sexta-feira, 26 de julho de 2013

Final Fantasy IV



Mais um pra listinha! Já terminei Final Fantasy I, Final Fantasy II, Final Fantasy XIII e Final Fantasy XIII-2. Ontem a noite fechei Final Fantasy IV (que foi lançado no ocidente como Final Fantasy 2), aquele do Cecil Harvey, Kain Highwind, e as gostosinhas Rydia e Rosa.

Curti muito! Eu já estava querendo jogar pois no Dissidia tem algumas cenas com o protagonista, o Cecil, e achei legal os dilemas dele entre seu lado sombrio e seu lado iluminado. Sem contar o carinho fraterno com o seu irmão mais velho, o todo-fodão Golbez. Pensei comigo mesmo que queria experimentar esse jogo e entender toda a história por detrás desses personagens.

Dei uma pausa nas leituras e fui mandar ver no Final Fantasy IV, um remake pro PSP.

Simplesmente demais!

Achei muito bom o dilema que no começo do jogo o Cecil tem. Ele começa todo com uma armadura sombria, cheio de não-me-toques. Porém, logo mais ou menos na quarta missão sua você vai pra um monte onde descobre que você também tem um lado cheio de luz, e muda de profissão, virando um paladino.

O jogo tem vários personagens que vão e voltam. Mas no final você pode escolher qualquer um pra integrar seu time. O único que você nunca deixa de jogar é o viadinho do Cecil. Destaque pra Rydia, que começa uma pirralha e depois de um treinamento pra virar uma high summoner vira uma baita duma gostosa (essa menina de verde aqui no post).

Enfim, nota dez! A única coisa que achei difícil de acostumar é o modo de luta. Não é tão simples como os outros onde você dá o comando e ele manda o ataque. O sistema é meio parecido com o FF13, você tem que primeiro esperar a barrinha encher pra dar o comando do golpe, e depois, esperar de novo pra atacar. Achei esse esperar de novo inútil, mas... Paciência. Se quiser descansar aperte Select e deixe no automático. Salva muito mais tempo nas batalhas!

Spoilers abaixo

Sempre roteiro é essencial, desculpem quem gosta de gráficos. E roteiro bem escrito é bem nessa, o cara consegue te contar uma história inteira sem câmeras ou vozes surreais.

O primeiro Final Fantasy era bem estilo conto de fadas mesmo. Todos os Warriors of Light contra o Chaos, a essencial de todo mal. O segundo parecia tratar de autoritarismo, com o Imperador querendo comandar tudo e todos, usando toda sua força para levar a bagunça para o mundo e aprontando muitas confusões na Sessão da Tarde, sobrando o Firion e seus amigos acabarem com a festa dele.

O terceiro eu pulei porque não me interessou. Parece um pouco o primeiro só que com mais opções de job. Exceto pela antagonista, a Cloud of Darkness com seus generosos seios.

O quarto parece brincar com a dualidade entre bem e mal. E não apenas isso, mas entre luz/escuridão. Hoje é meio ver filmes como "Meu malvado favorito" ou "The nightmare before Christmas" com protagonistas que tem aparência de vilões. FF4 não é muito diferente. Você começa controlando o Cecil sombrio, que destrói vilarejos, mas que no fundo não era nada mais do que uma marionete na mão dos vilões de verdade. E mesmo o Golbez em toda sua maldade no jogo, vira um cara legal pra tomar uma breja no buteco no final, meio que se sacrificando pra que você possa lutar contra o real cara malvado do jogo, o Zemus (que depois vira "Zeromus", o chefão final).

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