sábado, 28 de novembro de 2015

Minority Report (2015)

Eu adoro Minority Report. Simplesmente pois é um dos poucos filmes bons que juntam duas coisas que eu adoro: histórias policiais e ficção científica. Eu sempre gostei muito do filme original com o Tom Cruise, mas um dia, enquanto assistia Os Simpsons na Fox vi uma propaganda de um seriado de Minority Report. É claro que eu não ia perder!


Bom, eu não assisto seriados porque eu me vicio em qualquer porcaria. Vi muitas pessoas metendo o pau em Minority Report, enquanto outros diziam que era bom, mas como eu não sou parâmetro de pesquisa (porque eu me vicio em qualquer porcaria, como disse acima), pelo menos eu gostei pra caralho.

Existem diversos motivos pra eu ter curtido tanto a série. Vou tentar ser sucinto. O primeiro fator que me fez curtir logo de cara é que a protagonista não apenas é mulher (o que é ótimo) como também é negra (o que é raríssimo). A atriz Meagan Good deu vida à detetive da Metro PD, Lara Vega, a protagonista da série:


Lara Vega é uma detetive da Metro PD em Washington, DC, no ano de 2065, dez anos depois do fim da pré-crime, a divisão da polícia que previa os assassinatos usando três jovens que tinham visões das mortes, os Pre-cognitivos (ou Precogs). Isso já se é sabido do filme do Tom Cruise, mas como eu disse acima, o seriado se passa dez anos depois que a pré-crime foi terminada, porém, assim como mostra no filme do Tom Cruise, no final os precogs tem a chance de enfim terem uma vida comum. E aí chegamos nessa gostosura acima que é a Lara Vega.

(espero que os produtores e Hollywood não esperem até 2065 pra termos mais protagonistas mulheres e negras em seriados, ok? Chega de macho peludo fedendo a suor. Fica a dica).

Como não temos mais os precogs pra adivinhar os assassinatos, os policiais voltam a ter seus empregos como no tempo dos seus avós (que seria o nosso tempo atual): investigação. Porém, os três precogs, Dash, Arthur e Agatha estão soltos por aí, levando vidas comuns. Mas quem disse que eles pararam de ter as visões?


Aí que conhecemos Dash (o da direita, acima), um precog que quer mudar o mundo. Ele quer continuar parando os crimes que ele vê. E o caminho dele se cruza com a Lara e os dois começam a trabalhar juntos para parar assassinatos. De vez em quando os outros irmãos precogs que ele tem ajudam, como o Arthur (foto acima, na esquerda) e a Agatha (que parece que é meio vilã, não sei).

Cada episódio é um crime diferente a ser solucionado. Logo, você pode até começar a ver meio aleatoriamente que não tem muita ligação um episódio com o outro. Claro que alguns fatos são contados no macro (como a evolução do Dash ao entrar pra polícia, e a amizade e confiança junto da Lara), mas os episódios são bem interessantes, e os crimes desvendados também.

Outra coisa que eu curti foi, claro, a tecnologia! Lentes de contato com visões que deixariam o Superman no chinelo com sua visão de raios-x. Os computadores continuam com aquela coisa do Microsoft Surface que o filme tinha mostrado, mas uma coisa legal são as brincadeiras com o tempo.


O seriado se passa em 2065. Não dá pra saber o que vai acontecer entre 2015 até 2065. Mas se sabe o que passa em 2015. Tem um episódio em que a Lara encontra a mãe dela (que deve ter minha idade, mais ou menos), uma vovózinha já, claro. E ela comenta que no tempo dela as pessoas ainda se falavam por mensagens ou redes sociais. Em 2065 nem isso tem, hahaha. Aliás, o conceito de balada ficou bem... Digamos... "Vamos os finalmente", mais do que hoje em dia. Um computador analisa seu perfil e indica com quem você deve conversar por questão de afinidade. Nada mais de ver o gatinho na balada e ir papear com ele sem essa consultoria.

Outra brincadeira é quando a Lara, ao ouvir uma música de 2065 ela comenta que gosta de coisas mais vintage, como... Beyoncé. Pois é... Um dia Beyoncé vai ser vintage, meus caros!

Em suma o seriado é muito bom, eu gostei bastante!

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