domingo, 31 de maio de 2009

The king of Pop!

Estava vendo o Shaheen Jafargholi do Britain's God Talent (ou sei lá como se escreve essa birosca de nome, deve ser uma versão do nome Keirrisson inglês meio indiano, só se for) cantando Who's loving you, canção que ficou bastante famosa na voz do ainda mirim Michael Jackson há uns oitenta anos atrás.

E isso remete aos bons (e ruins) tempos quando eu era de um grupo de teatro na escola, e ainda era fã roxo do Rei do Pop. Encontrei esses dias a nossa antiga monitora, uma mulher realmente alta, 1m83 e igualmente bonita, com todo o respeito, a Marina. Tenho até hoje umas fitas VHS cheias de mico das apresentações, principalmente das versões de Thriller que apresentamos - e uma delas inclusive no Playcenter, durante as Noites do Terror, em meados de 2002 e 2003.

Não, não recebíamos nada, nem bonificações, mas éramos movidos pela amizade e pela arte. E infelizmente tive que deixar pois na época meu pai não aceitava e acreditava ele que isso iria me deixar gay, e me impediria de me tornar um homem. Meu pai a vida inteira morreu de medo de eu virar homossexual, haha... Nada contra, tenho muitos amigos e muitas pessoas que respeito que são homossexuais ou bissexuais e embora eles saibam que não gosto muito de piadinhas pervertidas que fazem e fico sem graça, sempre me respeitaram nessa parte muito mais que os heterossexuais mal-resolvidos que nunca pararam com essas piadinhas grotescas.

Digo não apenas por valores puritanos, mas ao fazer uma piada você pega uma coisa que é tão bonita e tão gostosa e natural como sexo e transforma em algo depravado, que é motivo de piada, sujo, tira toda a magia do momento tão bacana, e no lugar de diminuir o preconceito você só aumenta. Claro, tem pessoas que só enxergam essa parte, e como não pratiquei tantas vezes como a maioria sexualmente ativa, bem... Encalhados, uni-vos (e morte aos ex-namorados, como de praxe e como sempre tenho dito. Sai zica!)!

E em nossas danças no teatro sempre tinha uma variável sempre presente: Michael Jackson. Inclusive na época eu era super fanático, e provável que seja o único cara de vinte anos que curte o cara, uma vez que é o povo com mais de trinta que curte mais por ter vivido nos anos oitenta.

Na época inclusive rolou até construção de site para espalhar o fanatismo pelo cara. Fazíamos encontros com o pessoal da internet, pois na época ninguém do teatro nem sabia o que era internet. O site meu chamava-se Blood in HIStory, e era dedicado principalmente para levantar questões acerca das polêmicas ao redor da vida do Rei do Pop e contar a verdade, que embora ninguém soubesse, era algo que só o ajudava. Tinha muitos artigos escritos por mim explicando desde o processo de "clarear" a pele, até o escândalo de abuso de 1993. Todos escritos e investigados por mim, hehe.

Acho que se tenho alguma screenshot deve estar perdida nas montanhas de cds backup meus. Mas era bonitinho, eu achava. Hospedava no Terra, sem adds, sem banners, server ágil. Tinha até esquemas em Flash. Participava dum fórum onde fiz excelentes amigos, mas ao mesmo tempo muitas inimizades, hahaha. Muitas panelinhas, não que isso não exista, e jogue a primeira pedra quem nunca participou ou ferrou com alguma, mas acontece, né?

Porém, Mister Jackson me ajudou a crescer bastante. Como muitos moleques, o primeiro contato foi com o antiguíssimo vídeo do Black or White (é OR, não AND!!) que passou no fantástico há uns sessenta anos. Comprei na época todos os álbuns originais (demorávamos dias baixando música, aliás dele mesmo só baixei quatro músicas até hoje) e o primeiro foi exatamente um que tava fresquinho na época, o Invincible. Depois veio HIStory em sua embalagem gigantesca que até hoje é guardada com carinho.

Mas aí depois de tanto ouvir e praticamente apenas ouvir, do nada cansou. Saí do teatro, perdi o contato, deixei o fórum, mas quando abro hoje ainda os armários vejo lá longe os cds que durante muito tempo me fizeram viajar nas canções, no próprio mundo que Michael criou, com suas meias de brilhantes e chapéus estilosos, ás vezes bate uma saudade! Se pá, até hoje eu ainda sei dançar. E modéstia a parte, dançava muitíssimo bem.

Uma das coisas que mais me admirava em Michael era esse universo que ele criava ao redor dele. Tem no Youtube o filme Moonwalker inteiro em partes (aqui a parte 1), indico que quem não viu as versões que passam no SBT, que vejam nem que seja no Youtube, independente de seus preconceitos musicais ou não. Era um mundo de criminosos com muita magia, de soldados, de dançarinos que sofreram com mulheres e até anjos. Se não saiu da cabeça dele, no mínimo uma imaginação fervente a pessoa tem!

Vivas ao Rei do Pop!

sábado, 30 de maio de 2009

Tem que crescer, diminuir, esticar...?

Salvo engano a criação já de séculos de Maurício de Souza, o mais famoso quadrinista de terras tupiniquins, estava passando por sérios apuros. Tinha que existir algo pra voltar a impulssionar as vendas e não deixar morrer esse que é um dos maiores patrimônios da cultura brasuca: A Turma da Mônica. A solução foi bem ousada, e mesmo hoje ainda causa muita polêmica para ajudar a manter vivos os jovens do bairro do Limoeiro. Torná-los então... Adolescentes!

Óbvio, engraçado era que via muitas, e muitas críticas, principalmente de adultos (que diga-se de passagem muitos nem sabem que a Turma da Mônica, ainda com as quatro crianças protagonistas, ganharam personagens muito bons e novos, como a Denise, Dorinha, entre outros) pois seu maior argumento era: "Eles eram crianças! Agora deixa a Mônica siliconada pra tentar trazer mais vendas. O Calvin nunca precisou ficar adulto pra chamar a atenção!". Porém muitos sequer leram, e tampouco esses já adultinhos, que há muito tempo já haviam trocado a Atrevida ou Super Game Power pela Nova ou Playboy (respectivamente meninas e meninos) ainda persistiam em manter as críticas. E diga-se de passagem os gibis continuam sendo vendidos, mas o carro do momento agora é a Turma da Mônica Jovem.

Quando um amigão meu de Santos veio pra cá, o Diego "Zeo" pra ficarmos zanzando pela cidade, fomos pra Liberdade babar por umas japonesas lindas e comprar lámen. Tinha até uma família que parecia que tinha chegado da China, sei lá, tavam perdidos e dava mó pena. E no meio daquela bagunça que é o bairro da Liba tinha uma mãe japonesa, com seus vinte e quase trinta anos com uma filhinha de uns seis ou cinco anos, eu acho (japoneses são pessoas precoces, por isso conseguem sempre as melhores universidades e melhores empregos, haha) lendo o mangá da Turma da Mônica grandinha de mini-saia.

Achei aquilo o máximo! Por mais que muita gente pense são quadrinhos meio libidinosos, muito pelo contrário, para a faixa etária é excelente e até para mais novos. Questões mesmo do dia-a-dia, melhor que a Malhação que nunca acaba e só piora a cada ano. A história tem toques de aventura, romance, besteirinhas juvenis e, claro, ainda é a Turma da Mônica de antes, a Magali agora ao invés de comer da maneira surreal, agora come pra caraio ainda, só que ela é mais preocupada em não engordar, Mônica continua forte como um touro, Cebolinha troca as letras de vez em quando, e o Cascão achei ele com mó pose de pegador, embora continue com a Cascuda e agora tomando banho de vez em quando, hahaha.

Legal ver que as crianças, crianças mesmo estão lendo e gostando. O público juvenil também, óbvio, que é o público-alvo. Mas não é difícil ver criancinhas mesmo de seis, sete anos lendo e se divertindo. Eu mesmo admito: se tem uma coisa que eu só de ler eu dou risada, mas risada mesmo, são os gibis da Turma da Mônica.

Portanto jovens, nada desse preconceito. Vejo muitos que sequer leram pra dizer se é bom ou ruim, que hipocrisia essa, galerinha. Vamos dar uma chance, afinal ao contrário de muitos que rezavam que isso não desse certo, está indo de vento e popa, e acredito ser a primeira vez que um quadrinho nacional está conseguindo chegar até na lista dos mais vendidos das livrarias. Eu adoro!

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Como nasce um layout - Parte 4

Os dois de hoje são da transição entre 2006 e 2007. Um ano de blog na época, uau e saindo da architetura e indo pro design. O orgulho da mamãe. Ano novo, vida nova e acho que agora os layouts começam a mudar bastante de cara, lentamente, óbvio. Havia descoberto Design por indicação do meu ex-professor Miguel, da architetura e do meu amigo Gustavo "Mancha". Acho que na época produzi um conteúdo muito bacana pro blog, acho que tava numa época mais de insights e coisas do gênero a qual conseguia escrever coisas bem interessantes.

Pegasus Legacy - Dec 2006/Jan 2007
Cara, esse deu um trabalhão. E sei que hoje ele foi um dos que os visitantes mais gostavam, e ao mesmo tempo acredito que com os monitores de hoje ficaria bem mais bacana de usá-lo. Sim! O blog ficou com todas postagens numa divisória central, praticamente o verticalizei. Mas nem eu conseguia ler direito, e tinha que usar a abusar da barra de rolagem, afinal na época já era dificil encontrar alguém com 800 X 600.

Tem cinco fotos minhas (cliquem e morram de dar risadas). Tem o Baby Alain cuti-cuti mini-totosinho-da-mamãe do canto superior direito, depois tem eu little boy (antes de eu engordar as toneladas, foto do prézinho) e embaixo tem eu na formatura da oitava série narigudo, no centro eu bonitão Tom Cruise e do outro lado eu depois da plástica antes da formatura do terceiro colegial. Note que tem sempre algo da época que foi muito importante, e foi tenso escolher isso.

James Bond 007 - Fev 2007/Mar 2007
Param-parããã... Esse o pessoal gostou, mas não curti muito. Aliás a cor azul não sou muito chegado, e sempre é difícil pra eu trabalhar com essa cor. Mas saiu! Muitas cores metálicas além dos meus quatro atores favoritos em ordem de preferência: Roger Moore, Sean Connery, Pierce Brosnam e o atual, Daniel Craig. Aliás, diga-se de passagem, Daniel Craig já caiu nas graças só de estrear em Cassino Royale, Quantum of Solace embora não dê pra entender nada do roteiro foi tão bom quanto.

Tem a famosa Walter PPK, arma de Bond, a Gunbarrel símbolo tão pertinente quanto o estiloso logo 007. Antes que alguém pergunte: sim, tenho uma preferência por layouts mais escuros, acho que facilita a leitura do blog, já que eu sou um cara que escreve tão pouquinho, né? Lembro que no começo os blogs eram coisas que pessoas postavam quase como um twitter: "Hoje fui almoçar com meu ex-namorado, fomos no cinema, dei pra ele e depois voltamos pra casa", e todos me criticavam por eu escrever muito sobre filosofia, Deus e o amor já naquela época. Hoje a coisa se inverteu, assim como o Xixi no Banho, que eu sempre fiz e todos diziam que eu que era o nojento. =\

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Baú do dono do baú.

Estive vendo alguns vídeos sobre ele, o maior ícone da televisão e querido por toda a população, Silvio Santos. Desde criança sempre gostei muito, assistia o Topa-tudo por dinheiro, Tentação, Qual é a música, enfim. Até a Casa dos Artistas eu não perdi. Ao mesmo tempo, Senor Abravanel sempre foi uma pessoa com uma excelente capacidade para falar, e fala muito bem.

E sinceramente acho que na tevê tem sim muita falsidade para apenas conseguir audiência. Não é errado, quem trabalha precisa de dinheiro, logo é nossa responsabilidade tentar discenir um pouco, raciocinar e tirar conclusões. Quero destacar dois vídeos hoje de duas falas excelentes dessa lenda viva que é Silvio Santos. Veio de uma infância como camelô, e hoje com muito trabalho e dedicação é dono de um dos grupos mais ricos e influentes no Brasil. Acima de tudo, Silvio Santos sempre demonstrou ser uma pessoa dedicada ao bem: fazendo o bem aos outros, Deus só lhe trará de volta em dobro. E Deus não vê se você é católico, ateu, judeu ou o que seja. Não importa como, mas ele te recompesará, cedo ou tarde.

Nesse vídeo acima é gravado num Show de Calouros (sim, na época que o Sérgio Mallandro, provável que seja de meados de 1988) e Silvio Santos conta exatamente sobre algo que, acredito eu também, não seja uma coisa pra se ficar falando por aí. Mesmo para as pessoas em nosso entorno, em rede nacional então é um feito raro. As suas origens familiares, a perseguição aos judeus e acima de tudo a união da família e de seus entes queridos.

Digo, vivemos numa época tão materialista e chata. Teve menina que não quis nada comigo porque eu não tinha um carro, pra terem uma noção do nível. E isso porque eu acredito ser um cara legal, hehe. Quer dizer então que ter ou não um carro é um fator determinante? Acho importante lembrarmos da honra, de sermos pessoas boas e atreladas com bons fluídos pois sempre isso nos enriquecerá e enriquecerá a todos.

Esse segundo é uma das famosas falas de Silvio Santos quando termina o Teleton. Sempre que está na hora final Silvio Santos aparece todo ano, e é sempre nessa hora que eu tento ligar a tevê e ver. E aquilo sai naturalmente, não se percebe que está com uma dália ou algo do tipo. Nessa mensagem ele fala exatamente sobre a importância de fazermos o bem, de refletirmos sobre o que fizemos no ano, seja coisas boas ou ruins antes de começar mais uma jornada.

Muita gente conhece o humorista, o excelente e imortal apresentador, mas acredito que é nesse momento em que Silvio Santos mostra mesmo seu melhor lado: o de ser humano bondoso, e não o dono da emissora do Chaves. E isso, acreditem, é enriquecedor demais.

domingo, 24 de maio de 2009

Como nasce um layout - Parte 3

Eram layouts todos feitos com tabelas. Óbvio, existia já CSS e todas essas tecnologias, mas eu nem sabia usá-las e pensava ser todas linguagens meio impossíveis de se assimilar. Logo, saiam imensamente pesados! Mas sinceramente, gostava. Esses dois aliás caíram bastante no meu gosto, e acho que praticamente esgotei todas as idéias e personagens legais logo em 2006 no blog. Foi uma época bacana, aliás estudar arquitetura me fez pensar que São Paulo é muito além do Largo Treze. Lembro que quando comecei a reparar na arquitetura da Estação da Luz fiquei abismado ao ver os arcos romanos lá, digo... Tirando História da Arte e algumas pouquissimas matérias, o resto eu sempre cabulava. Tava de saco cheio, exatamente como estou me sentindo agora em Design. =P

Sakura no Nie - Ago 2006/Set 2006
Uma amiga disse que esse layout deveria ser censurado por causa do cigarro, haha. Homenagem a um dos meus vilões favoritos, embora eu não o ache tão malvado. Da obra as anãs da CLAMP, ele participou de Tokyo Babylon e X/1999 e seu sobrenome eu carrego comigo de tanto fanatismo pelo rapaz. Seishirou Sakurazuka, o Sakurazuka-mori (桜塚護, Guardião da Sepultura da Cerejeira) e... Há! Agora sabem da onde vem...!


O objetivo era mostrar mesmo a escuridão e a morte principalmente. Tem elementos do personagem como a Rainbow Bridge, um ofuda de onmyoudô, o cigarro e a pétala de cerejeira. Embora todos falem que é a relação gay entre eles é algo que um homem não é aconselhável ver, eu digo sem medo que esse é um dos meus roteiros favoritos, perdendo o máximo talvez pros meus dois favoritões, Saint Seiya e Rurouni Kenshin. Não tenho nada desse preconceito, e acho o romance dos dois uma coisa muito linda, sem preconceitos, afinal esse tipo de coisa já devia ser superada e esquecida há muito tempo.

Ah, e o significado é "Oferendas da Cerejeira" o nome do template (Sakura no Nie).

redDie - Out 2006/Nov 2006
Primeiro dedicado à minha banda de rock favorita, os japas do Dir en Grey. Já desde aquela época eu sempre fui apaixonado pela cor vermelha, e inclusive até hoje, diga-se de passagem. Layout dedicado ao guitarrista secundário, Die, que sempre disse ser alguém apaixonado pela cor vermelha. Tingia o cabelo de vermelho, só se vestia de vermelho, dizia ser apaixonado pelo vermelho, vish... São muitas coisas em comum, não acha?


A idéia mesmo era mostrar o caos. Tem um flash no topo, meio porco também, com apenas uma animação de gotas caindo sob um laguinho. Animação básica mesmo, tinha um loading incrivelmente rápido e animações fraquinhas. Destaque para a cor vermelha, óbvio em toda a produção.

sábado, 23 de maio de 2009

do Querer.

Me deixa eu te amar! Amar mesmo, sem vergonha. Me deixa eu pegar na sua mão e sentir que nossas almas se cruzam, se completam. Desejo andar do seu lado, mesmo que os passos não sejam lá iguais, mas me deixa ver como é ter alguém - e principalmente ter você - junto de mim. Me deixa te abraçar, mas apertar mesmo! Quero sentir nossos corações pertos um do outro, falar com aquela voz tímida no seu ouvido e aquela sensação quentinha no frio e o gelo na espinha no calor ao te envolver nos meus braços.

Meu desejo é te beijar. Fechar os olhos e ir parar em locais longíquos onde o mundo chato onde vivemos é deixado de lado. Quero depois de um beijo também morrer sem ar em seus braços e depois ainda sentir as minhas mãos tremendo o coração pulando para fora da garganta, exatamente como sentimos em nosso primeiro beijo, a diferença que é a sensação sempre repetida todo, ou quase todo dia. Quero te possuir, quero que você me possua também, quero que sinta tanto quanto eu essas sensações incríveis que amar alguém nos trás.

Quero ser o louco, o louco que grita aos ventos que não vive sem você, que quer passar o máximo de tempo ao seu lado antes que tudo acabe e que um dia possa sussurrar ao seu ouvido que você é a mulher da minha vida, que me completa como amiga, amante e companheira, que sabe de todos meus defeitos e virtudes, sabe como me fazer nervoso e como me fazer feliz.

Me sentir querido e fazer você sentir isso também. Fazer loucuras pelo que sinto, enfrentar meus medos e anseios, brigas e conciliações. Quero encostar a cabeça no seu colo e olhar pra cima, e olhar mesmo o céu e seu rosto e não me cansar nunquinha de olhar. Quero essa chama da paixão, amar sem precendentes, sem preconceitos, sem carros, dinheiro, jóias ou a cara amassada que você sabe de quem. O que eu quero mesmo, é ser feliz!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Como nasce um layout - Parte 2

Fazendo as contas aqui vão passar de dez partes. Que meda! É "meda" mesmo de "medo", não de defecação, merda. Bom, esses dois layouts entram pra lista das milhões de vezes que tentei integrar algo de Flash nos layouts e recebi um grande fail na testa. Na verdade colocar Flash em blog não é das melhores coisas, pois fica apenas no caráter de animação, não tanto na usabilidade. Fica apenas bonitinho, e não tão útil. Foi uma época bacaninha eu acho, me acostumando com a faculdade nova, primeira vez que tingi o cabelo e... Ragnarök! Já tava fazendo um ano que havia começado nesse vício (na época) maravilhoso. Vão entender o porquê:

Ethernal Sage - Abr 2006/Mai 2006
Meu sage! Esse é sem Flash. Reparem que continua no mesmo estilo quadradão de site, poxa, tinha saído de um cursinho de webdesign na Microcamp, não peçam maravilhas pra alguém não estudado, sim?

Gostei mesmo das cores, combinando bem e na época lembro que tinha acabo de aprender na architetura sobre cores complementares. Quem não reparou tem um laranja e um azul aí, hehe. Gosto de ver o detalhe da minha foto no perfil: franja! Cara, é uma coisa que eu sempre quis tanto fazer, fiquei uns dois anos assim e só tirei agora. Mas já tou com saudade, hahah... No inverno esquenta mais. Sage (ou sábio) é uma profissão no RPG Online Ragnarok Online, foi meu segundo carinha no jogo e hoje é o mais evoluído e meu favorito.

Raging Monk - Jun 2006/Jul 2006
Meu terceiro carinha que criei também no Ragnarok, o monge .Mordred, que durante um tempo foi meu favorito até mais que o sage, hehe. Tem Flash aqui, mas obviamente não dá pra se ver (dãã) e tirei como base o site japonês do filme Sayuri, mais conhecido aqui como Memórias de uma Geisha. Tem sim uma referência para a cultura nipônica e asiática, como se ele fosse sei lá, olha a idéia maluca: um seguidor de Buddha (por incrível que pareça a única droga que eu tomo é dipirona sódica... Antes eu tomava fluoxetina também, mucho loco vida loca).

Esse é até hoje um dos que mais gostei, sendo sincero. Gostei das cores, das formas, do meu monk é claro e o flash ficou super bacana, tinha colocado umas pétalas de cerejeira caindo, tinha ficado muito róquis. Uma estória engraçada é que tinha citado o nome de um amigo, um grande amigo do colegial que perdi o contato e uma menina, que na época quase fomos namorados procurou no Google o nome desse amigo e achou meu blog e postou um comentário lá! Sim, pessoas estranhas comentando não é de hoje, hahah. E não, eu adoro quando comentam, pessoas que não conheço ou desconheço então é tão legal e divertido quanto! ^^

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Puts, puts, puts, puts, puts... Gomenasai!

Ok, admito, fazia tempo que não falava da Ayumi Hamasaki. Sabe como é né? Um homem falar de Ayumi Hamasaki é no mínimo suspeito, mas veja bem: pior se eu gostasse de Morning Musume. Mas eu já ouvi (não devia ter falado isso) e sei que as integrantes dessa geração tem a minha idade ou são até mais novas e tem duas chinesas (Linlin e Junjun), mostrando que até os japoneses se renderem com medo dos chineses e seu cheat de pessoas infinitas (eu realmente NÃO devia ter falado isso também, mas meus amigos chineses me entendem! Beijomeliga).

Mas sei lá, Morning Musume é quase um Big Brother ou O Aprendiz, quando participa você é famoso, consegue várias coisas, mas quando termina você fica pobre e sem dinheiro. Exceto a Rika Ishikawa que virou musa, e na minha opinião (e de muitos outros) uma das asiáticas mais bonitas que já vi na vida (e... Não! Não é mestiça, é original de fábrica!).

Mas a Ayumi não é da classe das japonesinhas semi-virgens de 17 aninhos, embora no último álbum pareça muito. Uma coisa que causa um tanto rebuliço é quando a senhorita Hamasaki lança alguns remixes medonhos com versões techno, rave ou dance. Digo, ela tem um guitarrista que praticamente fundou o rock no Japão, tem um baixista desdentado que arrepia também, além das duas donzelas que cantam com ela, ás vezes elas fodem com a música dela também, e um dos melhores tecladistas que já vi, e ainda lança uma coisa dessas, chamada... NEXT LEVEL.

Pra quem tem uma equipe dessas, não precisava de tanto som eletrônico. Porém, não vou negar também que ela foi deveras corajosa, e mesmo o álbum ter saído uma porcaria em muitas partes, eu a respeito porque acho que a música tem mais é que ser feita assim: é experimentando novas coisas que se acerta, ou erra também, mas importante é tentar o novo e tentar mudar. Fica a dica!

Me dêem um desconto que eu tou com uma virosa danada e tou meio dopado pela dipirona/tylenol em excesso (ainda acho que vou morrer qualquer dia desses porque tomo muita dessas porcarias...).

Sou suspeito, claro, acompanho essa menina desde 2007 marromenos quando ouvi no carro dela o álbum Secret. E acho que tem mais que gostar mesmo, tem essa não. Bizarro é quando não tenho a mínima vergonha de dizer que gosto de música caipira, sertaneja e country e não gosto de falar que não paro de ouvir Ayumi Hamasaki, hahaha... (faço revelações bombásticas quando estou com febre. Adoro!)

Músicas bacanudas: NEXT LEVEL, Sparkle (não gostei tanto do preview lá no comercial do carro, mas a versão final ficou dashora), identity (achei uma mistura de 1LOVE com GAME, que são duas das minhas mais favoritas dela mais róqui em rôl) e as já conhecidas GREEN, Days, Rule (três singles lançados com essas canções) e por fim a candidata a Jewel-killer: Curtain Call. Todas essas excelentes, e algumas até fora de noção de tão boas.

O resto é tudo uma bosta. Considerando que gostei muito de sete, o álbum tem 14 faixas, duas são de transição, restam cinco faixas que são uma a cara da outra e nem pra baladinha serve direitinho, exceto pra fazer o cachorro uivar de tão ruim que é pro coitado. Até que não ficou tão ruim, mas poderia ter saído bem melhor. Achei a versão de Days ligeiramente diferente, e melhor, embora acho que seja só impressão.

Acho que independente de sermos fãs, não acho que deveria abaixar a cabeça pra qualquer coisa que o cara lá faz. Sinceramente não vi muitas opiniões sobre, mas tem que falar sim quando tá bom, quando tá mais ou menos, ou quando tá NEXT LEVEL. Podemos até gostar do trabalho dela, mas não quer dizer que engolimos seco qualquer coisa também não, haha. Mas como disse acima, foi uma grande ousadia, embora na idade dela (mais de trinta!) não fosse tanto a idade para ousar, e sim deixar pra nós com nossos vinte aninhos fazer bosta ou coisas revolucionárias.

Os melhores álbuns dela na minha opinião? Secret em primeirasso, não sei do MP3, celular nem nada. Depois coloco uma coletânea em segundo: A BALLADS, em terceiro fico com Guilty, quarto (miss)understood e em quinto A Song for XX, embora ninguém goste muito desse último, hahaha...

Post Scriptum: Tirinha by me representando a revolta pela capa SEM design, SEM beleza e CHEIO de bosta.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Como nasce um layout - Parte 1

Já vai fazer quatro anos que escrevo no Pegasus' Wings. Em dezembro agora, uhul! Considerando que de dois em dois meses eu troco de layout, fazendo as contas, esse do Tintin figura como o Vigésimo layout. Uau, nem eu pensei que iria fazer vinte layouts diferentes. Começou lá atrás com o Alain recém saído do colegial com um curso de técnico em Webdesigning até hoje, cursando uma faculdade - e sobre Design Digital.

Vasculhando meus arquivos (e não são poucos) achei todos os layouts organizados aqui, desde o tempo da Weblogger, até obviamente os tempos de hoje na Blogger. Estava conversando com minha amiga Gabi esses dias exatamente sobre isso, e tive a brilhante idéia de ir postando aqui. Afinal muita gente começou a ler as bobeiras e besteirol que escrevo depois, e muita gente que lia antes não lê mais, enfim. E provável que muitos que lêem hoje, não leram mais daqui a um tempo (medo!). Acho que é bom ver que tem um ciclo, uma linha que começou lá atrás, e vai até hoje. Só a coisa que não postou é o retardado que vos escreve. Ou não!

Pegasus' Dreams - Dec 2005/Jan 2006
Esse é um xodó, hahah. Foi o primeiro, e como sempre em dezembro eu coloco um layout que tenha algo a ver comigo, com minha estória, com coisas da minha vida ou coisas que tenho carinho. Por ter sido o primeiro levei muito tempo a produzi-lo, e no final acho que é um dos que eu mais gostei, embora ainda tinha ainda muita cara de website.


Resultado? Isso! Lembro que na época a base foi uma mistura onde prevalecia o estilo de um amigo meu das antigas, Giovani Padoin, de floripa que havia feito um site muitíssimo bom, chamado Black or White Homepage, sobre Michael Jackson, na época que eu era fã roxo do Rei do Pop. Hoje ele é um webdesigner fodão, mais que antes, além de artista. Tem vários elementos bacanudos no layout que eu fiz, como meus olhos vermelhos, o desenho do pégaso bonitão, um corte da obra do Picasso (na época eu era super fã dele) e o mais engraçado é a minha foto, hahaha... Cara de bom menino virgem que vai a Igreja.

Pegasus Fantasy - Fev 2006/Mar 2006
Saint Seiya! Foi o primeiro dedicado a essa série. E óbvio que não poderia deixar de ser o meu personagem favorito, o Seiya de Pégaso. Sei que 98% das pessoas que assistem a série odeiam o protagonista, e entre os 2% que não odeiam, 1,8% não ligam pra ele e apenas 0,2% são os que gostam. Até hoje só encontrei três pessoas que gostavam realmente do Seiya. Porque o Seiya como o primeiro personagem que dediquei um layout? Simples! Seiya mesmo sendo um personagem fictício, amante da justiça e da bondade e da perseverança (e põe perseverança nisso!) foi sempre características que moldaram minha infância triste e obesa.


Mas achava ele bonitinho até. Na verdade foi uma época muito caótica e chata da minha vida, tava saindo do colegial, pensava que não existia vida pós-colegial, tava perdido na faculdade, gostando de uma menina com sérios problemas psico-mentais (Clementina?) e tentando entender um pouco da confusão do mundo. Não gostei muito porque ficou com muita cara de assinatura de fórum... Muitos efeitos e pouco visual. A minha foto também é um show a parte, hahaha... Foi nesses meses mais ou menos que eu comecei a entrar em depressão e tava murchando até morrê. Mas aí achei adubo e ficou tudo bom de novo. Mas isso demorou.

Tava pensando em importar todos os textos pra cá pra quem quiser saber mais da minha vida matar a curiosidade, hahaha... Problema que os arquivos aqui do lado ficariam imensos. Mas vou pensar na idéia seriamente. =) Mas vai dar um trabalhoooo...

Faltam dezoito layouts. Holyshit. =P
Mas pretendo mostrar sim. Devagarinho, mas mostro. Só ficar ligado na tag Pegasus Museum.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Segredo que não pode ser dito.

Mais um episódio das aventuras no cinema asiático. Dessa vez é o tal filme que a mulherada sempre cai em cima, principalmente por ter o galã teen chinês, Chou Jay. Francamente, o cara é mais poser que eu, só procurar as fotos dele no Google só tem uma outra que a gente vê que não ouve nenhuma intenção. Exceto que nossa diferença é muito mais que um sobrenome, um local e óvbiamente, dinheiro e fama.

Francamente não gosto da Jolin Tsai também não. Uma japonesa ou chinesa feia daqui (made in brazil) vale por duas Jolin Tsai's, desculpa aí a sinceridade, hahaha... Imagina se for comparar as japas bonitonas. A vantagem que ela canta muitíssimo bem, e tem um inglês dos mais impecáveis que já vi na boca de asiáticos. Ao contrário do Chou lá que canta pior que o Justin Timberlake na minha opinião.

O filme em questão é Secret (不能说的秘密, pinyin: Bùnéng shuō de mìmì) dirigido pelo próprio onde ele faz um estudante ginasial (note que Jay Chou na época já estava beirando os trinta anos...) que é apaixonado por uma garota que no meio do filme a gente descobre que ela não existe! Coisa pro Padre Quevedo ver, mas o final é bacaninha, embora seja meio rápido demais. A atriz que fez a Lu Xiaoyu é fora de noção de tão bonita que é, além de ser uma atriz muitíssima melhor que o cantor.

Muito piano, muito Chopin, muitas músicas bacanudas também e muitas atrizes realmente fora de série de tão lindas. Tirando o final, eu gostei, comecei a ver antes de ontem, mais um pedaço ontem de manhã e terminei ontem a noite. E sei lá... É bonito sim, não é dos melhores romances que já vi, mas achei bem especial. Roteiro bem simples, com poucos clichês por incrível que pareça e tem um ar de originalidade legal. Óbvio, não chega a um "Doce Novembro" e "PS: Eu te amo", ou ainda alguns tupiniquins excelentes como "Romance" ou outros. Embora acredite que vale a pena também assisti-lo.

Uma coisa engraçadíssima é como o povo da ilha chinesa sabe inglês muitíssimo bem. Tá, tá, convenhamos que os três dali que mais tiveram influencia yankee, praticamente extinguindo a cultura local foram os japas, koreanos e taiwaneses, mas os últimos parecem que fizeram a lição de casa ao menos no inglês. É quase como o Brasil, onde tem uma molecada que ainda diz que tudo que vem lá deles é melhor do que daqui, enfim. Não dizendo que eles não tragam coisas boas, mas temos muita coisa bacana aqui, sim? Destaco uma parte que o professor fala "Chopin", diz algo como "Tchou-pan", perfeitamente. Tá, sei que o mandarin tem fonéticas totalmente diferente dos amigos mais ao norte, e dói os ouvidos ver japa lendo "Great" e falando "Gureitto"... E numa parte onde a atriz principal lê em inglês é praticamente impecável (só errou uma pronúncia lá, mas não foi algo tãããão distorcido quanto um japonês ou koreano "ler" inglês. Congrats!).

sábado, 16 de maio de 2009

Minha avó já dizia:

...Que o pior cego é o que não quer ver.
Mas enfim, o tempo vai passar e no fim a verdade prevalecerá.

Por ter tido uma criação rígida, acredito ser eu uma das únicas pessoas com minha idade que não tem talento para mentir. Quando contava uma mentira quando era moleque levava uma bela duma cintada, e quando contava verdade, levava uma chinelada do mesmo jeito, hahaha... Gaguejo, suo frio e fico meio pálido, hahaha. Por isso prefiro falar a verdade e acabar machucando do que mentir e perder a confiança. Tava lendo um texto dum blog de uma amiga (Erika-chan, beijomeliga!) sobre a mentira, onde ela dizia algo assim: "Sei que quem mente age assim com todos ao seu redor. Só gostaria que essas pessoas pensassem mais se realmente vale a pena isso".

Como disse antes, estava vendo o filme Espanglês, onde a esposa lá do Adam Sandler trai ele (spoiler!), e o cara ainda perdoa. Impossível de se ver em filmes, certo? Filmes são moldes comportamentais, somos obrigados a agir como nos filmes, pois lá no fundo, acredite: estão até certos. Traição é algo imperdoável, dizer coisas que magoam sua namorada, dar em cima de outras meninas enquanto sua namorada não está por perto, dizer seus pensamentos libidinosos, isso pra mim é uma cachorrada no nível de bicho do mato mesmo. Daquelas feras no cio que pensam que mulher é só xoxota. Tanto pra homem, quanto pra mulher, e isso pra mim é imperdoável, não tem volta.

Na época do colegial (acho que primeiro colegial, sou muito desmemorizado) tinha um amigo que era super apaixonado por uma menina, que sabia mentir muitíssimo bem, diga-se de passagem. Nunca gostei muito dela, não gosto de pessoas que mentem. Mentira ás vezes é necessário, óbvio, são coisas da vida. Mas enganar quem você ama, essa é a coisa mais desprezível que alguém pode fazer. E ela enganava o coitado, dava até em cima de mim que era um amigo dele.

Porém o cara era tão cego coitado, até eu admito que demorei pra cair a ficha embora sempre minhas amigas falassem, porém estava cômodo e seguro para o casal. Não os conhecia antes, mas parecia que haviam começado o namoro na sétima série eu acho, porém com o colegial e os hormonios a menina já nem ligava mais pro sentimento do começo. Queria mesmo era cair na gandaia, beber até ficar de porre, e abrir as pernas pro primeiro que passar. Todos diziam, mas ele não queria acreditar, e pra ser sincero como eu era meio filho da puta também eu nem me metia, hahuehaiehau xD (hoje eu me arrependo)

Como de praxe, sem nomes. Não gosto de ficar lembrando de amigos que já passaram senão começo a bater saudades e vou parecer um velho na cadeira-balanço contando estórias.

Encontrei com ele há uns dois ou três meses num ponto de ônibus meio triste, parecia. Nem se lembrava mais de mim direito, achei isso meio bizarro. Eu ao menos o considerava um amigo. Mas terminou, e eu também nem quis saber o porquê. Mas imagino. Quando estamos amando somos mesmo cegos, acreditamos que nosso parceiro esteja certo mesmo mundo inteiro dizendo que não. Triste, mas eu já passei por isso e sei bem como é. Mas depois passa...

Muitas mulheres perguntam porque homens traem. Não tive nenhuma namorada pra trair, mas por observar outros homens imagino o grande motivo por detrás. Homens precisam de uma mulher que seja: amiga, amante e companheira. Amiga por ser alguém confidente, com quem possa se abrir, dizer dos seus problemas, ser ouvido. Dizem que a gente sabe que uma pessoa vale a pena pra nós quando pega nossos problemas e vêem lá dentro de nós que é realmente algo relevante - que não é uma besteira. Meus verdadeiros amigos são pessoas que ouvem meus problemas e eu ouço o deles, e não alguém que fala pra mim que as coisas que sinto são merdas e besteiras.

Tem a amante também, que é a pessoa para fazer amor legal, dar um beijo que nos faça sentir bem, e outras coisas. Não é baixaria, muito pelo contrário, isso é mais que sadio. É normal, é necessário, embora acredito que não seja imprescindível (essa opinião é minha, deixando bem claro). E por fim temos a companheira, pois amigo vai embora, amante está nos momentos mais gostosos mas a companheira é aquela que está sempre do nosso lado, pega em nossas mãos, nos dá um abraço gostoso e nos apoia em tempos difíceis.

Homens são filhos da puta mesmo. Lembro de um senhor da família, casou com uma mulher meio forçado, e depois de uma certa idade ela começou a ter crises de convunção. Não existia mais a amante, por exemplo. Resultado? Foi procurar quem o satisfaça nesse quesito. Por fim a senhora sua esposa terminou por falecer "um belo dia" e o tal senhor (não vou falar também, mas quem é da família aqui sabe quem é) casou com a tal amante que a fez sofrer tanto de angústia por não poder fazer nada. Porém isso foi no século passado.

Mulheres sempre tem mais paciência, quando amam o cara não importam em não ter o amante, o companheiro ou o amigo. Querem é mesmo ter alguém, não importa quem e mesmo não satisfaça, muitas continuam. Fico triste ao ver que tem tanta mulher que se ilude com homem babaca por aí que segue muito mais a cabeça de baixo do que a de cima. Infelizmente o jeito é esperar e amadurecer, para ambos. Ás vezes falta amor próprio, auto-estima, mesmo quando tem um cara que já esteja afim dela, mesmo nem sendo um príncipe encantado aqui, mas prefere apostar - e confiar cegamente - no antigo.

Ás vezes dá medo de começar de novo, medo de tentar um novo relacionamento com uma nova pessoa, tudo que é "novo" dá um pouco de receio, é verdade. Pode sofrer, mas pode ser feliz também oras! Pode ficar igual a mim que vai tentando e dando murro em ponta de faca, cuspindo pra cima e caindo nos olhos, mas acho que o importante é ir tentando, deixar as coisas rolarem que naturalmente vem (a Erika me falou isso esses dias e achei o máximo, kkkk). Afinal já tou esperando minha "princesa" há uns... Quinze anos eu acho! xD

E vamos seguir procurando. Como uma amiga minha me disse: "Com certeza tem alguém por aí batendo a cabeça também que um dia vai se encontrar contigo!" ^^ E eu vou continuar procurando. Força!

E por fim a partir de hoje esse assunto está fora. De agora em diante é vetado.
Textos escritos hoje sobre isso só irão ao ar dentro de três meses, aproximadamente no dia 15 de agosto. Voltamos a nossa programação normal.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

A importância de pedir perdão.

Meus caros, quando errarem, peçam desculpas! Não importa se a pessoa não perdoar, mas se você estiver errado apenas você vai poder consertar, não tem que esperar a pessoa, nem o mundo acabar nem nada. O mundo seria uma coisa muito mais simples se as pessoas soubessem pedir perdão quando estão erradas.

Ok, vai ter um monte aí falando: "Tá, mas se alguém pedir desculpas, você perdoa?", claro, e todos são assim. Menos os rancorosos e ranzinzas. Mas perdôo sim, a única coisa que eu não perdôo é obviamente traição. Embora se a pessoa vier com jeitinho pedir desculpas eu até perdoe, mas não terá como continuar tudo as mil maravilhas.

Tem pisadas na bola que a gente leva anos e anos pra conseguir sequer olhar pra pessoa. Mas é normal. Tem pessoas que eu não confio, mesmo conhecendo há décadas, enquanto outros que conheço há pouco tempo já me inspiram dez vezes mais confiança. É coisa de empatia, tenho um faro pra saber quando a pessoa não presta que é inigualável (embora ás vezes eu perfume isso pra negar o inevitável).

Papa por exemplo, Bento XVI tem meu respeito. Todos adoram meter o pau no esquema da camisinha, que ele proíbe e tal, embora pra mim Josef Ratsinger seja um grande teólogo, estudioso mesmo das Escrituras. Pessoal confunde muito as coisas, hahaha... Bíblia não proíbe camisinha, bíblia proíbe copulação antes do casamento, encaixando isso em luxúria, por exemplo. Porém vivemos numa sociedade contemporânea onde isso já caiu por terra desde os tempos dos hippies. Ele tá fazendo a parte dele, que é defender a igreja, e o pessoal pega e exponencia isso ao máximo dizendo que ele quer que todos pecamos e morremos de AIDS. Não é bem assim.

Porém, quando faz algo legal, poucos reparam! Sabiam que o Vaticano está inclusive estudando o espaço? Pois é, levaram tanto tempo pra tirarem a Terra do centro do universo, agora estão até voltando seus olhos para o céu, agora com telescópios.

E que o Papa praticamente mandou buscarem a cabeça do bispo lá que disse que o Holocausto não existiu? Recentemente em sua visita a terra de Israel, Bento XVI pediu desculpas sinceras ao povo judeu pelas declarações do Bispo Williamson que disse que o Holocausto nem foi lá essas coisas.

Bento XVI tem meu respeito. Digo isso pois alguém na posição dele, com um histórico que não é dos melhores ao longo dos séculos dos que foram "Papa" está mostrando ao mundo que é uma pessoa que quando percebe seu erro, pede perdão. Que é o mais natural a se fazer, todo homem quando erra pede desculpas e ninguém deve se envergonhar disso. Com certeza suas declarações e seus pedidos de perdão estão ajudando a moldar um catolicismo moderno, nem tanto ditatorial como era, mas enfim moldado mais na realidade.

Afinal, pedir perdão é preciso.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Dilema de comediante é fazer drama.

Estava vendo ontem um dos meus filmes favoritos: Espanglês, com Paz Vega e Adam Sandler. Acho os roteiros de Adam Sandler excelentes comédias, porém sempre é ele, do mesmo jeito, do mesmo caráter sonso e bobo de sempre. Tem hora que enjoa, e mostra que ele como ator não é dos melhores, embora saiba escrever muito bem. Outro que está na minha lista de favoritos é Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças, com Jim Carrey que pra mim não faz uma comédia bacana desde Todo Poderoso, em 2003...?

Engraçado que ao falar desses dois artistas remetemos logo aos filmes de comédia. E não vamos negar que sejam bons, mas aqui ambos os dois filmes são dramas, são lições de vida e muito mais do que filmes onde apenas damos risadas.

Há um tempo atrás, logo depois que eu deixei de fazer teatro, conheci um amigo que é ator, no colegial. Ele dizia que deveria ser bem frustrante nós dois atuando: pois eu quando quero ser sério, acabo sendo engraçado, e ele o contrário, quando quer ser engraçado, termina parecendo sério. É bem estranho pra alguns ver um filme com Jim Carrey onde ele resolve apagar da sua mente a menina com sérias disfunções mentais (tem alguma explicação lógica, a não ser TPM óvbio, para as decisões da Clementina no filme?) onde, pelas suas gesticulações, de um ator comediante, onde as expressões são sempre tão exageradas, e ainda prestarmos atenção.

Talvez seja por isso que muitos me acham o cara engraçado e poucos são os que vêem além do palhaço sem graça, sim?

Porque a vida tem que ter drama. Não se pode fazer apenas graça, ser carismático o engraçado. A vida tem seus dramas, suas brigas, suas felicidades, suas frustrações e suas tristezas. E mesmo que pense que apenas é isso que exista, temos que entender que é apenas um momento ruim, que tudo vai passar. Que namorados vão passar e virão outros, que carros quebrarão e virão outros, que amigos irão embora e virão outros.

Vida inteira sempre substituí pessoas. E acho que é normal, coisas são tão fulgazes... Difícil de acreditar que exista algo eterno nesse mundão, se nós, poxa... Estamos engatinhando! Só passaram só dois mil anos que um cara lá longe organizou ensinamentos de bondade, amor e compaixão, e mesmo hoje ainda estamos aprendendo, assimilando esse tipo de coisa. Tentando digerir.

Um dia você faz comédia, no outro vocês fazem um drama, depois um terror, depois uma ação. Filmes são retratos da vida: Entendemos que é uma cópia, baseado na realidade, mas nunca será de tão valor quanto a realidade, e isso é a coisa mais saudável do mundo.

Pessoas escrevem tantos livros sobre suas vidas. Veja por exemplo, Vera Fischer. Cara o que ela fez da vida? Miss Brasil na década de 1740. Viu a independência, proclamação da república, Vargas morrer e a ditadura acabar. O que a vida dela tem de interessante que a de ninguém não tenha? Poxa, eu vi o Atentado de 11 de setembro na manhã do dia, e pensei estar vendo um filme, e depois pensei: "Caraca, isso não é um filme! Mas... Peraí. Acho que esses terroristas estão é vendo filmes demais pra ter uma idéia dessas de jogar um avião num prédio!"

Briguei com pessoas, machuquei, fui machucado, adoeci, já quase morri umas três vezes, já ressuscitei umas não sei quantas, ainda choro quando ando em Moema, sinto frio na barriga ao entrar no Senac como no primeiro dia, jogo Mario ainda como um moleque de sete anos e continuo sendo o homem da casa pra matar baratas, ratos, centopéias porque até meu pai tem medo dessas coisas. Exceto aranhas, e isso por incrível que pareça ninguém em casa tem medo, exceto eu que sou aracnofóbico doentil...

E a vida prossegue. Jim Carrey (talvez) é engraçado? Possivelmente. Mas não quer dizer que ele, nem a vida de ninguém seja um mar de rosas. Porque se fosse, perderia a graça! Que dane-se o paraíso, acho que o melhor presente que Deus tenha nos feito teria sido jogar a gente nesse inferninho que é a Terra. Senão continuaríamos como o Adão, que ao ter sua primeira ereção grita pra Eva: "Afaste-se! Eu não sei que de tamanho essa coisa vai ficar!!"...

Hahahaha... Adoro essa piada. =P

terça-feira, 12 de maio de 2009

Ai meu Deus! Ela morreu!

Lembro que o povo costumava dizer que o Japão por ser uma cultura riquíssima, exatamente por tanto tempo ser um país fechado a entrada de imigrantes, além de na época ficar mais isolado do mundo que Cuba, criou uma cultura muito mais autêntica própria deles do que da Asia continental. Porééém, com a abertura dos portos na Era Meiji, e com as maravilhas tecnológicas que foram trazidas, como Lucky Strike, chocolate e absorvente íntimo, vieram também a linguagem dos filmes americanos e europeus que infelizmente tiraram um pouco daquela aura mística que tudo asiático tinha, incluindo os filmes.

Pra ser sincero, eu não vi inteiro, hahaha... Normalmente quando vejo um filme eu vejo um tempo, depois dou uma volta, brinco com os cachorros e sei lá, depois eu volto e retomo da onde eu parei. Mas vi quase tudo e dei um skip pro final. O filme da screenshot é o clássico de Masahiro Shinoda, cineasta nipônico e não... Não me venha com o Kurosawa. O cara é bom, isso eu não nego, mas é como Steven Spielberg: qualquer zé ninguém sabe que ele existe, e muita gente ainda pensa que ele é o único.

Odeio gente que posa de gostoso por saber apenas um. Mesma coisa de dizer que no Brasil só tem samba, na França só tem gente porca, idiota, burra, egocêntrica, viados, pseudo-jogadores de Futebol, mulheres com mais pelo no sovaco que na cabeça (o que isso tudo não deixa de verdade pra aquele povo porco que odeio), nos Estados Unidos só ter gente obesa, e no Japão só existirem menininhas colegiais.

Estou falando de Duplo Suicídio em Amijima (心中天網島), filme de 1969 que eu achei que prende por si só pela aura contrastante que tem. Foi baseado numa peça teatral de 1721 escrita por (insira aqui um nome japones dificil pra caraio por ser ainda feudal) que é normalmente encenada com bunraku, as bonecas japonesas, e é considerada por muitos o Romeu e Julieta nipônico.

Sim, eu adoro tragédias românticas, hahaha... (tou me acostumando ás desgraças...)

Mas, gostei! Atores excelentes, diga-se de passagem, em especial a atuação da atriz Shinoda Shima, a Koharu, prostituta que é uma das protagonistas, a que aparece nua no começo (já vi que vai ter um monte de marmanjo indo pegar o filme pra ver japa pelada no começo depois desse comentário... ¬¬ Mas vejam até o fim viu? Eu gostei, mas é filme meio cult, tem que gostar de ver cinema alternativo).

Uma tragédia, se não gosta de finais felizes também não aconselho assistir, embora acho que no final é sempre meio Romeu e Julieta. Por fora a gente pensa, fica triste por eles morrerem sem jamais conseguirem passar a vida juntos. Mas por outro vemos que ainda é coisa que a sociedade impõe, e exatamente por esse infortúnio acabam escolhendo medidas tão drásticas. E no final, mesmo triste, acho que eles estariam em algum lugar felizes.

Fica a dica!
(e não, não faço resenhas de filmes. Se quiser alguém profissa, vai atrás do Rubens Edwald Filho!)

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Quando vi Marley e Eu.

Hahah. Fui criado pra ser um cara que não chora. De fato, fico remoendo por dentro mas dificilmente eu derrubo uma lágrima, e quando vejo que é inevitável faço o esqueminha básico de fechar dos olhos e virar pro lado tomando um ar e tudo volta ao normal. Desde criança fui condicionado a não chorar. Porquê? Meninos não choram, oras! Meninos são corajosos, inteligentes, fiéis e seguros.

E de fato, enquando meu irmão chorava na escola, eu fui colocando uma grande resistência a derrubar lágrimas. Muitas técnicas também, hahah... Mas incrível que, por mais que eu me coloque como o cara fortão, quando eu desabo, acabo chorando mesmo, e não é pouco. Mas como ninguém nunca viu, e nunca verá, ninguém tem que me ver chorando por aí, ninguém é pago pra isso ou pra ficar ouvindo as merdas que penso da vida. Muito isso veio do meu pai, já que a criança não poderia chorar aqui, ele se escondia em casa ficava de joelhos e chorava até dizer chega, aí depois eu que me levantava, ia no banheiro e limpava.

Sim, fui uma criança defeituosa. o_o'
Criação meio nas coxas, hehe.

Porém parece que meu pai está envelhecendo, amadurecendo e fiquei pasmo ao assistir um filme onde nós dois choramos! Cara, isso nunca aconteceu, principalmente vindo ele. O último filme que me fez lacrimejar (nem chorar conseguiu!), mas ninguém sabe disso porque é um mico, foi Pokémon 2000 - O filme. O que estou citando aqui foi o blockbuster Marley e Eu.

Tenso! Sem mais.

Eu sei que eu tenho que ser mais maleável com choro. Mas tenho que ser comigo, porque não consigo ver alguém chorando e ficar quieto ou parado. Nem mesmo ver outro triste. Mas quando eu tou assim, ninguém nunca vê, ou se vê é a minha tristeza de um só dia, no outro passa, nem que tenha que abrir um sorrisão maquiado. Ver alguém chorando é algo que mexe realmente muito comigo, principalmente se for amigo. Se souber então quem fez isso vou atrás e encho a cara do filho da puta de porrada pra deixar de trouxa pra não fazer meus amigos chorarem. Embora ninguém tenha nunca me defendido eu defendo sim os outros, hahaha...

Mas o filme é emocionante. Não vou falar nada dele, exceto que... Eu acho que sou uma das únicas pessoas que assistem filmes de mortes/terror e não vê nada de mais. Até os de mortes de verdade. Mas quando tem alguma coisa com bicho cara, ainda mais cachorros ou miaus, eu saio do lugar e não aguento cara. Graças a Deus que são poucos os filmes que tratam disso, pois me dá muita pena, aperta o coração mesmo, mesmo sabendo que aquilo é encenação, não tem nada que me deixa mais revoltado ou aterrorizado. Até quando o Betão faz besteira em casa o cagão aqui (eu) não tem coragem de fazer nada com o folgado, hahaha... Mate pessoas, mas não mate au-au's! Puppies need love too.

Só sei que terminou o filme estava eu e meu pai na sala, deitados do sofá e o Bidu no meu colo dormindo. Acordei ele, o cachorro não entendeu nada e dei um abraço apertado no menino. Cara, se até eu chorei, cuidado se for sensível com esse tipo de filme, aí tu desaba mesmo. Ah não, um que conseguiu me emocionar bastante foi PS: Eu te amo, e Meu primeiro amor quando eu era pirralho.

Quatro filmes e contando! ;D

sexta-feira, 8 de maio de 2009

do Desespero.

Escrevo coisas que ninguém entende. Mas pessoas lêem, e pessoas se emocionam, acredito. Se emocionam pois não escrevo com regras gramaticais ou uma ortografia avançada, mas porque escrevo com emoção, e essa emoção acho que fica impregnada nas coisas. Não sou uma pessoa de meio termo, se brigo, brigo pra valer, se amo, amo pra valer. Se não gosto da pessoa, apago da minha existência, nem olho pra pessoa. Se gosto, eu grudo, eu confio e defendo.

Ainda sou daqueles que acredita em amor. Em encontrar alguém com quem passarei o resto da vida até ir dessa pra uma melhor. Ás vezes paro pra pensar exatamente nisso, tantas garotas passaram, tantas falhas. Uma ou outra ficou um pouco de tempo, mas terminaram por me deixar, e deixar mágoas. Muitas mágoas.

Penso como solidão ás vezes é algo que não sabemos lidar. Vejo pessoas que realmente não conseguem ficar sozinhas, ao sair de um namoro já se engajam em outro, e depois em mais um e continuam por um ciclo. Óbvio, é um tipo de pessoa e comportamento, se isso lhe faz bem, pois que continue. Mas a solidão também tem sua beleza. Sou o tipo de pessoa que, acredito por tanto tempo estar apenas eu por eu mesmo, onde apenas a única pessoa com quem eu possa contar sempre é apenas eu, estou ficando é muito egocêntrico a chegar ao ponto de nunca conseguir conceber a idéia de eu estar com uma mulher ao meu lado pra dividir todas as coisas.

Acho que estou é ficando mesquinho! Hahaha...

Mas de vez em quando ando na rua, nos shoppings, nos cinemas sempre sozinho dá uma vontade imensa de ter alguém do meu lado. Não é algo instintivo, muito menos aquela coisa de bicho do mato que quer apenas procriar. É coisa de sentimento, de solidão. Ter alguém pra dar um abraço gostoso, apenas conversar, ou ainda sentar do lado pra ver um filme quietinho. Logo eu que nunca contei com pessoas pra fazer acontecer, sempre tão frio e distante com as pessoas, onde apenas o meu único confidente sempre foi eu mesmo. Uma vida onde apenas eu poderia comigo mesmo, e com mais ninguém.

É bizarro! No mínimo. Ninguém é assim!

É complicado. Deixei as asiáticas de lado dessa vez, ando tendo muito azar, embora o mau jogador (eu) culpa as cartas. Tenho uma cobrança imensa de mim mesmo, não sou muito maleável a ficar no segundo lugar, ou ver alguém melhor que eu. Estou tratando isso, hahahaha! Parece uma jornada de insight que nem eu sei bem onde vou parar.

Não gosto de vê-la conversando com o ex-namorado. Mas ao me perguntar, eu não sei o porquê dentro de mim. Sinto uma espécie de desespero, onde temo pelo pior e sei que nada posso fazer. Alguém sem forças, que ao ver todo o exército indo para o combate com o inimigo que está muito mais forte nada pode fazer, a não ser fazer o sinal da cruz e esperar que tudo acabe bem. Impotente, pois sei que nada do meu esforço valerá a pena. Eles voltarão, não conseguirei mais conversar com ela, a amizade e tudo que tinhamos terminará, perder-se-á pelo vento.

Ao lado dela me sinto tão bem. Tudo no mundo não importa. Talvez eu sempre me senti assim, mas sempre neguei pra mim mesmo tal coisa. Sinto me tão feliz, confiamos um no outro, conversamos sobre tudo. Medo de perder a amizade, e provável que nem por mim tenha tanta amizade, mas sabe que me faz tão bem. Sabe que eu seria incapaz de mentir pra ela, mesmo que viesse perguntar, sei que fugiria.

Como esses sentimentos brincam com a gente. Mesmo com mais de vinte anos ainda sente-se fraco como se fosse uma criança que se apaixona pela amiguinha com quem estuda.

Nem eu mesmo sei o que se passa dentro de mim. Embora saiba muito bem como tudo irá acabar, sabe? Por isso de alguma forma tento negar isso, e me preparar para o pior.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Uma banda no mínimo... Curiosa.

Me rendo ao som dos novatos do GReeeeN. Tou ouvindo bastante coisas ou pop ou indies. Ou aqui no caso, os dois juntos. Tá bem modinha mesmo essa banda, aliás, é no mínimo... Curioso.

Primeiro acho que o nome. É um sorrisão com quatro letras "e", indicando os quatro integrantes do grupo, onde inclusive dois deles são... Dentistas (entendeu o sorrisão, né?)! Outra coisa é que mesmo em PVs, dificilmente eles mostram seus rostos. Até mesmo em shows eles usam máscaras com seus nomes no formato do logotipo da banda, Hide, Navi, 92 e Soh em forma de um sorriso de bochecha a bochecha.

Estão vendendo igual bugiganga de chinês na Vinte e Cinco de Março. Só os singles deles estão ultrapassando umas barreiro meio iverossímeis de tamanho o sucesso dos quatro moleques. Estava ouvindo o álbum deles Aa, domo. Hajimemashite. e gostei bastante. Não é um Dominó, br'Oz ou Arashi da vida que fazem a mulherada delirar e nós homens vomitar. Os caras tem pompa. Ganharam meu respeito por escolher o verde fluorescente do logo, como esconderem até seus rostos. Pra fazer isso tem que ter coragem, hehe.

Mas até pelo som, obviamente não gosto de boy-bands e afins, mas GReeeeN parece que chegou pra ficar com seu som jovem, eletrizante e viciante.

Isso me lembra o questionamento de Marcelo Tas: De água bebem os japoneses?

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Ações drásticas pedem medidas drásticas!

Tava lendo uma frase e gostei bastante. Algo assim: "Para cada mil homens dedicados a cortar as folhas do mal, há apenas um atacando as raízes!". Da hora heim? Roubei da minha amiga Bia. =)

Tem um ditado, ultra-feminista que eu gosto muito: "Homens são bons pra falar, mulheres são boas pra agir." Não que falar também não seja importante, mas agir também tem sua importância, mas tem que falar também, mas falar não tem nada com agir e... Arrrrrhhhh... Tá pior que o Chapolin Colorado. Quando quiser que algo seja dito chame um homem, e quando quiser que algo seja feito, chame uma mulher.

Que fique claro que eu concordo plenamente. Em gênero, número e grau.

Não acredito em coisas ruins em doses homeopáticas. Se a gente for ferrar alguém tem que ferrar de um jeito e jogar tudo de ruim de uma vez só. Não tem que ficar indo de pouquinho em pouquinho não, já dizia Maquiavel. Se for atacar um mal também, ataque pelas raizes. É bizarro, mas me sinto quase como um tipo de paciente terminal e sabendo que tem pouco tempo de vida e quer aproveitar isso. Tou seguindo as sugestões e tou indo, de pouquinho em pouquinho me desvincilhando das coisas de antes e indo para novas.

Criei vergonha enfim pra recusar o depoimento dela! Poxa, um só clique. Ficar lendo aquelas coisas, não que eu tivesse esperança, mas já tava mais que na hora. Tou sabendo a dar mais tempo pra mim que eu também consigo, afinal esforçado eu sempre foi. Procurando ver minhas limitações e... Principalmente. Não posso ser perfeito em tudo. E nem em quase tudo. Mas em alguma coisa eu tenho que nem é ser perfeito, mas sempre dar o meu melhor na medida do possível. É um tipo de conceito que eu carrego desde moleque por sempre odiar ser o número dois, mas agora tou vendo que se eu fosse o Rubinho Barrichelo, teria saído da Formula 1 e ido pilotar carrinho de cachorro-quente.

Mas afinal o que diabos tem o Rubens Barrichelo? Porra, o cara só chega em último, isso é, quando chega. Mas ele se esforça, e agora sabemos que mesmo se você se esforçar ao máximo você tem que ter pessoas do seu lado que te ajudem, como agora que ele tá na BrawnGP e tá indo até que bem por hora. Esteja com as pessoas certas e se esforce que tudo sairá perfeito, em grupo, não sozinho.

E por aí vai. Sabe, acho que se a gente quer dar um ponto nas coisas do passado a gente tem que ir de pouquinho em pouquinho. Descobri o real caráter de um "amigo", que me ferrou com uma garota, e agora quero andar com quem realmente sei que importa comigo de coração e quem realmente me importo e defenderia com unhas e dentes (coisa de leonino, quando realmente chama alguém de amigo, defende com todas as forças mesmo o amigo estando errado, hahaha!).

Mas não tem como deixar as coisas do passado de uma vez, com um comando de deletar. Mas tem como, se esforçado dia após dia você ir deixando tudo de lado, de pouquinho em pouquinho e passo a passo e tudo aquilo que te fazia sofrer... Uma hora simplesmente some, e você vê na sua frente um futuro de possibilidades. Morte nem sempre é fim, mas pode ser também um recomeço. Um belo dum recomeço.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Paixão não vê cor da pele!

Que todos sabem que eu tenho problemas com japonesas nazistas (que só aceitam namorar com japas, e isso pq eu quero namorar... Nunca pedi filhos nem nada), bom isso todos já sabem. Engraçado que tem umas que nem chance dá, parece que vê um não-japa e já olham feio como se a gente fosse bicho do mato, aff... Mas isso nem é tanto pra desabafo. Porém, que todos saibam da minha opinião sobre isso, e quero mais que essas asiáticas nazistas vão pro quinto dos infernos. Prontofalei!

Eu digo isso porque é chato a situação da gente tar afim de alguém e a pessoa não querer nada não porque você seja com uma personalidade assim ou assado, ou então você ter uns gostos que não combinem. Mas exatamente pelo fato de te julgarem pela cor da pele! Talvez seja por isso que os japoneses muitos se sintam isolados e só conversam entre eles, enquanto pra mim, nunca me recordo se tive esse tipo de preconceito ou bloqueio.

Aí fica obviamente uma situação bem chata. Embora elas nunca admitem que são racistas. Mentira, são sim. Conheço muitas que só ficam com japoneses e nem chance dão pros ocidentais bonitões aqui como eu. Essas, eu deixo de lado, francamente.

Porém não era pra ser assim, certo? Estava vendo esse vídeo, no final do post. É uma propaganda da Petronas, filmados com (de acordo com eles) crianças reais. Entre elas, um que chamou a atenção foi o "Tan Hong Ming in love", de um menino chinês que gosta de uma menina de origem indiana, eu acredito. O chinesinho é uma graça, diz que sonha até em levá-la para jantar com luz de velas! O final é impressionante, hehehe!

A questão nem é isso. Só acho que nós adultos temos obviamente muito a aprender. Ainda mais num país como o nosso, com tantas pessoas se dando bem de todas as raças, credos e estilos, obviamente todos nós somos um bando de pé-rapado, mas amor não era pra ser uma coisa que não visse nada dessas diferenças, uma coisa meio sem fronteiras? Não seria uma coisa que a gente vê muito mais pelo coração do que cor de pele? Pense nisso! [/clichê]

E digo não ás japas nazistas. ><' Felicidade não vê raça, nem credo, nem nada do tipo. Sua felicidade é uma coisa que independe de qualquer fator de cor de pele, e sua felicidade só diz respeito à sua vida, não as questões que seus pais nazistas te colocam na cabeça ou você mesma coloca. Essa aliás é a coisa que mais anda me dando dores de cabeça depois do quesito "ex-namorado que ainda nos falamos, saímos e obviamente, me come todinha quase todo dia há mais de um ano"... Sai zica. =P

E tá, prometo parar de ficar falando da minha vida e dos meus pseudo-quase-falhas com garotas asiáticas. u_u Quer saber, vou desistir delas por um bom tempo. Elas tão me dando é um azar danado, isso sim!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Fogo da caixa d'água... Na taça!

Pois é. Corinthians sagrou-se campeão, mas uma imagem parece que conseguiu repercutir mais ainda que os gols do fenômeno.

Uma imensa falta de responsabilidade da organização na hora da entrega da taça, quase vimos uma cena da idade média, o fogo da Inquisição novamente. Nem quero comentar porque eu na hora só consegui dar risada, mas realmente, quando vi aquelas faíscas dos fogos presos no elevador e depois a chuva de papel de seda, estranhei a demora daquilo pegar fogo. Até a hora que pegou.

Sorte que não aconteceu nada, mas que deu medo, obviamente deu. Mas que falta de responsabilidade da organização, me permita dizer. Isso não se faz mesmo. Fica a dica!

domingo, 3 de maio de 2009

da Paixão.

deuses Olímpicos. Porque me dão tanta ternura e tanta frieza juntos?

Ao lado dela sinto-me tão bem. Sempre me sentia assim antes com ela, mas agora está tão intenso. Tudo fica tão engraçado, bobinho e infantil. Sinto-me amando como uma criança, um amor puro sem fronteiras, onde a felicidade está no simples fato de estar ao seu lado!

Quando me despeço fico tão triste, não sei o que pensar, nem ao menos sei onde estou. Quero vê-la, falar novamente alguma coisa, mas não a encontro. Não durmo pensando onde ela estará, não vivo pensando o que ela está fazendo, e longe dela apenas existo.

Porém junto tudo muda, e por mim, todos os dias seriam assim, todos os finais de semana, todos os momentos. Como estar apaixonado é uma coisa que mexe com a gente de tal maneira, que exatamente quando sentimos esse sentimento, nos dominando, de alguma forma nos trazendo a tranquilidade no lado esquerdo do peito, ao mesmo tempo sentimos o caos, nos sentimos incapazes, frágeis e bisonhos.

Mas ela me faz tão bem. Mas também nem duvida disso (acredito eu!).
E se duvidar, o que farei? Nem eu sei.

De vez em quando entro num desespero quando ela encontra alguém. Sinto uma tristeza imensa, mal consigo me concentrar. Sinto-me um impotente, um inútil. Exatamente pois não sei se ela olha, ou se um dia sequer olhará pra mim! E quando estamos juntos me sinto tão bem, tão feliz. É uma coisa tão simples, sem preço, sem validade e ao mesmo tempo tão e... Bobo! Gostar de alguém é uma coisa tão boba, mas mesmo assim continuamos a cair nessa mesma bobeira, e continuaremos até que encontremos alguém (e eu espero encontrar!) alguém que faça sentir esse bobo apaixonado pelo resto da vida. Será que é ela?

Ah, mas... Se ela me olhasse! Meu Deus! Nem eu sei onde estaria. Talvez experimentaria aquilo que meu conterrâneo Shakespeare dizia, não por ele ser da velha Bretanha, mas de ser de um lugar onde os homens não tem vergonha de amar uma mulher, porém têm medo de demonstrar isso...

Sinto pena. Mulheres sempre dizem que bons homens são casados ou gays. Porém nós homens sabemos que mulheres são boas quando percebemos que elas não olham pra gente - preferindo olhar pra um outro que inclusive nós sabemos que só as fazem sofrer e eles acabam por fazê-las triste... Essas são mulheres tão únicas que nós percebemos o seu valor, e juramos pra sempre tratá-las muito melhor do outros. E cumprimos! Mas nunca temos uma chance...

Como são estranhas essas encruzilhadas bizarras do coração tingido de paixão.

sábado, 2 de maio de 2009

Filosofia do anti-pop!

Maio começando! Na verdade tava com poucos assuntos exatamente porque realmente muita coisa está acontecendo em todos os âmbitos da minha vidinha medíocre, então tou tendo que dizer pra mim mesmo: "Apertem os cintos, o piloto sumiu!" e na medida do possível manter um pouquinho de sanidade. Mas conforme as coisas vão se arrumando, talvez eu registre aqui.

Mentira, não tá ruim. =P
O pior já passou, acredito eu.

Pra ser sincero, estou vendo por um lado e estou feliz que meu blog nem tem tantas visitas quanto eu pensava que tinha. Quer saber, nem quero. Vamos dizer que, quem descobrir e quiser continuar lendo, pois que leia, oras! E acho que, se alguns me escolhem pra ler, é mais que dever meu trazer assuntos bacanudos para jogar aqui, e aí quem quiser comentar comenta, quem quiser xingar minha mãe xinga, quem quiser seguir, siga.

Quem escreve pra alguém acho que tem uma imensa responsabilidade em mãos. Só de saber que alguém vai ler isso já é algo pra se pensar. Eu mesmo sou uma pessoa meio egocêntrica e um tanto mesquinha com as minhas coisas. Tenho muitas idéias e textos que não publico nem nada, e centenas de drafts salvos. Quando eu era menor eu queria fazer uma banda de róqui, mas ao contrário de todos, não era pra ser famoso, mas pra cantar alguma coisa que fizesse nem que sejam poucas pessoas ouvirem e entederem. E pensarem. Ser famoso era exatamente o que não queria.

É a "filosofia do anti-pop" - por eu mesmo.

Não gosto de coisas muito populares. Acho muito artificial pessoas gostarem de seriados ou músicas exatamente pois estarem na moda. Digo, pros que realmente escutam, aquela música fica guardada na gente e não sai mais. Pros outros, é apenas mais uma na parada de sucessos semanal. Assim foi comigo com muitas músicas, inclusive que eu coloco no meu blip. São umas músicas que eu ouvi, ou estão "ecoando na minha mente" e eu coloco lá. Desde algumas atuais até algumas antigas.

Sim, obviamente não sou desses caras 100% cult que só assistem aos filmes alternativos, gosto de bastante "cocôzinhos" pra fazer lavagem cerebral. Mas gosto de coisas alternativas, e acredito que o fallen Pegasus seja exatamente isso. Um blog pessoal alternativo escrito por um mané meio depressivo, meio feliz da vida, que estuda, tem problemas reais, numa vida real, com pessoais reais.

Quando abro o Analytics e vejo que continuo na média de quatro visitas diárias não tem nada que me deixa mais sussegado. Blog é meio invasão de vida, a gente tem que tomar cuidado principalmente quando é algo pessoal. Gosto dos meus leitores, e acho que mesmo aqueles que só visitaram uma vez na vida já me deixa bem feliz. Afinal se tem gente que aguenta isso todo santo dia, bem... Podem ter certeza que um lugarzinho no céu já está garantido, hahaha, depois de tanta baboseira que escrevo.

Onde que, se a gente parar pra pensar a vida de todos é interessante. A única diferença é que tenho um teclado, um blog, pessoas pra ler, muita imaginação e é claro, sei escrever, na medida do possível. Fica a dica!

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