domingo, 26 de agosto de 2012

As outras expressões da Kristen Stewart.

Assisti recentemente o On the Road (2012) que tem como principal apelo, a bonitona Kristen Stewart. Não assisti Twilight, mas sei de sua fama por causa dos inúmeros memes de internet que criaram em sua homenagem (pode clicar que eu deixo):


Uma amiga que estudou comigo na faculdade disse que ainda acreditava que a menina tinha potencial para ser uma boa atriz. Resolvi dar uma chance assistindo esse On the road. E, olha só, e não é que ela não é de se jogar fora?

Eu não acho que ela seria uma atriz ruim se ela dificilmente mudar a expressão. Longe disso! Acho importante um ator ter isso, personalidade. E desenvolvê-la. Pois se ele foge muito do papel sem ter talento pra coisa dificilmente o filme presta. Vide aquele "Júnior" do Arnold Schwarzenegger. Acho que o maior fiasco assistindo hoje, mesmo eu assistindo quando era moleque achava o máximo!

O que vejo no On the road é como se existisse um papel e a Kristen nascesse pra ele. Você não chega no Marlon Brando e fala: "Faz o Vito Corleone mais feliz!", ou chega na Camila Morgado e fala pra ela: "Sua Olga ficou muito machona!", não! Longe disso. Claro que isso pode ser um bocado limitante pro ator, mas se ele saber explorar pode fazer com que as pessoas reconheçam seu estilo único de atuação de longe. Você não vai pedir pro Picasso fazer uma obra surrealista se ele mexe com cubismo, certo?

E isso que acho que falta em diversos atores, um bocado desse desenvolvimento. A gente se acostuma com atores superficiais fazendo nada menos que o clichê. E não desenvolvendo o seu jeito e aplicando no personagem.

Claro que a Kristen tem muito a crescer, mas acho que ela está começando bem. Além de ser uma gracinha. E ela aparece pelada umas três vezes no filme, hehehe.

De resto, roteiro excelente. Não sei se é algum treco real, mas tem muito do que a realidade nua e crua, e não a realidade do cinema. Falta um pouco disso, e muitas pessoas acabam não curtindo por causa dessa veracidade. Mostrar que pessoas vão embora, outros vêm, acontece diversas coisas aleatórias... enfim.

E, por fim, a fotografia que é o que mais gostei. Não sei descrever, mas a fotografia por sí só é um elemento que faz o tempo passar. Achei genial, inclusive as paisagens retratadas. Mesmo que grande parte do filme seja filmada dentro de um calhambeque. Vale a pena assistir.

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