terça-feira, 22 de maio de 2012

O que eu vi em Assassin's Creed 2.

Terminei ontem a noite o famoso Assassin's Creed 2.

Já vou adiantar que tem SPOILERS. Depois não diga que não avisei.

Joguei o primeiro e o segundo. O primeiro ainda tem uma mecânica mais difícil, poucas armas e coisas realmente difíceis (como missões em que você deve cruzar Jerusalém em 10 segs. Nem o Vettel faz isso!).

Assassin's Creed 2 é ESTUPIDAMENTE FÁCIL. Eu só morri duas vezes no jogo: uma foi planando com a Asa-delta do Leonardo e outra foi quando falhei na corrida em Venezia. Só.

Mas pra balancear com isso o jogo é muito longo e cansativo. E diferente do primeiro onde você tem que matar nove cornos, nesse você tem, sei lá, cinco missões em Florença, quatro na Toscana, uma em Romagna/Forlì e umas dez em Venezia. E não como no primeiro que você vai pra Jerusalém, depois no Acre, depois volta pra Jerusalém, depois Damasco... Não! Ficar na mesma cidade por dez missões cansa! Cansa de ver as mesmas bundas e as mesmas cortesãs. Tem que variar como no primeiro!

Um ponto bom são os personagens que ganharam carisma. Ezio com seu sotaque de pizzaiolo fanfarrão, o tio Mario com seus trocadilhos infames (Ezio! It's me, Mario!) e os coadjuvantes também não são de se jogar fora. Destaque pro Leonardo Da Vinci.

Gostei muito das armas. Especialmente porque a hidden blade não serve apenas pra assassinar. É a arma mais rápida. O que não gostei é que o direcional direito tem a espada. E não tem como trocar esse atalho.

Se você quiser trocar tem que entrar no menuzinho que é muito chato e difícil de usar. Eu não gosto de usar espada, sou mais a adaga. O sistema de luta melhorou 300%, embora continua um jogo onde basicamente pra matar os caras você tem que ficar apertando X, X, X, X, X e depois X, X, X, e por fim, X.

O roteiro é fraquinho ainda. Continua no "mata um e vai pro próximo", igual do primeiro. Isso deixa os vilões nada menos que uns babacas esperando pra serem mortos, exceto o Rodrigo Bórgia. E o cara foi papa mesmo, e tem até um rolo com o filho dele, o Cesare, que fiquei sabendo que vai mostrar no próximo (quero só ver a deturpação. Os caras da Ubi sabem que tem gente que manja de história jogando?).

Por fim, o Desmond não é apenas o chorão que fica acordando pra ficar apenas batendo papo com os malucos da Abstergo. O Desmond vira homem e até luta. Falta só perder a virgindade, Desmond! Come a loirinha, rapá! Tudo bem que ela tem uma voz irritante, mas tem um belo dum corpo.

Mas é visível a evolução comparado com o primeiro. Mas ainda sim, pra quem jogou o primeiro e brincava de pega-pega com os templários como eu fazia, a jogabilidade do segundo é mamão-com-açúcar.

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