quinta-feira, 12 de março de 2009

Numa folha qualquer desenho um sol amarelo.


Desenhar, desenhar, desenhar.

Desde moleque tenho bastante essa mania. Acho que era porque eu era bem tímido e só ficava envolto entre livros e papéis, mas era nos rascunhos que eu mais identificava, pois nos desenhos, principalmente com a molecada não tem limite. Às vezes todo o trabalho de inspiração e criatividade que um artista precise acabe bebendo da fonte de crianças mesmo. A maioria dos meus rascunhos de pivete se perderam, e se tiverem alguns estão bem longe. Tem desenho meu até com amiga na Bahia, hahaha...

Desenho abriu muitas portas. Uma que foi com o desenho que comecei a me envolver mais com artes. Outra é que por incrível que pareça o desenho que começou a me tirar do garoto muito tímido pro cara que fala pelos cotovelos. Todos queriam conhecer o moleque de seis anos que sabia fazer desenhos de rostos das pessoas ou os personagens dos desenhos animados.

Dos croquis que vinham os roteiros, dos roteiros que vinham os quadrinhos e tal... Esse último é a Mia, que já me entrevistou aqui no blog, a protagonista de uma nova história que estou escrevendo. Ou tentando. Até hoje sei que bolei cinco roteiros, embora seja pouco em números, as histórias em muitas partes eram imensas. Já dei vida a aproximadamente 137 personagens, todos com características, comportamentos e nuances diferentes. Já desde moleque eu via que muita da riqueza de um personagem não é em algo que se repete, mas em algo diferente que se vê. Um exemplo clássico disso é como as pessoas vêem personagens da franquia Piratas do Caribe por exemplo, onde a Elizabeth e o Will Turner são personagens normais, mas quem sempre ganha os prêmios e a credibilidade é o Jack Sparrow interpretado pelo Johnny Depp.

Devemos usar o bom censo também e é que ÓBVIO que eu não lembro de tantas figurinhas apenas de cabeça. Tenho que rever os rascunhos, mas batendo o olho eu já lembro de muita coisa. Voltando ao desenho lá de cima: É Mia em seus trajes de "estou linda e poderosa e vou sentar o dedo nessa porra destruindo o escambal", e a história será uma mistureba que eu nunca tentei antes. Mitologias maias, astecas e egípcias com coisas extraterrestres, uma pitada de Janis Joplin e Jim Morrisson com o Alborghetti, Os Miseráveis e Quentin Tarantino e até alguns elementos "Final Fantasyanos" e Velho Oeste que é uma coisa que eu admito que tenho fascínio desde que me conheço por gente.

Depois de tanto mimimi, acho que fica por isso mesmo. Aproveitar pra veicular um desenho com uma característica minha milenar, que é a expressão por meio do desenho. Desenho comentado!! Aliás, não reparem os comentários, eu mesmo que faço. Tenho um bloquinho de folhas que eu ando pra cima e pra baixo e sempre quando bate uma idéia eu paro e faço. E comento no desenho, hahaha... Clique para ampliar.

1 comentários:

Anônimo disse...

huahuahua!!!
uma heroína de
bunda quadrada e
cara de quem gosta
de tubaína com sal de frutas!!

adorei!!!
Aninha Bananinha

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