quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O contra-ataque da Nokia, e o funeral promovido pelo Windows Phone 7

Atualmente, duas notícias no "mundo mobile" balançaram as coisas.

Um deles, a Nokia trocou de CEO, Stephen Elop, o primeiro da empresa que não é finlandês. Mas é canadense, grande bosta, são dois países onde 90 de seu território é puro e simples GELO. Ele veio com uma missão dura, de tentar reavivar a empresa que um dia foi referência na sua área, e grande líder, e agora está caindo cada vez mais na competição contra o iPhone e os Androids. Será que ele fará o Symbian vingar e fazer a Nokia alcançar ao menos a Research in Motion, fabricante dos amados Blackberrys? Algo pra se pensar.

Sinceramente acho que um novo CEO vem sempre com novos ares, mas ele deverá fazer uma coisa que a Nokia nunca conseguiu: sair do seu pedestal de "a fodona do mercado" e criar um sistema forte para competir com os outros. Eu acho interessante até mesmo abandonar o Symbian, crie um novo, ás vezes precisa de uma reforma total, ou mesmo um novo nome (leia-se Bing!) pra coisa funcionar, ou não. Nokia está próxima da falência, e ainda aposto muito da RIM, que ela será a nova Nokia: uma empresa que começou como uma bosta e subiu "meio que do nada". Só falta o mais óbvio, a RIM dar esse grande salto pela humanidade.

E, por fim, o novo Windows Phone 7. Microsoft tá deixando de faturar uma grana pesada nos smartphones, verdade, até porque são computadores da mesma maneira. Eu nunca imaginei que diria isso do Windows Mobile, mas curti até algumas coisas, como o profundo slide horizontal da interface (procure vídeos no Youtube sobre e você vai entender o que estou falando).

Uma sacana muito bacana! A Microsoft volta e meia acerta algumas coisas, mas ela tem que perder esse "medo" de fazer coisas radicalmente diferentes do que faz ás vezes. Verdade que tem um público que muitas vezes tá acostumado com suas coisas quadradonas, mas um experimento desses mostra que os designers dele não são apenas chupadores de bolas do Steve Ballmer, e sim, companheiros de profissão que são sempre preocupados com a melhoria e inovação.

Fica a dica!

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