sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Doppelgänger - #110 - A origem de todo o mal (2)

21h15

Al estava sem ar. Uma brisa gélida havia tomado lugar no seu estômago, e ao perceber que era Francesca Vittorio que estava lá ele simplesmente não sabia o que fazer. Estava pálido e suando frio na mesa. Não imaginava que encontraria ela assim, tão cedo.

“Senhoras e senhores”, disse Francesca para todas as pessoas no recinto, “Essa reunião emergencial foi para contar a vocês que nosso plano logo será enfim colocado em ação. Pontualmente às dez da noite Ar irá causar o caos econômico no mundo retirando grande parte do capital em circulação. É óbvio que nosso alvo não são as empresas do senhores que são fieis ao nosso plano. O Legatus vai enfim começar a maior insurreição que esse mundo já viu”.

Insurreição? Espero que o Neige esteja ouvindo isso tudo pela escuta, pensou Al.

“Ar vai enfim se estabelecer como a força que move esse mundo – mesmo que ninguém conheça seu rosto. Governos que não forem fiéis aos nossos planos cairão, organizações terroristas serão patrocinadas, empresas irão falir uma após a outra, e tudo isso graças ao controle que ele terá de todo o capital do mundo dentro de alguns minutos”, disse Francesca Vittorio.

Os calafrios de Al não passavam. Ele estava todo arrepiado só de ouvir essas coisas.

“E tudo isso para seguir com nossos planos. Um controle total de governos, exército e economia. Tudo para construir esse novo mundo que todos nós temos vontade de ver. Um mundo que respeitará a voz e a vontade de apenas uma única pessoa, levada pelos desejos de um visionário que morreu como um assassino”, disse Francesca Vittorio, virando sua cadeira.

Nesse momento uma tela desceu atrás dela, branca. As luzes foram ficando fracas até se apagarem. Um projetor foi então ligado, e um vídeo, com gravações oficiais foi mostrado. O rosto que Al via era inconfundível.

Era um vídeo com cenas do seu irmão mais velho, Arch.

Mano? Porque diabos estão mostrando ele?!, pensou Al.

“Arch para alguns morreu como um traidor. Mas ele na verdade tinha planos bem maiores para nossa sociedade. Arch pensava numa sociedade mais justa, onde pessoas fossem livres, e ao mesmo tempo pudessem aproveitar paz, sem serem usados como ferramentas do governo ou de empresas. Ele nunca foi alguém de direita, ou esquerda, mas tinha crença em algo tão superior que sabemos hoje que ele era alguém na posição ‘acima’ de todos. E com esse controle de Ar vamos enfim caminhar para realizar esse mundo que o nosso deus desejou!”, disse Francesca Vittorio.

Na hora que ela disse “deus” uma foto de Arch apareceu, como se estivesse subindo aos céus, como se estivesse acontecendo uma apoteose.

Todas as pessoas gritavam com orgulho ao ver aquela imagem. Já Al, ficava cada vez mais abismado ao ver aquilo tudo.

Isso é medonho. Parece um culto ao meu irmão mais velho... Como se ele tivesse realmente se tornado um deus!, pensou Al.

“E graças ao Ar, o único indivíduo nesse mundo que possui o sangue do nosso deus, dotado de imensa compaixão para com todos nós, decidiu dividir a glória do título com nossa equipe de agentes que estão a postos, prontos para ajuda-lo nessa insurreição, nos quatro cantos do mundo. Ar, nosso líder generoso, os chama todos para serem também ‘Filhos de Arch’ e herdarem esse legado do nosso deus!”, disse Francesca Vittorio.

Filhos de Arch? Mas que merda... Essas pessoas nem sequer devem ter conhecido o meu irmão na vida real. E eles estão aqui fazendo esse culto, e Ar está usando a imagem do meu irmão para reforçar alguma espécie de liderança nele também para criar um mundo baseado na ideologia do meu irmão! Isso é bizarro, é doentil..., pensou Al.

“Daqui a alguns minutos gostaria de passar a palavra ao senhor Hershlag, nosso economista chefe, e ele explicará melhor a execução do plano de Ar nessa noite...”, disse Francesca. Porém, ela pausou durante alguns segundos sua fala ao ver que Al estava na mesa, sentado, observando tudo. O silêncio dominou o local, e algumas pessoas olharam para Al, talvez se perguntando o motivo de Francesca Vittorio estar com o olhar fixado nele, “...Ah, desculpe. Faremos uma pausa de dez minutos, está bem? Já voltaremos, aproveitem a refeição que preparamos para vocês”.

Vários garçons apareceram de súbito. Al resolveu aproveitar a bagunça e sair discretamente. Deixou a cadeira na mesa e começou a andar, meio agachado, entre o mar de garçons que surgiram servindo as pessoas naquela reunião. Porém o mar de pessoas era muito grande, não sabia da onde tinha saído aquele monte de pessoas. Ficou bem difícil se guiar na sala pra chegar na porta.

Mas que droga, a porta parecia tão perto... Não posso deixar a Vittorio me ver, ela já sabe que eu tô aqui!, pensou Al.

Porém, o destino é de pregar essas peças nas pessoas. Al acabou encontrando a porta e a abriu. Entrou calmamente e a fechou. Mas parece que o destino queria que ele se perdesse no meio das pessoas e caísse justamente no gabinete de Francesca Vittorio, onde ela estava discutindo os detalhes da próxima palestra.

Ao ver Francesca na sala, Al não sabia o que fazer. Exceto o fato de que sabia que estava perdido. Permaneceu imóvel. Não tinha mais o que fazer.

“Por favor, faça assim, tudo bem?”, disse Vittorio, dando uma última orientação ao seu palestrante. Depois que ele deixou a sala Vittorio foi em direção de Al.

“Fiquei surpresa de te ver aqui. Mas por outro lado, fiquei muito feliz também”, disse Vittorio ao ver Al. Pelo visto a conversa seria longa.

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21h17

Al e Victoire estavam em um ninho de amor.

Ele, depois de puxar a toalha de Victoire caiu de boca nos mamilos duros da francesa, sugando-os carinhosamente. Victoire virava os olhos vendo aquele homem a acariciando.

Sua mão passava no corpo dela e ia beijando cada centímetro. Ela tinha um cheiro bom. Um cheiro de perfume doce – doce como a personalidade dela. Ela sentia a pegada forte dele, a mão grande dele parecia que a dominava, e era exatamente isso o que ela mais queria e sonhava. A mão dele passava na cintura e descia para a sua xoxota, com o dedo gentilmente entrando e saindo na sua molhava vulva.

Antes dele tentar fazer sexo oral nela, ela o parou e foi de boca direto no pau dele. Victoire chupava de um jeito único, alternando entre carinho e agressividade. Parecia que sabia o ritmo que o seu parceiro queria, sempre que vinha aquela onde de prazer com a chupada mais agressiva, depois acalmava com a chupada mais calma, mais tenra. E assim ia e voltava, sem parar. Al sentia tanto prazer que parecia que explodiria a qualquer momento. Sempre era uma experiência diferente ir pra cama com Victoire, e dessa vez não era diferente.

Al puxou as pernas dela pra sua cabeça e os dois fizeram a posição “meia-nove”. Já que ambos eram altos, deu tranquilo para fazer. A vulva de Victoire era toda depilada, parecia que milimetricamente cuidada, era muito lisa e cheirosa e ligeiramente rosada. A língua de Al ia penetrando na vagina dela, até chegar ao clitóris. Alternava os movimentos, sugando, mordiscando e lambendo. Ás vezes a onda de prazer era tamanha que Victoire – que estava do outro lado fazendo seu “serviço” no pau do Al – parava tudo pra gemer de prazer. Al como sempre sabia o que tinha que fazer.

Depois de alguns minutos de aquecimento era hora de partir pro jogo. Eles iam começar com o clássico papai-e-mamãe. Quando o pênis de Al entrou na buceta da Victoire ele viu que ela estava muito molhada, bem mais lubrificada que pensava. Eles estavam sem nenhum tipo de proteção pro sexo. E aí começaram os movimentos do sexo.

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