sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Onde começou tudo?

Cheguei ontem à tarde depois de pisar pela primeira vez em solo americano!

Como é bom estar de volta, hehe. Mas eu gostei muito da Chi-town. É um dos lugares que eu trocaria por São Paulo com certeza. Claro que também tem seus defeitos, mas as coisas boas pesaram da cidade pesaram um pouco mais que as coisas ruins.

E pensar que tudo começou lá atrás, no dia 25 de abril, enquanto eu ainda estava sem emprego. Na tarde daquele dia, depois de almoçar eu fui tirar um cochilo à tarde. Foi aí que eu tive um sonho onde minha queridíssima amiga Denichan chegava em mim no sonho e dizia: "Alain! Tenho uma novidade! Você vai viajar de novo!".

Eu lembro que eu acordei num salto do sofá.

E a primeira coisa que eu pensei foi: "Nossa. Caramba, foi só um sonho. Ainda bem!". Um pesadelo, eu diria. Sem emprego, sem dinheiro, e desanimado com as coisas e as entrevistas que davam em nada, viajar era a última coisa que eu queria. Mesmo que fosse um convite. Sabia que meus pais colocariam pilha, botar mais obstáculos do que os que eu coloco naturalmente.

E naquela tarde, depois de acordar desse sonho, eu fui pro meu computador e fui checar os e-mails depois que me acalmei do sonho. Foi aí que saltou um e-mail da própria Denichan, com o título: "Novidade em primeira mão". De fato, não imaginava o que era e abri. E eu quase tive um treco, porque parecia que era um sonho dentro de um sonho (Inception?).

No e-mail estava dizendo que eu tinha sido convidado para ir pra Chicago em agosto, para um fórum budista. Só que dessa vez não era um sonho.

E de fato, quando contei pra minha mãe ela mandou eu cancelar. Disse que era loucura, que não éramos ricos, que estávamos com a reforma em casa e eu estava sem emprego. Meu pai teve uma reação diferente, ele disse que não tinha problemas de eu ir, mas se eu conseguisse um emprego era pra esquecer. Ele disse que emprego nenhum ia liberar funcionário para viajar assim.

Logo, eu que estava procurando emprego fazia seis meses estava num beco sem saída: de um lado minha mãe dizendo que não tínhamos condições nenhuma de eu comprar nem uma latinha de coca nos Estados Unidos pra mim. Do outro meu pai me deixou num dilema de ficar mais três meses sem emprego.

Pra muitos receber um convite desses pode soar como um grande presente. Mas pra mim, foi apenas o início de uma grande Via Crúcis. E não estou exagerando. Pelo menos foi assim que eu via aquilo tudo naquele momento.

Mas calma! Essa história terá um final feliz. ;)
Assim como eu, peço que tenham fé. Fiquem ligados nos próximos posts!

Continua...

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