terça-feira, 3 de julho de 2012

Simpática e inteligente.


Todo mundo na sala queria te comer. Não tem como negar. Até eu queria te comer!

Acho que você me deu mais bola. Fizemos trabalhos juntos e eu ficava abismado como você conseguia ser tão inteligente. Era esforçada e aprendia sempre as coisas com facilidade. Quase um nerd disfarçado de loura.

Quando um dia te dei uma flor, você se assustou, foi embora, e nunca mais voltou. Não queria romance. Queria apenas diversão. Acontece...

Mas acima de tudo, independente da sua pureza, você ainda era um ser humano. E fiquei um bocado surpreso quando vi que com apenas aquelas caipirinhas você foi capaz de abrir as pernas tão fácil. E quebrar uma pia com esse ato.

Afrodite, aquela de beleza infinita, sempre desejada por todos, sempre comida por (quase) todos. Mas acima de tudo: a mulher indomável, que preza pela sua liberdade antes de qualquer coisa.

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