sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Modern Warfare 3

Mais games. Eu jogava mais quando era moleque, mas hoje virei uma pessoa chata que não joga mais nada. Eu queria manter esse lado mais molecão, mas não tenho mais saco pra videogames. Porém alguns me impressionaram bastante.

Sou fã declarado da série Call of duty. Em especial os últimos lançados. Joguei todos os Modern Warfare, e terminei o terceiro no último feriado.

É um jogo de tiro, de guerra, e por ser "Modern", ele mostra como seriam conflitos hoje em dia com a tecnologia dos exércitos atuais. Gosto da fala do Shepherd: "We are the most powerful military force in the history of man", e de fato deve ser. Não apenas pelo equipamento dos exércitos atuais, mas pelo treinamento também. Aquelas cenas de guerras medievais de milhares contra milhões hoje em dia pode se resolver em sete carinhas bem treinados contra milhares. O BOPE tá aí pra provar isso, e não duvido.

Melhor ter sete carinhas treinados capazes de matar 400, certo?

Modern Warfare 3 achei ótimo. Mas o nível do jogo acho que cai. O primeiro ato é MUITO bom. Já o segundo e o terceiro caíram um pouco o nível. Você controla dessa vez o Yuri, ex-Spetsnaz, e tem o Price e o Soap de volta. Eu gostava do Roach e do Ramirez do 2. E tem o Frost, do exército gringo, também controlável. Mas dessa vez ao menos eles têm cara, não é igual o Joseph Allen, Roach e Ramirez que não têm rosto mostrado durante o game.

Pra que não conhece, o tal Modern Warfare 2 é aquele jogo que criou polêmica por ter duas fases que se passam no Rio do Janeiro. Com direito a traficantes gritando (em português! Sensacional!), favelas, muito tiro, civis e tal. Elas são logo no começo e, acredite: são MUITO difíceis. Mas se você viu Tropa de Elite e usar das dicas do Capitão Nascimento você sobrevive. Termina a fase todo fudido e ensanguentado, mas termina.


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