segunda-feira, 6 de abril de 2015

O retorno da pedra no rim.

Em janeiro de 2013 foi a primeira (e até agora única) vez que eu tive pedras no rim.

No último sábado acordei, fui buscar pão, e vi que meus pais não estavam aqui. Achei que tinham ido fazer compras, normalmente eles fazem sempre no sábado de manhãzinha. Minha mãe mandou mensagem dizendo: Seu pai não dormiu a noite inteira. Provavelmente são pedras no rim.

Ah! Quem já teve acho que só de ler já vem o trauma de novo.

E a do meu pai é menor que a minha. A minha era um aerolito de 0,7mm. Precisava passar por cirurgia, e passei. Enfiaram um negócio no meu pau até o canal renal, ainda bem que eu tava de anestesia e não vi nada, hahaha. A do meu pai é bem menor, 0,4mm. Mas não quer dizer que é mais fácil. Passamos o fim de semana inteiro preocupados, com ele andando pra lá e pra cá, pedindo chá, água, essas coisas pra ver se faz xixi.

Eu sei exatamente como a dor é desesperadora. Uma vez perguntei pra uma mulher que já teve pedras no rim, e que era mãe também. Perguntei o que mais havia doído: parto ou pedras no rim? Ela não hesitou: pedra no rim doeu muito mais que um parto!

Fui buscar o nome do urologista que me operou pro meu pai e achei o potinho que até hoje a pedra que estava em mim está lá. O médico me deu como um souvenir. Difícil definir dor de uma maneira tão exata como pedra no rim. E eu pensando que eu tinha herdado o karma de doenças renais na parte da família da minha mãe (sim, eu sou um dos únicos homens que sofre de infecções na bexiga! Não é exclusividade de mulheres), mas pelo visto tem karma na parte de pai também.

Tenso!

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