quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Miss Brasil 2016

Esse ano esqueci totalmente que tinha o Miss Brasil. Sorte minha que tava passando os canais e vi que tava passando. Ok, foi um saco ter que aguentar a Dani Suzuki com aquela voz de taquara rachada apresentando junto com aquele panacão desconhecido (que até agora não sei o nome). Mas valeu assistir o Miss Brasil nesse ano por diversos fatores.

E o melhor foi que haviam muitas candidatas negras. Ano passado foi praticamente apenas loiras, mas esse ano parece que eu nunca vi um concurso tão rico nos últimos tempos: tinham loiras, morenas, negras, indígenas, enfim. Faltou apenas uma asiática brasileira, haha. Tem várias Miss Nikkey aí que dariam ótimas Misses Brasil!

O concurso foi patrocinado pela Be Emotion, uma marca de cosméticos, e deu pra ver que trouxe o concurso pra um outro nível. Faltou apenas o prêmio de Miss Simpatia que não rolou. Gracie Lou Freebush não curtiu isso.

Paraná - Raíssa Santana



Vou começar com a minha favorita! E vencedora (enfim dei um palpite certo!). O que é que é isso, meu deus? Ela tem uns traços lindos, um olhar penetrante, e esse cabelo lindo, cachinhos, além de um baita corpão (que pernas são essas, meu deus!). Raissa veio de uma cidade chamada Umuarama, no Paraná. E como se não bastasse a menina tinha uma baita estória bonita também.

Enfim, eu me apaixonei por ela, vou jogar a real aqui. Como se não bastasse essa beleza única dela, em uma parte que cada miss contou um pouco das suas vidas, Raissa contou que era uma "menina moleca", que brincava com os meninos, jogando bola, bolinha de gude, etc. Ela é uma tomboy, que tipo, é o tipo de mulher que eu mais gosto, pois elas são essas meninas que foram criadas com meninos, e não têm a frescura que as que foram criadas apenas num meio exclusivamente feminino têm. São mulheres de ouro, e não tem como não se apaixonar por uma tomboy.

Mas sem dúvida o que mais tocou foi quando ela contou que sofria bullying na escola. Diziam que ela era FEIA. Meio difícil de imaginar, né? E, por ironia do destino, hoje ela é a Miss Brasil. Ah, esses bullies idiotas, sabe de nada inocente...

Minas Gerais - Paloma Marques


Minas Gerais é foda. E essa menina na verdade era bem diferente dos tipos dos outros anos. Não foi muito longe nesse concurso (normalmente existe um embate ferrenho entre MG x RS). E ela, nossa, não tem a mesma aparência das outras Misses de Minas dos outros anos. Todas elas até o ano passado tinham a aparência de "mulherão mineiro", tipo Natália Guimarães, Sthéfanie Zanelli, etc. Ela é a Miss MG mais diferente dos últimos tempos, e isso só mostra como Minas é mesmo o estado que é um "mini Brasil", que reflete um país inteiro em um estado, com toda sua diversidade.

E Paloma mostrou-se exatamente como sendo representante dessa diversidade da beleza mineira. Essa pele morena de quem tem ancestrais indígenas, esses olhos meio puxadinhos, esse nariz europeu bem desenhado e esse jeitinho de menina, como não amar? Foi uma das melhores representantes mineiras dos últimos tempos. Mas perto da beleza da Raíssa (vencedora), tava osso ganhar mesmo dela. Raíssa não é nota dez. É onze, doze, treze... Fora dos parâmetros.

Rio Grande do Norte - Danielle Marion


No concurso me chamou a atenção que tanto Rio Grande do Sul quanto Rio Grande do Norte eram (ou estavam) loiras. a Danielle Marion (acima) foi uma das que mais foram longe, e sinceramente torci muito também. Tanto que ela foi vice, só perdeu pra Raíssa também, e isso porque a Raíssa é de uma beleza de outro mundo mesmo. Imbatível. Mas a Danielle, por mais que essa foto mostre o corpo que lembra muito uma modelo, ainda era a que estava mais pra miss do que modelo.

Digo, uma coisa que encheu muito o saco é que todas as meninas eram muito corpo de modelo. Muito magrelas, sem curvas, nem peito nem bunda. As únicas duas mesmo que fugiam um pouco e tinham corpo de miss mesmo eram a Danielle e a Raíssa. Talvez por isso que ganharam. Ok, é verdade que muitas misses entram no mundo das passarelas ou Big Brother depois, mas miss é miss e modelo é modelo. E vê-las com essa aparência de mulher "normal" acho que ajuda a outras meninas entendam que não precisam chegar num corpo extremamente magro de modelo pra serem misses. Podem chegar lá sendo elas mesmas. Pois na verdade a ideia é exatamente essa.

Sergipe - Carol Valença


Nos menores frascos estão os melhores perfumes. E uma das semifinalistas que mais me impressionou foi a garota oriunda do menor estado da nação, Sergipe! A gaúcha desse ano não me impressionou muito, mas essa loiraça, puxa vida! Menina parece saída daqueles filmes de época, é outro padrão!

Paraíba - Mayrla Vasconcelos


Eu achei que era uma das que melhor fotografava bem. As candidatas nordestinas estavam com tudo nesse ano! Infelizmente não foi muito longe na competição, foi uma das muitas eliminadas de primeira, mas pelo menos nos tapes que apareciam no meio do concurso se destacou. Muito linda mesmo!

São Paulo - Sabrina Paiva


Não gosto das misses do meu estado. O estado de São Paulo tem muita gente feia, acho que todas as pessoas bonitas foram pro Rio ou Minas Gerais aqui no sudeste. Na capital então, dá até dó, a gente se contenta em namorar as menos feias. Talvez o único lugar que tenham garotas mais ou menos seja na região central do estado (Araraquara, Ribeirão Preto, etc), e não é porque é da onde minha família é. Isso é meio que um fato mesmo, e sempre sai muita miss daquela região.

E Sabrina Paiva foi pra final justamente com a Miss Ribeirão Preto, que pra variar era lindíssima também. Mas ela ganhou. E apesar de ter outras representantes negras lindíssimas (Maranhão, Rondônia e Espírito Santo eram minhas favoritas, além daquela deusa paranaense), acho que fazia anos que São Paulo não foi tão longe no concurso. Ela tem quase o meu tamanho (1,81m, eu tenho 1m85!) e foi lindo ver ela com aquele blackpower lindo, brilhante, se consagrando campeã como Miss São Paulo. É, tem muita mulher feia em São Paulo, mas umas poucas assim dá um tiquinho de orgulho de morar por aqui.

0 comentários:

Postar um comentário

Arquivos do blog