quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Doppelgänger - A história dentro da história (3)

A primeira vez a gente não esquece.

É engraçado hoje eu falar que gosto de garotas asiáticas. Minha primeira vez foi com uma delas.

Já contei sobre Noriko Yamamoto, que trabalhou no Sector 9 com meu irmão mais velho, nos bons tempos. Eu a conheci enquanto buscava por informações do paradeiro do meu irmão mais velho, Arch.

Noriko era uma japonesa bem bonita. É o tipo de mulher que a maternidade tinha feito muito bem. Ganhado quadril e mais seios, e por ter o sangue asiático dificilmente parecia ser muito velha. Ainda enganava muito bem com a aparência de quem mal tinha completado vinte. Ela tinha perdido o filho, cujo pai, Lucca, morreu sem saber sequer que era o pai de uma linda criancinha mestiça.

Um dia, logo depois dela me entregar os documentos que tinha, ela me convidou para um jantar de despedida na casa dela. Eu era um adolescente ainda, mas já sabia me virar muito bem. Desde a morte do meu irmão mais velho vivi uma vida solitária onde sequer poderia confiar na minha própria sombra.

A japonesa serviu vinho e comemos um fricassé de frango. Estava bom. Mas o vinho estava começando a fazer efeito e eu fiquei um bocado mais solto. Como estava tarde, Noriko me sugeriu para ficar por ali mesmo, que tinha um sofá sobrando para eu dormir. Ela vivia sozinha naquele local, e eu era apenas um adolescente cheio de hormônios.

Sentei no sofá e comecei a ver tevê. Ela não parava de encher meu copo de vinho, e ela bebia muito também. Logo depois ela sentou do meu lado e, meio sem querer, colocou a mão sobre a minha perna. Naquela hora meu mundo rodava, eu nunca tinha bebido nada alcoólico antes, apenas fumava, mas tive uma ereção muito, muito forte.

Tentei esconder, colocando o copo em cima, mas acho que a própria Noriko estava sem muita noção das coisas. Ela agarrou minhas calças na altura da virilha e eu no susto olhei pra ela, foi aí que ela me beijou na boca.

Ficamos dando alguns amassos no sofá, ela por cima. Eu nunca havia encostado num corpo de uma mulher, e mesmo hoje eu tenho dificuldades em dar abraços ou beijinhos de cumprimento em muitas, mas melhorei bastante da época da adolescência, claro. Minha mão foi direto na bunda dela, que era macia, mesmo sob a calça jeans.

Os amassos foram esquentando e quando eu dei por mim, Noriko se levantou e eu reparei que ela estava apenas de sutiã, e eu tão grogue que lembrava nada. Ela desabotoou e eu vi os seios dela. Eram lindíssimos, pequenos, e tinham bicos protuberantes. O mamilo era escuro, como o de qualquer asiática, mas eram lindos, brancos e fofos até.

Minhas mãos, obvio, foram direto neles. Eu nunca tinha pegado num par de seios até então. Entendi porque nós homens gostamos tanto deles. Debaixo das roupas eles já têm uma sensualidade inata, mas quando eles estão livres são mais bonitos ainda.

A japonesa começou a tirar minha roupa, primeiro a camisa e depois a calça. De fato, me incomodava muito o volume endurecido entre as minhas pernas. Quando tirou minha cueca, senti as doces mãos dela acariciando-o. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo. Ela ainda tava de jeans, de fato, não sei por que ela foi mais rápida pra tirar minha roupa assim.

Ela foi de boca no meu pau. Nossa. Eu tinha dado muita sorte de ter perdido a virgindade com uma mulher bem mais velha. Se eu tivesse com uma da minha idade eu mal ia saber em que buraco colocar. Noriko sugava forte, e com o subir e descer da cabeça, o calor quentinho da boca dela, mais toda a saliva que ajudava no deslize, aquilo me parecia o paraíso. Tombei a cabeça pra trás e perdia o ar. Que sensação única era aquele que eu estava experimentando, meu deus?

Tudo era novidade pra mim.

Depois de um tempo Noriko se levantou e abaixou as calças. Tirou a calcinha e eu vi uma vulva pela primeira vez também. Japonesas mesmo não têm muito o hábito de aparar pelos pubianos, é algo meio cultural delas, e mesmo Noriko vivendo fora do Japão, ela ainda mantinha essa tradição. Era uma xoxota bem peluda. Mas ainda assim era bonita. Eu gosto de pelos pubianos na medida certa, nada contra.

E aí ela foi me beijando. Sinceramente, mesmo eu sendo homem, estava me sentindo meio alvo de um abuso. Tava tudo acontecendo muito rápido, e pra eu que era um moleque na época esperava algo mais sossegados, especialmente na minha primeira vez.

Noriko montou em mim e com a mão, colocou meu pênis pra dentro. E foi abaixando, lentamente.

De primeira, não achei muita graça. A própria felação que ela tinha feito em mim tinha me feito entrar em um êxtase muito forte - foi muito bem feito, nunca na vida me fizeram um tão bom quanto aquele, tenho que admitir. Mas quando eu olhava a Noriko em cima de mim, naquele entra-e-sai ainda no começo, sem ser muito frenético ainda, via o rosto dela aquela expressão clássica do prazer feminino: o prazer e a dor numa mistura incandescente que dava toda a beleza pro ato sexual em si.

Ela abaixou e me beijou. Mas tinha muita força no quadril e continuava o movimento. Sinceramente? Não via muita graça naquilo, era bem menos do que eu imaginava na minha mente de virgem. Mas aquilo era apenas o principio.

Do nada senti uma "rajada" de prazer. Uma sensação de um frio no estômago e aquele frescor na região peniana. Uau! Agora estamos falando a minha língua. Obvio que eu não tinha gozado ainda, mas parecia ser um bom começo. Enfim estava sentindo o prazer.

Quanto mais Noriko subia e descia com os quadris, mais aquilo se lubrificava, e mais estava ficando gostoso pra mim. O orgasmo masculino é um pouco mais diferente do feminino, enquanto elas conseguem chegar num nível e manter esse nível, o dos homens é constituído apenas de algumas ondas curtas de prazer e um ápice estrondoso. E como era minha primeira vez, não consegui controlar.

E fomos transando, cada vez mais os gemidos estavam ficando mais altos, até que até mesmo os gemidos se sincronizaram. Na minha frente eu via aquele corpo esguio de japonesa, os olhos puxados sob uma franja preta de cabelos lisos, a cintura reta e as pernas magrelas. Dependendo do biotipo de cada país isso pode variar, mas naquele momento a mulher mais linda do mundo era a senhora Yamamoto. Eu agarrava a cintura dela com firmeza, deslizava as mãos sobre aquele corpo, apertava os seios e desejava aquela mulher.

Do nada fui sentindo aquela sensação de prazer aumentar, aumentar, aumentar. E, do nada, fui dominado por um prazer imenso que parecia uma brisa de outono no meu corpo. Meus olhos dilataram e foram pra cima, minha boca abriu e por um momento senti minha energia se esvaindo. Foi aí que senti um jato vindo do meu pênis com uma pressão enorme. Um jato. Dois jatos. Três jatos. Quatro jatos. O quinto foi apenas uma dormência nas pernas causada pelo clímax.

Foi nesse desejo todo que eu... Gozei. Não estávamos de preservativo (o que é MUITO errado!), então foi um caminhão de porra na buceta dela.

Noriko gemeu, e quando desmontou de mim, ainda tinha esperma saindo dela. E eu lá. Suado, ofegante, babando e olhando pra ela, e ela a principio um pouco séria. Aí ela sorriu pra mim e deu uma risada.

"É, pelo visto foi bom pra você, né? Al, você é um menino muito levado, seu irmão não perdoaria isso entre a gente", disse Noriko, que depois caiu na risada.

Do nada uma exaustão imensa tomou conta de mim. Dormimos juntos na cama dela, abraçados. Uma cama de solteiro, mas até que coubemos bem. Na manhã do dia seguinte ela acordou querendo mais e eu perguntei se tinha algum problema aquela gozada que dei nela na noite anterior.

"Relaxa. Depois da gravidez eu decidi não ter mais filhos e operei. Foi algo traumatizante, mas acho que depois de todo aquele vinho, acabei me soltando um pouco, desculpe”, ela disse, dando um sorriso bem malicioso.

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