sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

SADistic bitch!!




Acho que hoje eu entendo melhor. O problema nunca foi você, foi eu.
Eu me odeio profundamente por ter sentido algo por você. Não sinto nada por você, nem raiva, nem amizade, nem tristeza, tampouco angústia, ternura, amor ou fraternidade. O único sentimento que sinto é um grande ódio por mim mesmo.

O problema nunca foi você, foi eu.

Sequer te conhecia, você também nunca facilitou nessa parte e acho que eu também não. Talvez tinha visto em você tudo o que eu pensava procurar em uma mulher, mas apenas foi uma idealização. Sequer tive a chance de ver se na realidade você corresponderia a tudo aquilo. Porém continuei pensando em você, sonhando com você, procurando você.

Você foi a pessoa que alegrou meu futuro, tingiu de colorido todo meu mundo. A pessoa que eu me sentia muito bem ao lado, a pessoa que me acordava da maneira mais gostosa possível e ainda a pessoa que me deixava tão calmo em apenas ouvir a voz.

Mas talvez por sido tudo tão rápido, acabei por tentar extender aquilo.
Hoje vejo que o problema foi exclusivamente meu, que eu que via em você e projetava em você alguém pra vida inteira, mas você nada queria que algumas semanas... Eu que fui tomado pelo turbilhão que eu mesmo criei e quando me vi, estava não correndo mais atrás de você, mas fugindo de mim mesmo.

Fugindo de mim mesmo.
Estive fugindo de mim mesmo.
Fiquei de alguma forma perdido.

A culpa nunca, nunca foi sua. Se tudo aconteceu foi por culpa exclusivamente minha. Você foi nada, e nunca foi sinceramente. Eu que acabei te elevando mesmo sem nem te conhecer direito...

E aí que a verdade que uma vez "n" me falou vem à tona.
Que somente uma alma doentia é capaz de amar outro mais do que a si mesmo...

Siga sua vida. E nunca mais trombe comigo novamente.
Se eu tenho um desejo, é nunca mais te ver na minha frente.
Isso é pelo meu próprio bem. Acredite.

Isso está devidamente enterrado.

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