quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

This is it.


Enfim vi This is it. Vou confessar que não queria vê-lo nos cinemas. Tinha um pouquinho de medo de ficar triste, sei lá. E a perda do Michael foi algo que mexeu bastante comigo. Mas em suma o filme foi bom. Gostei principalmente pois Michael reviveu algumas que dificilmente eu o vi cantando. Ok, sou fã, é difícil achar uma música ruim do Michael pela nossa perspectiva, é verdade. Porém algumas sempre achei que mereciam atenção maior.

Adorei as versões Human Nature e fiquei meio assim quando vi que Speechless tomaria o lugar de You are not Alone como baladinha dos shows de Michael. Nada contra, Speechless é uma música belíssima, um verdadeiro achado de Michael e seria horrível ter que desperdiça-la. Mas You are not alone tem uma coisa única e tal, acho que é uma das melhores (se não a melhor) ballad do Michael Jackson.

Outra que gostei de rever foi Human Nature! Sempre adorei essa música do álbum Thriller, aliás outra que adoro do mesmo álbum e o senhor Jackson nunca deu atenção foi Baby be mine. E agora que não vai dar atenção mesmo, whatever. Human Nature é uma música daquelas produzidas meio além do seu tempo, e talvez apenas hoje que entendemos um bocado de seu significado, principalmente quando ele fala sobre a "Natureza Humana", "Olhos elétricos estão por toda a parte".

Ou era um visionário, ou planejou direitinho a saga Exterminador do Futuro! lol

Por fim, meu último comentário é, adorei o dueto Judith Hill e Michael Jackson em I just can't stop loving you. Toda vez que vejo essa japonesa me lembra muito, mas é realmente a cara cuspida da minha ex-namorada (a semelhança ás vezes é algo inacreditável). Não estou falando mal, longe de mim. Ambas são lindíssimas, apenas tem esse fato das duas serem bem parecidas mesmo. O dueto ficou mais que excelente, extraordinário mesmo. A bichinha é bem afinada, mandou ver bem tanto nesses ensaios da turnê como no memorial de despedida (sim! ela tava no final lá cantando We are the world e Heal the world!).

Filmaço! Comprem, aluguem, baixem, assistam.
Michael não estava tão ruim. Parecia na mesma forma que na turnê HIStory. Nem pareceu que poucas semanas depois daquelas gravações ele morreria de overdose medicinal. Emocionou e nos deu um gostinho do que seria essa turnê, a "final curtain call".

Vá em paz, em-jay!

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