terça-feira, 8 de junho de 2010

psycho DIARIES - Chapter two

E num trago virei o veneno da psicopatia goela abaixo. Três goles, no quarto forcei. Minha garganta queimava, e, do nada, tudo começou a fazer sentido. 

acho que no fundo estava saindo do mundo adolescente e entrando no mundo adulto, vendo que as coisas eram mais nebulosas, muito piores do que sequer imaginava


Me sentia tomando a pílula vermelha e entrando no mundo de Matrix. Vi que aquilo era terrivelmente normal, e o melhor: eu poderia fazer isso com os outros e testar essa psicopatia. Como seria bom pisar em cima de alguém, de dominar uma situação, de humilhar e fazer o mal por ele mesmo.

Era minha chance!
Minha chance!
Era minha chance!
...Enfim poderia sentir o que as putas sentiram ao me ver naquela situação e apenas darem risada. Vacas de merda... Me deixaram apenas o vidrinho.

...Mas foi opção minha beber aquele veneno.


Vamos nos divertir muito! Acabar com vidas dos outros e deixá-los também vidrinhos de amostras grátis. Estava com toda aquela toxina dominando meu corpo, mas não tinha coragem de fazer absolutamente nada com ninguém.

Resumindo: eu era um bosta até pra fazer mal aos outros. Até nisso eu era um zero à esquerda.

Algo estava dando muito errado. As coisas não pareciam ir bem nem mesmo quando fazia o mal. Ou melhor, nem mesmo fazia o mal pois se o mesmo não tivesse sucesso era como não ter feito absolutamente nada e...

Ela apareceu.
Meu mundo caiu..........
Caiu...........................................
c     a     i     u   . .. . . . . . . . . . .  ..  . . .

. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .





Continua... 

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