segunda-feira, 2 de maio de 2016

O Capitão América é até que legal, viu?


Semanas atrás o Netflix me indicou a assistir o seriado Agent Carter. Quando acessei pra ler a descrição dizia algo sobre ela ser a namoradinha do Steve Rogers, o Capitão América. Aí eu vi que eu não havia assistido ainda nenhum dos filmes do Capitão América ainda.

Bom, eu não sou fã da Marvel. Acho muita conversa/dilemas pra pouca batalha. Eu curto mais a DC, tem mais heroísmo, mais batalhas épicas, e eles são poderosos porque simplesmente são poderosos. Não precisam daquela tonelada de dilemas existenciais pra serem legais.

Mas entre todos esses da Marvel, eu detestava o Capitão América. Não é apenas o patriotismo que me fazia passar longe. E eu odeio qualquer forma de patriotismo. Acho a maior forma de auto-engano do mundo, além de estar numa linha tênue com xenofobismo, imperceptível e muito fácil de se ultrapassar. Mas ele não tem poder nenhum, só tem aquele escudo-bumerange-indestrutível e usa armas. Poxa, todo herói que se preze acaba com as brigas na base da porrada!

Aí eu resolvi assistir o primeiro filme do Capitão América. O Capitão América: O primeiro vingador (2011). E olha só... Não é que é legal?


(agora que eu vi no poster. Estreou no dia do meu aniversário. lol)

Ótimos atores, e não tô falando do Chris Evans (era mais legal quando era o Tocha Humana). Tem o Hugo Weaving (o eterno Agente Smith de Matrix) e o Tommy Lee Jones. Recriaram muito bem o clima da Segunda Guerra Mundial, cenários impecáveis, figurino e o vilão, o Red Skull e a namoradinha do Steve Rogers, a Peggy Carter, pegaram uma atriz e deixaram ela até parecendo uma pin-up, hahaha.

(ela é bem bonita, aliás. Só vou ver esse seriado por causa dela mesmo!)

Apesar do final forçado de ele ter sido congelado pra chegar nos tempos atuais sem envelhecer (porra, ele tinha que ficar com a Peggy, cacete!) é um filme bem bacana! Não ficou patriotismo (muito) forçado, bons efeitos especiais apesar do Capitão América não sair voando por aí e nem ser alérgico à kriptonita.

Hoje eu assisti a sequência dele, o Capitão América: Soldado Invernal (2014) que vem antes do Vingadores: Era de Ultron (2015)


Bom, tomando como base esses quadrinhos bem humorados comparando tipos de namorados com filmes da Marvel eu devia dar uma chance e ver como era. E, bem, também tenho que admitir que foi muito além do que esperava.

Acho que a única coisa que me incomoda é essa foto da Scarlett Johansson na capa. Agora que eu reparei. Tem mais Photoshop que as fotos da Susana Vieira (como se a Scarlett precisasse...). Mas o filme tem todos os ganchos e fecha todas as estórias interrompidas no predecessor. Mostra até a Peggy no leito de morte (NÃO ACREDITO AINDA QUE ELE NÃO VAI FICAR COM A PEGGY! ARGHHHHH).

Mas o principal mesmo é o Bucky, o amigo do Steve Rogers, que volta como o Soldado Invernal. É talvez o maior elo com o passado na Segunda Guerra nesse filme atual. A queda e fim da SHIELD ficou bacana, e o Falcão, é claro, que deu pra sacar a importância dele nesse recém-lançado Capitão América: Guerra Civil.

Seria bom se a Marvel usasse essa criatividade pra pegar um herói sem graça e sem sal e compartilhassem esse tempero nos filmes do Thor, Hulk ou até no Homem de Ferro, que esse terceiro ficou chato pra caramba.

Parece que Marvel ou acerta em cheio, ou joga a bola direto pra fora. Não tem meio termo.

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