terça-feira, 13 de setembro de 2011

Historiador frustrado.

Quando o assunto é escrever sobre arte ninguém supera Giulio Carlo Argan. O cara é um mestre, não porque necessariamente manja muito, mas sabe descrever uma obra como ninguém, inclusive usando de artifícios e linguagem subjetiva. Talvez o Gombrich chegue perto dele, mas também está longe.

Quase terminei de ler o Breve história da arte, de Fritz Baumgart. Não gostei muito, embora que ele tenha uma outra pegada. Ele enaltece muito o período da idade média, e eu pensando que haviam poucos exemplares dessa época, me enganei. Enriqueceu muito, ampliou bastante meu horizonte da arte romanesca, gótica e proto-renascimento!

Muita gente tem preconceito quando compara os períodos do final do império romano até o renascimento. De fato eu tinha, mas comecei a estudar mais sobre o assunto e vi que teve sim uma produção riquíssima nesse período, anônima (a galera não colocava nomes) e muita coisa sobreviveu (mesmo com as cismas dos franciscanos malditos!).

Mas como é "Breve história da arte", ele mostra no máximo uma ou duas obras no máximo de cada artista. Tem que ser bem sintético mesmo.

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