segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Hora dos marmanjos babarem.

Dia 20 de dezembro vai rolar o próximo concurso de Miss Universo! Como tradição, e dessa vez, bem antes do concurso rolar, quero falar das que eu mais gostei e também comentar o que achei da Marthina Brandt, a Miss Brasil 2015 nessa competição.

Assistir qualquer concurso de Miss aqui em casa é sempre a mesma coisa. Fica eu e minha mãe assistindo juntos, fica parecendo que estamos naquele episódio do Chaves:


Aja biscoitos! A gente não perde um. E minha mãe acerta mais no bolão do que eu (isso prova que eu tenho um gosto bem peculiar para mulheres). Mas quero começar falando sobre a vitória da Marthina Brandt, a Miss Brasil 2015, mais uma gaúcha, tchê:


Normalmente nos concursos de Miss Brasil fica aquele empasse enorme entre gaúchas e mineiras. Mas nesse ano não sei o que aconteceu, mas a Miss Minas Gerais parecia uma quarentona. Logo, o resto do Brasil teve uma chance de fisgar a coroa de miss. Mesmo eu sendo paulistano, raramente eu torço pra alguém daqui. Por um simples motivo: São Paulo pode ser a terra onde todas as etnias do Brasil se encontram, mas também é o local com maior número de mulher feia por metro quadrado. Se quiser mulher bonita vai pro Rio de Janeiro. Em São Paulo só tem tribufu.

Só existe um lugar no estado inteiro que se salva. É a área centro-norte do estado, região de Ribeirão Preto/Araraquara. Ali parece até outro país, nem parece São Paulo por ter tanta mulher bonita. Curiosamente é o local de onde a que eu achei que iria ganhar tinha vindo, a Miss São Paulo Jéssica Voltolini Vilela, mas ela ficou no top 3. A Miss Bahia e a Miss Distrito Federal foram paixões à primeira vista, mas não foram mais além na competição.

E a Miss eleita, a Marthina Brandt? Uai, vamo vê, né? Não é a Melissa Gurgel do ano passado (que arrebentou!), mas os concursos sempre são aquela caixinha de surpresas. Mas não botei muita fé nessa gaúcha não. Mais um ano que acho que vamos amargar derrota. Beleza muito comum.


Uau! Quem é essa negra maravilhosa? Gana? Haiti? Não! Ela é Miss de um dos países mais racistas do mundo, ainda assim a beleza dela permitiu ela representar esse país nesse ano. Seu nome é Ariana Miyamoto, e ela é a Miss Japão! Como dá pra ver, sim, ela é mestiça. O pai dela é afro-americano e a mãe é japonesa. Cresceu em Nagasaki e mesmo no Japão sofreu muito preconceito por ter a beleza fugida do padrão nipônico. E quer saber? Tô torcendo pra ela ganhar e sambar na cara da japonesada racista. Chupa um canavial de rola, japoneses racistas!


Saindo da terra do sol nascente e vindo aqui pras Europa, a Miss Portugal Emilia Rosa Araujo mostra que não é apenas de rostinhos bonitos que se fazem uma boa miss. Ela é uma médica formada. Mas que fixe! Cura meu coraçãozinho apaixonado por ti, gaja? Me fala qual é a clínica senão meu coração vai parar!


Outra que me chamou muito a atenção foi a compatriota do cara mais "sorridente" da Fórmula 1, o Kimi Raikkonen (só que não). A Miss Finlândia me impressionou o contraste da beleza dela com outro fator: ela é uma tomboy assumida. Tomboy são as meninas mais... "Menino", que não tem frescuras de mulher, jogam videogame (e ganham de você) e que brincavam de carrinho ao invés de boneca. O nome dessa pérola caída do céu é Rosa-Maria Ryyti, e acreditem ou não a primeira vez que ela usou salto alto foi pra concorrer no concurso. E é séria como o Kimi Raikkonen, mas incrivelmente mais sexy que ele. Além de ser uma tomboy (eu adoro meninas tomboy!).


Essa é Flora Coquerel, representante do país merda chamado França. Filha de pai francês e mãe de Benim, um país que ninguém conhece na África, e saiu essa mistura lindona horrenda porque odeio franceses! Vive na Normandia, é sonâmbula como eu, além de ter esse sorriso lindo todo cariado. Precisa de mais alguma coisa?


Enfim uma chinesa bonita! Miss China ou eles acertam muito, ou erram muito. A concorrente Yun Fang Xue é um caso de acertar em cheio. Realmente muito fotôgenica, tem um lindo e esguio corpo, belas maçãs no rosto, sobrancelhas (coisa meio rara daquele lado de lá do mundo) e fala se não é uma das coisas mais bonitas que você já viu na vida? Super cara de modelo! :)


Assim como Minas e Rio Grande do Sul são sempre concorrentes fortes no Miss Brasil, a Miss Venezuela sempre é uma concorrente fortíssima no Miss Universo. Mulher brasileira pode ser até a melhor pro brasileiro, mas na América do Sul quem domina são as venezuelanas. Mariana Jimenez conversa de igual pra igual sobre esportes com qualquer homem, ela manja muito. Além de ser uma celebridade no país dela. Tem esse tom de pele latino bem bonito e não acho que vai dar o vacilo da outra Miss Venezuela no ano passado de engordar perto do concurso. Que corpaço!


A Holanda é o único país que eu trocaria o Brasil. E esse é um dos motivos, haha. Jessie Jazz Vuijk está indo representar os Países Baixos com tudo nesse ano. Além de ter um pacote de beleza incrível, ela tem essas sobrancelhas arqueadas que eu acho muito sexy. Além de ser bem alta (sonho meu...), ela super quebra o estereótipo dos holandeses meio frios, pois ela adora abraçar as pessoas. Eu queria um abraço também. :(


Mais uma quebra de estereótipo! Quem é essa morena com cara de mineira? É a Miss Alemanha, a linda Sarah-Lorraine Riek. Ela é uma das minhas favoritas por uma razão: ela tem uma cabeça muito boa. Como ela sempre viajou pelo mundo inteiro com a família dela que trabalhava em todo o canto, ela conheceu como ninguém todas as dificuldades de diversos povos ao redor do mundo, deixando ela uma pessoa extremamente madura. E embora muita gente goste do concurso de Miss Universo pela beleza da mulherada, a Miss Universo tem uma agenda cheia visitando países em conflitos, promovendo paz, estreitando laços e diminuindo diferenças. Eu já falei que achei ela linda também?


Lisa Drouillard, representante do Haiti, que beleza é essa meu deus? Entre a beleza negra eu sempre fico no embate imenso entre Jamaicanas e Haitianas, mas essa aí tirou o meu fôlego nesse ano. Que brilho na pele, que cabelos, que olhar, que lábios! Acho que seria uma boa pra ela ganhar também pra chamar a atenção pro seu país, que passa por tantas dificuldades. De quebra, muito haitiano no Brasil ia adorar ver ela ganhando também.


Ano passado minha torcida latino-americana era pra Argentina, nesse ano minha torcida tá com a equatoriana Francesca Cipriani! Gostei muito das fotos dela, realmente estonteante. Tem esse ar sério (que eu adoro) e esses traços que só o pessoal desse lado do globo conhece. Espero que vá adiante na competição, gostei muito dela!

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