchev feliz da vida com as mãos pra cima do também sorridente Gagarin.

Neil Armstrong pisando na Lua
A frase tornou-se célebre. “Esse é apenas um pequeno passo para um homem, um grande salto para a humanidade”. Logo no começo do vídeo mostra o americano que foi pela Apollo 11 dando o primeiro pisão na nossa Lua de queijo. O vídeo ainda mostra um dos astronautas pulando pra se movimentar no nosso satélite natural. E pros que adoram clichês, sim... Eles falam “Houston”, hehe.

O bip vindo do espaço
A Segunda Guerra havia terminado já tinha doze anos. Foi aí que, com aquela forma de bola com antenas foi lançado ao espaço em 1957 o Sputnik 1, pela União Soviética. Há, claro, os famosíssimos bips que são muito curiosos, não há nada de muito concreto sobre o satélite artificial. Também pudera, ficou apenas três meses vendo nosso planeta azul e depois a missão foi cancelada.

Latidos na órbita
Laika, o primeiro ser vivo a ir ao espaço tripulada (isso é, se pode dizer que foi tripulada) dentro do Sputnik 2, que na época seria em comemoração aos quarenta anos da Revolução Bolchevique. Ela infelizmente morreu, devido a falhas no sistema de temperatura da cápsula. Hoje, existe um memorial em sua homenagem em Moscou, uma estátua de um cachorro e um foguete espacial simbolizando sua façanha.

"Adeus" Weblogger, e "olá" Blogger!

Recebi um e-mail da Weblogger, dizendo que os seus serviços irão parar de funcionar. Uma pena, aliás, afinal foram dois anos e meio usando seus serviços, mas querendo ou não, uma hora iria terminar. A própria weblogger foi criada num momento de verdadeira mania de criação de blogs no país, um verdadeiro "boom" na época, mas hoje em dia os tempos não estão mais aderindo a esta moda que foi passageira pra alguns, mas ainda hoje é algo importante para tantos outros, como para mim!

Vamos estão continuar a tocar o barco. Hoje, dia cinco de julho o Pegasus' Wings marca uma nova fase. Estamos saindo de um servidor e migrando para um outro. Mas não apenas isso, o Pegasus's Wings não morreu, ele apenas evoluiu (ok, na verdade o endereço do Pegasus Wings aqui na blogger já está ocupado por um demente que fez um único post e não consegui pegá-lo!), e o Pegasus' Wings tornou-se Fallen Pegasus, que não será um blog novo, será sim uma continuação do Pegasus' Wings, mas num lugar melhor, com mais opções e que facilitará tanto a minha vida que escreve como a de quem lê aqui.

Bom, até que eu consegui me virar bem... Pensei que o XML do Blogger ia ser difícil de encarar, mas até que não é tão difícil assim. Grande parte das configurações aqui precisam mesmo é de um bom conhecimento de CSS, e é de excelente customização, especialmente para nós designers que não gostamos no basicão.

Como esse mês ainda continuará com o mesmo layout de antes, vou pedir uma colher de chá e vou mostrar apenas um novo layout no mês que vem. Estou com umas idéias bacanas aqui, mas por hora vou aproveitar a deixa e tentar brincar um pouco mais com as opções que a blogger me dá. Consegui em apenas um dia aprender um basico de XML e assimilar os códigos com o layout já produzido na weblogger e bem... Acho que não estou tão enferrujado assim.

Sobre o resto do conteúdo do blog, eu consegui salvar absolutamente tudo. Tudo que foi publicado desde dezembro de 2005 no Pegasus' Wings está gravado aqui. Hospedarei em algum lugar pra usar como arquivos para complementar o que será publicado aqui. Continuem visitando, e se quiserem, há uma opção de feed aqui embaixo, caso usem em seus navegadores ou Netvibes, sintam-se a vontade para pegar e ler as baboseiras que posto aqui.

Portanto, anotem aí. O novo endereço do blog é: http://fallenpegasus.blogspot.com/

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