segunda-feira, 25 de julho de 2016

Para não desanimar!

Dia 13 fui numa entrevista numa grande empresa multinacional (que é claro, não vou revelar o nome). Acho inevitável o nervosismo, ainda mais hoje em dia com emprego tão escasso. Também toda hora que vou numa entrevista eu me lembro lá atrás, de 2009-2010 quando comecei minha carreira e tinha pelo menos umas duas ou três entrevistas por semana. Ultimamente no máximo são duas ou três por semestre.

Era uma empresa muito boa. Salário não era um super salário, mas a empresa tinha nome e é pertinho de um terminal de ônibus perto de casa. Se eu levasse quinze minutos pra ir seria muito. E sim, isso é algo extremamente raro em uma cidade como São Paulo.

A entrevista correu bem, testaram meu inglês e minhas capacidades com programas da minha área. Disseram que teria uma última etapa, e se eu fosse aprovado, teria uma conversa com a gerente na sede nos Estados Unidos via telefone.

E dois dias depois me ligaram, e eu por telefone mesmo participei dessa última fase! Eu tava mega empolgado, enfim seria um sonho trabalhar lá, e disseram que retornaria uns quatro dias depois. E caiu justo na terça passada, dia 19. Impossível dizer o quanto estava ansioso, mas passei o dia inteiro grudado no telefone e no celular, mas infelizmente não retornaram a ligação.

#chatiado

Não tem jeito, a gente fica triste mesmo. Mas como tudo na vida passa (e até a uva passa, haha), passou. Veio meu aniversário três dias depois, foi um dia bom, friozinho, do jeito que eu sempre curti.

Hoje, claro, estou bem melhor. Apesar de todas as coisas ruins, tento continuar tentando enxergar as milhares de coisas boas que acontecem, e cheguei a conclusão que embora não esteja empregado, e claro, esteja passando por algumas dificuldades, estou num momento bem bom.

Por apesar do problema, são apenas esses os problemas. E que posso continuar focando minha mente em outras coisas também. E que apesar do desemprego, consegui tempo pra fazer várias coisas bacanas, como escrever um livro e até aprender a cozinhar. E isso é maravilhoso! E bem, como eu disse num post anterior: quando não é pra ser, não é pra ser. Ponto. A gente fica triste, e pra baixo, mas quando não perde de vista essas coisas pequenas que fazem a diferença sem dúvida a vida fica um bocado mais leve, e as molas do fundo do poço continuam impulsionando a gente pra cima depois de uma queda, sempre.

(e muito obrigado pela ótima repercussão do post "Sobre desemprego"! Espero ter ajudado pelo menos uma pessoa a mais!)

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