terça-feira, 14 de março de 2017

Battlefield 1 (2016)


Essas semanas ando muito viciado nesse.

Eu sempre fui fã de jogos em tiro de primeira pessoa. Desde GoldenEye 007 do Nintendo 64, sempre existiram bons jogos que me atraíam, mas eu sempre ficava muito mais na parte de história do game do que no modo online. Eu sou muito ruim online, e sempre tomo uma sova, morro muito, enfim, nunca gostei de jogar online. Sempre tem um moleque de sete anos do outro lado que arregaça no game e você não tem muito o que fazer.

Ano passado meu irmão baixou o beta de Battlefield 1, gratuito. Só tinha uma única fase e um único modo, mas nossa, gostei muito. Sabia que era uma fase de testes do game ainda, mas era muito louco poder testar, e apesar de morrer pacas, gostei bastante.

Meses depois, nas promoções de Black Friday (que na PSN realmente tem um desconto legal, e não é a Black Fraude como tem por aí) meu irmão comprou. E desde então tenho jogado, uns tempos mais, outros menos, mas volta e meia tenho jogado.

Battlefield 1, apesar desse nome, é o quinto episódio da série, e volta no passado recriando com muita maestria cenários da Primeira Guerra Mundial. O jogo também tem um modo história, mas eu quase não joguei. Nele mostram estórias de guerra, de combatentes, enfim. Mas o legal mesmo é o Multiplayer online!

Nele você entra num pelotão de algum dos países (sejam os aliados ou do centro) e os combates acontecem em diversos cenários criados com grande maestria pelos desenvolvedores. Italianos, alemães, austro-húngaros, otomanos, britânicos, americanos... E por aí vai. Não conta muito a história, mas sim na experiência da guerra.

Além das armas da época, existem também veículos da época, desde carros, até dirigíveis e aviões. Pra alguém como eu que gostava muito de Call of Duty (a franquia rival) vi que tem muita coisa bem diferente.

Muitas pessoas perguntam quais as diferenças, mas como joguei ambos talvez eu consiga explicar. Call of Duty é mais focado em uma operação, como invasão de uma casa, resgatar um refém, ou lidar com terroristas. Battlefield é mais um cenário imenso, com possibilidade de pegar veículos e conquistar objetivos. São características bem distintas!

E alguns detalhes bem interessantes mostram que pesquisaram muito. Um amigo meu me disse que até o recuo da arma foi pesquisado pra tentar se aproximar do mais real possível. O alfabeto militar também é o que é usado na época: por exemplo, pro soldado passar a informação A-B-C, hoje em dia ele falaria Alfa, Bravo, Charlie. Mas na época da Primeira Guerra era Apples, Butter e Charlie. Diferenças bem interessantes!

E por fim vou compartilhar um vídeo do meu irmão jogando. Ele estava com um tanque e eu estava ajudando indicando onde estavam os carinhas e tal. Aí eu reparei que tinha uma avião inimigo chegando e disse: "Ei, olha o avião!", ele mirou e eu disse pra ele: "Vai, atira agora!". O resultado está abaixo, hehehe (com direito a edição e o som do Combo Breaker do Killer Instinct, hahaha):

0 comentários:

Postar um comentário

Arquivos do blog