sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Digimudança!

Ainda no clima de Digimon Tamers. E agora que eu vi, e revi (alguns episodios eu não tinha visto, principalmente depois que eles voltam do Digimundo) agora (re)conclui essa que é a melhor fase de Digimon. E então resolvi colocar uma foto do Guilmon aqui. Adoro ele. *-*

Adoro protagonistas. Gosto do Seiya, do Kenshin, do Subaru, do Takato do Tamers, vish... É difícil eu não gostar de um protagonista e sei que muito de protagonista tem de mim que tenta sempre ser o líder das coisas que em geral me envolvo. Ao menos era assim na época do colegial e no Ragnarok, hehe... Ser líder estressa demais e eu já estou cheio de cabelos brancos.

Mas antes, quero parar e dar uma olhada a fundo em Digimon Tamers antes de começar a enfim assistir Revolutionary Girl Utena. Existem alguns fatos ocorridos que o faz ser muito superior às outras temporadas de Digimon. A primeira é a violência, implícita, com que é mostrada as batalhas. Nas outras séries sempre que um Digimon morria ele renascia na hora na cidade dos bebês. Nesse, vale a lei do mais forte, onde o vencedor absorve os dados do derrotado. Logo, não há o "cheat" de imortalidade que tem nos outras temporadas mais fofinhas.

Outras duas coisas me chamaram muito a atenção. Uma delas é Impmon, o digimon invocado que só quer causar confusão, mas não passa de um fracote. Essa temporada pegou alguns temas que acho forte pra criançada, uma delas é o egoísmo, pois o Impmon é um digimon que tem dois parceiros, irmãos, que vivem brigando pra saber quem será seu tamer (domador). Sempre os irmãos que apareciam na série eram "fofinhos" demais, e esse demonstrou mais esse lado fraternal que tem em algumas famílias (na minha teve, entre eu e meu irmão quando éramos menores). Tem uma parte inclusive que eles começam a brigar pelo coitado do Impmon e começam a puxar ele cada um pelas extremidades dos braços dele e quase dividiram o coitado no meio, hehe... Meio dramático e insano.

Outra que eu gostei muito foi a personagem que começou como "namoradinha do protagonista" mas teve o efeito Coringa Heath Ledger, virou a vilã que chamou atenção mais que o próprio Batman. Porra! Simplesmente foda. Menina que perdeu a mãe, o pai simplesmente não liga pra ela e mesmo assim anda por aí como se nada tivesse acontecido com um sorrisão na cara. A única pessoa que ela ama acaba sendo o Takato (protagonista) e o digimon dela, o Leomon. Quando o Leomon morre, a menina vira um Alain de vida e fica se queixando pelos lados pq perdeu quem mais gostava, haha... Mas a maneira que mostra, o jeito que ela se fecha, o choque dos amigos que pensava que de fato ela era feliz e não era um disfarce pra tristeza dela, bom... Ficou simplesmente perfeito.

Ao contrário de muitos que assistem não gostei da Ruki, a garota principal do anime. Ela é uma "lady do gelo", menina fria, antipática, chata e que dá vontade de dar uns chutes também. Ok, ela tem lá seus problemas, como uma mãe que nunca pára em casa por causa do trabalho e pais divorciados. Mas enche o saco! E acho que o Ryo deveria ter dado uns pegas nela e ter mostrado pra ela o que um homem tem que fazer com mulher desobediente e revoltada... Mostrar que quem manda é o homem. E tenho dito.

Uma dose de machismo não faz mal a ninguém. =P

1 comentários:

all disse...

eu acho que aruki deveria ser a lider no entanto quem usa oculos de aviador e o takato seu palesma.

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