sábado, 14 de outubro de 2006

Mais uma viagem até a Barra Funda! Digo viagem porque geograficamente seria perto a Barra Funda, ainda é a mesma cidade, mas graças ao transporte público dessa vila chamada São Paulo...

Deixando as críticas do governo de lado, fomos lá ao dia sete de outubro, começamos mal afinal a previsão dizia que o tempo ficaria ameno, e até teria possibilidade de chuva. Saímos cheios de blusas, calça jeans e até bota, novamente eu e meu primo fomos, e novamente fomos recepcionados por um céu ensolarado da Barra Funda. Fomos andando agora com um guia de ruas, mas mesmo assim foi um pouco difícil, afinal não tínhamos nem andado uma hora e já estávamos cansados.

Está bem, devemos considerar que aquela área já era conhecida, portanto o passeio ficou um pouco cansado. Procuramos o que sobrou das Matarazzo, tiramos várias fotos das imensas chaminés que sobraram do vasto império deles. De fato, não sabia que eram assim. Achamos até a casa da caldeira, um local que hoje em dia pode-se alugar e fazer eventos lá.

O Lucas, meu primo, ficou com medo de pegar os ônibus lá. Passamos perto do centro de treinamento do Palmeiras, e já passavam das 13 horas quando pegamos um ônibus até o Terminal Bandeira, que de acordo com o guia ficava numa alameda que dava no atual Instituto Educacional Bonni Consilii. Saímos do terminal e começamos a andar. A andar. Andar. E mais um pouco. Depois de sete longos quarteirões achamos o tal local, tentamos entrar pra tirar foto, mas fomos barrados.

A casa é especial por dois motivos: um é porque ela foi a sede da chácara que depois originou a Barra Funda Freguesia do Ó e a Casa Verde. Caso você não saiba, vou dar uma aulinha de história. No inicio São Paulo era apenas a área hoje conhecida como Centro Velho, o triângulo paulista. Porém com a vinda de imigrantes e a industrialização, o povo antigo que vivia na cidade e mantinha uma chácara ao redor da cidade para sua subsistência, viu-se na opção de loteá-la e fazer casas para alugar, que era uma atividade econômica extremamente rentável na época. Umas das chácaras originaram os bairros do centro velho e assim por diante.

De lá voltamos ao terminal Pq. Dom Pedro II, passando pela famosíssima 23 de março e a Cathedral da Sé. Fomos até o Mercado Municipal e comemos um belo pão com mortadela deles, meu primo comeu o pastel de bacalhau e ainda dividimos um X-Salada deles! Voltamos pra Luz e descemos rapidamente na Liberdade pra eu comprar algo pra enviar pra uma amiga.

Chegamos em casa só lá pelas cinco da tarde, mas estávamos muito bem e cansados. Só tive forças pra tomar banho e cair na cama, cansado. Enfim, foi um bom dia.



Yam! Yam! Delícia!!

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