quarta-feira, 28 de março de 2012

O que eu seria sem você?

Se você pular, eu sou capaz de pular logo atrás de você.


Lembro que era um dia nublado. Não sabia quem você era, mas queria me consultar com sua mãe. Cheguei ao local, fui recebido, e logo me surpreendi com uma senhorita com cabelo tingido, um pouco gordinha na época, baixinha e que falava alto.

Mas quando eu te vi acho que tive aquela sensação de que aquilo era predestinado. Provavelmente fomos grandes amigos numa outra vida também. Que formaríamos uma irmandade juntos, que seríamos grandes amigos e confidentes um do outro. Senti algo assim.

Pois era você que eu falava dos meus problemas, você que sempre sabia sugerir uma solução, você que me ensinou a sorrir e acima de tudo, você é a que virou uma irmã pra mim. É você a pessoa que eu mais luto para manter a amizade, porque vê me aconselha, me ouve, me xinga e mesmo que não pareça, é alguém insubstituível pra mim.

Já são quase dez anos. Embora você diga que eu a ajudo, não tem preço a ajuda que você me deu todos esses anos. Eu sim é que te devo muito.





"Nossa, eu não sabia que vocês eram tão amigos", disse uma outra amiga minha, há um tempo.

"É, pois é. Acho que amizade forte é assim né? A gente não precisa ficar dizendo que é amigo. Quando a gente vai ver, já era, um depende do outro!", eu respondi.

"Faz tempo já?".

"Já. Uns sete anos. Desde então eu tinha feito uma promessa...", pausei.

"Promessa?".

"Sim. Que eu lutaria sempre pra fazê-la feliz, uma vez que sua felicidade fora tragada uma vez nesse turbilhão de caos. É algo que me esforço todos os dias pra cumprir, até hoje", disse.

"Nossa. Por quê?".

"Porque eu só existo quando ela está feliz! Não consigo imaginar como seria minha vida sem a nossa amizade. Ver esse sorrisão dela pra mim já é o suficiente pra melhorar qualquer dia", concluí.

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