segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Nossa... Que mês terrível.

Sabe, até hoje estou procurando respostas, mas só acho mais e mais perguntas. Não sei, talvez seja uma cisma dos deuses que tem sobre nós. Sempre que procuramos algo, nunca achamos. Atualmente, estou precisando de algo para viver. Sim... Pra que pais?

Eles adoram mandar, primeiramente. Alguns nos tratam como verdadeiros empregados, sem direito sequer a salário. Me pediram pra eu pegar um copo de cerveja que era só esticar o braço e... Pegar! Eu tenho que parar tudo o que eu estou fazendo (eles sempre dizem que estamos fazendo nada... nada é o que eles sabem sobre o que estamos fazendo...) pra ir atendê-los como um servo faz ao seu amo.

Cara, até hoje eu estou me perguntando... Meus pais sempre dizem "Lá na frente você vai olhar pra trás e dizer que eu tava certo!", mas como isso pode acontecer se eu tenho argumentos necessários para quebrar tais conceitos?

Olha... Eu sou um filho exemplar. Modéstia parte mesmo. Sou esforçado, sou compreensível, sou educado, sou econômico... E o que eu recebo? SÓ PORRADA! Olha, se existe algum Deus aí em cima, será que não vê que eu estou cansado de fazer o bem e só receber o mal? Eu to vendo tanta gente fazendo o mal e se dando bem, to quase indo por esse caminho.

Igual eu tava conversando com a srta Manu Brandão... Pais não dão valor aos filhos que têm, isso sim. É muito fácil dizer "Vai trabalhar vagabundo!", problema é vc estar com tantos conflitos interiores, tendo cabelos brancos e rugas em plenos 17 anos, não ter uma namorada, não confiar na própria mãe, achar-se velho em plena flor da juventude, e não arranjar problema com ninguém. Mas sempre vai ter alguém pra nos atormentar.

To cansado viu. Depois só meus pais tem problemas... No fundo eles que são os mais fracos, pq pra eles, eu não tenho nenhum problema, e a minha vida é perfeita e eu vivo na folga. Malditos sejam.

PQP... Adeus fevereiro. Não guardo boas lembranças de você...

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