segunda-feira, 27 de junho de 2011

Cruzando uma cidade infernal.


Teve um vídeo que eu fiz, já tem um tempinho, sobre o problema clássico do transporte público na cidade de São Paulo. Porém, só fui finalizá-lo esses dias. É esse que está acima (eu estou sem barba, me acho tão estranho cara... Fico perguntando quem é esse aí).

Bom, eu gostaria de falar alguma coisa, mas vou ficar devendo. Quero exemplificar com um local longe pra se comparar. Vamos começar pela Inglaterra, que é o que eu mais conheço. Considerando que um empregado assalariado mínimo inglês ganha por volta de 720 libras esterlinas por mês, convertendo no real (hoje) daria 1800 reais, eles pagam por volta de 1,20 libras por passagem de ônibus.

Isso porque teve um aumento. Resumindo, as pessoas inglesas pagam por ônibus basicamente o que nós pagamos. Dá mais ou menos 3 reais. Mas eles pagam 3 reais por uma linha de transporte público desse tamanho. Não deste como é aqui.

Eu sei lá, uma coisa que me intriga é como a molecada hoje tá cagando e andando pros problemas que tão rolando ao seu entorno. Eu sempre fui um adolescente muito revoltado, e queria, sei lá, tacar uma bomba na prefeitura ou na câmara dos vereadores, estilão Guy Fawkes mesmo.

Pensava eu que me chamariam de maluco de primeira, obviamente, me levariam à forca, mas depois usariam a minha "máscara", assim como foi com o Fawkes. E lembrariam de um ato e questionariam, o que é democracia, o que é um governo que luta pelo povo e o que o povo pode fazer já que esse governo não trabalha por ele.

Mas cresci e, err... Agora não dá mais. Mas não quer dizer que preciso ficar quieto. Não tenho nenhuma preferência política, e um problema básico desse país é que as pessoas tenham uma noção equivocada que precisa ter um partido político pra se melhorar esse país. Com a salada de frutas bagunçada que é os partidos políticos do Brasil, acho tolice isso.

Dá pra fazer algo sem partido, e acho que a primeira noção é fazer algo do gênero, incitar o povo a pensar.

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