terça-feira, 20 de setembro de 2011

Novecentos e tantos posts. - Parte 2

Continuando...

Em 2006 terminei também o meu curso de inglês. Teve uma pequena confraternização e as boas lembranças desses amigos e desse grande professor que ficaram.

Vestibular no Senac. Foi aí que tudo começou (ou não!).

Mais CNA. Halloween! Eu fui fantasiado de samurai, hehe.

Num dos trabalhos da arquitetura fui pesquisar o bairro da Barra Funda, zona oeste da capital paulista. Me senti quase um turista da minha própria cidade. Teve uma parte dois também.

Um dos trabalhos da arquitetura foi projetar uma maquete, separar os materiais e dar pra alguém montar. Tentei dar uma de esperto, mas recebi um dos mais difíceis de se fazer da sala. Mas ficou animal o resultado final!

Eu ia muito em evento de anime. Esse foi um relato da Anime Dreams 2006 (ouch!).

Eu criei o blog alguns dias antes da minha formatura do colégio. Achei que aquele momento era o ideal pra começar um registro que queria levar adiante. Não sei, mas pensava naquele momento que já tinha vivido tudo o que tinha pra viver. Que minha vida eventualmente acabaria ali, e nada mais viria a seguir.

Sempre tive uns pensamentos meio suicidas. Até hoje eu tenho um pouco. Volta e meia me dá um cansaço de viver, e dá vontade de desistir de tudo, e parece que a morte é o único remédio bom para me libertar. No fundo, sempre pensei que morte seria uma redenção, e vejo muito desse pensamento nos meus posts.

Até que uma vez eu morri de verdade, mas pro azar de vocês, eu voltei (hahah!). E cheguei a algumas conclusões, que na verdade estou concluindo ainda.

Primeiro é que o mundo continua em frente depois que você morre. Talvez o máximo de comoção que eu tenha visto foi quando Michael Jackson morreu. As coisas não param, as pessoas não morrem junto, e não é nada glamuroso. Morte é morte. Apenas um ponto final.

Outra coisa é que quando estamos mortos não podemos fazer nada. E isso cheguei a conclusão depois de uma longa reflexão. Talvez tenhamos medo de morrer por causa do nosso instinto de sobrevivência, por exemplo, ou então pelos valores, ou simplesmente porque a televisão nos diz para sermos assim.

Mas a verdade mais dura é que mortos não conseguimos fazer nada. Somos abençoados por viver esse momento juntos, eu acho. Você está lendo um post agora que quem nasceu a milhões de anos não leu, e provavelmente alguém de 2295 d.C. não vai ler. Talvez as coisas mais velhas que alguém escreveu e se mantenha seja a bíblia, ou algo do gênero. Mas são exceções, esse post e essas palavras se perderão como 99% das coisas.

Claro que seria legal ter conhecido um Leonardo Da Vinci, visto a Queda da Bastilha ou então ter visto o Muro de Berlim, tudo isso sem dúvida teria sido divertido. Mas foi um momento que passou, e querendo ou não estamos presos ao presente. Se não fizermos nada nesse momento que temos, nada adiantará, pois somente temos esse momento.

Parece difícil, né? Mas é bem fácil na prática. O futuro nosso é incerto, e devemos estar cientes de que a morte pode chegar a qualquer momento, e o arrependimento é todo nosso. Por isso devemos sempre tentar crescer, crescer, crescer e.. Crescer! Jamais sermos acomodados. Aprender a cada dia, admitir que não sabe, extender a mão ao próximo. Podemos ser atropelados ao descer do almoço depois do trabalho, e se acontecer, o que vai acontecer? E acima de tudo, você vai se arrepender de não ter feito o seu melhor?

Mas não precisa seguir moldes prontos para chegar na felicidade. Não é porque uma revista de moda diz que vestir uma camisa tal vai fazer você ser feliz, sedutor e comedor. Não existe um caminho só pra felicidade. O que importa é que você deve achar esse caminho, que é seu e apenas seu.

Sempre que fui nessas pessoas que faziam previsões do futuro e eles diziam que eu morreria muito velho com muitos netinhos. Pra quem já morreu uma vez tão novo, é estranho pensar nisso. Ainda falta muito tempo, e acho que talvez eu tenha muita coisa a fazer. Hoje você pode estar lendo esse post, mas daqui a cinco anos não sei dizer o que estará fazendo. Sinceramente, eu espero continuar firme no blog! Afinal, já se foram quase seis anos nele... Mas a gente nunca sabe o dia de amanhã, por isso devemos focar apenas no hoje.

O futuro é cheio de incertezas. Mas o importante é sempre crescer. Sempre ajudarmos os outros, sempre ouvirmos o que os outros têm a dizer. Talvez o maior sinônimo de vida seja exatamente o ato de viver. Então, se você está aqui hoje, e escolheu viver... Então... Viva!

Sem mais meritíssimo!
Desculpe o post imenso.
Obrigado por tudo, e vamos continuar nessa jornada!

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