segunda-feira, 31 de maio de 2010

Estamos todos interligados por uma energia e...

Hoje quero falar de uma séria teoria que tenho. Já vou avisando que sou cheio das teorias, então se você não concorda, peço que considere que apenas e trata de uma "teoria". Se insistir (que nunca aconteceu) dê o fora daqui. =)

Há um bom tempo, um twitter do @BomdiaPorque postou numa bela sexta-feira assim: "Sou apenas eu, ou essa semana teve uns três dias a mais?" e penso, como estamos conectados a tal ponto que, pra mim a semana tinha sido longa e chata, problemas na facul e na vida pessoal, e ao mesmo tempo tantas pessoas retweetando aquilo e tudo mais.

Os céticos dizem que o homem inventou deuses pra explicar os fenômenos que não entendiam. Estamos caminhando cada vez mais pra um mundo ateísta, mas o que eu vejo é que acontece o contrário: quanto mais respostas temos, mais dúvidas aparecem. E mais e mais colocamos a presença de um divino, de uma força invisível como fator que explique isso.

Nas outras semanas não teve comentários como esses do usuário, por exemplo. Coincidentemente a semana tinha sido pesada para todos naquela determinada ocasião, pois muitos se identificaram e retweetaram.

Descartes falava que seres humanos eram como robôzinhos, programáveis, sempre indo pra um compromisso a outro nos mesmos dias, desempenhando as mesmas funções e tudo mais. Somos tão robôzinhos que, se uma semana é ruim pra um, é ruim pra todos coincidentemente.

Será um ano do Tigre. Anos do Tigre sempre são de conflitos, reviravoltas, brigas e tudo demais. Se preparem!

domingo, 30 de maio de 2010

workin' day and nite!

Acho que nunca falei ainda do meu trabalho na Fundação Abrinq. As coisas lá são muito boas, muito melhores que no meu antigo trabalho. A primeira coisa que gostei de cara é o fato de ter ar-condicionado! Paraíso.

Pode parecer uma besteira, muitos talvez dizem que é uma coisa normal. Mas no meu trabalho antigo ficávamos num forno similar aos que nazistas usavam pra assar judeus pra depois comer com palitinho. Trabalhar transpirando não é uma das melhores sensações, ainda mais se você está na frente de um computador (como no meu trabalho antigo era...).

Mas é um excelente lugar. Pessoas bacanas e bonitas, um clima empresarial com um toque de humor. Me sinto grato por estar num lugar como esse. =) Sou novo ainda pra dizer se tenho alguma "amizade" lá, mas não tenho dúvidas que são pessoas valorosas ali.

Enfim, só deixando registrado, haha. Gosto muito. Nunca falei muito dele por aqui, acho que vale a citação. Acho que tou me acostumando demais a trabalhar no terceiro setor, acho complicado só se por acaso um dia sair desse terceiro setor. Já estou recebendo propostas de trabalho até com meu primo que estará se formando. São coisas a considerar, trilhões de coisas na cabeça, mas estou muito, muito feliz trabalhando na Fundação Abrinq.

Mudando de assunto completamente: As coisas estão começando a voltar aos seus eixos lentamente na minha vida pessoal. Nesse exato momento tenho que terminar um trabalho da faculdade e estou bolando o próximo layout do blog. Vou continuar no mesmo tema, saindo do average PSYCHO e entrando no average FURY, hehe. Aguardem novidades.

(quem vê, pensa né? Que aqui é o blog badalado, mas pra mim eu sempre achei o máximo, hahaha!)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

(Let go of me...) Take my revolution!!


Sempre no dia 26 renasço.
É o único dia do ano inteiro que eu te encontro, nem que seja num sonho.

Continue descansando em paz, querida.
Nos veremos ano que vem. =)

May 25th, 199...


Todo ano deixo uma rosa pra você.
Gostava tanto de rosas, não?

Engraçado que em tantos anos nunca senti tanto sua falta como sinto hoje, minha aquariana amada. Quando minha última namorada terminou comigo tive vontade de deixar tudo, voltar lá pro lugar que vivíamos felizes, mas...

...Infelizmente você não está mais entre nós.
Mas tive vontade de correr para seus braços.

Um dos últimos recados que você me deixou foi pra que eu continuasse e seguisse com minha vida, mesmo sem você mais sequer estando viva. Mas é tão difícil ficar sem você. Você é meu segredo, você é o detalhe que se foi. Minha querida amada, minha italiana baixinha e nervosa. Você levou meu lado sério, levou minhas esperanças, levou minha vontade de viver por várias vezes. Queria saber quando você aparecerá pra me devolver tudo isso.

Você faz tanta falta. Mas ao mesmo tempo ninguém pode saber de você. Queria que a tragédia nunca tivesse acontecido, e um dia, "por acaso", esbarrasse em você. Se isso acontecesse, não duvido que deixaria absolutamente tudo pra trás e ficaria com você.

Mas isso, é impossível. Ao menos nessa vida.
Amo-te, minha ragazza.

E esse ano, mais do que todos, tentarei mais uma vez seguir minha vida, achar outros amores, outras paixões. Apenas me prometa que, lá no final de nossas vidas, você estará me esperando? Me prometa...

domingo, 23 de maio de 2010

O que as mais velhas têm?

Tive uma professora de história da arte na UNIb excelente. Não vou citar nomes, óbvio, mas vou ser sincero que naquele minúsculo tempo de convivência (um ano letivo inteiro) foi o bastante pra eu ficar totalmente encantado por aquela mulher, e perceber que eu não tenho paciência nenhuma pra infantilidades de menininhas de vinte anos - que meu negócio era mesmo mulheres mais experientes.

Ainda hoje eu vejo algumas fotos no perfil dela do Orkut e penso "Ela é mesmo o máximo!". Com todo o respeito. Admiro muito essas mulheres independentes e inteligentes que se viram bem apenas com um belo Golden Retriever. Viajam pra todos os cantos, seria perfeita se não fosse o seu ódio pela Itália e sua paixão pra França. Que fique claro que minha rixa com o país dos francos veio bem antes de eu sequer conhecê-la, haha!

Ela não era exatamente bonita, mas inspirava beleza. E aí que a velha tinha sua cartada: a verdadeira beleza é algo tão grandioso que é impossível destruí-la. Tinha um charme mesmo, acho que teria qualquer homem nos seus pés se quisesse. Seria mais ou menos como uma Marília Gabriela, que muitas garotas talvez odeiam, mas muitos, muitos, muitos, muitos homens a admiram e babam. Mesmo ela tendo lá seus sessenta anos.

O mais legal, é que era muito modesta. Tinha trilhões de mestrados e doutorados, mas tinha toda a paciência do mundo pra falar contigo sobre o Baldacchino na boa, olhando nos seus olhos, te explicando como se fosse pra um pirralho de quinta série que não sabia nem quem descobriu o Brasil direito.

Mais me dá dor de cabeça é "como uma mulher dessas tá 'solta' por aí"?
Será que lá dentro ela se sente ainda como uma menina virgem de quatorze anos que se sente insegura?
Será que é tão estudada que ignora totalmente a necessidade de um homem na sua vida?
Será que trabalha tanto que não é possível dar atenção nem mesmo pro cachorrinho em casa?

Sei lá. Pessoas me falam pra eu arranjar uma menina de vinte anos pra um relacionamento, mas não tenho paciência pra uma menina que fique me enchendo o saco dias e dias pra que eu a ligue, que tenha crise de ciúmes doentis, e outras infantilidades do gênero. Pra mim seria perfeito uma Marília Gabriela, uma mulher que eu tenha um papo cabeça, mas ao mesmo tempo tivesse disposta ao mais bacana: amar mesmo, com todas as letras. =)

Afinal, oras, o Giannechini ficou mó tempão com ela. E entendo ele perfeitamente que talvez dificilmente achará uma outra como ela, hehe.

Só preciso que uma dessas "mais velhas" me dê bola, hahaha!
Quem sabe?

sábado, 22 de maio de 2010

Renascimento. Reborn.

Sábado.

Sinceramente, queria que todos os problemas estivessem lá longe. Mas acordar num dia de folga é algo difícil de explicar. Acordei ás 8h, vi pela janela da sala que o dia amanheceu bonito, céu azul, que eu tanto odeio.

Deitei e fui cochilar um pouco. Pensei que iria no centro hoje com a minha mãe de manhã, mas ela disse que queria descansar - a semana foi bem pesada pra ela também no trabalho.

Mas de alguma forma me senti muito bem.

Antes de entrar no Senac eu me consultei com uma mulher que fazia quiromancia, leitura de mãos. Estava saindo de uma faculdade que odiei (arquitectura), estava entrando em uma que nem sabia se terminaria ou não. Me despedindo dos meus amigos que fiz lá, e tentando dar um novo início pra minha vida depois da morte de alguém querida que ainda luto todos os dias pra superar.

Nunca contei isso aqui sobre essa consulta, até onde eu lembre. A mulher disse que eu conseguiria terminar, que isso me traria um futuro e eu poderia ter meu talento multiplicado. Ao mesmo tempo, a donzela disse que seria um caminho muito difícil, e que mesmo com as dificuldades, eu não deveria desistir jamais. Pois no final, tudo daria certo.

E então tudo foi passando. Primeiro Semestre, máquina de Rube Goldberg, onde construímos algo físico, martelamos, fomos antes do horário, ficamos até tarde da noite e no final a sala inteira se uniu em torno disso aqui. No Segundo semestre tivemos que correr atrás de autores, edição de vídeo, roteiro, storyboard e muitas discussões acerca de qual tema abordaríamos para produção de um filme.

Já no terceiro semestre fizemos um site, onde produzimos um portal de ensino de inglês para crianças e levamos críticas imbecis de professores que associavam arco-íris com o movimento gay, e não com coisas infantis. No quarto semestre foi um game, onde mesmo eu não gostando muito do assunto escrevi pra caramba, mas no final acabou saindo bem. E aprendi quase nada no semestre, mas tudo bem.

Depois tivemos o quinto semestre onde aprendemos a trabalhar em grupos diferentes, fomos até os cafundé de São Paulo numa vila perdida pesquisar (Paranapiacaba), pra no final fazer um projeto de infomativo turístico. Por fim, no último projeto, sexto semestre, o famosa harpa a laser, um dos mais difíceis, e que dispensa comentários.

Hoje penso que deveria ter feito algo mais fácil, como administração, ou logística. =P
Mas ao mesmo tempo penso que sou designer, sou criativo, meu trabalho é mexer com a criação. Aquela mulher disse que eu passaria por muitas dificuldades, pensei sinceramente que ela estaria mentindo, afinal eu já tinha uma base, já tinha mexido com web e coisas digitais, e nunca nem em meus mais bizarros pesadelos pensei que tudo seria tão difícil.

Todos os semestres foram uma luta. E não teve nenhum semestre que eu pedisse uma ajuda de Deus lá em cima, e ele sempre me ajudou. Todo santo semestre, que depois de apresentar e entregar o projeto final, eu não olhasse pra cima, apontasse pro céu, e dissesse pra mim mesmo "Muito obrigado. Mais um semestre com êxito, valeu! Graças a você!".

Mas esse semestre não deu.

Óbvio que estou triste, mas é assim que as coisas acontecem. Se nos outros semestres eu ficava péssimo no final, nesse eu passei por apuros durante todos os dias. Encarar uma orientadora incompetente, que não me ajudou no tema e nem me indicou um único autor a tempo, uma pesquisa que me tirou finais de semana, noites de sono, e que me fez me afastar durante muitos meses das pessoas que eu mais amo, foi muito complicado.

O resultado foi uma pesquisa ampla, com quase cem páginas. Que sequer foi aprovada pra ir pra banca pra eu receber um parecer oficial do meu esforço. Foi retido bem antes.

No dia foi como uma facada. Foi como a morte.
Foi como se todo o esforço morresse, todo o semestre inteiro de árdua pesquisa fosse tragado pros confins de um não-lugar.

E quando todas as esperanças morreram junto do TCC, morri junto do mesmo. Me senti um lixo de pessoa, chorei sozinho, não quis a ajuda de ninguém. Aliás, nunca quis, sou uma pessoa de egoísmo extremo nessa parte, se eu me meto num buraco, nada mais certo do que eu sair de lá com meus próprios braços.

De alguma forma de muita reflexão entendi a morte. Estranho né?
A morte pode ser um sofrimento, uma dor. Morte não é apenas o fim, mas um fim com um recomeço logo em seguida.

Essa semana vi que tiramos forças de lugares e isso nos enriquece. Nunca peguei DP, e nem mesmo tirei uma nota ruim em todos meus tempos de escola. De alguma forma, teria uma primeira vez, mas não pensei que fosse agora, depois de tantos obstáculos, pertinho ali, da reta final, do final da faculdade.

É tempo de recomeçar, sir Allain de Paula. O ato de construir é muito mais edificante que o de destruir pessoas. Quem sabe no dia que as pessoas souberem disso o mundo não se torna um local muito melhor, com pessoas se ajudando, se compreendendo, guiando umas as outras? Você não precisa de uma punição se você entende bem, mas se você é punido, mesmo que injustamente, você tem que pegar algo de enriquecedor nisso.

Semestre que vem, tamos ae. Vão em paz quem passou, me esperem lá na linha de chegada que chegarei logo depois de vocês.
Mas eu chegarei. Não tenham dúvidas disso.


"É você?!"

"Não zoa, vá..."

"Você está com problemas. Qt tempo não come ninguém?"

"...Hããã?"

"jejejejeje!!! Faz tempo né? SABIA!"

No papel ficou tão legal.
Pena que quando escaniei saiu muito porco. =P

Cada coisa que tenho que ouvir nessa vida... xP

terça-feira, 18 de maio de 2010

Não comprem Android pela Claro!

Atenção! Essa é uma denúncia (fudido né? Sempre quis dizer isso!).

Comprei um Samsung Galaxy Spica i5700 na Claro na última semana e fiquei muito puto: A Claro modificou totalmente o celular, retirando o Android Market, Gmail, Gtalk e até Google Maps! O celular serve apenas pra navegar na net, fazer ligações e tirar fotos. Onde está a graça de ter um Android da Google se você não pode baixar os aplicativos originais?

O pior é que nem a Claro fala o porquê disso. Liguei na Samsung e eles me explicaram que o celular sai de fábrica zerado, com tudo certinho e na ordem, e as modificações são feitas pela própria Claro. Eles estragaram o Android, e nem alertam os clientes quanto a isso. Tanto que a Tim, Oi e Vivo também vendem o aparelho e lá ele vem sem absolutamente nada retirado - essa coisa só acontece na Claro.

Não comprem Android pela Claro! Essa é denúncia de um cliente que levou um infeliz prejuízo por parte da empresa e além disso fiquei horas na Claro conversando com seus atendentes tapados e ninguém soube me dar uma resposta.
Claro é uma MERDA.
Vou fazer um vídeo no youtube. #putafaltadesacanagem da Claro!

domingo, 16 de maio de 2010

Quando o meu sangue dos Castro sobe à cabeça...

Merda!

Me esforcei no TCC o semestre inteiro pra no final virem me falar que "meu esforço foi pouco". O bolo pesado de exatas 96 páginas estava pronto, na minha bolsa, faltando ainda no último dia de entrega final da ficha pra banca.

Todos meus amigos em condições pra ir pra banca receberam prazos maiores, apenas eu tive um prazo de receber no sábado quase de madrugada pra entregar na quarta-feira ISSO porque num infeliz e-mail eu recebi o prazo, pois perguntei uma outra coisa, e no momento ali foi decidido o meu fim quando me deram 24 horas pra finalizar.

Francamente?
Me estressei esse semestre inteiro. Fui humilhado pela minha orientadora com suas críticas intermináveis, mesmo assim obedeci e fiz todas suas exigências, pra no final um pedido meu que era de fazer uma correção no texto se torna um inferno, uma cobrança, parecia mesmo uma espécie de perseguição. E ainda me disserem que foi consequências da minha escolha. Que escola? Obedecer todas ordem da orientadora? Se obedecesse teria que ter dado tudo certo, não?

TCC poderia ser um trabalho muito gostoso de fazer, afinal é uma pesquisa, oras! Porque pra alguns vira um pesadelo interminável? Era pra ser apenas algo pra finalizar bem um estudo de tantos anos, mas certos professores (e vocês sabem muito bem do que estou falando) acabam fazendo isso. E ainda tive que ir pra uma "reunião" onde a coordenadora do curso e a coordenadora do TCC me humilharam completamente e até subiram a voz comigo diversas vezes.

Não concordo.

Se teve alguém que deu corpo e alma nessa pesquisa fui eu. Sacrifiquei relacionamentos, trabalho, diversão, social, tudo. O resultado tá aí, uma pesquisa maciça de quase cem páginas, bem estrutura, escrita e reescrita várias e várias vezes e não me sinto um derrotado. Tive contrapostos com a minha orientadora? Tive! Mas ela não soube contornar isso, e o resultado foi levar isso pro lado pessoal, fazendo um julgamento sem arbitrariedade e no final me reprovando sem nem ao menos me dar o direito de ir pra banca.

Afinal, como os professores afirmam que nem na banca eu iria sobreviver se nem ao menos tive a chance de tentar? Se eles me afirmaram isso, muitos sem nem ao menos ler meu texto, é porque havia "algo" aí.

Como pessoas com doutorado ou sei lá o escambal que tenham faz um julgamento nesse estilo? Quer dizer que vou fazer o semestre que vem tudo de novo por um mero capricho da minha orientadora, que poderia sim me deixar passar, mas não passou porque não quis.

Já fui humilhado várias vezes nessa vida, mas não tanto como nessa. Vou até o final com isso, vocês vão ter que me engolir! Igual meu avô dizia: "Ih cara, você tem sangue dos Castro*! NUNCA provoque alguém com sangue dos Castro!"



* - Meu avô paterno era filho da minha bisavó da família Castro. Existe na minha família uma brincadeira que "quem entra numa briga, entra numa briga". Mas quem tem o sangue dos Castro e entra numa briga, sai da frente, que quem tem sangue dos Castro briga até as últimas consequências! Isso tá no sangue do meu avô, dos meus tios e pai, e eu herdei isso!!

Não me provoque. JAMAIS.
Tenho paciência de Jó, aguento um monte de coisa, mas estrapola o meu "milésimo limite" e centésima "mais uma chance" que eu te dou o que a vida já mostrou: que ninguém jamais ficou em pé depois. E tenho dito.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Derrota.

Nesse exato momento estou no horário de almoço do meu serviço.

Acho que se o blog é um registro, esse registro deve ser feito no momento que a coisa acontece, porque não?
Hoje recebi o ultimato do meu tcc. Não entreguei até ontem e recebi um e-mail lindo da minha orientadora avisando.

Verdade seja dita: quando as coisas têm que dar certo, encaixam como uma luva, e quando tem que dar errado, é como colocar uma chave num buraco menor que ela, por mais que tente nunca conseguirá.

Me matei, passei semanas escrevendo e corrigindo, re-escrevendo, re-escrevendo, re-escrevendo, perdendo fins de semana, me estressando (afinal eu trabalhava mais no fim de semana  no TCC do que durante a semana no trampo), a ponto de ontem eu cair no desespero e chorar muito. As correções não terminavam, o sono apertava e hoje veio o infeliz ultimato.

Ahhhhhhhhhhhhhhh...
Preciso fazer a barba, cortar o cabelo, arrumar minha vida, arranjar uma namorada, correr um pouco, trabalhar com mais dedicação...
Cansei mesmo. Tou pedindo pinico.

domingo, 9 de maio de 2010

Balada sábado a noite? Nada! Vamos correr!

Primeira corrida que eu participo! QUE CAGAÇO!

Eu sigo uma máxima da vida que diz que "A primeira e a última sempre serão os passos mais difíceis", e de fato, foi. Até maio do ano passando nunca tinha feito um esporte na minha vida. Fui do total sedentarismo, até a musculação, natação, atletismo e bike dos tempos atuais e confesso que exercício físico vicia muito as pessoas. Fiquei uma semana inteira sem ir por causa do TCC e quase morri: era tendão do braço que doía, joelhos detonados, palma do pé doendo a cada passo.

Voltei a fazer tudo e em apenas um dia... tcharam! Todas as dores passaram com aquelas pedaladas e braçadas na piscina.

Na terça-feira a Vanessa, lá da onde eu trabalho, me passou um e-mail que ela recebeu convidando pra corrida. Ela não foi. Na quarta eu me cadastrei (no impulso, confesso!), na quinta retirei o kit, na mesma quinta fiz um treino pros 5k da prova, na sexta fiquei em quarentena (lol, com os joelhos detonados) e no sábado foi a esperada corrida.

Vou ser sincero que pra primeira vez é TENSO aquele mundaréu de gente gritando, na maior expectativa pra largada. Na hora me bateu uma dor no ligamento da coxa direita, na minha perna direita que já é bem zoada por natureza.

Mas tudo correu bem (literalmente!)! Acho que poderia ter forçado mais, mas completei a prova sem nem ferrar muito a musculatura, até porque algo bizarro aconteceu qd estava nos 3.5k da corrida: meu pé direito adormeceu do nada. Não sei oque isso significa, mas fiquei com medo de ter um derrame ali na hora (sim, sou hipocondríaco, sei todos os sintomas de várias dessas doenças na ponta da língua), mas mesmo assim eu continuei, afinal só estava incomodando, doendo mesmo não estava.

A sensação de terminar é incrível, indescritível. Tá, foi uma prova de merda, com um tempo de bosta, mas foi muito, muito divertido mesmo. Pena que choveu horrores, e o tempo estava meio friozinho, o que pensando por outro lado me ajudou (imagino se fosse uma corrida de rua de dia com calor, eu teria morrido, no mínimo!). Acho que poderia ter ido melhor, mas tava com medo desse pé formigando ficar roxo, sei lá, pensei que fosse algo de circulação mais grave. Mas tinha hora que o formigamento passava, depois voltava, foi muito bizarro.

E, a foto é a mais nova amiga que fiz lá, haha. Verinha, com um pouco de sangue baiano como eu, corredora amadora, mas que tem bastante experiência na bagagem, várias corridas. Essa como primeira valeu a pena, e só tenho uma coisa a dizer: quero MAIS! Em junho acho que estarei em outra.

Vamos aí? =D
Ganhei litros de isotônico de grátis!
E nem era gatorade com aquele gosto de buceta.

Argh! =P

sábado, 8 de maio de 2010

You're a ghost. In every sense of the word.


Fiquei pasmo quando, ao acordar no ônibus vi no reflexo do vidro ela. Virei pra trás meio assustado, ela me fitou, e até mesmo o jeito de olhar me lembrava. As feições européias, o cabelo louro (na época que estávamos juntos, há muito tempo, era cor de beringela), mas os olhos, bem... Tinham olhos bem azulados.

Mas no final, nem era ela! Que bom. Ufa.
Os olhos dela eram mais negros que os meus.
Mas a semelhança era incrível. Mostrei pra duas pessoas que nos conheciam daqueles tempos e todos se assustaram.



25 de maio tá chegando, "mais um 25 de maio" depois de tantos, tantos anos. E mesmo depois de anos da tragédia, ela ás vezes parece ainda vir atrás de mim, como um fantasma. Em todos os sentidos da palavra.

Você faz muita, mas muita falta.
Mas sei que você está num lugar muito melhor, e feliz, me protegendo.
"Recomeçar sempre é preciso, caro Sir Allain de Paula".

sexta-feira, 7 de maio de 2010

average PSYCHO!!


Eu era uma pessoa normal. Até ficar doidinho! Hahaha.
Sei que muita gente vai ficar puta porque tirei os widgets do lado, mas entendam: é por uma boa causa. Não gosto de escrever em um lugar comprimido, isso ás vezes pra mim soa como se minha idéia, meu texto, fosse algo limitado. Por isso deixei arejadão assim!

Nunca trabalhei com esse amarelo alaranjado, acho que ficou um bom resultado. Gostei bastante da textura enferrujada no fundo, as bonecas, o brilho intenso no meio. Meus layouts são experimentais, não se esqueçam disso! O blog acima de tudo é meu laboratório de experiências malucas.

Mas gostei! Ficou bacana. Algo bem inusitado, não quero mais fazer (ao menos por enquanto) layouts baseados nos meus gostos. Isso todos já estão cansados de ver. Acho que meu design evoluiu o bastante pra fazer obras 100% minha. É, pois é, é o Pegasus Wings entrando numa nova fase, provavelmente.

Opiniões? Estamos ae, deixa um comentário! =)

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Ronaldo é Corinthians.

Antes de qualquer coisa, vejam esse vídeo no Terra TV.
Quem não torce pra esse time, nunca vai entender. Não existe rivalidade entre Palmeiras e São Paulo, nem tampouco entre o Santos. Os três times gostam mesmo de vencer o Corinthians.

O Corinthians é um time vencedor, mas não é um Inter que tem todos os títulos possíveis, ou São Paulo FC que tem lá umas Libertadores. Corinthians joga por título? Hipócrita eu de dizer que não, isso aliás é o que iguala todos os times do Brasil. Mas uma coisa que faz qualquer adversário tremer, isso pode até ser o Flamengo, que logo será a segunda torcida do Brasil é exatamente isso: sua torcida.

Hoje ao ir pro trabalho vi várias pessoas com a camisa do Corinthians. Como tenho que trabalhar de social, fui de calça preta e camisa branca, listrada de preto. Que time você me algo similar? Quando o SPFC está numa fase ruim você nunca vê ninguém na rua com a camisa tricolor. Santista? Nunca vi na vida, vi os primeiros só agora. Palmeirenses então, mais difícil ainda.

Que torcedor que mesmo nas horas mais difíceis fica ao lado do seu time? Isso, meus caros, vocês só vão entender quando forem corinthianos. Corinthians me dá orgulho que, mesmo sendo um time do sudeste, que tem muito mais recursos que muitos times do resto do país, se iguala aos menos favorecidos exatamente pelo fato de jogar com a camisa. E não tem Casagrande drogado na Globo falando merda que reverta isso.

Você, que torce pra outro time, entenda que nós não somos torcedores do Corinthians. Nós somos o Corinthians, todos os milhões de torcedores estão lá no gramado, com os onze jogadores, com o técnico, os dirigentes. E assim estivemos juntos nesse jogo. Talvez seja uma lição, porque não? Afinal quem não se lembra quando caímos pra série B?

Se o Palmeiras, São Paulo ou qualquer outro time cai não aparece com tanto impacto no jornal como se fosse com o Corinthians. Nós somos grandes, somos fortes, e só nós juntos já somos maiores e mais forte que os outros três paulistas. A gente não torce pro Corinthians, a gente é o Corinthians, a nossa vida, nosso amor, e quem nunca abandonaremos!

Aqui tem um bando de louco! Loucos por ti, Corinthians. 

Eu canto pra te empurrar! Vamo ver o Timão, não para de lutar!

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