sábado, 17 de janeiro de 2009

Eu farei uma terra onde o amor será rei.

Estive assistindo o seriado Maysa - Quando fala o coração, na Globo. Sim, todos sabem que eu não ligo a TV, exceto pra se ver os noticiários ou algum programa culinário, mas como não tenho paciência pra novela, nada como uma minisérie que durou apenas duas semanas. Gostei, embora em comparação com os comentários de uma negada forte aí dizendo que "adoraria ter conhecido ela e blá-blá-blá e mimimi" eu digo que se conhecesse ela realmente não daria certo. Somos muito parecidos, e com pessoas parecidas comigo ou eu amo de paixão ou bato de frente direto. No caso dela, acho que tá mais pra segunda opção.

Mas gostei. Foi meio seco, o final foi muito corrido, mas foi bem produzida. A parte que ela cantou "Ne me quittes pas" eu gelei, sério, haha... Odeio franceses, sua língua, seus costumes e nada me faria mais me feliz do que ver tudo aquilo que eles chamam de nação explodindo pelos ares. Mas essa música seria uma das coisas daquele povo imundo que eu deixaria, e fazia anos... Realmente anos que não a ouvia.

E poxa, adorei uma frase dela, era mais ou menos assim: "Podemos ter muitos amores, sejam bons ou ruins, mas os amores cafagestes a gente nunca esquece", quando falou do Ronaldo Boscholi. E... Não, quem vier falando que eu só lembro das que foram cafagestes comigo vão ver só, haha... Né? Né? Né? Né?Né? Né? Né? Né? Né? Né? Né?

Gostei mais ainda quando ela, depois de encontrar com ele que a traiu e tudo mais disse: "Me prometa que você nunca mais vai fazer isso com mais ninguém nesse mundo", afinal, só quem de fato sente algo tão terrível como traição, ou amar tanto e não ser correspondido, ser abandonado que sabe como a coisa é dura. É um castigo que nem animal merece, e pedir pra pessoa fazer isso com mais ninguém acho que não se encaixa em proteger o "próximo", afinal crescemos como pessoas com as coisas ruins que acontecem nas nossas vidas, como nas coisas boas também crescemos como pessoas, óbvio. Mas a questão é exatamente essa, é algo tão ruim que isso desestabiliza uma pessoa. Eu pelo menos estou construindo novamente meu castelinho. Mas fiz ela prometer, então pra mim já está de bom tamanho. Menos alguns castelos aí a serem derrubados.

No fundo era uma pessoa boa, haha, ambas. Acho que era esse tipo de redenção que no fim das contas ela queria. Mudando completamente de assunto, essa semana eu compareci a Mostra do cinema Taiwanês Contemporâneo, a convite de um velho parceiro de guerra, lá no Centro Cultural São Paulo. Infelizmente só vi dois filmes, ele deve ter visto todos. Mas muito legal, ehauheua... Aprendi palavras novas! "Ama" é vovó e "Xie xie" é danke!

Mas excelentes. Ficam em circuito pelo Brasil inteiro. A avó e seus fantasmas é supimpa. Me lembra um bocado Chihiro, mas com toques chineses e uma criança mais chorona ainda, e é bem emocionante. A arte de viver também é belíssimo, e tem a direção de Ang Lee, que talvez só perca em fama pro Chou Yun-fat em Taiwan (ok! ok! O Chow é de Hoeng Gong... Deixa pra lá..). Pena que não deu pra ver o resto... Semana foi meio corrida e chatinha. Sem contar que ir pra aquele fim de mundo, aff... Minha psicologa ainda é ali pertinho. Blé.

Já que o blog é meu vou falar do que eu quiser, eu mando aqui. 8D~~ Claro, lê quem quiser. Primeiro vou falar de Dir en grey e o último álbum, Uroboros. Álbum bom, exceto uma música que faltou, que na minha opinião tem grandes chances de desbancar Ain't afraid to die como a ballad mais bonita da banda, é -undecided-. Ela saiu no single GLASS SKIN mas não ficou na seleção final. Segundo é que esse álbum foi amplamente aceito tanto pela crítica quanto pelos fãs, ao contrário de The Marrow of a Bone, que pra mim ficou muito bom, mas esse povo só vê melodia e não música. Cada um com seu gosto, whatever.

Viciei em uma coisa que japoneses adoram e pagam uma nota pra vir assistir aqui: Bossa nova. Não consigo parar de ouvir principalmente Antonio Carlos Jobim. O álbum dele com o Sinatra ficou muitíssimo bom também. Pena que a maioria desses morreram, ou viraram deuses como Tom Zé. Tirando isso, estou aguardando em fevereiro o lançamento de uma cantora que eu achei, como muita gente, uma grande revelação no cenário J-pop em 2008: Wakeshima Kanon, a nova queridinha do Mana-sama. Menininha com futuro, chega fica pequena perto do violoncelo, mas tem músicas excelentes.

Ah! E tinha uma banda coreana que eu achava muito boa, hahaha...

Não é S.E.S., antes que alguém fale algo. É Baby VOX, e não... Não é uma versão koreana de Morning Musume, que aliás agora tem duas integrantes chinesas (é o Japão mostrando seu medo perante a China que já fechou com o PIB maior que da Alemanha e logo logo passa os nipônicos, hahaha...). Na verdade, fiquei pasmo ao ver a diferença no mínimo estrondosa de quem fazia um clipe assim pra um clipe mais atual, comparando Baby VOX original com Baby VOX Re.V. Depois falam que eu sou o cara mais pervertido com asiáticas. ¬_¬'

Mas com um clipe assim (o atual) não tem como não pensar diferente. Pussycat Dolls koreanas? Hum... Haha... Vou ficar quieto senão vai sobrar pra mim. =P Mas a música é legalzinha. Só a música, seus mentes poluídas. =P

Momento clímax, que tem muito macho uivando é o 2m45s em diante, hahaha... E sim, eu retiro tudo o que eu disse sobre asiáticas não terem corpo (deixando claro: o que pra mim nunca foi um empecilho, muito pelo contrário), elas provaram o oposto, hahaha... To precisando de uma namorada, isso sim.

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