quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Chicago 2013 - Dia 1 - Home alone!

No capítulo anterior...

Feels like Kevin McCallister from Home Alone movies!
O voo foi tranquilo. Eu estava bem cansado, e enquanto eu assistia o comecinho de G.I. Joe - Retaliation, simplesmente capotei. Acordei uma vez no meio do voo e joguei um pouco PSP. Acho que pelo fato de eu ter trabalhado no dia anterior eu estava com facilidade pra dormir.

Chegamos no Chicago O'Hare às 5h30 aproximadamente e fomos para a temida fila de imigração. Que pra mim passou tranquilo, exceto pelo fato de que só tinham três agentes da imigração para um contingente que cabia num Boeing 777. Demorou muito, só fomos liberados depois das 8h. Três horas em pé.

O engraçado é que quando o funcionário da imigração veio perguntar o que eu tinha ido fazer, eu falei que vim participar de um fórum budista (I was invited to a buddhist forum here). Porém o som do "u" que pronunciei soou como "butt", que significa "bunda". Em outras palavras, o cara entendeu que eu tinha ido participar de um fórum "bundista", e depois de algumas risadas ele me ensinou como se pronuncia corretamente.

Adoro essas fotos com obturador no talo!
Encontramos Todd, um praticante de Nova York. Fui pegar dinheiro numa ATM próxima dali, porém me confundi na hora, e deixei acidentalmente meu cartão de crédito de Travel Money lá. Porém eu só percebi quando cheguei no Hotel. E lá vamos nós correndo para o O'Hare e torcer para que o cartão estivesse lá.

Óbvio que dentro de mim eu estava berrando e tremendo. Mas o pessoal dizia que eu passava mesmo assim uma tranquilidade. De fato, não gosto mesmo de ficar estressando os outros. Chegamos no aeroporto e o cartão não estava na máquina. Perguntamos aos arredores e ninguém tinha visto. Nem mesmo os oficiais da segurança. Eles indicaram que nós subíssemos e procurássemos o oficial chefe - um típico policial americano gorducho. E ele disse também que tinha achado nada, e que seria melhor eu cancelar o cartão.

Eu tinha um cartão de crédito de emergência. Poderia usá-lo. Mas aquele travel money tinha minhas economias todas em dólar. O policial gorducho indicou que fossemos no andar de baixo, e procurássemos no banco ao lado do caixa onde esqueci o cartão. Chegamos, explicamos toda a situação e uma senhora veio com o cartão em mãos, dizendo que tinham achado de fato e entregado no banco ao lado. Na hora eu não aguentei, chorei ali mesmo de emoção depois de todo o desespero que rolou, enfim algo que me acalmou.

Por isso esse povo é gordo!
Voltamos para nosso hotel depois de encontrarmos Hirano-san e o vice-presidente da Associação de Jovens do Japão, que foram convidados direto das terras nipônicas.

Tivemos esse primeiro dia livre. Fui junto com a Denichan explorar a cidade. Elk Grove Village é uma cidade basicamente onde se você não tem um carro tem que ficar se deslocando a pé, infelizmente. É uma cidade onde as pessoas estão tão acostumadas a usar apenas carro que as ruas são muito largas, muitas faixas de rolamento, e até mesmo as calçadas são raras. Pelo menos no estilo que encontramos no Brasil, em muitos lugares tivemos que andar em cima do gramado.

O dia estava bonito e ensolarado, fomos primeiro comer algo no Subway local e depois fomos ao templo da Shinnyo-en Chicago. Fomos recebidos pela Junko-san, funcionária do templo local, que foi conosco num tour super especial no belíssimo templo de Chicago. Visitamos todas as salas, desde o altar, até mesmo a sala onde controlam os vídeos. De fato, esse templo parece com o Ogen-in, só que bem menor! É belíssimo!

Uma das fotos mais fodas que já tirei. Adorei o efeito!
Depois disso Junko pegou seu carro e sendo bem gentil nos deixou num local onde havia alguns shoppings e supermercados. Comprei água e fomos andar pela região. Conhecemos as fontes, tiramos fotos e fomos fazer algo que é sempre interessante fazer quando temos a oportunidade de viajar para outro país: fomos a um típico supermercado americano! Uma coisa que me deixou bastante intrigado é o tamanho das coisas. Sempre tem coisas pequenas por um preço (por exemplo, US$1,39) e a mesma coisa em tamanho grande, ás vezes ultrapassando até mesmo o triplo do volume/peso custando míseros 20 centavos a mais.

Vendo as coisas por esse ponto de vista é fácil entender como é fácil as pessoas serem tão gordinhas nesse país. De fato, muita gente é bem gordinha!

Comi junto com a Denichan um Haagen-Dazs sabor Vanilla Beans. Fomos andando pela região, foi ótimo! Na janta comemos um hot dog e ela uma pizza numa lanchonete local no estilo baseball.

Voltamos para nossos quartos e dormimos. O primeiro dia do fórum estava pra chegar!

Tão quente que eu queria muito me juntar a essa molecada.

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