terça-feira, 25 de março de 2014

Em busca de rescisões e gratidões.

Tem que buscar de todas as fontes, porque não tá fácil pra ninguém! Hehe.

Ontem fui na agência da Caixa atrás do saque do meu FGTS. Engraçado que a mulher que me atendeu disse que eu precisava do nome completo da funcionária do RH da empresa, e quando enfim consegui, o funcionário que me atendeu depois nem viu que tinha o nome dela lá. Vai entender!

Hoje também foi outro chá de cadeira, dessa vez pra dar entrada no seguro desemprego. No Poupa Tempo tinha uma funcionária dizendo que tinha que ir pro Centro de Apoio ao Trabalhador, que é tipo um lugar pra se procurar emprego, dizendo que lá estava mais rápido que ficar lá no Poupa Tempo. Sorte minha que levei um livro pra ler, porque cheguei às 10h lá, e só fui ser atendido às 14h. Sim, quatro horas! Até eu já estava cansado, hehe.

Mas eu gosto dessas coisas ruins. No fundo acho que as pessoas acham que a vida de um praticante budista é um mar de rosas, quando não é. O mar de rosas só aparece quando a gente pratica com firmeza, cem porcento do tempo, em todas as oportunidades possíveis. Budistas sempre lembrarão das dificuldades que superaram por meio da prática, e não eventuais "milagres" ou coisas do gênero.

E em muitas dessas oportunidades, o importante é a gratidão! Descobri que a gratidão é o melhor meio de polir isso tudo. Na verdade eu já tinha lido muito sobre isso, mas quando coloquei na prática que eu vi o quanto era precioso (valeu, Buda!). Sabe, esse sentimento de gratidão é ótimo, tanto por nós, quando vindo de outro.

Esses dias estava muito chuvoso aqui em São Paulo, e isso acaba criando poças nas ruas. Um dia desses voltando pra casa vi um ônibus vindo na minha frente e passando por cima de uma poça na rua, jogando aquela água bonita e escura na parede. Parece coisa pequena, mas agradeci muito aos Budas por não ter andado mais rápido e passado ali naquele momento, pois foi por questão de centímetros e um timing perfeito!

Talvez perguntem: "Tá, mas... E se a água tivesse espirrado em você?" Ainda assim agradeceria, oras! Pelo menos o carro não passou por cima. E se alguém perguntasse das marcas e do cheiro, eu teria algo ensaiado como "Puxa vida, jogaram água em mim cara! É mole isso?", mas no fundo, eu não estaria p* da vida com isso. Às vezes acho melhor mostrar que sou bem humano nisso pra não assustar as pessoas, hehe. Povo pensa que a gente é de ferro, mas de ferro mesmo é só o Tony Stark.

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