domingo, 31 de março de 2013

Novo paradigma da música sertaneja.

Sabe, sou do tempo que existiam umas músicas sertanejas melosas. Eu gostava, sinceramente. Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó e João Paulo & Daniel sempre estavam na minha playlist. Eram músicas extremamente românticas e um bocado sado-masoquistas.

Basicamente as músicas tratavam de dois assuntos: ou amores impossíveis, ou uma pisada de bola que o cara deu, traindo a mulher. Mais uma prova que a rotina em relacionamentos não dá música (não sei porque também!).

Uma das que eu mais gostava era "Te amo cada vez mais", do João Paulo & Daniel. Olha o teor da letra: "Não vá! Como vou viver assim? Distante de você, o que vai ser de mim? Não posso te perder! Jamais vou te esquecer. Diz que é sonho! Me acorde, por favor!".

Como o próprio Leonardo disse uma vez, um tipo de canção dessa é ótima para levar mulheres para a cama. De fato, promessas de amor incondicional mexem com elas, mesmo que crie uma falsa esperança. Isso funciona dos Beatles até o Gustavo Lima-e-você-tche-tchere-rere-tchê.

Ou você pensava que o "tchê-tchê-rerê-tchê" era o que? Lógico que é trepar!

Já hoje, as músicas não falam mais tanto de grandes amores. Tirando o Meteoro da Paixão (WTF?), uma que me chamou muito a atenção dizia a estória de um rapaz, provavelmente com sérios problemas de dependência alcoólica, muito dinheiro e sem nenhuma noção, ingere substâncias alucinógenas baseadas em etanol todos os dias da semana.

O nome da canção é simples: "Beber, beber". Basicamente é: "Segunda-feira eu vou pro bar, terça-feira eu vou também. Beber, beber, beber, beber".

...E vai bebendo pelo resto da semana. E não morre de cirrose.

No princípio a música caipira era exaltar a vida no campo, falando de como era estar ao redor de vacas e galinhas. Hoje em dia pra encontrar vacas e galinhas sem sair pro campo é na balada. Poucos continuam com músicas nesse estilo, muitas herdadas das modas de viola que até hoje atrai vovózinhas juntas da Inezita Barroso.

Depois as músicas ganharam muito um teor romântico, se aproveitando do idealismo romântico das pessoas.

E por fim hoje o esquema é bebedeira. Talvez seja consequência dos grandes shows. Só quem vai no interior dos estados que vê a força que a música sertaneja tem. É um revelando o outro, e com o boom salarial cada vez maior de quem mora no interior, encontramos pessoas com grandes salários, poucos impostos (comparado com a capital) vida mais sussegada e possibilidades infinitas para novas duplas sertanejas.

Isso explica bem o boom recente. De aparecer brotados do chão como Fernando e Sorocaba, Gustavo Lima-e-você-tchê-tchê-rerê-tchê, Luan Santana, e tantos outros. Tenho um pouco de medo isso. Antes com as músicas românticas os problemas seriam gravidez não planejada, AIDS ou uma bela duma herpes genital. Com bebida, e ainda uma bebida "inocente" como é colocada nas músicas será que as pessoas entenderiam que é algo muito mais pra se divertir do que pra se tornar alcoólatra?

Bebida destrói lares. Será que as gerações anteriores não aprenderam com isso? =/

sexta-feira, 29 de março de 2013

Antes de pensar em direitos, pensar em educação.

Estava vendo agora a entrevista do pastor Feliciano no Agora é tarde. Independente do que as pessoas pensem dele, uma reflexão é sempre baseada na análise imparcial dos fatos. Em algum momento ele falou algo como se a sociedade brasileira não está pronta pra aceitar pessoas homossexuais, que não seria apenas ele que não as aceita.

Fiquei pensando sobre isso.

E na verdade ainda estou pensando.

De fato, grande parte das pessoas ligadas ao movimento gay são pessoas de elite. Pessoas no Brasil confundem, pensam que a "elite" aqui são os malucos super ricos, pois erroneamente as pessoas usam o padrão americano de consumo. Mas, se você tem seu carro, um nível superior (mesmo que numa UniNada da vida), mora numa casa com reboco você já é elite.

São Paulo, o grande motor da economia brasileira é uma cidade que aprendeu bastante a respeitar gays. Isso é ótimo se você é um funcionário de uma empresa, morando na Vila Mariana, tirando seus R$9,800 em média por mês. Você ter um curso superior e entender que não se luta por fim de preconceito apenas, mas sim pelo direito das pessoas poderem amar quem elas quiserem. Simples!

Mas na mesma cidade, se você considerar que grande parte da sua população mora no subúrbio, com pessoas com no máximo um ensino fundamental completo numa escola estadual, trabalhando com empregos operacionais tirando pouco mais de R$600 mensais, morando em favelas, acho que o ponto em questão muda bastante. Lá, dentro da mesma cidade, existe preconceito. E muito. Uma coisa é assumir ser gay em um "apê pago pelo papito" na Chácara Klabin. Outra coisa é assumir ser homossexual no meio de uma favela no Jardim Aracati. É extremamente difícil achar gays na região da periferia (dadas as suas proporções).

Eu vi uma reportagem dizendo que existem mais casais gays na periferia. Ele compara os números do Itaim Bibi, com 118. O Jardim Angela, tem 95. Porém, a população do Itaim é de pouco menos de oitenta mil pessoas, contra as quase 300 mil do Jardim Ângela. Pro Jardim Angela ter o mesmo número na proporção do Itaim, teria que ter 442 casais. Simples regra de três.

E se formos mais distante ainda?

Por exemplo, aquele senhorzinho que mora numa fazendinha no meio de Colorado do Oeste, em Rondônia. Numa pequena chácara, um vovôzinho estaria preparado pra ver dois homens se pegando? Ou mesmo que seja um jovem. A resposta é não. Se na própria cidade de São Paulo, polo dessas pessoas mais graduadas existe preconceito, imagina na Colorado do Oeste com seus pouco menos de vinte mil habitantes?

Sabe gente, é ótimo. Eu apoio completamente os direitos da classe GLBT, mesmo eu sendo hétero. Mas a realidade infelizmente é como o Feliciano disse, a sociedade não está pronta. Apenas nós, da elite, que aceitaríamos isso. A grande maioria da sociedade, independente de ser evangélico ou qualquer coisa, ainda precisa de muita educação pra chegar nesse patamar de aceitar.

A lei assegura, mas sem a sociedade educada o suficiente antes, a coisa complica.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Novo logo.

Estava na hora!

O blog começou como Pegasus Wings, mas com a vinda na blogger achei que era necessário trocar. E também porque a pessoa que tinha o nome que eu queria já tinha criado no lugar (shit!).

O foda é que não posso fazer nada, ele criou um "Pegasus Wings" em fevereiro de 2005. O meu blog foi começar em dezembro de 2005. Mas, enfim, peguei o fallen Pegasus mesmo e até hoje ele está aqui. =)

Achei que estava na hora de trocar. Fiquei as últimas semanas rascunhando todo raio de idéia. E cheguei a esse finalizado. Espero que gostem!


terça-feira, 26 de março de 2013

Porque eu gosto tanto de iCarly.

Foi tudo culpa da Kátia. Um belo dia dei uma chance pro iCarly.

Bom, primeiramente convenhamos que é de fato um seriado bem infantil. Mas ele não é lavagem cerebral como tantos outros, e é inspirador pra molecada, embora não seja tão engraçado. E quando é engraçado, é MUITO engraçado (como nisso)!

Eu no começo vou admitir que assistia pra ver a Sam Puckett (interpretada pela Jennette McCurdy), além de ser a mais engraçada, hoje virou um mulherão (vide essa foto aí). Mas tem algumas coisas que eu vejo em iCarly que mesmo em outros seriados não têm. E isso aumenta ainda mais a concorrência entre Disney e Nickelodeon.

A primeira coisa é que a Disney sempre tem personagens delicados, enquanto a Nick abusa dos muito zuados. Não é diferente no iCarly. Não temos meninas meiguinhas como a Hannah Montana. Poxa, já basta o Gibby (Noah Munck). Até mesmo a Carly (Miranda Cosgrove) é um pouco fora dessa padrão Disney de beleza, embora ela não seja de se jogar fora (mas eu prefiro a Jennette!).

Outra coisa que eu acho engraçado é a dualidade das duas protagonistas. A Sam é violenta, rebelde, folgada e já foi presa. Já a Carly é toda jeitosinha, meiga e um bocado séria. Mas ao mesmo tempo as duas se dão muito bem, com a Sam deixando a Carly mais audaciosa e, especialmente, a Carly ajudando a Sam a evitar fazer atrocidades (entre elas, não cometer sequestros!).

O Freddie Benson (Nathan Kress) é o conceito de friendzone. Ele corre atrás da Carly o seriado inteiro, e dá até uns catos na Sam quando ela deixa de usar aquelas calças capri e começa a usar umas calças jeans para realçar sua voluptuosa bunda (só eu reparei? Nossa, ela fica muito gata nos últimos episódios). E logo no primeiro episódio da primeira temporada ele declara seus sentimentos pela Carly, recebendo um sonoro "não", e pelo resto das temporadas. Aí o jeito é pegar a Sam mesmo.

Já o Spencer (Jerry Trainor) merece um seriado a parte. Grande comedor (umas 20 mulheres passam na mão dele durante as sete temporadas) e muito comunicativo, alegre e com desenvoltura. Acho que o Spencer talvez encarne o novo arquétipo de homem moderno, que sabe se comunicar, é engraçado, valores que até pouco tempo atrás eram considerados "gays" para serem adotados no novo homem moderno que não deixa de admirar as curvas de uma bela mulher. Não é mais aquele típico homem caladão, fechado com um cigarro na mão e uma cerveja na outra. É Spencer Shay!

Se eu tivesse filhos, assistiria iCarly com eles. Ótimo roteiro, personagens cativantes, situações inusitadas e relativamente engraçado. Vale a pena!

segunda-feira, 25 de março de 2013

Quando meu melhor amigo se casou.


Foi agora, no dia 16. Quando recebi o convite nem acreditei direito. Foi exatamente um mês antes. Fui convidado pra tirar as fotos do casório.

O dia começou muito chuvoso. Como ainda tinha um tempinho, orei um pouco. O budismo tem a ver com o budismo esotérico - o mesmo dos malucos que pisaram na China dizendo que era um ensinamento tão forte que era capaz de parar ou trazer chuvas - o que fez o imperador da China naquela época babar e aceitar eles de braços abertos.

Por "coincidência" ou não, a chuva parou quando já estava saindo, depois de orar. Cheguei no cartório pouco antes de abrir, e aí que meu grande amigo Guilherme apareceu.

Subimos, bati as fotos, todos foram muito simpáticos. 24 anos, e casado. Na minha idade meu pai já me tinha, e eu tinha apenas uns dois aninhos. Tempos mudaram. Não é por falta de vontade, mas o custo de vida é terrivelmente grande. Não vale a pena casar sem estar com o que todos chamam de "independência econômica", o que hoje em dia está cada vez mais difícil.

Lembro das duas mães, dela e dele, me perguntando quando eu iria me casar.

Eu disse que não tinha pressa. E pela primeira vez na vida não estava perdendo tempo com biscates (ok, eu disse "garotas", mas elas no fundo eram biscates), e conseguindo até economizar um bom dinheiro (depois dizem que sexo com namorada é gratuito!). E estava bem, estava tranquilo e leve como nunca estive na vida.

Ainda mais eu que sempre tive essa de "estar sozinho no mundo". Esses tempos acontecem coisas em mim que até eu duvidaria.

Mas fiquei feliz por eles. =) Eu sinceramente não a conhecia da primeira vez que namoraram. Apenas por fotos. Dessa vez a conheci pessoalmente e acho que formam um ótimo casal. Cada um balanceia o outro, e ela botará um pouco de maturidade nele, e ele a deixará mais tranquila. Os dois vão aprender muito juntos! =)

Felicidades, meu caro amigo! Fico na torcida por você.

terça-feira, 19 de março de 2013

Teólogos.



Esses dias eu vi uma entrevista muito boa, mas eu dormi. Esse frio é batata, eu durmo igual uma pedra, hehe. Era com o teólogo Leonardo Boff. Eu gosto muito do Mario Sérgio Cortella também, é um grande filósofo, mas o Leonardo Boff é um renomado teólogo e franciscano. É interessante ver esse lado também.

Acho que todos estão em geral com bastante esperança do novo Papa Francisco. Ninguém nega. Todos estão olhando pra ele, desde as roupas simples como sumo pontífice, como também os sapatos mais bacanas que os caríssimos vermelhinhos de Joseph Ratzinger.

Santo Youtube! Ainda bem que achei, hehe.

sexta-feira, 15 de março de 2013

As minhas cenas favoritas de Final Fantasy XIII

Eu tô há meses tentando terminar Final Fantasy XIII. Eu gosto muito do jogo, tem muitos personagens carismáticos, e não um protagonista babão, favelado e sem graça como no doze. Tem a toda poderosa Lightning, que mesmo pulando de lá pra cá, cima pra baixo, direita e esquerda, não dá pra ver a cor da calcinha dela nunca.

Ok. Vou tentar jogar o XIII-2 pra ver se dá pra dar um vislumbre na da Serah. Mas enquanto não termino o XIII pra jogar a sua continuação, devo dizer que Final Fantasy continua (e aprimora) sua maior capacidade: de tornar games cinematográficos.

A cena que achei mais tocante (e vou confessar que até chorei) foi essa:


Claro que se você não jogou você não vai entender porque o negão do Sazh está tentando dar uns tiros na ninfetinha da Vanille. Basicamente a Vanille é a responsável pelo filho do Sazh (de uns 5 anos) ter sido aprisionado num cristal. E os dois ficaram juntos explorando o mundo por uns 5 capítulos sem parar, e ela só revela isso momentos antes dessa cena, por medo.

O jogo fica um bocado linear? Fica. Muita gente prefere games que você tem mais liberdade, como GTA, para andar por aí. Poucos gostam de ficar sentados vendo um bom roteiro se desenrolar enquanto você joga. Mas ainda assim, Final Fantasy XIII é um dos títulos que mais gostei da série. E com um destaque único pras vozes! Muita gente talentosa, em especial a Ali Hillis pelo excelente trabalho sensualizando a voz de uma das protagonistas mais porretas que já vi na vida.

As vozes da versão japonesa ficaram boas também. Mas ainda acho que não se compara ao carisma das americanas. Poxa, um japonês dublando um negão? Não acharam um negro que falasse japonês? Ficou muito artificial.

sábado, 9 de março de 2013

Namoradeira holandesa.


Ah, como tenho saudades da Holanda, hehe.

Mal nos falamos mas rolou tanta química. >(
Uma pena que a Amsterdam não é ali do lado. E, pensando bem, nem ficou tããão parecida com você também. Mas eu olho e vejo você. Queria juntar uma grana e fazer uma loucura e de ir lá ver você de novo. Quem sabe?

Pelo menos ainda existe redes sociais pra nos falarmos. Porque uma menina como você, eu ia querer perder o contato nunca!

quarta-feira, 6 de março de 2013

A morte de Alexandre Magno Abrão.

Dizem que Buda envia sinais pra gente.

Hoje morreu Chorão. O vocalista da banda Charlie Brown Jr. Sinceramente, mal conhecia essa banda, sequer eu sei um sucesso. Não vou baixar a discografia agora que o vocalista morreu. E sinceramente pensava que era apenas um skatista vagabundo de 22 anos. Mas não, ele tinha passado dos quarenta e tinha até um filho com a minha idade.

Como muitos hoje, acabei conhecendo um pouco sobre a banda.

Parece que foi mesmo suicídio. Subiu, subiu, subiu e acabou caindo - e falecendo. Hoje, assistindo ao Datena a tarde, vi a entrevista que a Sonia Abrão deu pra ele na rádio. Tem um link aqui, é tocante. Uma das coisas que mais me surpreenderam foi a fala de Chorão que Sonia Abrão revelou: "O que me derruba é que a gente nasceu sozinho e morre sozinho".

Engraçado isso, né?

Hoje durante a corrida matinal eu tava pensando sobre isso. Que muitas pessoas passam por grandes sofrimentos têm normalmente dois comportamentos: o primeiro é ser destrutivo consigo mesmo. É difícil de explicar, mas vou dar um exemplo: é igual uma menina que quer ser livre pra namorar quem ela quer, mas por conta da pressão social e da família ela tem que ser obrigada a evitar, e acaba agindo como uma grande biscate por consequência disso.

Outro tipo de comportamento é um menos destrutivo. A pessoa sofre, sofre, sofre, mas ainda segue em frente. Meio que ignora isso pra que continue sua própria vida. São aquelas pessoas que mesmo na cadeira de rodas, com milhões de tumores no corpo e sem os braços continuam seguindo em frente. Isso também não é um ideal, pois, pelo menos no meu caso e no que vejo de vários, existe uma linha tênue sobre esconder as consequências e quando elas explodem, revelando o seu mal interior, que estava adormecido.

Nunca fui flor que se cheire. E sei que existe uma pessoa terrível dentro de mim. Adormecida, mas existe.

Um cara com fama, que comia muitas fãs (eu sempre quis ser "rockstar" pra comer fãs!) e que devia ter lá uma grana. Seguia fazendo shows, mas muitos imaginavam que talvez aquela tristeza que ele tinha era... Poesia?

E hoje, aparece morto. Morreu sozinho. A morte sempre acaba sendo um aspecto solitário. Não podemos pedir pra outra pessoa morrer por nós. Morrer é uma atitude bastante mesquinha.

Não conheço o cara, mas vendo as falas, me cativei. Minha criação sempre foi na base do "você tem que se virar sozinho, porque você é sozinho nesse mundo". Claro que teve momentos difíceis, mas em grande parte sempre gostei dessa liberdade. Eu provei um bocado dessa solidão enquanto estava na Europa, por exemplo. Não sou desses anti-sociais, eu consigo manter uma conversa sadia com pessoas, sou simpático. Mas a vida sempre ensinou que as coisas são muito transitórias, e o que antes pra mim era um pesadelo (como deixar de falar com um amigo pela distância ou tempo) hoje é algo que consigo conviver.

Sem namorada pra gastar dinheiro ou ficar dando satisfação pra onde vou e com quem eu vou. Sinto falta de uns carinhos um pouco de sexo gratuito? Sim. Mas não é algo que seja a maior meta de vida, como é dessas menininhas de trinta e poucos anos com medo da menopausa.

Até pouco tempo eu tinha muito essa meta de conseguir uma namorada pra lidar com essa minha solidão. Mas aí eu vi que mulher dá muita dor de cabeça e cada vez mais tá difícil arranjar alguma que tenha algo na cabeça e seja minimamente atraente.

Será que se o Chorão soubesse lidar melhor com a solidão uma tragédia não teria acontecido? Fiquei pensando sobre o assunto. Mas acredito que sim. Lembro das palavras do Sakurazukamori: "É porque somos solitários. Enquanto desejarmos algo, nós conseguimos sonhar. O ser humano não é tão forte a ponto de conseguir viver sem sonhos".

terça-feira, 5 de março de 2013

Metal Gear Rising - Revengeance

(eu ainda não entendi esse título... Re-vingança?)



Eu sou super fã da série Metal Gear. Meus favoritos continuam sendo o Metal Gear Solid: The Twin Snakes  (remake do Metal Gear Solid original pro Gamecube) e Metal Gear Solid 4: Guns of the patriots. Dessa vez joguei Metal Gear Rising: Revengeance, onde a estrela é o viadinho do Raiden.

Gostei bastante! A mecânica do jogo mudou muito. Não tem mais essa de não ser visto (na verdade, se você é visto, fica até que mais divertido!). Pegar a espada e cortar as pessoas como pedaços de manteiga. Os gráficos ficaram muito bem finalizados, até mesmo a física do game (graças aos malucos da Crytec) e a história, bem... Senti falta de alguns personagens, mas pelo menos mostra a Sunny (ela é tão fofinha!).

O engraçado é que eu empaquei em apenas duas partes do game. Primeiro, o primeiro chefe, aquele lobo robótico. E... O último chefe, o senador Armstrong.

Esse último eu só consegui na base da tentativa e erro, isso vezes cinquenta. Ele suga muito sua vida, então o jeito é ficar com aqueles trecos pra recuperar a barrinha azul e quando ele jogar em você partes do Metal Gear Excelsior, você ligar o "ripper mode" e quando ele jogar os trecos em você, você entra no Zan-datsu. Isso vai fazer com que o zan-datsu dure mais e você tem tempo tranquilamente pra fatiar tudo e depois ainda encarar o Armstrong. E, de quebra, itens de recuperação (cai uns 4!), aí você deixa equipado e corre pro abraço. Fica bem mais possível de matar o Armstrong assim.

Mas o mais divertido do jogo é sair fatiando tudo por aí. Imagina se o Raiden tivesse uma Hanzo no lugar daquela katana dele? Aí sim eu vi vantagem, hehe.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Que tipo de sinal é esse?

Em todo lugar que ando na internet vejo propagandas como essas:




Pois é. Amsterdam. Eu não vou ver isso como um sinal, vou ser a pessoa mais ignorante do mundo. Mas que dá saudades dela, ah dá sim. =(

Minha meio húngara e meio holandesa favorita. ;)

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