quarta-feira, 24 de maio de 2017

The Legend of Zelda: Link's Awakening DX (1993)


Eu sempre tive dúvida se o nome do jogo era "O despertar de Link" ou "Elo do despertar". Jogando o jogo acho que deu pra sacar que é mais "O despertar de Link" mesmo, já que o nome do jogo original em japonês é algo como "夢をみる島", que significa algo como "ilha dos sonhos".

No jogo Link, nosso herói loiro e orelhudo, está navegando em águas turbulentas quando seu barco afunda, e ele desperta numa ilha com uma moça gatinha chamada Marin o despertando com um beijo apaixonado.

Essa ilha se chama Koholint. Após recuperar a sua espada, uma coruja aparece e diz ao Link que a única forma dele sair de lá é despertando o Wind Fish, que está dormindo dentro de um ovo no monte Tamaranch, no ponto mais alto da ilha. E para despertar esse peixe Link tem que buscar os oito instrumentos da Sirene.

Eu gostei de como o jogo é grande
Eu já vi em algumas listas pela internet afora que colocava esse Zelda como o melhor de todos. Melhor inclusive que o lendário Zelda: A link to the past. Muito disso era pelo facto de um jogo tão grande e tão bem elaborado para caber nos cartuchinhos de imensos 1MB (na época) do Game Boy. Mas realmente é um jogo imenso mesmo!


São oito dungeons imensas, e todas com uma relativa dificuldade, mesmo as iniciais! Isso sem contar que pra liberar cada Dungeon você tem que fazer uma quest pra conseguir a chave pra destrancar sua entrada. Adicione isso à questão da exploração, peças do coração e um novo item exclusivo, as secret seashells, que te dão direito a uma espada louca. Fiquei mais ou menos um mês jogando pra terminar, é realmente bem grande!

Eu gostei das novidades da versão GBC
O jogo originalmente é de 1993, mas eu joguei a versão DX, que é um remake feito para o Game Boy Color de 1998. E não é apenas uma versão com gráficos coloridos, mas também com algumas coisas novas, como até mesmo uma dungeon nova, a Color Dungeon, que só dá pra se jogar no Game Boy Color.


O jogo rodava tanto no Game Boy Classic (em preto e branco) quanto no Color, mas nessa dungeon tinha coisas como acima, onde você deveria jogar os carinhas da mesma cor no respectivo buraco, logo você teria que ter o GBC pra saber onde colocar. É uma boa sacada, e o item que se ganha no final da Dungeon é uma baita mão na roda, pois pode ser tanto a túnica vermelha (que dá mais ataque) ou túnica azul (que dá mais defesa).

Eu gostei da dificuldade das dungeons
Eu já joguei muito Zelda. E em todo Zelda existem dungeons dos mais variados tipos. Mas sendo bem sincero: nunca vi dungeons tão difíceis como as desse game! Pelo menos umas quatro ou cinco vezes tive que recorrer a algum walkthrough pra saber o que devia fazer, especialmente na Catfish's Maw e na Eagle's Tower.


Ok, é meio chato, mas considerando todas as dificuldades técnicas, fazer uma dungeon que tamanha complexidade foi um ponto e tanto por parte da Nintendo! Isso sem contar que o jogo tem uma sequência de trocas que você tem que fazer pra ir desbloqueando itens, levando algo para alguém que precisa dentro da ilha. E quando não sabia o que fazer? Puxa, várias vezes tive que apelar aos guias do jogo na internet. Realmente foi um dos Zeldas mais desafiadores.

Eu não gostei por não ter a Zelda
É raro um jogo do Zelda não ter a princesa Zelda. Menos ainda o Ganon, que é pro Link o que o Bowser é pro Mario, o nêmesis. Ok, existem alguns jogos, como o Majora's Mask, onde a princesa mal aparecia. Mas eu adoro a Zelda e minha vida fica vazia sem aquela loira fresca.



Como a Zelda não aparece no game, vou deixar uma foto do bumbum dela naquela legging preta sexy que ela usa em Breath of the Wild e o Link reparado nessa abundância toda, kkkkkkk. EU TAMBÉM OLHARIA! DAT ASS!!

Eu gostei da temática dos sonhos
Durante o jogo várias vezes você é alertado, especialmente conforme vai ganhando os instrumentos, de que tudo aquilo é um sonho do Wind Fish, que a ilha, as pessoas, todas vão desaparecer se o Link conseguir os instrumentos e acordar o Wind Fish. Logo você é persuadido a sempre deixar a aventura e deixar com que as pessoas continuem vivendo lá, mesmo que dentro de um sonho de uma baleia voadora.



Mas é óbvio que você quer ir até o final, e ao chegar no ovo do peixe e tocar na sua ocarina (sim! Antes do Ocarina of Time!) a Ballad of Wind Fish, você vai poder entrar no ovo e lutar contra os pesadelos do Wind Fish. Ao derrotá-los, enfim o Wind Fish desperta e... Olha só! TODA AQUELA ILHA ERA REALMENTE UM SONHO!


(entenderam o motivo do nome do jogo ser "O despertar de Link"?)

Isso na verdade é meio frustrante, mas quando o Link, depois de ser jogado por um jorro de água do Wind Fish pra longe e depois recobrar os sentidos no meio do mar (e no meio do nada), ele vê o Wind Fish real voando ao longe. E se você terminar o jogo sem morrer uma única vez você vê uma gaivota e o rosto da Marin, sua amiguinha que é apaixonadinha por você ao longe, realizando seu desejo de ser uma gaivota para poder explorar o mundo voando e sair da ilha.

Muito doido, né?

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