sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Herança.



Acho que pela primeira vez na vida terminei um layout tão antes de lança-lo. Eu gostava das três moiras, mas ver meus três amores sendo vistas por todo mundo me dava um bocado de ciúmes, hehe.

Pegasus Heritage. Já passamos dos 30, né? Preciso atualizar isso aqui.

Em busca por um novo celular.

Comprei meu Samsung Galaxy Spica em maio de 2010. Android 1.5, cupcake, somente existiam dois aparelhos Android no mercado praticamente, e eu tinha um. O tempo passou, a Samsung não liberou a atualização do sistema para terras tupiniquins, a operadora Claro fodeu todo o sistema, e de umas semanas pra cá o gadget está morrendo.

Sabe, a morte de um celular parece muito com a de um ser humano. Ele tá desligando sozinho, tem que ficar ressuscitando-o, e nunca sabemos quando ele terá outra crise. Aja desfibrilador!

E como sou um cara apaixonado por tecnologia, sei as especificações e o que cada um dos celulares que quero fazem. Sou um geek chato e pesquiso bastante!

A primeira coisa que defini é: Não vou comprar Samsung. Assim como a última resolução foi "não comprar um Nokia". A Samsung me deixou na mão, fiquei frustrado e não farei jailbreak. Então, não olharei o Galaxy S, nem o SII, então já tirei de escanteio dois grandes celulares dessa geração.

Se for continuar no Android, tenho a Motorola. Nada contra, eu tive até mesmo um V8, e gostava bastante dele. E existe o Atrix, Milestone 2 ou 3 (esse último foi lançado aqui há poucas semanas). As vantagens? Preço convidativo, bom hardware, bom suporte, bom software (embora eu tenha medo de que não tenha atualizações), difícil enumerar uma desvantagem grande.

LG, Sony Ericsson, esses aí eu pulo porque não gosto deles. Uma coisa minha pessoal.

Porém vou ser sincero, eu tenho um sonho de consumo. E não é um iPhone, mesmo eu sendo um designer. Meu sonho, é um Blackberry. Desde que saiu o Blackberry Torch 9800 eu somente tenho olhos pra ele. Mas o preço, vai te catar! R$2,500 pra eu ser assaltado na rua? É tenso.

Eu gosto de Android. É um sistema maneiro, amigo, e vale seu preço (ou até mais). Mas o Brasil ainda não evoluiu pra proteger os usuários de Android. Tá, grande parte nem atualiza o sistema, muitos nem sabem que existe essa opção, mas nem por isso deve-se deixar de oferecer o serviço.

Isso é um desrespeito com o usuário que quer desfrutar cada vez mais do seu sistema. Foi por isso que eu peguei bronca, ódio e desprezo pela Samsung quando liguei pra eles, disse que na Europa já tinha disponível o Android 2.0 pro Galaxy Lite e menina do telefone só respondeu: "A Samsung não liberará essa atualização de firmware pro Brasil! Desculpe".

Volta e meia, aliás, galera faz rebuliço no twitter com a Motorola pra que ela libere atualizações, porque eles sempre riscam o Brasil delas. Por isso não vejo vantagem, isso é desleal, e não traz nenhuma vantagem ao consumidor ficarmos fora das atualizações de bugs e firmwares por sermos a merda um país de terceiro mundo.

A Motorola está ouvindo por enquanto, mas quem garante o dia de amanhã? Empresas são sacanas, e a nossa única defesa é boicotar.

Acho que optarei pelo Torch mesmo no fim do ano. Espero juntar a grana que preciso, hehe.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Mas jovem tem que reclamar tanto?

Esses dias estava no templo, e uma amiga, já uma senhora, estava conversando comigo. Disse o seguinte: que jovem só sabe reclamar, e que eles haviam passado por coisa muito pior e mesmo assim não reclamavam.

Disse que hoje os jovens reclamam de trens lotados, mas ela, quando era jovem, pegava trens e metrô que nem mesmo fechavam as portas. Disse que hoje reclamamos de barriga cheia.

Eu fiquei quieto, não gosto de retrucar os mais velhos, eu tenho respeito e um mínimo de decência. É mais ou menos a moral desse vídeo aqui:


O ponto em que quero chegar, é que hoje em dia estamos cheios de jovens que fazem o estilo do Felipe Neto, reclamão e individualista. Tirando as críticas de comportamento que ele faz (como censurar quem curte Justin Bieber, por exemplo), acho mais do que válido usarmos nossa força pra exatamente praticar a mudança em nosso meio.

Somos jovens, temos que bater na mesa e mandarem fazer nossa vontade (e não é apenas na música do Matisyahu). Não estou dizendo que o senhor Fernando não possa reclamar, mas nós jovens temos que parar de pensar apenas em balada, sexo e beijo na boca e começar a olhar ao nosso entorno e questionar: Cara, o que eu posso fazer pra mudar?

Por isso eu não censuro a reclamação. Mas dizer que não podemos reclamar, isso sim é errado.

Nós que temos que trazer a mudança, somos nós que vamos ficar no dia de amanhã, não o senhor Fernando desse vídeo acima ou essa senhora, minha amiga. E somos nós que ficaremos velhos, e nós que devemos incentivar os jovens do futuro a criticar ao governo, a sociedade e aos costumes, fazer com que a mudança nunca pare.

Os jovens de hoje lutam contra aquecimento global, direito de homossexuais e fim da corrupção política. É o nosso momento de empurrar a sociedade pra melhorar, e o que lutamos hoje ajudará os próximos do futuro a continuar na luta assim como aqueles do passado nos servem de inspiração.

Portanto, RECLAME! Independente da sua idade. Mas faça com responsabilidade. Mas não deixe de fazer, e não censure quem reclama. Estamos praticando a revolução!

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Faltam só mais dois meses!

DIR EN GREY @ SÃO PAULO - 08.11.2009

Quando, naquele 8 de novembro de 2009 o show terminou, algo em mim ficou muito vazio. Naquele momento em que eles foram embora, havia ficado ainda mais uma galera para curtir os outros shows, mas o que eu queria mesmo havia terminado. E eu que nunca pensei que iria vê-los ao vivo, me senti realizado.

Estava sem voz, ouvidos tampados, pés doendo, mas... Muito feliz. Eu estava num momento muito bom, profissionalmente, academicamente e amoroso. O show do Dir en Grey no Maquinária Festival de 2009 foi a cereja do bolo.

E nem acredito, exatamente daqui a dois meses eu vou novamente vê-los ali!

Quando comprei os ingressos foi em julho, pouco antes do meu aniversário. Um presentão. Sem Rock in rio, sem qualquer banda americana de merda, eu quero ver mesmo são esses japoneses malucos fazendo o que sabem melhor de melhor: GRITAR!

Tou até ouvindo já o coro da galera:
Dir en grey!! Dir en grey!! Dir en grey!! Dir en grey!! Dir en grey!! Dir en grey!! Dir en grey!!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A busca por um padrão (e uma namorada!).

Que estou atrás de uma boa esposa acho que todos sabem. O que pega mais mesmo é que sou um cara meio miolo-mole apaixonadinho, e muitas vezes me sinto muito sozinho nesse mundo. Uma namorada acredito que me faria crescer, e dividir alguma coisa com alguém seria enriquecedor - tanto pra mim, quanto pra minha futura-possível-hipotética cônjuge.

Resumindo: embora eu esteja bem sozinho, e a vida inteira sempre me virei bem sozinho (namorar não gasta dinheiro, não te deixa estressado, não tem ninguém me ligando porque eu odeio falar ao telefone), gostaria de alguém pra ser minha companheira nessa jornada. Precisa ser bonita não, eu quero é uma mulher legal, bacana e companheira. Alguém mesmo pra quebrar meu coração de gelo! Uma pessoa amiga e camarada pra ficar ao meu lado mesmo, precisa de peito nem bunda não.

Logo, volta e meia a gente vai ouvindo dicas de como chegar lá nesse difícil objetivo!

Meu pensamento sempre foi assim: Se a moda é ser metrossexual, vamos ser metrossexuais. Se a moda é ser pedreiro, vamos ser pedreiro. Se a moda é ser feminista, vamos ser feminista, e por aí vai. A lógica do sistema é estar dentro dele. Foda-se quem você é realmente, elas estão defecando e andando pra isso.

Hollywood já nos ensinou isso, com aqueles típicos filmes do nerd babão e perdedor, aí ele resolve ir pra academia, cria músculos, muda de penteado, jeito de falar e consegue a namorada no final. Veja mesmo exemplos ao nosso lado: pergunte com quem elas querem ficar, se com o rapaz grande, musculoso de cabelo espetado ou se com o nerd que anda com camisa de Nightwish, ankh pendurada no pescoço e pôster do Spock na parede?

Pega na benga e balança se você diz preferir o nerd virgem. Mulher não gosta de nerd. Gosta (talvez) de comportamentos nerds. Nerds morrem virgens, morriam virgens na minha época, e ainda morrem virgens. O esquema é você nerd quebrar essa barreira da nerdice, entrar no sistema e comer alguém.

Esqueça, diga pra elas que você gosta de Luan Santana, Fernando e Sorocaba, Ivete Sangalo e nunca revele a ninguém que você sabe que o nome da nave que o Luke Skywalker pilotava em Star Wars era X-Wing.

Enfim, ir contra o sistema não dá. Como diria o Capitão nascimento, o sistema é duro, parceiro!

Entrei sem querer nesse blog do Casal sem vergonha, e vi uma listinha de 21 coisas que homens nem imaginam que achamos sexy. Mostrei pra algumas amigas pra saber a veracidade dos fatos. Curiosamente muitas concordaram. Até mesmo as mais revoltadinhas. Vou comentar uma a uma:


1. Barba por fazer – aquela que ele deixou acumular por uns 3, 4 dias;
Fácil. Eu adotei a barba pra mudar o visual, e achei até um site especializado nisso. Estou cultivando bem meus pelos faciais!

2. Jeito mais largado – os que seguem estilo “boy” não são preferência das mulheres;
Bom, isso algumas discordaram. E de fato, se um jeito mais largado fizesse sucesso, pedreiros comeriam todas. Eu me considero largado, sim.

3. Mãos – de preferência grandes e bem cuidadas (sem unhas grandes!)
Putz, eu roo as unhas. Estou tentando largar esse vício há dez anos. Mas com fé eu chego lá.

4. Camiseta branca + jeans;
Esses dias fui vestido assim num lugar e uma menina veio dizer que eu ficava bem assim. Agora entendi o motivo (e... não, ela é noiva, nem rolaria nada. Sei que foi uma cantada!).

5. O jeito como eles brincam com bebês ou com cachorros;
Eu A-D-O-R-O bebês e cachorros (ainda mais se for festas com muito disso!) e até hoje nenhuma mostrou reação positiva, e só me chamavam de infantil porque eu me divertia com eles.

6. Homens que dão beijo no rosto com a boca e não com a bochecha;
Também faço, aliás, odeio beijo de bochecha.

7. Cabelo bagunçado (sem gel!);
Bom, também faço! Nunca me trouxe vantagem.

8. O jeito atrapalhado que eles secam o cabelo com a toalha depois do banho;
Defina atrapalhado. Sim, é meio nas coxas que eu seco, mas onde diabos isso é relevante? Num entendi.

9. O jeito que ele abraça quando dormimos de conchinha;
Isso é verdade. Mas pra dormir em conchinha tem o passo "fazer sexo" que vem antes. E como estou na busca ainda de uma namorada, não dá pra pular esse passo preliminar. Ou dá?

10. Cueca boxer;
A última vez que usei uma cueca comum foi há uns quatro anos. Desde que lançaram as boxers eu só uso elas. Era motivo de chacota no vestiário, mas agora é hype?

11. Atitude – aquele homem que sabe o que quer e não demora pra agir;
Eu peco nessa. É complicado! Depois de duzentos e trinta e oito foras seguidos em três anos a gente perde um pouco a auto-estima... Eu ajo sempre (quem me conhece sabe que eu sempre corro atrás), elas que me dão fora, que merda! Elas não colaboram também!

12. Homem cheiroso;
E o item 2, sobre ser largado? Homem largado não precisa de perfume! Mas sim, eu tenho uns cinco perfumes que uso bastante. Ponto pra mim!

13. Ele cozinhando;
Peco um pouco nisso, sei cozinhar muito pouco. Ah, mas se for o problema eu ajudo lavando a louça! Isso ajuda?


14. Blusa com gola V;
Jamais. Não, não dá. E nem todas pra quem perguntei isso de fato gostavam. Isso é passageiro, modinha.

15. Aquele ossinho no quadril, junto com as entradas que apontam pro paraíso;
Estamos trabalhando nisso na academia. =P É que eu faço corrida de rua, fiz musculação mais nas pernas. Mas me dá uns três meses que faço brotar esse ossinho.

16. O modo como dirigem;
Me cadastrei ontem na auto-escola! Em três meses eu dou um check nesse item.

17. Ombros largos;
Isso era motivo de chacota comigo na quinta-série e ninguém queria nada comigo na época. Agora isso é bom pra mim?

18. Homem que olha no olho;
Fácil também. Eu na verdade não confio em quem não me olha nos olhos, portanto, sempre falo com as pessoas olho no olho.

19. Os pelinhos do “caminho da alegria”;
Fácil também.

20. Teto mínimo de 1.80M;
Tenho 1,85m.

21. Tatuagem
Junto da camisa com gola V, está nos itens que não faria. Nunca sei o dia de amanhã, mas eu sou muito metamorfose ambulante. Não sei se conseguiria conviver com um treco desenhado em mim por uma vida inteira. As coisas mudam, as pessoas mudam, os pensamentos mudam... Ás vezes o que eu acho legal hoje eu posso odiar amanhã. Por isso, não vejo vantagem em me tatuar.


Acho que estou bem. Mais da metade das coisas aí eu já faço, outros 35% é possível de se fazer em curto/médio prazo. Uns 10% são difíceis mais a gente faz um esforço (cozinhar e parar e roer unhas, por exemplo), e dois eu não faria (gola V e tatuagem).

Bom, eu já tentei de tudo. Acho que essas atitudes aí, não sei... Parece uma contra-reforma feminista. Ás vezes eu penso (e posso estar errado) que aquelas mulheres que pediam para os homens deixarem de ser machistas, brutos e serem mais florais veio com uma consequência deles ficarem frouxos. Talvez por isso aqueles homens meio com cara de andrógeno da década de 80 viraram os barbudos perfumados de hoje.

Pelo menos acho que pelos próximos dois anos seja eventualmente uma preferência feminina. O jeito é entrar no sistema e tentar - mais uma vez - ver se dessa vez consigo! Torçam por mim, Brasil!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Novecentos e tantos posts. - Parte 2

Continuando...

Em 2006 terminei também o meu curso de inglês. Teve uma pequena confraternização e as boas lembranças desses amigos e desse grande professor que ficaram.

Vestibular no Senac. Foi aí que tudo começou (ou não!).

Mais CNA. Halloween! Eu fui fantasiado de samurai, hehe.

Num dos trabalhos da arquitetura fui pesquisar o bairro da Barra Funda, zona oeste da capital paulista. Me senti quase um turista da minha própria cidade. Teve uma parte dois também.

Um dos trabalhos da arquitetura foi projetar uma maquete, separar os materiais e dar pra alguém montar. Tentei dar uma de esperto, mas recebi um dos mais difíceis de se fazer da sala. Mas ficou animal o resultado final!

Eu ia muito em evento de anime. Esse foi um relato da Anime Dreams 2006 (ouch!).

Eu criei o blog alguns dias antes da minha formatura do colégio. Achei que aquele momento era o ideal pra começar um registro que queria levar adiante. Não sei, mas pensava naquele momento que já tinha vivido tudo o que tinha pra viver. Que minha vida eventualmente acabaria ali, e nada mais viria a seguir.

Sempre tive uns pensamentos meio suicidas. Até hoje eu tenho um pouco. Volta e meia me dá um cansaço de viver, e dá vontade de desistir de tudo, e parece que a morte é o único remédio bom para me libertar. No fundo, sempre pensei que morte seria uma redenção, e vejo muito desse pensamento nos meus posts.

Até que uma vez eu morri de verdade, mas pro azar de vocês, eu voltei (hahah!). E cheguei a algumas conclusões, que na verdade estou concluindo ainda.

Primeiro é que o mundo continua em frente depois que você morre. Talvez o máximo de comoção que eu tenha visto foi quando Michael Jackson morreu. As coisas não param, as pessoas não morrem junto, e não é nada glamuroso. Morte é morte. Apenas um ponto final.

Outra coisa é que quando estamos mortos não podemos fazer nada. E isso cheguei a conclusão depois de uma longa reflexão. Talvez tenhamos medo de morrer por causa do nosso instinto de sobrevivência, por exemplo, ou então pelos valores, ou simplesmente porque a televisão nos diz para sermos assim.

Mas a verdade mais dura é que mortos não conseguimos fazer nada. Somos abençoados por viver esse momento juntos, eu acho. Você está lendo um post agora que quem nasceu a milhões de anos não leu, e provavelmente alguém de 2295 d.C. não vai ler. Talvez as coisas mais velhas que alguém escreveu e se mantenha seja a bíblia, ou algo do gênero. Mas são exceções, esse post e essas palavras se perderão como 99% das coisas.

Claro que seria legal ter conhecido um Leonardo Da Vinci, visto a Queda da Bastilha ou então ter visto o Muro de Berlim, tudo isso sem dúvida teria sido divertido. Mas foi um momento que passou, e querendo ou não estamos presos ao presente. Se não fizermos nada nesse momento que temos, nada adiantará, pois somente temos esse momento.

Parece difícil, né? Mas é bem fácil na prática. O futuro nosso é incerto, e devemos estar cientes de que a morte pode chegar a qualquer momento, e o arrependimento é todo nosso. Por isso devemos sempre tentar crescer, crescer, crescer e.. Crescer! Jamais sermos acomodados. Aprender a cada dia, admitir que não sabe, extender a mão ao próximo. Podemos ser atropelados ao descer do almoço depois do trabalho, e se acontecer, o que vai acontecer? E acima de tudo, você vai se arrepender de não ter feito o seu melhor?

Mas não precisa seguir moldes prontos para chegar na felicidade. Não é porque uma revista de moda diz que vestir uma camisa tal vai fazer você ser feliz, sedutor e comedor. Não existe um caminho só pra felicidade. O que importa é que você deve achar esse caminho, que é seu e apenas seu.

Sempre que fui nessas pessoas que faziam previsões do futuro e eles diziam que eu morreria muito velho com muitos netinhos. Pra quem já morreu uma vez tão novo, é estranho pensar nisso. Ainda falta muito tempo, e acho que talvez eu tenha muita coisa a fazer. Hoje você pode estar lendo esse post, mas daqui a cinco anos não sei dizer o que estará fazendo. Sinceramente, eu espero continuar firme no blog! Afinal, já se foram quase seis anos nele... Mas a gente nunca sabe o dia de amanhã, por isso devemos focar apenas no hoje.

O futuro é cheio de incertezas. Mas o importante é sempre crescer. Sempre ajudarmos os outros, sempre ouvirmos o que os outros têm a dizer. Talvez o maior sinônimo de vida seja exatamente o ato de viver. Então, se você está aqui hoje, e escolheu viver... Então... Viva!

Sem mais meritíssimo!
Desculpe o post imenso.
Obrigado por tudo, e vamos continuar nessa jornada!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Novecentos e tantos posts. - Parte 1

Esse blog começou originalmente como Pegasus Wings, em dezembro de 2005, num local que nem existe mais, a Weblogger. Em meados de 2008 a Weblogger do Terra encerrou suas atividades, e eu corri pra salvar todo o conteúdo antes que ele fosse deletado. Muita coisa tinha acontecido, e era hora de eu pegar minha trouxinha de posts e achar uma nova casa pra eles. Foi aí que em julho de 2008 o blog virou fallen Pegasus e recomeçou aqui, nesse mesmo canal.

Como tinha todos os backups, sempre fui adiando o dia em que colocaria tudo. Não era pouca coisa, acho que passava de 300 posts. Pode parecer simples (e de fato, não foi muito complicado) mas foi entediante. Consegui enfim terminar nesse domingo e coloquei todos os arquivos, desde 2005.

Enquanto fui recolocando os posts antigos, fui dando uma passeada no tempo que passou. É um diário, e aberto a todas as pessoas. Seis anos me separam daquele blog, que comecei a escrever pouco antes da minha formatura do colégio até hoje - onde acabei de terminar os estudos no nível superior.

Tinha medo do tempo passar rápido demais, mas os posts me fazem sentir que o tempo passou na medida certa. Vou destacar alguns.

Ciccillo Matarazzo, 18h29. - Em pleno tratamento contra depressão, dopado de medicamentos (lol!) eu vi cores e sensações que eu nunca mais vi em vida. Coisa simples, mas que foram muito interessantes. Tentei registrar em foto, mas nunca vai sair a mesma coisa. Ficou na memória!

Entrado pra geração prozac. - Bom, quem me conhece sabe dos probleminhas que tive no começo de 2008. Fica o registro.

Pra depressão existe bicicleta! E Mogi das Cruzes! - Me senti quase que um caçador da arca perdida, haha. Resumindo tudo: eu era apaixonadinho por uma menina, e não era correspondido, e aí fui cometer a besteira de ir até lá onde ela morava pra entregar um presente e falar com ela. Resultado: Ela nem me atendeu, haha!

Minhas três Moiras. - Making-of do meu quadro, com quase todos os estudos que fiz até chegar no resultado final. Post imenso, mas tem bastante fotos.

Amor platônico é o correto, isso sim! - Haha, dou risada hoje dos pensamentos sobre amor que eu tinha. Coisa de cabeça de bagre desmiolado mesmo.

Esse post do Tanabata Matsuri foi show! Bons tempos.

Será que um artista pode explicar a sua obra? O [ sexual.DISGRACE ] me marcou, mesmo sendo muito porco e tendo erros grotescos de português.

Nossa! Quando o Betão, meu lhasa apso chegou em casa. Isso sim é jurássico!

Eu no movimento Punk! Tô brincando. Último post de 2006, exatamente sobre meus amigos da época da Arquitetura na UniB. Saudades dessa moçadinha.

sábado, 17 de setembro de 2011

Enfim terminei meu primeiro Final Fantasy!

Sem comentários!
Lindo o final.
Lindo o jogo.

Acho que a última vez que me empolguei tanto quando terminei um jogo foi Pokémon Silver, e... FAZ TEMPO! haha. Clássicos são clássicos, por isso acabam se tornando imortais. Derrotar o Chaos, último chefe foi mais difícil que pensava. Queimei toda a magia do meu black wizard com os Flares e mesmo assim só tive que ressuscitar duas vezes meus carinhas.

Perder, nem perdi. Mas não quer dizer que tenha sido fácil, hehe.

Fica aí o lindo tema do Final Fantasy, na minha versão favorita, a do doze!



quinta-feira, 15 de setembro de 2011

E a Miss é...

Na segunda eu cheguei bem na hora do desfile de biquini. YES! Na hora certa, haha.

Vou fazer uns comentários acerca das cinco finalistas do Miss Universo. Primeiro as duas mais apagadas, as Misses Ucrânia e Filipinas. Não estou dizendo que elas eram feias, jamais, mas não tinham o appeal de miss, e não é puxando sardinha, mas a Miss Brasil era a que mais tinha o porte perfeito pra ser miss. Nem a Angolana tinha tanto quanto ela, mas, enfim, competição é competição.

Lembram do ano em que o Brasil perdeu na final pra Riyo Mori, a japonesa? Nada contra, eu comia fácil a japonesa. Mas a mineirinha Natália Guimarães é incomparável. Mas ás vezes as decisões são tão randômicas que fica difícil pensar em uma justificativa. A Priscila Machado era muito forte também, foi difícil de entender como apenas a pergunta mal respondida fudeu ela (e namorar o Bruno de Luca também fez ela perder pontos).

A chinesa parecia modelo (aliás, pqp, ela devia ser alta. Cara, eu ADOREI ela!), a Angolana tava mais perdida que cego em tiroteio e aí a Brasileira tava nervosa, nem respondia as perguntas direito! Ok vai, quem não ficaria nervoso? Até na banca de TCC eu fiz merda por causa do nervosismo e ansiedade. Mas mesmo assim, vamos analisar a porra do conjunto!

Enfim, nenhuma das que gostei avançaram, lol (exceto a Brasil). Gostei de nenhuma das cinco finalistas, haha!
Parabéns, Miss Angola! De qualquer forma sua simplicidade encantou a todos. Foi o diferencial significativo.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Historiador frustrado.

Quando o assunto é escrever sobre arte ninguém supera Giulio Carlo Argan. O cara é um mestre, não porque necessariamente manja muito, mas sabe descrever uma obra como ninguém, inclusive usando de artifícios e linguagem subjetiva. Talvez o Gombrich chegue perto dele, mas também está longe.

Quase terminei de ler o Breve história da arte, de Fritz Baumgart. Não gostei muito, embora que ele tenha uma outra pegada. Ele enaltece muito o período da idade média, e eu pensando que haviam poucos exemplares dessa época, me enganei. Enriqueceu muito, ampliou bastante meu horizonte da arte romanesca, gótica e proto-renascimento!

Muita gente tem preconceito quando compara os períodos do final do império romano até o renascimento. De fato eu tinha, mas comecei a estudar mais sobre o assunto e vi que teve sim uma produção riquíssima nesse período, anônima (a galera não colocava nomes) e muita coisa sobreviveu (mesmo com as cismas dos franciscanos malditos!).

Mas como é "Breve história da arte", ele mostra no máximo uma ou duas obras no máximo de cada artista. Tem que ser bem sintético mesmo.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Porque educação não é prioridade.

Ás vezes eu penso porque brasileiro adora fazer o inverso das coisas. Eu já disse o quanto sou revoltado com o quanto ministérios como o do trabalho recebem investimentos maciços e educação não. Pessoas preferem votar em políticos que prometam emprego do que educação, isso é uma coisa da cultura que deve mudar.

Eu odeio hipocrisia. Odeio ver essa gente que diz que agora tem que se investir na educação numa sociedade que não preza ela. Sim, estou falando da sociedade. Pessoas ainda tem uma visão romanceada de que existem pessoas com "dom" para fazer algo e que não precisa de estudos. Empresas olham no seu currículo a sua experiência, não os seus estudos. Pessoas querem saber onde você trabalhou, e não o que você realmente sabe ou onde estudou.

O problema não são os políticos cortarem orçamento da educação, ou uma Amanda Gurgel que faz discursos sobre o tema. O problema é que a sociedade em si deve perceber que a educação é importante antes de mover os políticos para melhorar o quadro.

As pessoas na rua até dizem que a educação é importante, mas se pergunta o motivo eles não sabem responder. Algo como: "Pra que estudar é importante se meu gerente mal tem um superior completo?", ou "Pra que estudar se o presidente da empresa foi peão e cresceu na vida sem estudos?".

Vou exemplificar a importância dos estudos usando a minha área, que é o design.

Sou recém-formado, ainda estou na fase de devorar livros atrás de livros. Eu espero que essa fase nunca acabe, sinceramente. Vejo os profissionais da minha área, pessoas que sabem "mexer no Fotoshops" com um diploma na mão.

Eles sequer tem um conhecimento básico de arte. Estou pedindo um básico, como saber quem pintou a Monalisa ou a importância de um Pablo Picasso para a arte - em especialmente para o seu trabalho como designer.

Filosofia então, nem se fala. O trabalho de um designer começa na mente, e não no computador. Talvez no máximo no papel. Mas nem mesmo uma definição clara do que seja um conceito eles têm. Francamente, o meu medo maior no mundo não é morrer, não é ser assaltado nem mesmo ter uma doença mortal. Meu medo maior é ficar um burro.

Talvez se pergunte qual é o valor dessa bagagem teórica na prática. Mas é isso que diferencia um artista fudido como Henri Matisse daquele carinha que vende quadros de paisagens na Praça da República, o ser pensante e estudado. Por essas e outras o Brasil sempre será um grande celeiro do mundo por vários motivos: vendemos bananas e compramos a cultura. Alimentamos o mundo, mas não conseguimos mudar o mundo.

Ainda temos muito a caminhar, claro. Mas gostaria de ver um país utópico onde, sei lá, deixem de investir em saúde, em transportes, em emprego e em outras diversas coisas que todos dizem ser essencial pra deixar tudo, todos os centavos, apenas pra educação. Depois que a educação estiver lá em cima, e as pessoas e a sociedade se derem conta da sua importância vital para se conseguir todo o resto, terei orgulho de dizer "eu sou brasileiro" porque aí sim veremos um progresso de forma vertiginosa.

domingo, 11 de setembro de 2011

Fazendo um bando de marmanjos babarem.

Vendo sempre meu Google Analytics (pra ver a quantidade de acessos desse blog), me surpreendo como o post sobre o Miss Universo 2009, mesmo hoje, dois anos depois, continua bombando. Estamos em 2011, o post que escrevi foi em 2009, e esse ano tem o Miss Universo sendo sediado no Brasil, então vamos lá para a seleção das minhas favoritas antes que o programa comece!

Primeiramente, eu gostaria de falar uma coisa. No Brasil, mesmo tendo mulheres lindas de norte ao sul, temos as melhores espanholas, portuguesas, italianas, japonesas, e achamos que lugares onde tem as melhores são nas Minas Gerais ou no Rio Grande do Sul. Eu vou além, acho que um lugar que une as melhores qualidades desses dois lugares é Goiás.

Ô LUGAR DE MULHER BOA!! Eu amo as goianas, pqp, queria encontrar uma feia só pra eu parar de ficar idealizando quando vejo fotos das goianas.

(Pronto, a propaganda acabou!)


Karin Ontiveros é a minha favorita. Mexicana! Ah, como eu adoro uma pimenta. Não me pergunte os motivos, mas foi paixão na primeira vista quando a vi. Esse tipo de coisa não se explica. Acho que ela tem um sorriso dos mais radiantes, coisa de mulher de sangue latino. Uma coisa que gosto dela, além do físico e blablabla, é a forma como ela olha. Acho muito difícil se passar uma emoção na foto, e num mundo onde 90% das fotos das pessoas são sorrisos colgate pré-moldados, a gente aprecia bastante uma expressão emotiva verdadeira.


Não preciso esconder de ninguém que eu amo uma oriental. Não sei da onde vem esse gosto, mas eu adoro um par de olhos puxados. Eleito a oriental mais bonita não a japonesa, nem a chinesa, nem a koreana, nem outro país, exceto a Tailândia, com a Chanyasorn Sakornchan (wtf? como se fala essa porra?)! Mas aí você vai dizer que a Miss Japan é realmente maravilhosa, de fato é. Acho ela linda pra um padrão ocidental, mas o "ser oriental" tem que vir da alma, e acho que a Sakornchan tem os atributos. Gostei muito dela! Exceto as fotos de biquini que estão péssimas. Cada biquini estranho...



Uma que não acho que terá chance, mas gostei é Kerstin Cook, da Suíça. Linda! E tem um olhar sério muito penetrante. Tem um corpo na medida, e belas pernas, mesmo o rosto não sendo lá muito um conjunto interessante, mas mesmo assim, demais!



As latinas estão com tudo. Paula Guillo, representante da Espanha é outra que me teria aos pés e pisaria em mim. Principalmente depois que fiquei sabendo que ela joga vôlei! (adoro mulheres altas!) Estou torcendo pra ela junto da Mexicana.



Chipre? Como é que uma ilha do tamanho de Taboão da Serra ia produzir alguém tão majestosa? Acho que é a única palavra que tenho pra declarar pra Andriani Karantoni: alguém da realeza, com o porte de uma. Cabelo cheio, louro, olho fino, fica feia sorrindo, enfim. É o tipo de mulher para se andar na rua e se exibir com orgulho. Entre as louras, imbatível!



Vou fazer justiça para a Miss Japão! Maria Kamiyama é bonita sim. Ela tem cara daquelas japonesas maravilhas com sangue mogiano. Mogi das Cruzes é melhor que a Zona Leste quando o assunto são as melhores beldades orientais, me desculpem amigas/paqueras da ZL, mas a de Mogi deixam vocês no chinelo. Eita japonesa maravilhosa!

Mas e a Miss Brasil? Gosto dela. Mas me mostre uma gaúcha feia. Não existem gaúchas feias! Lá no sul a gente balança as árvores e não caem maçãs, caem gaúchas lindas. Muito, muito, muito bonita, mas se eu colocar foto dela vão dizer que estou enchendo a bola dela por sermos brasileiros, hehe, aí não vale!

Gostei da Miss USA, não tem cara de atriz porn. Tenho medo da Miss Japan virar atriz de AV. Ver ela no Tora-tora Platinum ia ser triste.



Por fim, fico com a Russa, Natalia Gantimurova. Fiquei entre ela e a romena. Difícil achar uma Miss feia, todas elas representam o de mais belo dos seus países, escolher uma só do mundo é complicado. Gosto bastante da russa, mas a mexicana ainda tem algo que não sei explicar. Ai, ai, coração batendo forte, hehe.

sábado, 10 de setembro de 2011

Hera.


Fiz mais uma, hehe! Essa eu acho que posso dar mais detalhes. Na verdade foi a mais difícil porque foi um retrato dela estritamente mental. Eu somente tenho lembranças dela. Por vários motivos.

1) Tinha ela no Orkut, mas ela se casou e, casamentos acabam com Orkuts (mas não com Facebook!).
2) Ela tem um nome muito comum. É tipo, sei lá, Carla Martins (exemplo), existem umas duas centas de pessoas com o nome igual ao dela, é muito comum.
3) Nem sei mais onde ela está, o que está fazendo e, enfim, sem mais notícias.

Ela foi uma professorinha minha que eu fui apaixonado. "Só" dez anos de diferença, pra ferrar minha vida.Eu sonhava que quando eu tivesse 18 anos e ela 28 nós nos casaríamos e seríamos felizes para sempre, hehe. Ah, foi bem antes dos 18, só pra vocês terem noção.

Acho que pintei ela como Hera pra não perder ela da memória. É triste a nossa memória, ela é traiçoeira.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Cinema Paradiso

Assisti um filme que acho que qualquer apaixonado por cinema tem que ver. Cinema Paradiso remonta à época em que não existia "tevêlisão", torrent ou blu-ray.

As pessoas tinham como diversão exatamente ir ao cinema! Que era um point onde as pessoas fumavam, se encontravam, conversavam e tudo mais.

Cinemas não eram em shoppings, e os filmes eram bons (existiu essa época?). O cine belas-artes poderia ser encaixado nessa categoria, num época de vida boêmia, onde São Paulo não era tão grande e as pessoas iam do ponto A ao B sem grandes dificuldades. Tempos que já se foram!

Mas acima de tudo, mesmo parecendo bem saudosista, acho interessante o que o diretor italiano Giuseppe Tornatore (que é um dos fodões da Itália, diga-se de passagem) fez, que é mostrar o ciclo da vida, onde algumas pessoas que partipam hoje não participam amanhã, e vice-versa.

Nos deixam marcas, mas que independente disso um dia tudo acaba, tudo muda, aparece novas pessoas, novos lugares, novos desafios. Esse é o ciclo da vida.

Filme poético e clássico, daqueles que emocionam. Vale o Oscar que ganhou.
Cinema italiano sempre me emocionou profundamente.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Final Fantasy I

Mesmo eu sendo fão da série Zelda, eu sempre gostei bastante de Final Fantasy também. Mas dificilmente tive a oportunidade de jogar, e terminar então, nenhum! Estou quase terminando um justo agora. Baixei pro PSP o remake do primeiro Final Fantasy, que é quase tão velho quanto eu.

Só para meios de comparação: estou jogando o Final Fantasy I, e o mais recente é o Final Fantasy XIII (sim, treze!). Porém, foi interessante jogar. O jogo remonta aos RPGs mais antigos, nos tempos que usávamos revistas ou íamos atrás de colegas pra saber o que fazer no jogo quando estávamos presos. Vou ser sincero: se eu tivesse amigos jogando eu não apelaria aos guias de como terminar o jogo que tem na internet afora para consulta!

Final Fantasy I é um jogo dos tempos em que as pessoas se sentavam na frente da tevê para quebrar a cabeça, explorar, enquanto isso hoje em dia os games são feitos para se terminar apenas. Dificilmente se vê um jogo com liberdade para ir andando por aí perdido, sem saber o que fazer, conversar com todos os os carinhas e obter as dicas nos lugares que você menos esperava. E como cada vez mais poderio gráfico, interfaces e interação, os games continuam sendo muitas vezes "ir pro ponto A até o ponto B" (vide os games do Hideo Kojima, por exemplo).

Não gosto tanto dos games atuais talvez seja por isso. Acho que os jogos perderam essa sua dificuldade pra virar cada vez mais cinematográficos. Pra quem curte um cinema e cenas assim temos um prato cheio, mas pra quem liga um game para jogar pode se sentir muito frustrado. Por isso, cada vez mais, eu evito esses jogos atuais. Sério, não tenho paciência, por mais cinematográfico que ele seja.

Eu sento na frente de um videogame pra jogar, e não para assisti-lo.
Antes desse Final Fantasy não lembro de ter terminado um jogo recentemente...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Quando eu vi Almodóvar pela primeira vez.

Domingo estava saindo do templo e passei na frente de uma banca, vi um DVD de Pedro Almodóvar, o filme Volver, que é a mais nova referência de um bom cinema. Relutei muito antes de dar uma chance ao Almodóvar, mas comprei, e assisti com a minha mãe.

Em suma um bom filme. É o terceiro filme que me arrancou lágrimas na vida, se juntou a lista de "Marley & eu" e "Meu primeiro amor" (mas esse segundo não vale! Eu tinha oito anos...). E sinceramente depois revi a cena achei nada demais nela.

Gostei bastante! Admiro a cultura espanhola, afinal tenho o amaldiçoado sangue dos Castro nas minhas veias! Penélope Cruz embora tenha atuado bem ficou ofuscada pela talentosa Lola Dueñas, que é sua irmã no filme. E... QUE PEITOS ENORMES SÃO AQUELES NA PENELOPE CRUZ? Nossa, ela fica estranha peituda, eu tô acostumado com ela mais "sequinha", sempre achei que ela era uma mulher "na medida certa". Aqueles peitos foram demais pra ela.

Gostei do Almodóvar. Só achei algumas coisas femininas demais, enche o saco pra quem tem um pinto no meio das pernas. Mas nada que não seja suportável.

domingo, 4 de setembro de 2011

#ODiaPelaIndependência


Se eu não lutar pelo que eu acredito,
mesmo que todos os outros pareçam querer nada com nada,
quem irá fazer a minha parte a não ser eu mesmo?

Acorda, juventude!
Chega de balada, de videogame e de desfilar com o Corsinha usado que seu pai te comprou.
Lute agora por um futuro melhor, se não vai ser tarde demais, seu bosta!

sábado, 3 de setembro de 2011

O paralelepípedo.


Hoje acho que amadurecer trouxe uma visão nova de como guardar as lembranças como apenas lembranças, sem a vontade de "revivê-las". Essa lembrança é de setembro de 2009. Três anos!

Fiquei quase três anos sem pisar no Parque do Ibirapuera. Não sei, não gosto de ficar revisitando locais que me fazem lembrar de coisas que deveria esquecer. Fui na intenção de fazer uma coisa, acabei não fazendo, logo dei uma passeada no parque e pensei eu: acho que posso fazer uma visita ao local em que demos nosso primeiro beijo!

E fui. Obviamente mudou nada. Domingo no parque, muita gente, mas aquele nosso canto sempre foi vazio, parecendo uma ilhota isolada do resto do mar em fúria. Não lembrava direito como chegar, então no caminho fui revivendo aquele dia de primavera que ficamos juntos, e cheguei facinho lá. =)

Lembrei de todas as emoções, do que conversamos no momento, os calafrios, as batidas do coração e o frio no estômago. Cheguei ao local e tirei essa foto e, por um momento, poderia jurar que quase nos vi novamente sentados naquele paralelepípedo que passa desapercebido por todos, mas que, ao menos eu, guardo boas lembranças.

Lembranças, apenas lembranças. Sei que você não quer conversar mais comigo, coisas de término de relacionamento. Hoje eu penso que de fato seria complicado um relacionamento entre nós, tínhamos valores e histórias de vida conflitantes, e se não tivéssemos parado tudo naquele momento, seria mais difícil para fazer isso depois.

Uma vegetariana e um carnívoro seria roteiro de dramalhão mexicano!

Foi duro, mas o melhor a ser feito no momento. Hoje eu penso assim, e não nutro mais nenhum tipo de mágoa daquele dia de outubro em que você pegou na minha mão, olhou nos meus olhos e disse "Quero terminar com você".

Quando vi aquele local, eu dei um sorrisinho! Mas não sinto vontades de reviver coisas do passado, nem nada do gênero. Apenas fiquei feliz em ter sentido o que senti naquele momento e hoje nutrir uma saudade sadia de um momento que passou.

Bola pra frente!

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Psicopatia.

Psico, de mente, alma, pathos de "doença". Mentes doentias. Li recentemente o livro "Mentes Perigosas", de Ana Beatriz Barbosa Silva, que queria ler há um tempo. Ela, psicóloga, fala sobre problemas de psicopatia, e como ela funciona.

Sempre fui fascinado pelo assunto! Sei lá, acho que talvez seja uma questão de opostos. Eu sou um cara muito emotivo, até demais pra um homem eu diria. E psicopatas não têm emoções, são egocêntricos. Sempre quis saber como é ser assim, uma pessoa que não ama, que não se machuca, que não liga, enfim. Mas óbvio, eles são destrutivos! Poucos são assassinos, é como um ser humano deficiente de sentimentos. Deve ser muito louco ser assim!

No livro fala que embora tenham poucos, o mundo está calcado nos valores psicopáticos. Vivemos numa sociedade individualista, relativista e instrumentalista. A primeira diz respeito ao sermos tão individuais que de alguma forma "censuramos" o próximo, pregando que o nosso meio é o melhor para todos. A segunda é o relativismo, onde tudo no mundo é relativo. Mas diferente da teoria do Einstein, isso diz respeito que qualquer meio para se chegar na felicidade é correto, independente das consequências ruins que possa trazer. E por fim, instrumentalista, onde usamos as pessoas ao nosso redor até onde puder, e depois descartamos quando não nos são mais úteis.

Isso ela fala no final do livro e, de fato, é de se pensar! Ana Beatriz Barbosa Silva é fodona na psicologia. Não pensava em algo tão profundo desde Wittgenstein. Sério!

Quando leio um livro, gosto de questionar o autor. Minha pergunta é: existe alguma maneira de ser "pouco" psicopata? Veja bem, muitas vezes aquele gerente que pega no seu pé e te ridiculariza pode ser eventualmente uma pessoa que fica toda manhosa quando o seu poodle passa mal. Ás vezes, sei lá, um Steve Jobs, um "psicopata dos negócios", sempre atento a que façam do seu jeito seja também uma pessoa que saiba dar amor as duas filhas, por exemplo?

Obviamente, dentro da perspectiva de "vou fazer o bem pensando em mim", e não "fazer o bem por ele mesmo", como as pessoas normais, retardadas bondosas fazem. Talvez a psicopatia tenha levado o ser humano a um degrau acima exatamente por essa racionalidade e frieza de espírito ordenada, e não apenas os transformado em meras ferramentas de destruição psicosocial.

Será?

Quero ser psiquiatra forense agora! Deve ser muito louco tentar analisar a mente de um psicopata!

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