quinta-feira, 6 de março de 2008

Ciccillo Matarazzo, 18h29


Lindo. Mas ter visto ao vivo foi mais interessante. Atrás de mim estava o Detran no Ibirapuera. Na frente, o próprio parque, o mais famoso e frequentado de São Paulo. Embaixo de mim a passarela Ciccillo Matarazzo e mais embaixo aquele caos viário da união do túnel Ayrton Senna, Vinte e três de maio, Pedro Álvares Cabral e acessos a várias avenidas importantes da cidade. Fiquei meio abismado, havia acabado ontem de ter saído de mais uma longa consulta com a psicóloga. Devo dizer que está me fazendo um bem danado.

Quando se vê uma coisa dessas a gente fica no mínimo atônico. É um momento em que não conseguimos de fato pensar em absolutamente nada. Esquecemos das pessoas, do mundo, de tudo. Ficamos em paz com nós mesmos, e a única coisa que sabemos fazer é abrir bem os olhos e observar tudo de olhos bem arregalados. Depois é claro, podemos pensar na possibilidade de tirar uma foto e nos apressar aos compromissos, pois como diz minha psicóloga: "Ficar em estado alfa não é algo desejável sempre, mas quando estiver, aproveite".

Fui na psiquiatra essa semana, mas não falarei qual medicação irei tomar. Apenas peço que não se preocupem. =) Não lhes darei motivos para tanto. Até porque eu vejo que cada vez mais amigos meus do Ragnarok, Orkut, Faculdade de vez em quando dão uma olhada aqui e normalmente nos respectivos meios eles vêm falar comigo sobre os assuntos aqui tratados.

Mas não sou bom em falar. Aliás, nunca cheguei a desenvolver tanto a fala como a escrita, a vida inteira fui tímido, e só fui começar a perder a timidez quando perdi a virgindade (hoje em dia eu posso ser extrovertido, mas não quer dizer que me comunique bem), portanto sempre soube desenvolver melhor a escrita do que a fala.

Não quero ficar falando sobre mim, embora eu adore isso. =P

Mas por hoje, vou ficar com a foto. ^^
Não gosto tanto do nascer, nem do pôr-do-sol. Mas um crepúsculo é sempre único. Sempre.

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