quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Final Fantasy XV (2016)


Eu lembro até hoje quando meu amigo Ricardo, que fez faculdade comigo, chegou em mim e disse: "Você viu só? Final Fantasy XIII vai ter mais duas continuações", se referindo ao início da série Fabula Nova Chrystallis, uma série de games da franquia Final Fantasy, que inicialmente seriam: Final Fantasy XIII, Final Fantasy Agito XIII e Final Fantasy versus XIII. Um totalmente diferente do outro.

Acontece que Final Fantasy XIII foi lançado, depois sua sequência direta, Final Fantasy XIII-2 (ambos eu terminei), o Agito foi lançado como Final Fantasy Type-0, e no final de 2013 lançaram a conclusão da saga do Final Fantasy XIII, com o lançamento do seu terceiro episódio, o Lightning Returns: Final Fantasy XIII (que eu ainda não terminei, preciso voltar a jogar!).

Até que em 2013 enfim desassociaram o projeto com Final Fantasy XIII e anunciaram que o tão esperado Final Fantasy versus XIII se tornaria o décimo quinto capítulo da série, se tornando Final Fantasy XV.Um game anunciado em 2006, mas que só começou a ser produzido mesmo a partir de 2012.

O game conta a história de Noctis Lucis Caelum, príncipe herdeiro do trono de Lucis. Ele sai em uma jornada com três amigos, Gladiolus, Ignis e Prompto com destino a Altissia, um reino rival vizinho, para se casar com sua amiga de infância, Lunafreya Nox Fleuret e assim enfim criar laços de paz entre os reinos. Porém, pouco depois de partir para sua jornada, Insomnia, a capital do reino de Lucis, sofre um golpe de estado com a morte do rei Regis (pai do Noctis) e sua vida corre perigo. Agora Noctis deve junto de seus amigos reclamar seu trono que foi usurpado de volta.

Um Final Fantasy para fãs e novatos
O tema desse jogo é a amizade. Noctis em si é um personagem meio vago e bem cuzão. Um protagonista meio básico e repetitivo pra série (tipo Cloud, Squall, Lightning) mas que infelizmente funciona (Vaan do FF12 era um saco!). Moleque fresco e mimadinho que não liga pra nada a não ser seu traseiro.

Um desses amigos é Prompto Argentum, um jovem que estudou com ele na escola e tem a mesma idade que Noct e adora tirar fotografias, além de ser o bem-humorado da turma. O grandão e feroz do grupo, ao mesmo tempo que é o "Papai Smurf" do grupo é Gladiolus Amicita, que é simpático, gente boa, mas não queira provocá-lo. O último (e, particularmente meu favorito) é o intelectual, organizado e responsável Ignis Scientia, que foi meio que o tutor do Noctis na sua infância/adolescência, bem sério e um ótimo cozinheiro.

(da esquerda pra direita: Gladiolus, Prompto, Noctis e Ignis)

É um clima bem de "bromance" mesmo, aquele clima de amigos tão amigos, que se conhecem tão bem, que se fosse mulher e homem pareceria um romance mesmo. Afinal todos passam por dificuldades e cada um apoia o outro durante o curso do jogo.

O jogo mantém muitos elementos que são marcas registradas da série. E não é apenas as magias Fire, Fira e Firaga e um personagem Cid (que sempre tem um diferente em todo Final Fantasy). Temos chocobos, trilha sonora de todos os Final Fantasy pra ouvir no carro enquanto dirige pelo continente, invocações (que nesse jogo se chamam "astrals") clássicos como Shiva, Bahamut e o Ramuh (Final Fantasy 6? Alguém tive infância no Snes?), além do tema realeza (que havia um tempinho que não abordavam isso, mas sempre foi algo bem clássico na série).

Mas ao mesmo tempo o jogo tem muitos elementos novos também, muito bem encaixados no universo clássico. É um jogo de mundo aberto, onde você pode seguir a história e ir direto pro chefão final, ou pode ir fazendo quests alternativas ganhando armas, experiência, dinheiro e vivendo outras pequenas histórias com as pessoas que cruza nessa vida. Isso é ótimo, pois tira qualquer possibilidade do jogo ser enjoativo. Se estiver cansado, pode ir pescar, apostar uma corrida com Chocobo, surrar alguns inimigos aleatórios no mapa, ou simplesmente andar de carro por aí sem rumo. Talvez seja por isso que em uma semana eu já tinha quase 30 horas de jogo e estava ainda no capítulo 5 de 14...


Talvez a maior (e melhor) mudança foi o sistema de batalha. Desde Final Fantasy XII estamos vendo cada jogo com um estilo diferente sendo aprimorado. Gostei muito do estilo de luta de Final Fantasy XIII (e das suas sequências) também, mas em Final Fantasy XV é um negócio totalmente ativo, muito tático, mas extremamente dinâmico. Lembra um pouco Kingdom Hearts. Não tem mais coisas de jobs, tempo pra carregar a magia, ou turnos. Tudo se desenrola na sua frente de uma maneira genial e única na base da porrada mesmo.

Difícil apontar um erro, mas acho que se talvez pudesse apontar seria a duração da história principal do jogo. Achei um pouquinho curta, talvez se você seguir reto no jogo sem fazer nenhum extra, você termine o jogo com 30, 40 horas no máximo os quatorze capítulos do jogo. Eu jogava pra me divertir, variando muito, e com 30 horas eu mal tinha passado do capítulo cinco, hehe. É bem ao contrário de Xenoblade Chronicles, que mesmo eu seguindo apenas a história principal sem fazer muito as quests opcionais, estava com 90 fucking horas de jogo quando terminei. Meu amigo André fez MUITO mais que eu em Xenoblade fazendo várias quests secundárias.

Então se você é uma pessoa que curte um jogo mais linear e ir direto pras cabeças, eu não indicaria FFXV. Agora se você gosta de se divertir, explorar o mundo, além de fazer a história principal, esse é o seu jogo.



Eu lembro que quando o jogo estava no início os trailers diziam: "This is a Fantasy based on reality". E de facto, não é Dalmasca de FFXII, ou Coccoon de FFXIII com seu cenário viajado na maionese. Parece que você está viajando pelos Estados Unidos de carro, com aqueles postos no meio da estrada, lanchonete, motéis (hotéis na estrada, e não lugares pra levar a namorada), e muitas vezes por uma quantia ínfima de 10G você pode simplesmente pular a viagem e ir direto aos locais, mas ás vezes é divertido viajar no carro com os quatro vendo suas reações, as paisagens, etc. Meu irmão, por exemplo, só faz essas viagens rápidas, saltando de uma cidade pra outra. Eu já curto ver a paisagem, ouvir uma música no carro, e dirigir. Vai da pessoa.

Nesse trailer acima dá pra ter uma noção dessas viagens como são legais. E sim, é a música "Stand by me" do Ben E. King, cantada pela Florence + the machine. Coisa linda, né? Nem parece um jogo. Parece um filme

Outro ponto ruim são os loadings. Ok, o jogo é lindo, tem gráficos de babar, ótimos efeitos visuais, mas isso tudo tem um custo. E os loadings ás vezes parecem imensos, ás vezes até pra voltar pro seu carro tem loading, e isso enche muito o saco. Eu não vi meu irmão reclamando muito, mas eu detesto telas de loading. Já fique avisado. E talvez alguns capítulos da história são imensos e outros são pequenos. Acho que faltou um empenho melhor em fazer eles durarem mais ou menos a mesma coisa, sei lá. Me incomodou um pouquinho.

Mas como eu disse, é muito difícil achar defeitos nesse jogo. São poucos, mas vale a pena avisar.

Carisma pra dar e vender
A franquia Final Fantasy sempre em cada capítulo nos apresenta personagens cativantes, que sempre nos envolvemos em suas histórias, tipo novela das nove. Rimos, torcemos e choramos, não importa se são protagonistas, vilões ou coadjuvantes.



Pra dar um exemplo: Prompto, por exemplo, é caidinho pela mecânica peituda e gostosa Cindy, que trabalha em Hammerhead. Ela foi dublada com um sotaque sulista americano, e ela sempre quebra o galho quando acontece algo com seu carro. E em uma quest você deve acompanhar seu amigo pois ele quer tirar uma foto da sua musa, mas é muito tímido pra chegar nela (acima).

Porém a Cindy acaba aparecendo lá, pois ela estava fazendo sua caminhada matinal (afinal, tem que manter a barriguinha sarada!) e você tem que ajudar seu amigo a se dar bem com a mina, hahaha. É extremamente divertido.

COMO NÃO AMAR? Ainda mais com esses melões enormes. Hahahaha.



E não apenas isso, a história do jogo ainda é um negócio que vai além do próprio jogo. Um exemplo é a morte do pai do Noctis, o rei Regis Lucis Caelum (acima as cenas do jogo). Quando eu assisti essa cena no jogo, tantos personagens, tanta coisa rolando em alguns segundos, mal sabia que havia um filme que explicava isso tudo, chamado Kingsglaive: Final Fantasy XV, que pra variar é mais um filme chato sobre Final Fantasy que não consegue ser tão legal como os games. Mas vale a pena assistir pra matar a curiosidade, pois explica muita coisa que não se explica no game. A história do Nyx é até legalzinha, vai. E o filme mesmo sendo feito todo em computação gráfica, é muito bem feito.

E as vozes como sempre foram muito bem feitas. O jogo tem opção de jogar com quatro áudios: inglês, japonês, italiano e alemão. Com opção de legendas em português, caso queira prestigiar a língua de Camões. Sei que muita gente gosta das vozes originais japonesas, mas eu detesto dubladores japoneses (embora eu reconheça que eles são excelentes). Acho que é o exagero e as vozes todas serem parecidas. Sempre pro fortão do grupo vai ter a mesma voz que parece que todo japonês emburrado do universo tem. Protagonistas sempre tem voz enjoada, e vozes femininas ou são extremamente kawaii ou são vozes femininas bem graves.

Ok, não dá pra pedir muito de um país extremamente fechado há séculos onde todo sua população é meio primo de todo mundo. Mas adorei as vozes em inglês, ótima atuação de todos, com destaque ao Robbie Daymond (que fez o Prompto), Amy Shiels (que fez a Lunafreya) e Darin de Paul (que fez o Ardyn Izunia):



Em todos os Final Fantasy uma figurinha carimbada são as invocações. Em cada jogo existe um nome diferente pra se referir a eles, como Guardian Forces, Espers, Eidolons, Aeons, Summons, etc. Nesse jogo eles são se chamam Astrals, e eles não são invocados quando você quiser. A opção de os invocar só aparece quando você tá bem fudido na luta mesmo, e você pode chamá-los pra dar uma mãozinha apenas na hora do perigo. Teve quem não gostou, mas pra mim isso fez todo o sentido do mundo. Afinal só mesmo quando tô ferrado na batalha que uma ajuda dos céus seria de bom grado.

Junto dos seres que você invoca sempre vem uma animação animal. Nesse jogo temos apenas cinco. Titan (com seu golpe Gaia's Wrath), Ramuh (com seu golpe Judgement Bolt), Shiva (clássica, com seu golpe Diamond Dust), Leviathan (com seu golpe Tsunami), e o super poderoso Bahamut (com seu golpe Ultima Weapon, e não Mega Flare como em geral):



E o jogo não tem tantos convidados na sua party como em outros jogos, mas os três que aparecem quebram um galho. O primeiro é Cor Leonis, marechal, protetor do Rei Regis que ajuda Noctis e os outros temporariamente, tem a Iris, irmã mais nova do Gladio, gatinha e uma ninfetinha com uma quedinha pelo Noctis e a super peituda poderosa Aranea Highwind. SIM! Temos mais uma homenagem ao super poderoso Kain Highwind do FF4.

Outra coisa que o jogo capricha muito são as músicas. Não é apenas a versão de "Stand by me" da Florence + the machine, mas também temos uma versão especial do tema original de Final Fantasy orquestrada (mas ainda prefiro a do FF12, que me faz chorar até hoje!), mas minha favorita do jogo é o tema "Somnus". Achei um cover lindo no Youtube:



Conclusão
Adorei o jogo. Final Fantasy continua mesmo depois de anos cada vez mais inovando. Esse jogo realmente cumpre a premissa de ser um Final Fantasy para fãs e novatos, e diria ainda mais: talvez esse seria o Final Fantasy que não apenas a Square sempre sonhou em fazer, como também o Final Fantasy que todos os fãs gostariam de ver. Além de, é claro, abocanhar ainda novos fãs para os que estão por vir.

Eu realmente amei muito e sem dúvida esse jogo vai pro meu top five de todos os Final Fantasy que já joguei (pra verem que não é pouca coisa!). Não achei tão marcante quando os meus amados Final Fantasy IV e VI, mas sem dúvida Final Fantasy XV está lá no topo logo abaixo deles. É imperdível, impecável, emocionante e, enfim, um Final Fantasy como sempre sonhei jogar.

A partir de agora eu queria falar de SPOILERS ABAIXO. Se você não quer saber, o post termina aqui, pois quero falar da história do game. Vou colocar uma foto da Lunafreya bem grande avisando pra que não fiquem com medo de descer a página e ler algo sem querer.

Se não querem ver os spoilers, muito obrigado! Post termina aqui! :)


Queria falar da história do jogo! Em geral jogos da série Final Fantasy tocam muito meu coração. São roteiros sempre bem bolados, e é inevitável se envolver com os personagens, torcer por eles e tudo mais.

Talvez por ser um casamento arranjado entre o Noctis e a Lunafreya pareça algo meio triste, mas na verdade o romance deles é talvez, junto da amizade do Noctis com seus amigos, outro tema principal do jogo. Os dois se amam desde que eram crianças, e o sentimento não fica abalado mesmo com os anos de distância.

Noctis é o príncipe real, e a Lunafreya é a Oráculo (inclusive ela tem poderes, cura o povão de várias doenças, de gripe até gonorreia). E como já disse acima, os dois são de reinos vizinhos que vivem em guerra, e a amizade e amor entre os dois seria enfim o início de um processo de paz. Mas existem diversas coisas que são explicadas não apenas no jogo, mas no filme Kingsglaive e no anime Brotherhood (curtinho, tem até no youtube ele inteiro).


O rei Regis (acima) é detentor do anel de Lucii (passado pela realeza, com poderes de magia) e do cristal, que protege a cidade de Insomnia (a capital do reino) de ataques de outros reinos. Mas com a idade avançada, o rei que era um guerreiro já andava mancando, e Noctis ainda era muito imaturo pra se tornar um rei.

No filme Kingsglaive mostra que quem manipula o rei pra enfim juntar os pombinhos Noct e Luna é o vilão principal do jogo, Ardyn Izunia, o chanceler de Niflheim, pois assim poderiam começar as negociações de paz entre Lucis e Niflheim. O local do casamento é Altissia, um reino subordinado à Niflheim, mas que é meio tipo Taiwan e China, sabe? São o mesmo país, mas ao mesmo tempo não são.

A Luna não aparece muito no jogo. Mas o pouco que ela aparece, dá pra perceber que ela não é igual ao povo de Niflheim que só querem guerra. É uma menina de paz, mas que também sabe que existe manipulação do Ardyn Izunia (abaixo). Além disso o rei Regis confiou nela, uma pessoa de um reino rival deles, o anel que tem todo o poder do rei de Lucis (o que fala muito sobre Luna, pois ela realmente é uma pessoa boa que queria a paz).


Só que quando Noctis vai pra Altissia pra enfim encontrar a Luna pra se casar, a Luna é chamada antes pra mostrar seus poderes invocando o Leviathan, dizendo que o futuro rei (Noctis) é alguém que merece ter o seu poder. Só que justo nessa hora o império de Niflheim ataca, enfurecendo o bicho, que resolve jogar um tsunami e foder todo mundo ali.

A gente chega a lutar contra o Leviathan, e não tem jeito, o bicho é muito forte e Noctis toma uma surra. Mas aí a Luna ao correr pra ajudar o Noctis acaba sendo pega pelo Ardyn, levando uma facada mortal no estômago, na frente do próprio Noctis e tudo. A cena é extremamente triste:



Lunafreya antes de morrer usa toda sua força pra despertar o poder dos antigos reis de Lucis pra ajudar seu amado pra lutar contra o Leviathan. Noctis fica cansado depois de matar o bichão e Luna também acaba partindo. É realmente muito, muito, muito triste! E claro que isso abala profundamente o Noctis. Ele mal perdeu seu reino e lar, seu pai, e agora perdeu a garota que ele mais amava.

E os três, Prompto, Ignis e Gladio ficaram lutando contra os caras do exército sozinhos, e Ignis se deu muito mal, pois foi torturado e perdeu a visão inclusive. Dá muita dó do cara. Mas Noctis tem que continuar, e rola até umas brigas entre ele e o Gladio, enfim. Aquele clima de amizade super bacana vai pro ralo, e você tem que ir atrás do maldito do Ardyn, que arquitetou toda a merda, matou seu pai, sua namorada, tomou seu reino e tá solto por aí.

Noctis e os outros vão pra Tenebrae, capital de Niflheim, mas a cidade lá também está completamente sitiada. No trem indo pra lá acaba perdendo o Prompto, que é jogado pra fora pelo Ardyn Izunia, e Noct acaba tendo que ser obrigado a ir em frente sozinho sem a ajuda do Gladio e do Ignis. Aí que rola o capítulo 13.


Na internet virou até um meme. O capítulo é um saco mesmo, pois você só controla o Noctis sozinho em uma base inimiga, buscando o Ardyn Izunia, sem poderes, nem armas, nem nada. Apenas o anel que ele mal sabe usar. É um capítulo maçante, mas acho que tem uma licença poética, pois é pra mostrar a solidão do Noctis, de ter perdido os amigos, de ter que encarar sozinho e crescer como pessoa. É algo chato, mas acho que necessário pra amadurecer o personagem também.

Em Niflheim está guardado o cristal, que dizem que se Noctis tocá-lo, poderá enfim trazer a paz pro reino com os poderes dele, e até derrotar Ardyn Izunia. Depois de jogar muito nessa base, se reunir com os amigos, poder voltar a usar seus poderes e enfim chegar no cristal, o cristal engole o Noctis, a única esperança do mundo.

Lá dentro do cristal Noctis encontra Bahamut. O último e mais forte Astral. Só que pra ele conseguir os poderes ele deve ficar adormecido no cristal por dez anos. Dez LONGOS ANOS. Ele acorda até mais macho, sem aquele visual de garoto JOTA-ROQUERO (Noctis é o da direita):


Já maduro, com cara de homem e pelos no saco, é hora de reclamar seu trono. O mundo está uma ruínas dez anos depois, bem numa referência ao "World of Ruin" do FF6, mas Noctis se reúne com seus amigos e todos voltam pra Insomnia pra batalha final contra Ardyn.

A batalha final ocorre em três turnos: dois turnos versus Ifrit (sim, o summon!) onde o primeiro round você pode invocar o Bahamut pra dar uma sova nele e no segundo você pode invocar a Shiva pra destruir o que restou. O último round é contra Ardyn Lucis Caelum (sim, esse é o nome real dele, já que ele é da família real, meio imortal, e aguardou séculos pra tomar o poder de Lucis).

Eu fiz tanta quest e upei tanto que encarei no nível 62. Se gastei umas cinco poções foi muito, foi bem fácil na verdade, já que meu nível era bem elevado. Depois de derrotar Ardyn pensei que era só sentar e ver o final, mas o Ardyn diz que espera Noctis "do outro lado".


Noctis chama os poderes dos reis de Lucis pra que ele possa passar "para o outro lado" e dar um fim em Ardyn. É uma cena bem bonita, pois até o pai dele aparece e ajuda o filho. Noct dá um fim no Ardyn e enfim as trevas que estava sobre o mundo é dissipada (por volta dos 23m30s do vídeo acima).

A cena final do jogo é linda, e eu CHOREI A PONTO DE SOLUÇAR E FICAR COM OS OLHOS VERMELHOS, hahaha. Não sei, não vi spoiler, mas acho que ele não morreu não, já que o trono está decorado não apenas pro casamento, mas também com o nome do Noctis como o novo rei do pedaço.

Lunafreya está com seu vestido de casamento (que foi feito pela famosa designer Vivienne Westwood), os dois se beijam e tiram um cochilo. Um merecido descanso depois de tanta luta, e uma referência ao nome do capítulo final, que se chama "The cure for Insomnia" (aqui, Insomnia significa também o nome da capital do reino de Lucis).


Dearest Luna, you did well to deliver the ring to Noctis. Wayward though my son may indeed be... He has made me proud. May you two know happiness...

E até o logo do jogo muda, retratando a cena final do casalzinho. Eu choro tanto em finais felizes! :D

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