quarta-feira, 8 de maio de 2013

Existe limite pro bizarro?


Quem é blogueiro lê blogs também. Eu assino vários, eu mesmo me perco no meu netvibes. São de amigos, coisas que achei na internet, sobre design, tudo. Esse post está estacionado há um tempo, mas acho que vou publicar agora.

Antes de continuar, vou tratar de um assunto de gente grande.
Se você é criança, vai pra outro lugar, como esse.



Já foi provado por aí que nós homens adoramos pornografia. Ninguém é santo, meninas. Sinceramente não sei o porquê disso despertar desejos em nós homens (e em mulheres também!) - ver um casal de pessoas copulando.

Muitas mulheres dão lição de moral em nós que gostamos de pornografia, mas quem é pra dar lição de moral se elas depois de balada fazem exatamente o que nós apenas vemos na telinha? Pelo menos nós não temos doença vemos um filme pornô, hehe.

Muitas pessoas pensam em pornografia como um ramo americano, com as loiraças com seios generosos e bundas fartas gritando "oh my God!" duzentas vezes por minuto. Porém, por incrível que pareça, embora tenhamos a visão de um país educadinho, tímido e puro, é exatamente o Japão um dos países que não tem vergonha de dizer que são uns depravados.

A prova são os diversos gêneros de pornografia criada lá na terra do sol nascente! Embora tenham uns que deixam qualquer americana no chinelo, existem outras que beiram o bizarro.

Só pra citar uns exemplos do que é normal lá: caras ejaculando na cara de apresentadoras de telejornal, orgias com mais de 200 casais, game shows onde você tem que descobrir quem é sua "mãe" ou "filha" comendo ela com os olhos vendados, e muito, muito, muito creampie, que não tem nada a ver com culinária, e sim atores ejacularem na vagina da atriz (ao contrário dos ocidentais, cujo alvo é o rosto das atrizes).

Como se isso fosse normal, esses dias li sobre esse filme (NOT SAFE FOR WORK), que mostra nada menos do que tribais africanos fazendo sexo com japonesinhas.

WHADAFUQ?

Como se não bastasse é com a gracinha da Yui Takagi, uma das minhas beldades asiáticas favoritas. É tipo aquele reality show na tevê que as pessoas têm que sobreviver no meio do nada, só que rola um bocado de sacanagem. Eu vi um trechinho de curiosidade e não senti muito tesão. Deu um pouco de dó da japonesinha, isso sim.

Tem gente falando que o filme é racista, mas sinceramente, não sei se dá pra classificar assim. Bom, como rola muita grana na pornografia no Japão acho que foi meio que "já que as pessoas querem, vamos mandar uma pra lá pra fazer um filme com eles!".

Bizarro? Racista? Não sei. Mas vende pro estranho gosto japonês pra pornografia. Diga-se de passagem, é o país que mais produz, até mesmo mais que os americanos. Aqui tem um trecho(NOT SAFE FOR WORK)

0 comentários:

Postar um comentário

Arquivos do blog