sexta-feira, 18 de março de 2016

Amy (2015)


Eu assisto/jogo muita coisa, mas só as coisas que acho bacanas que merecem serem postadas aqui. Na última edição do Oscar, um documentário sobre uma das pessoas que eu mais adoro ganhou o prêmio de melhor documentário. Como está no Netflix, resolvi assistir. E ficou genial mesmo.

Amy Winehouse morrer foi talvez um dos piores presentes de aniversário que eu tive na vida. Inesquecível a data, 23 de julho de 2011. O documentário mostra não apenas a trajetória, mas a vida pessoal dessa cantora que em seu tempo tão curto entre nós, conseguiu encantar tantas pessoas.

É incrível como eles conseguiram tantas filmagens e áudios dela, além dos clássicos depoimentos. Impossível não chorar de tristeza ao ver ela se envolvendo com drogas pesadas, e também impossível não chorar de alegria quando ela ganhou seu primeiro Grammy, entregue pelo seu maior ídolo, a lenda do jazz Tony Bennett.

O documentário tem umas sacadas muito boas. Amy era um gênio, isso ninguém nega. Como ela não gostava muito das letras de músicas de outras pessoas, ela mesma escrevia diversos dos seus sucessos. Letras impactantes, que falam de dificuldades da sua vida, eram lindas poesias que por si só seriam muito boas, sem precisar da voz dela cantando com aquele jeito único dela. O jeito que o documentário mostra é genial. Pois mostra ela cantando (ou gravando) e as letras vão saltando na tela de acordo como ela canta, como um karaokê, mas... Diferente. Pessoas como eu que sabe diversas músicas dela de cor olhou de outra maneira vendo desse jeito.

O jeito que colocaram a linha do tempo foi muito boa. Não é um documentário com pessoas falando pra câmera, mas sempre mostram fotos ou vídeos da Amy, locais que ela visitou, pessoas que conheceu. Isso dá um outro ar ao documentário.

E a parte da morte dela foi bem sutil até. Infelizmente Amy Winehouse sofria de bulimia, além do consumo excessivo de álcool, essa combinação dura iria um dia inevitavelmente acabar matando ela. E foi exatamente o que aconteceu. Eu gostava muito dela, e fiquei muito feliz quando via nos noticiários que ela estava melhorando. A morte dela foi uma surpresa péssima pra mim, assim como foi perder o Michael, pois assim como ela, ele estava super bem, se preparando pra uma turnê nova, e tudo mais.

Mas em suma, é um documentário muito, muito bem feito. Vale muito a pena conhecer outros aspectos dessa pessoa ímpar que foi Amy Winehouse.

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