domingo, 25 de dezembro de 2011

Um pensamento natalino.

2011. Nem eu pensaria que chegaria tão longe, hehe. Eu sempre gosto de pensar em um bom ensinamento nessa época porque acho que não existe hora mais apropriada do que essa.

Foi um ano de êxitos. Mesmo as falhas deu pra tirar proveito. Mas, embora eu sempre diga que foram meus êxitos, estarei sendo egoísta, porque não foram apenas meus. Teve muita gente por detrás, seja ajudando, torcendo, opinando, etc.

A gente deve sempre ajudar os outros, e agradecer pela ajuda que recebermos. Tenho um amigo evangélico que diz que o ser humano é naturalmente egoísta. E que esse papo de pensar no próximo é balela, algo bom demais na teoria, mas difícil na prática.

Bom, eu sou budista. E a palavra-chave do budismo é compaixão.

Compaixão tem vários significados, e acho que o principal signifiva "colocar os outros antes de você". Aí vem um careca que faleceu esse ano (Steve... cof! Cof! Cof! Jobs) e diz que "não devemos perder tempo vivendo a vida dos outros". Que merda, hein?

Eu acho que nossa passagem na terra deve ser um treco muito rápido. E dentro do nosso mundo temos um numero limitado de pessoas. Porque não tentamos então ser especial e ajudar o maior numero de pessoas possível na  nossa volta?

Estamos aqui hoje pelo esforço dos que vieram antes de nós. Se meu tataravô não tivesse ficado de pau duro e comido minha tataravó dificilmente hoje estaria aqui. Não apenas isso, hoje as pessoas ajudam as outras pelo dinheiro, e acho que você gostaria de saber o que você ganharia ajudando as pessoas assim, de graça, né?

Foi isso que a Denise, minha madrinha no budismo ensinou em seu aniversário por meio de um e-mail. Ajude o próximo. Deixe egoísmo de lado.

Larguemos de pensar apenas em nosso umbigo e vamos ajudar o nosso próximo. Seja ele desconhecido, coxo, japonês, anão ou uma gostosa. Quem sabe que com boas ações não melhoramos o mundo com um bocado de compaixão?

Acho que não tem sentimento melhor do que ouvir um obrigado sincero. E isso é simples, temos muitas pessoas na nossa volta precisando de ajuda. Vamos estender a mão e melhorarmos um pouquinho o nosso mundo.

Afinal somos nós que deixaremos tudo isso para os que estão por vir. Sejamos humanos. Não vamos perder nossa humanidade e viver como máquinas sem sentimento e egoístas. Pode parecer pouco, mas se cada um fizesse esse pouco, teriamos um mundo muito melhor.

Feliz Natal, moçada. E obrigado por tudo!

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